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Retornando 52 resultados para o mês de 'Novembro de 2014'

Quinta-feira, 20/11/2014

Projeto 6º Ano Experimental em Escolas da 5ªCRE

Tags: 5ªcre, 6ºanoexperimental.

 

O projeto 6º Ano Experimental veio de encontro às necessidades de se “minimizar o impacto das grandes mudanças físicas e psicológicas pelas quais os alunos passam na faixa etária 11 e 12 anos”, levando a um melhor desempenho, gerando autoestima, dando continuidade com boas perspectivas para o estudo do segundo segmento no ensino fundamental.

 

Em 2011 a Prefeitura do Rio criou o projeto 6º Ano Experimental iniciando nos estudantes uma nova etapa educacional sem grandes mudanças estruturais, possibilitando, ainda, apenas um professor na sala de aula para todas as disciplinas, como acontece nos anos anteriores do 1º segmento, nesta nova etapa na vida dos alunos que constitui de grandes mudanças estruturais.

 

Surgimento do projeto 6º Ano Experimental

 

A ideia surgiu porque o desempenho estava abaixo do esperado e fomos pesquisar o motivo. Descobrimos que essa transição estava sendo bem difícil para os alunos, que estão na faixa dos 11 e 12 anos, que ainda não são adolescentes nem mais crianças. É uma fase de transição física, em que estão com os hormônios em ebulição, ainda não sabem direito quem são e estão cheios de dúvidas. Verificamos que, além dessas mudanças físicas, seria uma sobrecarga eles serem "obrigados" a assistir aula com nove professores, uma vez que nessa fase há mais dificuldade de concentração e de prestar atenção, explica a professora Solange Cardoso, uma das coordenadoras do projeto.

 

E, como surpresa, o programa surtiu efeito aumentando o rendimento das crianças nas provas bimestrais, maior que 50% aos alunos do 6º Ano Regular, além dos resultados na Prova Rio, que pela primeira vez, em 2013, foi aplicada no 6° Ano, com média de desempenho de 223,73 contra 206,23 do 6º Ano Regular.

 

Hoje, 377 turmas de 152 unidades escolares são beneficiadas, atendendo aproximadamente 12 mil estudantes.

 

Funcionamento do Projeto

 

O Projeto 6º Ano Experimental faz parte do 2º segmento do Ensino Fundamental e tem suas aulas ministradas por apenas um professor de Português, Matemática, Ciências, História e Geografia, de forma articulada, sem ficar preso à grade de tempos dessas disciplinas, assim como funciona o 1º segmento. Além dessas disciplinas, os alunos recebem aulas de Música, Educação Física e de Inglês/Espanhol, sendo cada uma ministrada por um profissional diferente num único dia da semana, às quartas-feiras. Dentro da grade curricular, o aluno contará também com o horário de Centro de Estudos do Aluno _ CEST, podendo tirar suas dúvidas e aprendendo a organizar o seu dia de estudo.

 

São utilizados como material pedagógico nas aulas das turmas do 6º Ano Regular e Experimental os Cadernos de Apoio Pedagógico, a Educopédia, além de outros tantos recursos pedagógicos disponíveis na unidade escolar.

 

Os professores que querem participar do projeto experimental recebem uma capacitação da Secretaria Municipal de Educação, com oficinas e reuniões regionalizadas.

 


As Escolas da 5ª CRE e o Kits _CED 

 

As 15 Escolas da 5ª CRE que oferecem o 6º Ano Experimental desenvolveram durante o terceiro bimestre atividades de Ciências com o intuito de utilizar o kit recebido pelo CED, contendo microscópio, lupa, lâminas, becker, tubos de ensaio, estante para tubos de ensaio, etc. Um kit bem completo composto de muitas peças de vidro.

 

O receio em usá-lo era muito grande, por isso foi pensado uma Regional para capacitar professores (reunião que acontece como capacitação, ora quinzenalmente, ora mensalmente, com os professores do sexto ano experimental). Os temas normalmente giram em torno das necessidades sentidas pelos professores envolvidos no Projeto, com objetivo de incentivar o uso desse material. A Regional foi dinamizada pelo CED.

