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Quarta-feira, 28/11/2012

Um dia para contação de histórias

Tags: 10ªcre, evento, rio, uma cidade de leitores, maratona de histórias.

O evento aconteceu na Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes, da 10ª CRE, SME Rio, com professores e alunos contando histórias em revezamento

 

 

Desde 24 de outubro, dia em que foi realizado o Centro de Estudos Integral na Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes, o projeto da contação de histórias prometia surpreender.

 


 Entre discussões pedagógicas, debates sobre avaliações, comentários sobre o sistema Escola 3.0 e definição do calendário para o 4º bimestre letivo, eis que surge a proposta da realização de um dia específico para contação de histórias na escola.

 


 A professora regente da sala de leitura, Kátia Regina, citou o livro “O cabelo de Lelê”, de autoria de Valéria Belém, com ilustrações de Adriana Mendonça.  Ela  sugeriu amplas abordagens em sala de aula com os alunos, abordando a discussão da temática racial.

 


 “O cabelo de Lelê” conta a história de uma garota que não conseguia dominar o seu penteado por conta de cabelos rebeldes.  Ao ler um livro sobre países africanos, a menina acaba descobrindo o porquê daqueles cabelos.  Essa história vai abrindo possibilidades para outros estudos sobre representações da raça negra.

 


 No dia da contação de histórias, além do livro “O cabelo de Lelê”, outras obras e autores também foram apresentados aos alunos.

 


 A professora Kátia Cristina, de Língua Portuguesa, teve a ideia de sugerir que seus alunos do 8º ano, da turma 1804, contassem a história de “Alice no País das Maravilhas” para os colegas da turma 1605.  Estes estariam no horário da aula de Geografia, com a professora Jurema.

 


 Andréa Barbosa, que é professora de Espanhol, trouxe versões interativas da história de “Chapeuzinho Vermelho" em castelhano; enquanto a sua xará, Andréa Perez, de Língua Portuguesa, encarregou-se de contar a curiosa história “O cabelo de Lelê”.

 

 

 

 

 

 


 Aquele 31 de outubro de 2012 foi um dia atípico  Não pelo “Hallowenn”, “Dia das bruxas”, “Dia do Saci”, ou qualquer comemoração do gênero, mas pela possibilidade que os alunos tiveram para conhecer novos autores e outras histórias.

 


O escritor e dramaturgo inglês, William Shakespeare, foi apresentado aos alunos pela professora Kátia Regina que contou a história de Romeu e Julieta para a turma 1804.  Enquanto a sua colega e xará, Kátia Cristina, acompanhava alguns alunos da mesma turma, que se revezaram contando a história para alunos da turma 1605.

 


Charles Lutwidge Dodgson, muito mais conhecido pelo pseudônimo de Lewis Carroll, foi apresentado aos alunos da turma 1605, em atividade interativa e descontraída.

 


Para motivar o interesse dos alunos do 6º ano pela leitura e interpretação da história de “Alice no país das maravilhas”, a professora Kátia Cristina, com a ajuda da turma 1804, preparou marcadores de livros em diversas cores, contendo ilustrações e trechos da obra de Lewis Carroll.

 


Ao final da contação da história, interpretada pelos alunos da 1804, os demais eram convidados a dar sequência ao enredo, lendo o texto do trecho impresso no marcador de livros que receberam no início da atividade.  Dessa maneira que todos pudessem interagir e tornar aquele momento mais agradável e interessante.


Familiarizados com a versão em língua portuguesa da história de Chapeuzinho Vermelho, de autoria do escritor francês Charles Perrault, os alunos do 8º ano, turma 1803, ficaram admirados acompanhando a interpretação da professora de Espanhol, Andréa Barbosa, do conto “Caperucita Roja”, com trechos propondo a interatividade dos adolescentes na narrativa.

 


O dia da contação de histórias na Escola Municipal Joaquim da Silva Gomes foi uma ótima atividade que deverá ser repetida em outros momentos.  Seu objetivo é despertar, nos alunos, o interesse pela leitura e pelos livros, conforme orientação da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.

 

 

Sinvaldo do Nascimento Souza, professor representante do Rioeduca na 10ª CRE
Contatos: E-mail: sinvaldosouza@rioeduca.net

Twitter: @SinvaldoNSouza
Facebook/SinvaldoSouza

 

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 28/11/2012

Rio, Uma Cidade de Leitores... e de Escritores!

