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Quinta-feira, 23/11/2017

Nova Série da MultiRio - Próxima Página

Tags: multirio, série.

 

 

Próxima página reúne histórias e afetos em corrente literária

 

Academia Brasileira de Letras (ABL) é o palco do lançamento da nova série da MultiRio no dia 24 de novembro

 

A nova série audiovisual da MultiRio reúne personagens como a escritora Nélida Piñon e o pedreiro Evando dos Santos, fundador de uma biblioteca comunitária, em torno de um tema em comum: a paixão pelos livros. O lançamento da nova produção acontece no dia 24 de novembro, às 14h, na Academia Brasileira de Letras (ABL), com a presença de participantes da série e convidados. Os programas mostram bate-papos entre pessoas apaixonadas pela literatura e que trazem à tona as diversas maneiras de entrar nesse mundo e vivenciar a leitura, promovendo o prazer desse hábito e evidenciando sua relação com outras atividades. De forma descontraída e envolvente, Próxima página destaca a importância dos livros na vida de dez pessoas e convida os espectadores a compartilhar as histórias e afetos desses personagens.

 

 

No primeiro episódio, a câmera acompanha Nestor Capoeira em um encontro especial: a ida até o local em que entrevistará Patricia Mellodi. A casa do entrevistado, uma biblioteca e a Academia Brasileira de Letras são alguns dos cenários das conversas da série, livres e informais. Obras de iniciação, autores, livros preferidos, escrita literária e leitura estão entre os temas dos bate-papos. No episódio seguinte, Mellodi assume o papel de entrevistadora de Evando dos Santos. Dessa forma, os personagens se revezam nos papeis da entrevista até que a corrente literária se “fecha” no último programa, quando Nestor Capoeira é o entrevistado – um final que, na verdade, sinaliza o começo de novas possibilidades de se olhar a leitura.

Os dez episódios, com dois personagens e cerca de 15 minutos cada, têm a participação de Nestor Capoeira, capoeirista e autor; Patricia Mellodi, cantora e compositora; Evando dos Santos, fundador de uma biblioteca comunitária; Nélida Piñon, escritora; Paulo Sabino, poeta; Eliane Pimenta, professora da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e autora; André Dahmer, cartunista; Marcio Libar, ator, diretor teatral e palhaço; Ernandes Fernandes, arquiteto; e Tainá Almeida, do coletivo Meninas Black Power.

Próxima página traz o prazer da leitura como seu grande tema e é voltado a um público amplo, que inclui professores e alunos da Rede Pública Municipal de Ensino do Rio de Janeiro e todos que reconhecem, ou desejam conhecer, a importância dos livros. A estreia da série é no dia 24 de novembro (sexta-feira), quando o público pode conferir a maratona com todos os episódios no canal MultiRio (26 da NET), a partir das 20h, ou acessá-los no Portal MultiRio (www.multirio.rj.gov.br).

 

 

Ficha técnica

Série audiovisual Próxima página – dez episódios de 15 minutos

Diretor-presidente da MultiRio: Caique Botkay

Direção: Denise Moraes

Roteiro: Patrícia Costa

Participantes: Nestor Capoeira e Patricia Mellodi (1º episódio); Patricia Mellodi e Evando dos Santos (2º episódio); Evando dos Santos e Nélida Piñon (3º episódio); Nélida Piñon e Paulo Sabino (4º episódio); Paulo Sabino e Eliane Pimenta (5º episódio); Eliane Pimenta e André Dahmer (6º episódio); André Dahmer e Marcio Libar (7º episódio); Marcio Libar e Ernandes Fernandes (8º episódio); Ernandes Fernandes e Tainá Almeida (9º episódio); Tainá Almeida e Nestor Capoeira (10º episódio).

 


   
           



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Quarta-feira, 22/11/2017

Inclusão na E. M. Professora Vera Saback Sampaio

Tags: 3ªcre, inclusão, acróstico.

 

Como abordar conceitos tão importantes e significativos para as crianças de forma lúdica e agradável? A Escola Municipal Professora Vera Saback Sampaio tem uma resposta: colocou o tema da inclusão sob forma de acróstico para conscientizar os alunos sobre sua importância e ainda homenagear o aluno incluído Jefferson, no dia da inclusão.  