 

 

Vídeo criado pela professora Marcela Araujo da EM Paraguai, com objetivo de dizamizar a reunião dos professores do 6º ano experimental.

 

 

Na 5ª Coordenadoria Regional de Educação participam do projeto 6º Ano Experimental 15 Unidades Escolares que têm o desafio de levar seus alunos a descobrirem, mais brandamente, esta nova fase na vida através dos estudos.

 

 

Escola Municipal Alfredo de Paula Freitas

Professora da turma, Nice

 

Escola Municipal Paraguai

Professora da turma, Marcela Araujo

 


Escola Municipal Irã

Professora da turma,  Ana Lucia

 

 

Escola Municipal Aspirante Carlos Alfredo

Professora da turma, Aline Cancela

 

Escola Municipal Francisco Galotti

Professores e funcionários participando da Caixa de Pandora

 

A Turma 1601, 6º Ano Experimental, da Escola Municipal FranciscoGalotti, sob a supervisão da Prof.ª Rosângela Gomes, desenvolveu uma atividade de acordo com a proposta do Caderno Pedagógico de Língua Portuguesa, 3º bimestre, página 54, o texto “A Caixa de Pandora” baseado na Mitologia Grega, propondo fazer uma releitura e reescrita do texto possibilitando a realização de um pequeno projeto para finalização das atividades do bimestre, pois o tema trabalhado em História foi exatamente esse: A Grécia.


O objetivo foi realmente a comunidade escolar com os bons sentimentos e atitudes que os alunos da turma 1601 gostariam que se espalhassem pela Terra e, em especial, por toda a Unidade Escolar. Segundo a professora Claudine Gomes, este foi um momento muito prazeroso e de bastante reflexão. A atividade possibilitou a integração de todos os segmentos da escola e a participação foi intensa.


Este projeto foi trabalhado de forma interdisciplinar através da exploração do tema nos desdobramentos em sala de aula. Os alunos do 6º ano experimental promoveram discussões nas salas com as palavras extraídas da “Caixa de Pandora”, possibilitando a reflexão de valores e conceitos como respeito, justiça, preconceito entre outros.


Finalizando o relato enviado pela professora Claudine Gomes, Coordenadora Pedagógica da EM Galotti, foi uma aprendizagem significativa e prazerosa para toda a Comunidade Escolar, já que nossos alunos levaram estas reflexões para compartilhar em seus lares.

 

 

Escola Municipal Leonor Posada

Turma da professora Margareth

 

 


Escola Municipal Olegário Mariano

Mosaicos confeccionados pelos alunos do 6º ano experimental da Profª Aparecida, sob orientação da profª Jessica Rivera, Artes Plástica, quando trabalhou a vinda da família real para o Brasil, trazendo a cultura artística através dos azulejos.

 

 

 

Agradeço o carinho da professora Suzana Bastos, elemento da GED/5ªCRE, pelo envio de parte do material para a confecção desta matéria, as Escolas que colaboraram com imagens e informações e ao professor José Henrique, GED/5ªCRE, por viabilizar este encontro.


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 20/11/2014

Projeto Geoambiental

Tags: 4ªcre.

 

 

A Educação Ambiental, garantida pela Constituição brasileira desde 1998, deve formar cidadãos conscientes do seu papel na preservação do meio ambiente e aptos para tomar decisões sobre questões ambientais necessárias para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável.

 

 

 

 

“A educação tem que incluir duas novas dimensões: a do cuidado e da responsabilidade”

Leonardo Boff

 

Nessa perspectiva, é fundamental  permitir que os alunos incorporem ao cotidiano atitudes voltadas à preservação dos recursos naturais e, ainda, que apostem num desenvolvimento que não desrespeite o planeta no presente e satisfaça as necessidades humanas sem comprometer o futuro da Terra e das próximas gerações.

