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Quinta-feira, 21/12/2017

“Conhecendo e brincando com os quatro elementos” no EDI Joel Luiz de Azevedo Bastos.

Tags: 4ªcre, projeto, elemento, fogo..

 

EDI Joel Luiz de Azevedo Bastos - Projeto: ‘’Conhecendo e brincando com os 4 elementos.”

 

O projeto anual do Espaço de Desenvolvimento Joel Luiz de Azevedo Bastos, foi elaborado por toda unidade escolar no qual cada equipe deu uma sugestão e em uma reunião acordou-se as estratégias e objetivos. Todas as turmas participaram ativamente.

 


 

Um dos objetivos foi o de desenvolver atividades sobre "Os Quatro Elementos da Natureza" (Ar, Fogo, Terra, Água), onde a criança seja autônoma para explorar, experimentar, criar, investigar o mundo que a cerca; que possa compartilhar, interagir e conviver com o outro e ainda se divertir com as experiências propostas.

 



Os elementos foram divididos por bimestre, foram utilizados como recursos os livros, vídeos, imagens, mas o mais interessante foram as atividades experimentais.

 


 

No período do elemento ‘’FOGO’’ (de Agosto a Setembro), ‘’Brincando com fogo, sem fazer xixi na cama’’,  as crianças conheceram a importância do fogo em nossas vidas, e também a conscientização do perigo que ele pode se tornar. É o elemento mais experimental, as crianças estão amando!

 


Viram  que o fogo está presente no cozimento de nossos alimentos, até assaram biscoitos e fizeram um delicioso fondue. Encontraram ele no preparo do bolo de aniversário e na vela de cantar os parabéns!

 

 

E por falar em vela, observaram a chama, e realizaram uma obra de arte com giz de cêra derretido na mesma.

 



E a fogueira da festa Junina? Lá estava o fogo. Conheceram alguns personagens folclóricos como o Boitatá, Curupira e o Saci que usam o fogo.

 



E o vulcão? Ele entrou em erupção em nosso EDI! As crianças adoraram trabalhar com o elemento fogo!


Parabéns à Equipe da escola pelo excelente trabalho realizado!


Sobre a creche: E/CRE (04.11.802) EDI Joel Luiz de Azevedo Bastos
Gestora: Mirze
Endereço: Rua Maturacá nº 381 CEP: 21210-360
Tel: (21) 2482 3596
Email: edijbastos@rioeduca.net

Texto enviado por Gleice Kéteri.

 


   
           



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Quarta-feira, 20/12/2017

Projeto Sopa de Pedra

Tags: 3ªcre, literatura, alimentação.

 

  Incentivar o pensamento, seja através da Escrita, da Leitura ou da Matemática... esse é o segredo do sucesso da Escola Municipal Professor Visitação que, além de ser destaque na 3ªCRE e na Rede, fomenta projetos incríveis como esse descrito, em todas as suas nuances pela Professora Ana Balla.

 

 

A professora Ana Balla e a equipe de direção da Escola Municipal Professor Visitação tinham o sonho de mostrar o trabalho "Sopa de Pedra", com toda a qualidade e compromisso envolvidos na realização dele, para o Prêmio Professores do Brasil. O site, entretanto, não salvou a inscrição e, muitos profissionais, por todos o país não puderam conhecê-lo.

Reconhecendo a qualidade, o alcance no número de acessos e a credibilidade do Portal Rioeduca, a equipe pediu que fosse apresentado na íntegra com o objetivo de mostrar cada etapa e cada progresso desse trabalho. Segue, então, o relato da professora, que apresenta, com muito carinho a escola, um pouco da comunidade em que está inserida e o trabaho desenvolvido compartilhando conosco mais esse sucesso. 

"O projeto foi realizado na Escola Municipal Professor Visitação, que possui salas amplas e confortáveis e com condições básicas para realização de aulas diferenciadas. Atendemos alunos desde a creche até o 3° ano do Ensino Fundamental. São alunos provenientes de comunidades carentes que encontram no interior da escola acolhimento e proteção.