Tags: 8ªcre.

 

 

Para comemorar os 90 anos da Semana de Arte Moderna, professores e alunos do 6º ano de diversas escolas da Rede Municipal do Rio de Janeiro iniciaram um importante projeto que culminou no lançamento do livro Poesia Concreta na Escola.

O livro apresenta diversas produções dos alunos e surpreende pela criatividade e beleza dos poemas.

Entre os alunos autores está Luann Frederick, aluno da Escola Municipal Roberto Simonsen.

 

 

 

 

 

  Luann Frederick  e Helena Bomeny, Subsecretária de Ensino

 

 

 

 

 

No material Pedagógico do 4º bimestre de 2011, os alunos foram convidados a conhecer os Poemas Concretos.

As atividades propostas no material levaram professores de Língua Portuguesa e seus alunos a se aventurarem como autores.

Após visitarem à Sala de Leitura de suas escolas, conhecerem diferentes autores de Poemas Concretos e participarem de Rodas de Leitura nas aulas de Língua Portuguesa, os alunos sentiram-se inspirados a criarem poemas que surpreendem pela criatividade e beleza.

 

 

 

 

"É com objetivo de vermos mais sorrisos como este que nossa equipe tem trabalhado com tanta dedicação, pois desejamos que todos possam sentir-se como Luann sentiu-se hoje!"

                                                                                                      Iussinara de Freitas

 

 

 

 

Iussinara de Freitas,  diretora da E.M. Roberto Simonsen, comemorando o sucesso do aluno Luann Frederick

 

 

 

 

 

 

O aluno  Luann Frederick cursava o 6º ano em 2011 quando sua professora de Língua Portuguesa, Mônica Andréa dos Santos, trouxe a proposta que fazia parte do Caderno Pedagógico.

Seguindo todas as orientações recebidas, a professora conseguiu contagiar a turma num clima de reflexão e criação poética.

A Coordenadora Pedagógica, Viviane Lazarini, encaminhou alguns poemas produzidos pelos alunos para participar de uma  seleção na Secretaria Municipal de Educação.

 

  

 

 

"Talento para fazer despertar a poesia que existe em cada aluno é algo mais que especial!

É neste despertar que dividimos o que somos com o mundo e deixamos uma marca na História...."

                   

                        Viviane Lazarine -  Atual Coordenadora Pedagógica da E.M. Leonardo da Vinci

 

 

 

 À esquerda, a Coordenadora Pedagógica Viviane Lazarini, Luann e Iussinara de Freitas em clima de muita alegria!

 

 

 

 

 

 

O poema de Luann Frederick foi um dos selecionados para compôr o livro Poesia Concreta na Escola.

Esse acontecimento trouxe muito orgulho para toda a equipe da Escola Municipal Roberto Simonsen, que vem buscando, nos últimos anos, transformar o perfil de seus alunos, com propostas de mais conhecimento e cultura.

 

 

 

 

 

 

"É possível experimentar o gostinho do sucesso, quando damos oportunidade a nossos alunos!"

                      

                        Mônica A. dos Santos - Prof. de Língua Portuguesa na E.M. Roberto Simonsen

 

 

 

 

 

 

 

 Luann Frederick entre outros alunos autores

 

 

 

A solenidade de lançamento do livro aconteceu no dia 23 de novembro no prédio da SME, na Cidade Nova.

 

 

 

 

 

O Rioeduca parabeniza  Luann Frederick e os demais alunos da Prefeitura do Rio de Janeiro que tiveram seus poemas publicados no livro Poesia Concreta na Escola.

 

 

 

 

 

Esta ação faz parte do projeto Rio, Uma Cidade de Leitores e por que não de Escritores também?

 

 

 

 

 

 

Sua escola participa de projetos que  são significativos para seus alunos?

Entre em contato com o Rioeduca e compartilhe com a Rede!

 

 

 

 

 

 

 

Meus Contatos:

Email: neildasilva@rioeduca.net

 

 

 

 

 

                                       

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 28/11/2012

Aprender e Ensinar

Tags: 3ªcre, capacitação.

 

 

 

Todo profissional precisa rever suas práticas e assimilar novas maneiras de conduzir seu trabalho. No magistério, o aprender faz parte do ensinar. A equipe de Tecnologia Educacional da 3ª CRE encontrou um jeito prático para ajudar os professores em sua busca pelo saber.