 

CONHEÇA UM POUCO SOBRE O PROJETO GEOAMBIENTAL

 

 

O projeto iniciou-se em 2014 e foi oferecido aos alunos de forma voluntária. A procura foi surpreendente, pois foram preenchidas todas as vagas disponibilizadas. Trabalhamos com as turmas de 8º e 9º ano da E. M. Eurico Dutra em sistema de contraturno. Todo o trabalho fora pautado na necessidade da construção de uma cidadania que leve em conta o meio ambiente como um espaço essencial para a nossa sobrevivência.

Com isso, objetivamos criar mecanismos que possam estabelecer a formação de uma consciência crítica e emancipatória sobre o meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo este identificado como um direito social da população, que proporcionará uma melhor qualidade de vida a todos.

 

 

 

Sendo assim, o professor Rodrigo Rodrigues desenvolveu aulas expositivas com o tema Meio Ambiente, nas quais a percepção desse conceito foi construída na perspectiva da Educação Ambiental. Através dos encontros, os alunos puderam construir uma visão holística do meio ambiente, reconhecendo-o como o palco das ações e das relações humanas. Além disso, alunos reconheceram que o meio ambiente ecologicamente equilibrado é essencial para termos uma melhor qualidade de vida e que lutar por esse direito é um exercício de cidadania.

 

O trabalho culminou no "Sarau Ecológico" realizado na Biblioteca da Penha. Um  evento literário cultural que representou uma prática educativa significativa aos participantes e aos estudantes que integram o projeto.

Os alunos conseguiram sensibilizar, chamar a atenção da comunidade local e mobilizar-se a partir da elaboração e apresentação dessa oficina. De modo geral, nota-se a necessidade de dar continuidade ao trabalho realizado e de se investir pedagogicamente na Educação Ambiental de toda a comunidade escolar, saindo da teoria e partindo para a prática.

 

Texto enviado pelo Professor Rodrigo Rodrigues.


 

 Parabenizamos o Professor Rodrigo Rodrigues e seus alunos por iniciarem o processo de  conscientização por meio desse trabalho dedicado à  Educação Ambiental, que garante o envolvimento e a participação de todos: a escola, a família e a comunidade do entorno!

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 20/11/2014

Iva, 50 Primaveras

Tags: 9ªcre.

 

 

 

A Escola Municipal Iva Gomes Ribeiro comemorou 50 anos em junho, mas a comunidade escolar continua comemorando seu Jubileu de Ouro.
 


 

Nascida em 1892, a professora Iva Gomes Ribeiro formou-se em 1915. Designada como regente para a Escola Nuclear do 25º Distrito, situada à Estrada de Inhoaíba, a 26 de julho de 1930, em um prédio alugado, com três salas apenas, 58 alunos, sem água e sem luz. Ao tomar posse, Dona Iva convidou as famílias para matricularem seus filhos na escola. Devido ao seu árduo trabalho, chegou a um total de 80 alunos, elevando a instituição à categoria de Fundamental.

Dona Iva iniciou a campanha por uma escola melhor e pela construção de um prédio com capacidade maior. Em 15 de dezembro de 1945, a 5ª Escola Mista passou a denominar-se Alba Canizares do Nascimento, em homenagem à sua inesquecível inspetora escolar, então já falecida. Mais tarde, a professora Iva foi homenageada por sua contribuição para a Educação, sendo patrona de uma nova escola em Inhoaíba. 


A Escola Municipal Iva Gomes Ribeiro foi fundada em 15 de junho de 1964, mas no primeiro ano funcionou na Escola Municipal Almirante Saldanha da Gama, tendo iniciado, efetivamente, seu trabalho no prédio escolar em março de 1965. Hoje, a escola é uma referência, atendendo diferentes gerações dentro das mesmas famílias com Educação de Qualidade.

 


A festa para comemorar os 50 anos da Escola Municipal Iva Gomes Ribeiro, atendendo os pedidos da comunidade, aconteceu no dia 26 de outubro e culminou com o fechamento das atividades pedagógicas ligadas ao tema folclórico: danças típicas das regiões brasileiras e o resgate das cantigas de rodas.