 

 

Sob a orientação da diretora da escola, professora Carla Christina Fernandes Cabral de Souza, da diretora adjunta, professora Luciana Fernandes dos Santos de Sousa, a professora Mônica Costa da Silva Damasceno realilzou um tabalho de leitura e escrita com seus alunos da turma 1306 intitulado Acróstico da palavra Inclusão.

 

 

 

Muitos são os conceitos de inclusão, mas é fundamental e importante apresentar para as crianças o que isso realmente representa. Um ato de igualidade entre os diferentes indivíduos, para que efetivamente todos tenham igualdade de oportunidades e assim possam realizar suas escolhas de vida, permitindo que efetivamente todos tenham o direito de participar das várias dimensões de seu ambiente, sem sofrer qualquer tipo de discriminação e preconceito.

Trabalhar um conceito dessa importância na educação básica  é, antes de tudo, proporcionar a formação consciente de novos cidadãos que terão uma visão crítica do mundo de forma a diminuir injustiças e desigualdades.

 

 

No primeiro momento, o objetivo é que procedam à leitura, sem nenhuma preocupação com a forma do texto. Não se pretende também ensinar conteúdos específicos da língua, apenas que os alunos conheçam o acróstico como um tipo de texto por meio do qual pode-se expressar ideias, pensamentos, sentimentos e impressões do mundo, em um formato de texto diferente dos que eles já conhecem.

O Acróstico é, antes de tudo, uma poesia que apresenta um conceito através de um jogo de sentidos das  palavras que se formam a partir das letras de uma palavra-chave. E nada melhor do que utilizar essa forma de poesia para ensinar aos alunos o verdadeiro conceito de inclusão que deve permear não só as relações na escola como em toda a sociedade.

 

 

Segue o relato da professora Mônica Costa da Silva Damasceno, regente da turma 1306 sobre o trabalho desenvolvido com a temática Inclusão:
 

"O nosso projeto surgiu com uma conversa motivadora inicial com os alunos, verificando seus conhecimentos prévios e preparando-os para a aprendizagem do gênero 'acróstico'. O conceito apresentado foi: - Acróstico é uma poesia, em que cada verso começa com uma das letras do nome. Como exemplos fiz uma apresentação de acrósticos com nomes dos alunos no quadro."

O passo seguinte foi orientar os alunos para que realizar as seguintes atividades:

 - identificar as palavras escritas na vertical dos textos; 

 - analisar sua relação com as palavras ou frases escritas na horizontal.

Como celebração da semana da inclusão, foi proposto fazer uma homenagem para o amigo incluído, Jefferson Rondinelli Felix Sarmento.

A turma 1.306 fez uma atividade coletiva com um acróstico da palavra inclusão, relatando o dia a dia com o amigo Jefferson.

Vamos conhecer essa atividade coletiva de homenagem ao aluno Jefferson da turma 1306!

 

Incrível todos os dias 

Nós da turma 1306

Com nosso amigo especial Jefferson 

Lá na sala de aula, ro refeitório e na quadra fazemos tudo 

Unidos com a sua alegria e

Simpatia

A

O momento da saída, para começar tudo de novo em outro dia 

 

 

Depoimento da mão do aluno, homenageado pela turma: Sra. Luciana Felix:

“Sobre a professora, fica a minha gratidão por toda a dedicação, esforço e amor pelo que faz. Este ano meu filho incluso (JEFFERSON RONDINELLI FELIX SARMENTO) deu um passo muito precioso em relação à alfabetização. Sei que tudo é devagar, aos poucos, mas todo ganho é satisfatório! O ganho educacional de uma criança é motivo de alegria, mas o ganho de um filho especial para uma mãe é gratificante porque sabemos que sempre é uma luta, mas não há vitórias sem lutas. A gratidão revela o caráter! Seja grato sempre!”

Parabéns a toda a equipe da Escola municipal Professora Vera Saback Sampaio, em especial à professora Mônica Costa da Silva Damasceno por levar esse tema tão importante para os alunos da turma 1306. Isso é educação de qualidade formando os cidadãos do futuro. 

 

 


   
           



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Terça-feira, 21/11/2017

Mural Interativo: Poção Mágica da Cuca

Tags: 2ªcre, literatura, educaçãoinfantil.

 

Os alunos do EDI Irmã Margarita Alarcón estão estudando as regiões brasileiras e conhecendo o folclore do nosso país.