 

 

 

 

“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem, de repente, aprende.”
João Guimarães Rosa

 

 

Na profissão em que ensinar é a missão, aprender não pode ficar de fora. Como tantas outras profissões em que só a formação básica não dá conta das diferentes situações com que nos deparamos em nosso cotidiano, no magistério, é necessária a atualização profissional. Ainda mais com o advento das tecnologias educacionais e o uso das redes sociais na educação.
A equipe de Tecnologia Educacional da 3ª CRE, formada pelos professores Andréa Fonseca, Eduardo Miguez e Luciene Vales, estudou a melhor maneira de proporcionar uma formação que contemplasse as funcionalidades das tecnologias à nossa disposição de modo a envolver um número significativo de professores.
Como nos conta a equipe: “o oferecimento de cursos online é uma importante estratégia para atender a um número maior de professores, em seus variados horários de centro de estudos. Ao mesmo tempo, os cursos nessa modalidade utilizam a própria tecnologia no processo de aprendizagem, o que possibilita, também, aos professores a aprendizagem através das vivências e experiências online.
As avaliações dos cursos têm sido bastante positivas, pois a plataforma de cursos online da 3ª CRE se tornou um canal para conhecimento de novas ferramentas, troca de ideias e  percepção da possibilidade de autonomia na produção de mídias.”

 

 

 

 

 

 

 

Os primeiros cursos online Educação Digital e Refletindo sobre o uso das TICs na Educação apresentaram a professores, coordenadores e gestores as potencialidades das novas tecnologias na dinamização da aprendizagem. Eles puderam produzir materiais para uso em sala de aula ou nas reuniões de pais e professores. Apresentações, mapas mentais, bate-papos virtuais e outras ferramentas de estudo e interação online que possibilitam uma reflexão sobre a prática pedagógica diária. A formatura dessa primeira turma foi abrilhantada pelos trabalhos apresentados. O professor aprendeu e aplicou seus conhecimentos, levando-os aos seus alunos e comunidades escolares.

 

 

 

 

 

 

 

O depoimento da professora Mônica Fonseca nos mostra como a oportunidade refletiu em sua prática pedagógica: “Os cursos a distância proporcionados pela 3ª CRE foram uma conquista para nós professores. O 1º curso "Refletindo sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação" me fez conhecer questões atuais envolvendo o uso das novas tecnologias na escola, permitindo assim que acrescentasse subsídios para desenvolver na minha prática profissional. Daqui por diante, poderei preparar minhas aula, com maior riqueza de detalhes. A resposta para tudo que aprendi com os cursos é poder compartilhar esse aprendizado com todos os meus alunos. Espero que esses cursos continuem em 2013. Obrigada e parabéns para as minhas professoras Luciene e Andréa."

 

 

 

 

 

 

Para o segundo semestre, já estão online os cursos “Edição e Produção de Vídeos Educativos” e “Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula". Mas as ações presenciais não deixaram de ocorrer. Depois do Café com Tecnologia, os encontros dos cursos online, as oficinas da Educopédia e Transformação 3.0 aumentaram a interação entre os professores da 3ª CRE, que conta ainda contam com os espaços virtuais da rede social e do blog. Aproveitem o convite das professoras Andréa Fonseca (andreaafonseca@rioeduca.net) e LucieneVales (lucienevales@rioeduca.net): "O conhecimento produzido pode e deve ser compartilhado, por isso convidamos a visitarem a plataforma de cursos da 3ª CRE, onde encontram-se disponíveis os primeiros cursos, bem como fornecemos nossos contatos para trocas de experiências." 

 

 

 

 

Texto adaptado enviado pela equipe AIT 3ª CRE


 

 

Contate-nos

 

angela.freitas@rioeduca.net

twitter @angeladario

facebook Angela Regina de Freitas

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 28/11/2012

Por que é Importante Jogar?

Tags: 6ªcre.

 

A professora Andréa Cardoso se destaca como grande alfabetizadora, utilizando o Programa Alfa e Beto.  Em 2011, ela foi homenageada pela Secretaria Municipal de Educação por ter conseguido um resultado de 100% dos alunos alfabetizados.   Para repetir o sucesso,  desenvolve suas aulas  com o auxílio de jogos que formam tanto o cognitivo quanto o afetivo.