 


As turmas fizeram as apresentações sem nenhum embaraço ou timidez. Na verdade, todos queriam mesmo é dançar pra valer, até nos intervalos! Por eles, todos os dias seriam de festas. Devagar, crianças! E as aulas?!

 

 

Parabéns para toda a equipe da Escola Municipal Iva Gomes Ribeiro e toda a comunidade escolar pelo Jubileu de Ouro e pela linda apresentação!

 

Para ver mais trabalhos realizados pela U.E., acesse o blog.

 


Professora Rita Faleiro
Representante Rioeduca da 9ª Coordenadoria Regional de Educação
E-mail: ritafaleiro@rioeduca.net
Facebook: www.facebook.com/rita.faleiro

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 19/11/2014

O 6º Ano Experimentando Criatividade e Arte!

Tags: 8ªcre, 6ºanoexperimental.

 

 

Na Escola Antônio Austragésilo, o sexto ano experimental apresentou uma linda exposição de pintura em tela. Após estudarem sobre diferentes artistas e suas incríveis obras, os alunos se inspiraram para produzir telas encantadoras com o tema: "Pra não dizer que não pintamos flores".

 

 

 

O sexto ano experimental é um projeto que se baseia na presença do professor II como um articulador das áreas de conhecimento. Esse professor trabalha juntamente com os professores de áreas específicas, como Educação Física, Inglês e Artes.

 

Em muitas escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde o sexto ano experimental foi implantado, os relatos são de que o projeto tem sido um sucesso, pois a presença do professor da primeira etapa do ensino fundamental contribui para que os alunos enfrentem melhor o período de transição e mudança pelo qual estão passando.

 

 

 

A professora Joelma é regente de Artes Visuais na Escola Municipal Antônio Austragésilo. Ela atende turmas do sexto ano experimental.

 

Com a colaboração dos responsáveis dos alunos, a professora organizou a 1ª Exposição de Artes da escola! O tema da exposição foi: "Pra não dizer que não pintamos flores".

 

No primeiro momento, os alunos assistiram a slides com exemplos de obras e curiosidades sobre diferentes artistas e suas formas de expressão nas telas. Os alunos acompanharam a aula com bastante interesse, o que foi fundamental para que a professora levasse seu projeto adiante.

 

"Resolvi trabalhar um tema leve: o floral. Em uma primeira aula, trouxe através de datashow imagens de diversas pinturas florais de muitos artistas plásticos de estilos completamente diferentes, técnicas e épocas distintas. Para que os alunos não ficassem presos à ideia de que precisavam imitar a realidade para que seus trabalhos ficassem bons e interessantes, mostrei trabalhos de Pablo Picasso, Anita Malfatti, Monet, Romero Britto, Portinari, Tarsila, ou seja, dos mais realistas aos mais geométricos e abstratos. Em seguida, pedi que eles, inspirados no que viram, criassem sua ideia no papel, com lápis de cor e caneta hidrocor. Depois que desenvolveram sua ideia no papel, marquei a data para trazerem as telas e pinceis e.... mãos à obra!"

Professora Joelma.

 

 

 

 

Estudar o tempo e o espaço onde viveram os artistas nos faz entender melhor as mudanças e as tendências de suas obras. Essa comparação auxilia os alunos na compreensão de importantes fatos históricos do Brasil e do mundo.

Os alunos perceberam que poderiam aprender muito com as Artes Visuais, além de expressarem grande prazer na combinação das cores e das formas em suas telas.

 

 

 

A exposição foi um grande sucesso! Quatro dos trabalhos dos alunos do sexto ano experimental da E. M. Antônio Austragésilo foram selecionados para a Conexão das Artes da SME no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, disponíveis para visitação até o dia 7 de novembro.

 

Parabéns a todos os alunos da E. M. Antônio Austragésilo pelos belos trabalhos expostos!

 

 

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Sua escola também tem sexto ano experimental?

Entre em contato com o Rioeduca e compartilhe suas experiências!

 

 

 

 

Professora Neilda Silva

email: neildasilva@rioeduca.net

 

 

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