Não raramente recebemos visitas e palestras provenientes de parcerias de setores da Secretaria Municipal da Saúde que são esclarecedoras e proveitosas. A escola está localizada em uma área urbana, cercada por um comércio variado e por instituições prestadoras de serviços. Há outras Unidades de Ensino Públicas e Privadas e Igrejas. Existe facilidade para a locomoção dos moradores do bairro e boa oferta de lazer e conhecimento como praças, cinemas, bibliotecas, parques de diversões, jardins e quadras de futebol. Apesar de todo este acesso, nem todos os alunos da escola têm condições de usufruir dessas atividades, por diversas razões financeiras ou sociais, e algumas vezes são cerceados do direito de ir e vir por conta de conflitos nas comunidades em que vivem.

A turma do 2° ano com a qual partilhei o projeto é formada por alunos em média entre 6 e 7 anos muito criativos, participativos e dinâmicos, com bastante interesse nas propostas oferecidas. Traziam sugestões e gostavam de fazer pesquisas na web. Esta característica foi bastante relevante para o bom desenvolvimento do projeto, pois em todo tempo incentivei o interesse deles em pesquisar e observava o crescimento da turma nesta prática. Nosso relacionamento sempre foi e ainda é afetuoso e rico em confiança.

A necessidade do projeto deu-se em um momento informal e deleitoso de contação de histórias com a exposição oral dos pequenos que denunciou a dificuldade deles em nomear e descrever os cardápios servidos na merenda escolar. Apesar de apreciarem bem as combinações feitas em suas refeições não identificavam exatamente quais verduras e legumes ou grãos estavam consumindo.

 

 

No começo a ideia era apenas de sanar dúvidas sobre nomear adequadamente verduras, legumes e grãos, mas gradativamente os questionamentos foram surgindo e as oportunidades sendo aproveitadas.

Tudo começou em torno da caixa de livros, numa roda de contação de histórias com o livro “A Cesta da Dona Maricota” de Tatiana Belinky. Após conversarmos sobre alimentação saudável e cardápios da merenda escolar, solicitei que formassem duplas para desenharem em cartolinas as refeições que foram servidas durante a semana no refeitório da escola. Deveriam desenhar e nomear os ingredientes.

Ao recolher os trabalhos da turma percebi que além dos ajustes ortográficos, precisaria também alinhar os conhecimentos das características dos alimentos.

Por se tratar de alunos alegres e fãs de cantorias, a melhor estratégia foi começar a explanação com vídeos e músicas e o primeiro escolhido foi o vídeo “ O Que é Que Tem Na Sopa do Neném” da Palavra Cantada.

Foram muitas as vezes que cantamos e nos divertimos, exploramos a consciência fonológica das palavras, brincamos de achar palavras escondidas dentro de outras palavras e demos especial atenção para as rimas, sempre com o entusiasmo de todos.

Efetuamos vários ditados divertidos com o mesmo tema hortaliças e partimos para produções textuais individuais e coletivas de receitas de sopas e saladas. Essas produções foram expostas em murais que serviram de apoio para outras produções textuais durante todo o decorrer do projeto. Para cada receita era estipulada uma quantidade diferente de refeições que deveria render, e assim era criada a necessidade de se realizar cálculos para atender às novas proporções. Com isso pude estimular o trabalho em equipe, pois as habilidades de uns com a escrita completava-se com a habilidade de outros em efetuar contas de cabeça.

 

 

A cada questionamento que surgia, uma nova aba se abria e a oportunidade era aproveitada diante do DESEJO de aquisição de conhecimento, visto que, em minha opinião, a mola da aprendizagem está diretamente ligada ao desejo de aprender. E foi assim que partimos para apreciação de novos vídeos abordando temas de plantio, colheita, escoamento de produção e o caminho percorrido dos alimentos do campo até a mesa do consumidor. Para isso foi muito enriquecedor o material disponibilizado pelo Programa Mesa Brasil SESC, CEAGESP e Reportagens Especiais sobre agricultura familiar que combatem a fome e o desperdício de alimentos, como também o espírito solidário que impulsiona a doação para os que mais precisam.

Enquanto era explorado o transporte de hortaliças pelas estradas do nosso estado, surgia também o interesse pelo Globo Terrestre e por mapas que mostravam o tamanho dos estados e a distância entre eles.

A admiração dos alunos diante da dimensão territorial do nosso país era notória e alguns faziam comentários ao observar que a “terrinha” de seus pais estava registrada ali e podiam constatar o quanto era distante do Rio de Janeiro, entendendo assim a dificuldade de seus entes queridos em não poderem visitar com frequência seus parentes.