 

Os jogos e brincadeiras estão entre os vários recursos que os professores têm a sua disposição.  São  instrumentos pedagógicos importantes e determinantes para a formação da criança.  O ato de jogar e brincar possibilita o desenvolvimento de habilidades necessárias para o processo de alfabetização e letramento.  Durante a realização dessas atividades, as crianças vivenciam diversas experiências, interagem, organizam o pensamento, tomam decisões, desenvolvem a abstração e criam maneiras diversificadas de jogar, brincar e produzir conhecimento.

 

 Sabendo que tanto o jogo quanto a brincadeira estão atrelados ao mundo infantil, a professora Andréa Cardoso utiliza-o como parte do ato de educar.  Esta opção demonstra seu compromisso consciente, intencional e modificador da sociedade.

 

 

 


Incluindo jogos e brincadeiras aos conteúdos aplicados, poderemos tornar o processo educativo mais agradável, resgatar a cultura e a tradição folclórica além de propiciar o desenvolvimento de conhecimentos nos aspectos cognitivos, afetivos, motores e sociais.

 

 

A professora Andréa Cardoso desenvolveu com os alunos da turma 1.101, da Escola Municipal Claudio Ganns, um jogo denominado Bingo de Palavras. Em um primeiro momento, ela realizou, com as crianças, a leitura das palavras que utilizaria no bingo.  As palavras foram retiradas do manual de consciência fonética do Programa Alfa e Beto. Em seguida, os educandos dobraram o papel oferecido pela professora para confeccionarem as cartelas.

 

 

 


A escola precisa facilitar a aprendizagem, utilizando-se de atividades lúdicas que criem um ambiente alfabetizador para favorecer o processo de aquisição da linguagem escrita. Para tanto, o saber escolar deve ser valorizado socialmente e a alfabetização deve ser um processo dinâmico e criativo.

 

 

 

O jogo educativo surgiu no século XVI como suporte da atividade didática e sua utilização expandiu-se no início do século XX estimulada pelo crescimento da rede de ensino infantil e pelas discussões sobre as relações entre jogos e Educação. Em qualquer tipo de jogo a criança se educa, já que o jogo é educativo em sua essência.

 

 

Depois da cartela devidamente dividida, cada criança escolhia, no manual de consciência fonética, as palavras que gostaria de ter na sua cartela de bingo. Trabalhando com jogos, a professora Andréa conta com um ambiente descontraído, onde a aprendizagem acontece naturalmente.

 

 

O momento do sorteio foi de grande alegria e expectativa para os alunos. Todos ficaram ansiosos para ver a palavra que seria sorteada e verificar se estava em sua cartela. A felicidade tomava conta daquele que a tinha escrita.

 

 

 

Bertoldi (2003) ressalta que a criança que tem seus primeiros contatos com a aprendizagem de forma lúdica, provavelmente, poderá desenvolver um vínculo mais positivo com a educação formal e estará mais fortalecida para lidar com os medos e frustrações inerentes ao processo do aprender.

 

 

 

O lúdico é um trabalho de ação pedagógica com enfoque no desenvolvimento e construção da linguagem, gestos, sons, imagens, fala e escrita.

 

 

A professora Andréa Cardoso se destaca como grande alfabetizadora  devido a este trabalho de excelência que realiza, utilizando o Programa Alfa e Beto. Em 2011, ela foi homenageada pela Secretaria Municipal de Educação por ter conseguido um resultado de 100% dos alunos alfabetizados.

 

 

 

É possível, através de jogos e brincadeiras, formar indivíduos com autonomia, motivados para muitos interesses e capazes de aprender rapidamente.

 

 

Parabéns à professora Andréa Cardoso pelo brilhante trabalho de alfabetização que vem desenvolvendo com seus alunos. Com o emprego de jogos em suas aulas,  está garantindo um clima de prazer fundamental para ela, enquanto educadora, e para seus educandos; pois a sala de aula é um espaço de encontro, de inclusão e de trabalho mútuo. E, somente assim, ela pode ser significativa para o aluno e para o professor.

 

 

Gostou desta postagem? Envie você também o seu projeto para a representante do Rioeduca da sua CRE! Vamos aproveitar este espaço de interação e troca de experiências! Nós somos a seXta CRE!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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