A A A C
email
Retornando 63 resultados para o mês de 'Dezembro de 2014'

Terça-feira, 09/12/2014

A Vez de CompARTilhar

Tags: 2ªcre.

 

De maneira lúdica e interdisciplinar, os alunos do primeiro ano da Escola Municipal Maria Leopoldina trabalharam os projetos “Salada Cultural” e “A Vez de CompARTilhar”.

 

O projeto “A Vez de CompARTilhar”, assim como o projeto “Salada Cultural”, foram realizados com os alunos do primeiro ano da Escola Municipal Maria Leopoldina. As atividades aconteceram através de uma parceria interdisciplinar entre a professora Neadel Kovalski, regente da turma 1.101, e a professora de Artes, Luciana Tosta.


Segundo a professora Luciana, o projeto surgiu como um desenvolvimento do atual Projeto Político Pedagógico da unidade escolar que tem como título "Construindo um país: faça a sua parte".

 

 

Alunos empolgados experimentando o figurino.

 


“Quem constrói um país é seu povo, no caso o brasileiro, formado por três culturas distintas que aqui se miscigenaram: a do branco, do negro e do índio. As culturas indígena e africana foram as mais trabalhadas, visto que a cultura branca é a dominante pelos motivos históricos, econômicos e sociais que todos conhecemos.


Nossa pesquisa, pautada em histórias que foram dramatizadas ou serviram como pretexto para jogos dramáticos, iniciou com uma viagem ao tempo do “Brasil neném”, quando aqui só existiam florestas e índios. Vivenciamos neste primeiro momento a relação de amor dos índios com a natureza e os elementos socioculturais das tribos. A “descoberta” trouxe muitas mudanças com o projeto de civilização português que culminou com a vinda dos negros da África para o trabalho escravo. Não focamos na escravidão e sim “viajamos” para a África para conhecer melhor esta cultura que contribuiu pra nossa formação.”

Professora Luciana Tosta


Ainda de acordo com a professora Luciana, o tempo todo durante o processo de desenvolvimento do projeto foi ressaltado a figura do contador de histórias presente e muito respeitado tanto entre os índios (Pajé) quanto entre os africanos (Griot). Entre estes povos acredita-se que as histórias são sagradas por conterem ensinamentos (valores) fundamentais para uma melhor convivência (construção social) e formação individual.


Na parte do projeto relativa à África foram trabalhados os animais de lá e comparados com os de cá. O livro que deu suporte a esta atividade foi uma fábula, onde os animais têm comportamentos humanos, “Bichos de Lá e Cá”, de Lia Neiva. Este foi o ponto de intercessão entre o desenvolvimento do Projeto Político Pedagógico nas aulas de teatro com o trabalho da professora Neadel.

 

Alunos do primeiro ano realizando apresentação teatral.

 


“Escolhemos esta história para montarmos uma peça, em que eu me coloquei em cena como narradora, junto com eles, com o objetivo de apoiá-los e dar-lhes mais segurança, nas dificuldades que se impõem no fazer teatral.


Os alunos demonstraram, durante todo o processo, muito prazer e envolvimento. No dia da apresentação exercitaram o autocontrole de seus nervosismos e ansiedades. Ficaram felizes em fazer a peça e com a presença dos pais e colegas das outras turmas. Isto tudo estava contido nas falas deles durante a avaliação oral que fizemos na aula seguinte a apresentação. Também disseram que queriam fazer de novo, deixando a professora que vos fala muito feliz, com a sensação de dever cumprido e orgulhosa do resultado exposto pelos alunos.


Antes das apresentações, que foram quatro com dois elencos, eu e a professora Neadel falamos um pouco sobre o projeto e seu processo para os familiares presentes, estes mostraram satisfação e alegria, verbalizadas ao final.”


Professora Luciana Tosta

 

Os alunos das turmas de Educação Infantil, segundo e terceiro anos também foram convidados para assistir a peça e mostraram ter gostado muito, ficaram atentos o tempo todo, riram e responderam quando estimulados a interagir.

 

 

Alunos na apresentação da peça teatral.

 


O objetivo geral do projeto foi conscientizar os alunos para o fato de serem sujeitos históricos: inseridos em uma sociedade e na prática política, ou seja, em atitude colaboradora com a construção de mundo. Dentre os objetivos específicos estavam aprofundar o conhecimento das culturas indígena e africana e valorizar a presença cultural, na formação do individuo e de um povo, do contador de histórias.