Alguns pais se comprometeram também em levar seus filhos às compras com um novo olhar para que pudessem treinar a distinção entre os ingredientes usados em suas refeições e aproveitaram para mostrar com todo cuidado as alterações na água ( ebulição) e nos legumes durante (cozimento).

Um dos momentos de destaque do projeto, inclusive o meu preferido, foi quando fui ao hortifruti e comprei uma variedade enorme de frutas e legumes e pude fazer em sala de aula uma exposição ao VIVO E A CORES dos gêneros que até então a maioria de meus alunos só tinham visto nos livros, encartes de jornal ou virtualmente. Naquele momento puderam realmente verificar suas texturas, aromas, cores e formatos. Suas produções textuais foram muito enriquecidas e prazerosas.

Dessa forma foi fácil, prático e divertido criar a interdisciplinaridade entre as disciplinas de Química, Física, Geografia, Português e Matemática.

 

 

Paralelo a tudo isso, durante mais uma das muitas rodas de leitura e contação de histórias, surge o conto SOPA DE PEDRA E PEDRO MALASARTE que veio abrilhantar extremamente nosso projeto, pois o DELEITE imperou e a ideia de encenar o conto tomou forma e adeptos dentro da turma. Os candidatos para os papéis da peça eram muitos e por isso foi necessário criar um momento de TESTE DE TALENTOS e verificar quem se enquadrava melhor em cada personagem e essa etapa também foi muito rica e divertida. Todos se aplicaram muito em decorar seus textos e interpretar da melhor maneira. A filmagem destes momentos de teste serviu não só para aprendizagem como também para produzir gargalhadas em todos e assim brotou a ousadia de querer levar o trabalho para fora das paredes da sala de aula.

No final dos testes havia um número maior de atores capazes de interpretar os papéis e sendo assim fiz três grupos de elenco para que a alegria fosse completa e o desejo de colaborar mantido.

As apresentações ocorreram dentro do espaço escolar, mas a platéia era formada por outras turmas e isso já era suficiente para que os atores se sentissem valorizados e felizes.

 

 

Ao pensar que tudo já tinha sido feito referente ao projeto, eis que surge, sutilmente, a Mostra Cultural/2016 da nossa escola e nossa turma escolheu o tema SUSTENTABILIDADE. Diante disso para dar continuidade ao projeto e ao mesmo tempo manter certa coerência, dando a ele uma culminância adequada, resolvi sugerir aos alunos a confecção de um fogão de brinquedo do tamanho do fogão da mamãe usando material reciclado. A ideia foi bem aceita e todos partiram para escolha do material, no caso o mais acessível era papelão e não faltou mão de obra.

Eu e a turma curtimos todas as etapas da obra de arte que ficou linda. A exposição na Mostra Cultural roubou a cena e alguns foram despertados para uma tendência artística que nem sabiam que tinham.

Durante todo o processo colhi depoimentos de alunos e também de outros funcionários que observavam as conversas das crianças nos corredores da escola e puderam verificar o envolvimento da turma neste trabalho que se tornou um verdadeiro evento.

O processo de avaliação, no entanto, foi contínuo e com o objetivo de incluir, pois a intenção do projeto o tempo todo além da aprendizagem foi também de estabelecer e aumentar cada vez mais uma parceria entre mim e a turma.

 

 

Os objetivos traçados inicialmente foram o aprimoramento da leitura e escrita, desenvolvimento do raciocínio lógico e construção de conceitos de nutrição e os tais foram plenamente alcançados, como provocaram um desdobramento para outros caminhos de aprendizagem.

Entendo que a plenitude deste alcance deu-se principalmente pelo fato das aulas terem sido permeadas por uma liberdade que foi conquistada pela turma de escolher seus objetos de estudos e pesquisas e o compartilhamento posterior comigo e com os demais colegas. Tudo era tido como importante e foi se somando a conhecimentos prévios dos alunos igualmente úteis, como foi o caso da maneira como os alimentos eram consumidos em suas casas, o hábito de plantio em seus próprios quintais que ocorriam com outros e até mesmo as observações feitas quanto ao registro dos nomes das cidades de origem de determinados pais nos mapas e no Globo Terrestre.