 

O projeto anual do EDI Irmã Margarita Alarcón tem como tema “O Encanto de Cada Canto Brasileiro” e a equipe pedagógica compartilhou conosco uma atividade muito interessante realizada com os pequeninos. O projeto é dividido entre as regiões brasileiras, cuja ideia foi traduzida em poema:

 

“Canto cada canto brasileiro
Em meu recanto florido
De margaridas nascidas
Em meu jardim preferido

Canto prosas, versos
Canto ritmos diversos
Canto a magia
Canto a alegria
Canto a imaginação
Em minha escola que se chama
Margarita Alarcón”

Danusa Massafferri

 

O objetivo do projeto anual é apresentar a cultura brasileira contada, cantada e vivida pela criança, buscando significados na realidade da escola, da família e da sociedade. Este projeto busca desenvolver as aptidões individuais e coletivas de forma alegre e lúdica, através das experiências trazidas pelas histórias, cantigas populares, lendas, em diversos contextos, materializados nas diferentes áreas do conhecimento: linguagem oral e escrita, Matemática, Ciências Sociais e Naturais e Artes. Novas descobertas vão surgindo sobre os alimentos, animais, meio ambiente, folclore, brincadeiras, danças, artesanato, pintores e escritores dos vários cantos do Brasil.

 

Mural Interativo construído durante a atividade.

 

A partir do mês de setembro foi a vez de trabalhar as descobertas da Região Sudeste. Em meio ao rico folclore da região, mergulhar nas histórias do Saci e da Cuca, brincando com as lendas que se tornaram personagens do “Sítio do Picapau Amarelo”, do autor/escritor paulista Monteiro Lobato.

Na história de Monteiro Lobato, a Cuca prepara uma poção mágica para transformar a Narizinho em pedra. A turma EI 32, das professores Kellen e Danusa, fez uma poção para transformar as crianças do M2. A Poção Mágica da Cuca tornou-se um mural interativo para que todas as turmas da escola pudessem participar.

O objetivo era desenvolver uma atividade que reunisse Arte, Matemática, Linguagem e muita imaginação. A atividade teve duração de duas semanas e incluiu:

1º) Rodas de conversas sobre o autor da história (Monteiro Lobato). Após as conversas as professoras, junto com os alunos, listaram os ingredientes da poção da Cuca: sapos, lagartixas, baratas, morcegos, abelhas e pó de pirlimpimpim;


2º) Pintura do caldeirão;


3º) Cada dia foi confeccionado um dos ingredientes (sapo, lagartixa, abelha, morcego e barata) da poção usando uma técnica diferente (pintura a dedo, pintura com pincel, colagem, etc);


4º) A turma brincou de pique-pega da Cuca no pátio. O pegador usava uma peruca amarela (feita de papel crepom) e quem fosse pego viraria pedra, se agachando e colocando as mãos sobre a cabeça;


5º) A dramatização da Poção da Cuca foi feita com a participação das crianças. No mural interativo foram colocados sacos plásticos com os insetos da poção ao lado da receita. As professoras leram a receita e chamaram os alunos para colocarem os ingredientes no caldeirão, realizando a contagem coletivamente;


6º) A turma foi chamada em grupos para mexer os ingredientes;


7º) A professora pediu para a turma falar a palavra mágica PIRLIMPIMPIM, colocando as mãos em direção ao caldeirão, vibrando para a mágica dar certo;


8º) Todos viram pedra ao final da atividade.

A sequência de fotos abaixo mostra como a atividade foi realizada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cada turma fez sua participação com muita música e animação: berçário, maternal 1, 2 e pré-1 e pré-2. Todos se divertiram muito! A turma EI 32 está muito motivada com o aprendizado da Matemática. Assim a equipe pedagógica deu segmento as atividades relacionadas a essa área do conhecimento aproveitando para introduzir os numerais 1, 2 e 3 em atividades de colagem, trazendo também novas produções literárias onde os números estejam inseridos.

 

Alunos participando da atividade.

 

Parabéns a toda equipe do EDI Irmã Margarita Alarcón por realizar atividades que integrem cultura e conhecimento matemático. Agradecemos por compartilhar conosco o trabalho de vocês e desejamos sucesso.

O contato do EDI Irmã Margarita Alarcón é: edialarcon@rioeduca.net

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 


 


   
           



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Terça-feira, 21/11/2017

I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da Brigadeiro Eduardo Gomes

Tags: 11ªcre, jogos, populares.