No que concerne aos objetivos da prática do teatro na educação a professora Luciana buscou desenvolver com os pequeninos a expressividade corporal, vocal e emocional, assim como, a organização de ideias, a concentração e a aquisição dos elementos da linguagem cênica.

 

Parabéns aos professores da Escola Municipal Maria Leopoldina pela realização de projetos que acrescentaram valores culturais a formação dos educandos e contribuíram para o desenvolvimento destes.

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca! Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ªCRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share

Terça-feira, 09/12/2014

VII Sarau do Peja: Caymmi e Seus Amores

Tags: 11ªcre, peja, sarau.

 

 

 

Na Escola Rodrigo Otávio, em 28 de dezembro, às 19 horas, foi realizado o VIII Sarau do PEJA com o tema "Caymmi e seus amores", com recitação de poemas e apresentação do Coral de Alunos do PEJA. Confira!

 

O Sarau contou com a participação de onze alunos poetas, a platéia animada e cinco jurados responsáveis por analisar os poemas e contemplar quatro ganhadores.

No decorrer do Sarau, foi apresentado um vídeo sobre Dorival Caymmi, a leitura dos poemas intercalados com 3 canções apresentadas pelo Coral do PEJA I, uma pausa para reunião dos jurados, Resultado final e Premiação.

 

Mestre de Cerimônia Professor Wander e Professora Denise Fontinhas

 

 

"Pescador vive da pesca

Ele vive se arriscando

Se volta, é uma alegria

E se não, alguém fica chorando."

Vida de Pescador (Rosilva Sousa - Turma 151)

 

 

Alunos realizando a leitura e recitação de poemas criados por eles mesmos

 

 

"Bahia de Dorival Caymmi

Cidade cheia de cor

Bahia de belas igrejas

Com a bênção de Nosso Senhor."

Bahia de Caymmi ( Izaías Silva - Turma 153)

 

Coral do PEJA I cantando três músicas de Dorival Caymmi

 

 

As músicas cantadas pelo coral foram: O que que a Baiana tem?; Eu não tenho onde morar; e Maracangaia, todas do compositor e cantor Dorival Caymmi.

 

 

O resultado final contemplou 4 ganhadores: 

 

1º Lugar: Deneson da Silva Bernardo;

2º Lugar: Izaías da Mota Silva;

3º Lugar: Rosilva Gomes de Sousa; e 

Melhor Intérprete: Dayana Rosa de Brito

 

 

Os ganhadores no palco recebendo os prêmios pelos jurados

 

 

Equipe responsável pelo Sarau da E.M. Rodrigo Otávio, professores da unidade e representante da GED

 

 

Parabéns aos alunos poetas e a toda equipe envolvida da E.M. Rodrigo Otávio, por acreditar e desenvolver neles a arte do cantar, recitar e criar poemas tão bonitos!

 

 

Laura Fantti Davilla Serpa
Representante Rioeduca da 11ª CRE
Facebook: http://www.facebook.com/laura.fanttidavilla
Twitter: https://twitter.com/laurafanttini
WhatsApp: 96852-3714
E-mail: lauradavilla@rioeduca.net

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share

Segunda-feira, 08/12/2014

Paixão e Compromisso!

Tags: 1ªcre, eventos.

 


Pioneira, Cida Fernandes dos Santos está à frente das turmas de 6º ano experimental desde a implantação do Projeto.

 

Quando ouvimos a professora Cida falar do seu trabalho, ficamos empolgados com o entusiasmo que ela demonstra na regência das turmas de 6° ano experimental.

Esse projeto, de tanto sucesso, tem contribuído na garantia de uma Educação de Qualidade para os jovens da Escola Municipal General Mitre, no Morro do Pinto.

 

 

Apaixonada pelo trabalho, Cida desenvolve ações e projetos de sucesso com suas turmas. Além de trabalhar as habilidades cognitivas, seus trabalhos buscam sempre levar os alunos a uma atitude reflexiva e crítica diante dos desafios encontrados.

Um bom exemplo disso foi o trabalho desenvolvido a partir de uma visita oferecida as suas turmas neste ano, quando tiveram a oportunidade de visitar o Museu de Arte do Rio, o MAR, na Praça Mauá, região Portuária do Rio. Essa região está ganhando vida nova através do processo de revitalização pelo qual vem passando.