Os meios utilizados para avaliar a turma parceira neste trabalho passaram pelo lúdico o máximo das vezes por ser considerado o melhor caminho. Fui explorando a prática de ditados divertidos com bolas coloridas contendo palavras sobre o tema, interpretações orais após vídeos educativos, produções textuais com apoio de figuras, interpretação de tirinhas de Chico Bento da Turma da Mônica, jogos da memória para tomar conhecimento de nomes de estados brasileiros, produções de texto para formação de receitas e montagem de murais com a participação coletiva.

Leituras individuais e coletivas diariamente e tudo sendo observado e considerado como instrumentos de avaliação.

Alguns alunos que tinham muitas dificuldades no processo de aquisição de leitura e escrita foram lançando mão das informações contidas nos murais de apoio e no final do projeto o avanço e a superação foi surpreendente. Eles sabiam exatamente onde procurar suporte para determinadas dúvidas ortográficas porque as receitas feitas em equipe proporcionaram isso. Com o tempo já faziam a relação fonema X grafema de forma autônoma.

Do mesmo modo a agilidade em fazer cálculos sobre a quantidade de ingredientes que precisariam comprar para o preparo de mais ou menos refeições foi surgindo de forma natural à medida que conversávamos sobre o assunto.

Ao colocar em prática a peça sobre SOPA DE PEDRA E PEDRO MALASARTE pude abordar com muita propriedade questões de ética, respeito e convívio social de uma maneira leve, porém eficaz e as crianças puderam fazer suas críticas e observações sobre o comportamento dos personagens, fazendo colocações que me surpreenderam de forma muito positiva, dando-me condições de usar outros meios de avaliação.

Suas habilidades manuais, de organização espacial, temporal e ritmo também foram avaliadas na montagem do cenário da peça e encenação. Tudo levado em consideração e visto como precioso.

 

 

Tive a oportunidade de avaliar o andamento da minha conduta como facilitadora para a aquisição de saberes por parte da turma e percebi que também cresci. A cada momento que me deixava envolver pelos anseios da turma, seja em cantar mais uma vez aquela canção que eu já estava cansada de ouvir, mas que de repente para um deles fez efeito só naquele exato momento ou quando parava para ouvir a narrativa de uma das equipes sobre como gostaria de diminuir as distâncias geográficas entre seus parentes e mesmo tendo que dar razão quando um pequenino fazia críticas ao comportamento reprovável de Pedro Malasarte, entendo que a troca foi saudável e que o caminho é longo, porém tem sido o certo.

A parte teatral e a confecção do objeto de arte para Mostra cultural despertou em mim e na turma um grande desejo de continuar interpretando boas histórias e também produzindo belas artes com material reciclado. Isso ficou impresso em nossos corações para próximos projetos e as ideias já surgem para novas encenações, como também montagem de uma horta orgânica vertical dentro da nossa escola já que não temos espaço para uma tradicional e outras tentativas que ainda estamos amadurecendo.

No começo do projeto preferi participar aos meus alunos quais os conteúdos que pretendia disponibilizar por considerar importantes e coloquei para eles também que as modificações seriam feitas de acordo com reais necessidades que eu identificasse ou se fossem surgindo novos interesses por parte deles. Sempre retornávamos a esse combinado para avaliar o andamento do projeto e alinhar interesses. Nem sempre foi fácil esse alinhamento devido a pouca idade deles e a dificuldade de administrarem a ansiedade, mas eles sempre souberam também que em determinado momento eu seria o árbitro e eu não me abstive de exercer este papel.

Outro cuidado que tive durante as avaliações foi de sempre retornar e sinalizar para todos o real andamento do processo.

Outros desafios continuam surgindo, é claro, mas enquanto a alegria e o desejo de aprender estiverem presentes, não seremos detidos. Entendemos que as oportunidades precisam ser discernidas no momento certo para um bom proveito para todos. No momento, por exemplo, a turma atual tem mostrado dificuldades e ao mesmo tempo grande interesse em dominar o Sistema Monetário, portanto é este o tema que venho priorizando para montar um novo projeto, entre outros, evidentemente.