 

A E. M. Brigadeiro Eduardo Gomes, a fim de dar um novo significado (para além da quadra esportiva) às aulas de Educação Física, realizou o I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares no mês de outubro. CONFIRA!

 

A coordenadora pedagógica, Mariângela Diniz, relata que a escola sediou o grupo de trabalho (GT) de Educação Física, realizado pela Gerência de Educação da 11ªCRE e que esta experiência trouxe para a unidade escolar vivências corporais sobre o eixo “Conhecimentos sobre o corpo”, trabalho este desenvolvido anteriormente em encontros dos professores de Educação Física do referido grupo de trabalho e que foi colocado em prática com os alunos da escola.

 

Alunos no pátio da escola jogando peteca e brincando de elástico.

 

A escola atende turmas de 6º ao 9º ano, além do projeto Acelera 8 e duas turmas de Jovens e Adultos (PEJA), totalizando 383 alunos. Os alunos participantes se encantaram com uma Educação Física que, até então, eles desconheciam e foi essa a oportunidade para a entrada dos jogos populares. A bola de futebol foi substituída pelas bolinhas de gude; a corda e o elástico trouxeram uma nova forma de movimento e possibilidade corporal; o pique-bandeira e o queimado com inúmeras variações deram uma nova direção às disputas competitivas.

A memória da infância foi sendo resgatada acerca do brincar e, nesse caso, o brincar na escola. Com todo esse novo movimento acontecendo, surgiu a ideia de ser realizado um festival de jogos e brincadeiras populares que poderia culminar no mês de outubro em comemoração ao mês das crianças. A proposta foi amadurecida e, após alguns meses de planejamento, foi realizado no dia 25 de outubro, o Iº Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da EMBEG, sendo uma das idealizadoras a professora de Educação Física Luciana Rodrigues.

As turmas foram organizadas em grupos mistos de todos os anos escolares, divididos por cores num total de 5 grupos por turno, de manhã e a tarde. Os alunos foram recebidos no início de cada turno, divididos nos devidos grupos e identificados com uma pulseira. Receberam um lanche e foram orientados para seus espaços lúdicos.

 

Alunos confeccionando Pipas/Cafifas

 

Cada espaço tinha um ou dois professores-monitores. Os espaços eram "caça ao tesouro", onde eles recebiam as pistas e montavam um mapa da escola até a localização do tesouro. Em uma das quadras tivemos o Tacobol e o Badminton, numa outra de quadra descoberta tivemos o festival de pipas. 

 

Alunos brincando: destaque para a caça ao tesouro, pipa e queimado

 

Além disso, na quadra coberta, tivemos o tradicional queimado e o pique-bandeira e, por último, num espaço gramado tivemos corda, elástico, peteca e bola de gude.

A cada 40 minutos os grupos faziam um rodízio para que todos pudessem vivenciar um pouco de cada atividade, porém os alunos que preferissem poderiam se manter na sua oficina. Professores, funcionários, estagiários, responsáveis se envolveram também e, além de monitorarem suas atividades, aproveitaram a rica oportunidade para brincarem e rememorarem seus tempos de infância.

Ao final do turno, os alunos retornaram para o pátio interno e receberam um picolé antes de voltarem para suas casas. Vivenciar nos dias de hoje uma experiência rica como essa é algo que deve nos fazer pensar sobre o real significado da escola para os educandos e até para os educadores.

 

Alunos no pátio externo da escola: Destaque para a bolsista da UFRJ em parceria com a unidade escolar

 

A coordenadora Mariângela Diniz diz que: O que ficou de toda essa experiência foi perceber o lugar que o jogo e a brincadeira podem e devem ocupar as escolas como conteúdo das aulas de Educação Física e, além disso, ver a alegria estampada no rosto de meninos e meninas, dos professores e funcionários e de todos os envolvidos que puderam perceber o quanto a escola pode oferecer e reconsiderar no seu cotidiano muitas das vivências que, até então, não eram sequer pensadas ou contempladas. Destaco, também, a participação efetiva de um grupo de bolsistas da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) da UFRJ que está realizando um lindo projeto na nossa escola e que, em virtude do festival, se envolveram diretamente em toda a construção do trabalho e, juntamente conosco, puderam experienciar o significado e a realidade do chão da escola.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Brigadeiro Eduardo Gomes

Telefone: (021) 3393-4185 e 3393-2630

Fotos tiradas por: Aluno Jhuan Pablo da turma 1801

 

 

Contato para publicações:

 


   
           



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