A turma visitou a exposição, encantou-se com os trabalhos e por um em especial: a maquete de uma das diversas comunidades de nossa cidade.

 

De volta à sala de aula, os alunos reproduziram a obra, construindo um magnífico mural. Os alunos puderam, a partir desse trabalho, refletir sobre as condições do local em que vivem, percebendo as melhorias e as mudanças necessárias para que possam ter melhor qualidade de vida!

Outro magnífico trabalho desenvolvido com a professora Cida com seus alunos foi um trabalho interdisciplinar realizado a partir de experiências no uso do Laboratório de Ciências recebido pela unidade escolar.

O trabalho “Os cecompositores na cadeia alimentar”, realizado a partir da observação de diversos seres vivos utilizando microscópios e lupas, levou os alunos a criar hipóteses, buscar respostas e tecer conclusões e comentários acerca das experiências desenvolvidas.

 

 

Tendo sempre como foco o aperfeiçoamento da Língua Portuguesa escrita, todos os experimentos foram registrados através de Relatórios de Observação e outras produções textuais.


Os trabalhos também tiveram desdobramentos em outras áreas do conhecimento, como na Matemática e nas Artes Plásticas.

 

 

Esse relato é um pouco do muito que a professora Cida tem trabalhado e oferecido aos nossos alunos da Rede Municipal.

 

 

Queremos parabenizar a professora, pela competência e dedicação na condução, e aos alunos, pelos belos trabalhos apresentados. Parabéns também à Coordenação Pedagógica e Direção da Escola General Mitre!

 

"Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.” (Paulo Freire)

 

*Professor, este espaço é nosso! Queremos divulgar as ações de sucesso desenvolvidas por você e por sua escola. Entre em contato com o Representante Rioeduca de sua Coordenadoria e envie seus trabalhos para publicação.

 


Professor Alexandre Roque de Araujo
Representante Rioeduca.net da 1ª Coordenadoria Regional de Educação
alexandrearaujo@rioeduca.net
Twitter: @Alexandre_Roque

 

COMPARTILHE E COMENTE!


 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share

Segunda-feira, 08/12/2014

A Experiência na Aula de Ciências

Tags: experiências, saladeaula, ciências.

 

Ouvi, esqueci. Vi, me lembrei. Fiz, aprendi.”

Confúcio

 

Imagine uma professora que chega na escola com vidros, velas, balde, bacias. E se essa professora for de Ciências? Pronto! A deixa foi dada: “Vai ter experiência, professora?”

É uma loucura, não é mesmo? Dá trabalho, os alunos ficam agitados, a sala de aula parece que vai explodir, mas não há forma melhor de se ensinar Ciências.

 

 

É próprio da nossa disciplina a experimentação e vamos combinar: é o máximo! Somos privilegiados!

A experiência permite a vivência do aluno. Não chega a ser um “fazer ciência”, mas esse tipo de aula permite que a turma veja o que está estudando acontecer ali. Pode ser no meio de uma explicação, pode ser para fomentar a curiosidade ou para garantir a aprendizagem, não importa: experimentar em Ciências é muito importante.

Mas qual é a diferença entre fazer Ciência, como um cientista, e a experimentação em sala de aula? O cientista pesquisa o que ele ou um grupo ainda não sabe. Mas em sala, o aluno sabe que a gente ou o livro tem a explicação para aquele experimento.

Contudo, nada disso invalida a experiência em sala de aula. Podemos ter uma boa prática pedagógica durante um experimento. Use esse momento para que o aluno aprenda a observar, concluir e registrar. Faça a mediação entre a prática e o que se quer mostrar para os meninos. Observar leva tempo e tem que ser ensinado.

Uma aula bem montada, permite que o aluno explique sozinho, ou com um pouco de ajuda, aquele conceito por trás da experiência. Mas, professor, explique! Ou sua aula vai virar um Show de Mágica (e isso, definitivamente, não é Ciência).

E depois? Coloque os meninos para registrar: no caderno, em uma folha, em grupo, individual, não importa. Os meninos têm que registrar ou tudo aquilo some e o seu objetivo não é alcançado. Sei como é cansativo uma aula com experiências, sei que dá o maior trabalho, mas sei, também, o quão é valioso para o aluno. Aquilo que você explicaria com muito suor, vai fácil em uma aula prática. Ouse e faça experimentos em sala de aula!

 

Professora Andréa Barreto 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share