Estive vigilante para que o processo de avaliação corresse de forma inclusiva e que impulsionasse todos os alunos para passos sempre a frente. Ao propor atividades dinâmicas, diferenciadas e desafiadoras tenho razões firmadas em princípios que todos os alunos são capazes de me surpreender de forma positiva.

Desta maneira quando avalio o desempenho dos alunos quero, na verdade, investigar como posso e devo proceder para aprimorar os resultados e qual deve ser a melhor intervenção a fazer. Isso é compartilhado com eles de maneira muito clara.

 

 

Parabéns mais uma vez para a já vitoriosa equipe da Escola Municipal Professor Visitação que em se destacando não só nas avaliações externas bem como na qualidade do trabalho que oferece á população da cidade do Rio de Janeiro.

 


   
           



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Quarta-feira, 20/12/2017

Projetos que Fazem a Diferença!

Tags: 8ªcre, projeto cultural, feira pedagógica.

 

A maior importância de um projeto escolar é ter a clareza de sua importância para os alunos e para a comunidade. Hoje o Rioeduca apresenta dois projetos que foram realizados no Ciep Maestrina Chiquinha Gonzaga e na Escola Municipal Átilla Nunes. Os dois projetos tiveram a participação e envolvimento da comunidade, tornando as ações significativas e cheias de aprendizado. Confira!

 

 

As frases de José Datrino estão espalhadas em 56 murais pintados nos pilares do Viaduto do Caju: uma sequência de painéis em verde, amarelo, azul e branco que vai da Avenida Brasil, na altura do cemitério, até a Rodoviária Novo Rio.

A mais célebre de todas as suas frases “Gentileza gera Gentileza” hoje também pode ser vista estampada em chinelos, camisetas, adesivos e quadros decorativos, mas o legado do Profeta Gentileza ultrapassou as fronteiras do tempo e no ano de seu centenário, sua mensagem foi o tema do projeto Resgatando Valores do Ciep Maestrina Chiquinha Gonzaga.

O projeto foi desenvolvido em torno do livro "A Árvore Generosa" e a obra do Profeta Gentileza. O objetivo foi resgatar e estimular nos alunos práticas de cordialidade, respeito e atitudes de boa convivência.

A equipe pedagógica acredita que dessa forma estará contribuindo para a formação de uma comunidade melhor, pois os alunos levarão esses ensinamentos para a vida e irão compartilhar com seus pares. 

 

 

"Educar é uma das tarefas mais difíceis. Como se prepara para a vida? Baseando-se nos quatro pilares da educação: Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a viver juntos, pode se pensar numa realidade mais humana. De que forma podemos levar os alunos e a comunidade em geral a entender que a gentileza é um valor necessário a convivência social harmoniosa?

Resgatando os valores como, gentileza, amor, autonomia, cooperação, persistência, respeito, solidariedade, responsabilidade (...) e ensinando aos nossos alunos, que é possível praticá-los em simples situações da vida e que podemos disseminar essa prática, afinal, gentileza gera gentileza!"

                                                          Professora Bruna Alves - Coordenadora Pedagógica do Ciep Chiquinha Gonzaga

 

 

Como marco da conclusão do projeto, os alunos foram reunidos para recitar poesias, cantar, fazer a Terapia do Abraço, distribuir flores, retratar a obra do Profeta Gentileza e construir a Árvore Generosa, que teve a copa confeccionada com bons sentimentos escritos pelos alunos.

O aluno Samuel, da turma 1303, caracterizado como o Profeta Gentileza trouxe a mensagem final do projeto que ficará guardado na mente e no coração de todos os participantes.

 

08.17.509 CIEP Maestrina Chiquinha Gonzaga

Estrada do Engenho s/n Vila Aliança Bangu RJ

Email: ciepcgonzaga@rioeduca.net

Direção Geral: Marilda Veiga

Direção Adjunta: Elane Cristina

Coordenação Pedagógica: Bruna Alves

 

 

A Escola Municipal Átilla Nunes realizou um evento para exaltar o rico folclore brasileiro!

Trabalhar a riqueza de nossa cultura é o que mantém viva a nossa identidade. A escola é um espaço privilegiado para pesquisa e conhecimento de costumes e crenças, não só de nossa região, mas de todo o Brasil.

A Escola Municipal Átilla Nunes realizou a Festa do Folclore, com o objetivo de apresentar aos presentes a rica diversidade de nosso povo.

O ponto mais alto da Festa do Folclore foram as meninas do 8º e 9º anos, que dançaram lindamente o Carimbó, a mais extraordinária manifestação de criatividade artística do povo paraense! 

 

 

Para ver mais detalhes desse e de outros projetos, acesse a página da E. M. Átilla Nunes no FacebooK:

https://www.facebook.com/attilanunes/videos/515479675452342/

 

Na página da escola podemos conferir os vídeos do Carimbó, da apresentação de Capoeira e outros. O folclore brasileiro não é só belo, é também carregado de sabedoria e conhecimentos que são passados de geração em geração.

 

O Rioeduca parabeniza a E.M. Átilla Nunes pelo projeto que apresenta e valoriza o folclore brasileiro!

 

 

 

Este espaço é destinado à apresentação do que acontece nas escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro!

Participe! Entre em contato com o Rioeduca!

 

 


   
           



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Terça-feira, 19/12/2017

Inclusão: Dentro e Fora dos Espaços Escolares

Tags: 2ªcre, educação especial, inclusão.

 

Os alunos da Escola Municipal Noel Rosa visitaram o AquaRio e a equipe pedagógica organizou-se para que um aluno da Educação Especial também pudesse participar das atividades propostas neste dia juntamente com sua turma e demais participantes.

 

A professora Claudia Togashi, regente da Sala de Recursos da E. M. Noel Rosa, enviou ao portal Rioeduca um relato sobre a experiência do trabalho realizado nas Salas de Recursos que dão suporte aos alunos da Educação Especial.

No dia 27 de setembro de 2017, as turmas 1.202 e 1.402 da Escola Noel Rosa foram visitar o AquaRio, localizado na Zona Portuária da cidade. Buscando promover cada vez mais o processo de inclusão de pessoas que fazem parte do público-alvo da Educação Especial, não somente no espaço escolar, mas também em outros espaços sociais, a escola se organizou para que um aluno com diagnóstico de Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) da turma 1.202 pudesse participar também deste dia diferente e animado.

 

Visita ao AquaRio

 

Com a parceria da família de da sua rede de apoio (professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e uma voluntária da Educação Especial), o aluno participou de todas as atividades propostas para aquele dia, juntamente com seus colegas da turma e da escola, a professora da turma e a direção escolar.

A professora do AEE confeccionou para a excursão uma prancha de Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA) temática desenvolvida especialmente com vocabulários possíveis para serem utilizados na visita. A Comunicação Alternativa e Ampliada é uma importante ferramenta para oferecer aos indivíduos que possuem dificuldades de oralização a possibilidade de comunicar-se com seus pares. É usada para favorecer a comunicação dessas pessoas, como foi o caso do aluno com TGD.

 

Professora da turma e aluno usando a prancha  temática de Comunicação Alternativa e Ampliada.

 

Ressalta-se que o Atendimento Educacional Especializado é, de acordo com o MEC, “um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008). Os professores de AEE atuam nas diversas Salas de Recursos disponibilizadas pela rede municipal de ensino, oferecendo suporte no processo de inclusão dos alunos público-alvo da educação especial matriculados na rede regular de ensino.

Prancha de Comunicação Alternativa e Ampliada.

 

Com o uso da prancha temática de Comunicação Alternativa e Ampliada, o aluno conseguiu expressar suas vontades e desejos, mostrando que queria ver o tubarão e o peixe palhaço (referindo-se ao personagem Nemo, do filme de animação).

É importante promover mais espaços inclusivos para que não somente a pessoa com deficiências e TGD possa permear por todas as esferas sociais, mas também para que todos ao seu redor aprendam outros e/ou novos mecanismos ou recursos que existem, a fim de facilitar a vida desses indivíduos na sociedade. A participação no evento fora dos muros da escola garantiu não somente o desenvolvimento das questões sociais e comunicativas, como também favoreceu a possibilidade de mais um espaço de aprendizagem garantida para todos os alunos e profissionais envolvidos!

Agradecemos à professora Claudia Togashi por compartilhar conosco esta atividade de inclusão de alunos especiais e desejamos sucesso a toda equipe da unidade escolar.

 

O contato da unidade escolar é: emnoelrolsa@rioeduca.net

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net
 


   
           



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