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Terça-feira, 18/12/2018

O Desfile da Zebra

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura.

 

Os alunos do segundo ano da Escola Municipal Albert Schweitzer participaram de uma atividade que envolveu oralidade e escrita através do livro “O Desfile da Zebra”.

 

 

A professora Viviane Lima, regente da turma 1.301 da Escola Municipal Albert Schweitzer, utilizou o livro O Desfile da Zebra, de Paula Browne, sugerido no Caderno Pedagógico, para trabalhar a oralidade e a escrita dos alunos.

 

 


Ao perceber o encantamento dos alunos pelo livro, a professora resolveu, junto com a turma, transformar a história em um grande teatro de fantoches. Os alunos produziram a roupa e os acessórios dos amigos da zebra, citados no livro, que foram convidados para o desfile.

 

 

 


No dia seguinte, fizeram o desfile descrevendo com muito entusiasmo os personagens que apareciam no livro e que foram recriados por eles.


No final do desfile, fizeram uma adaptação, na qual também foram convidados, para aproveitar a festa, os personagens das lendas folclóricas.


Os alunos exibiram suas criações com muito carinho e narraram as lendas, enquanto cada figura folclórica aparecia no palco do teatro.

 

 

 


A atividade foi tão prazerosa, que ao final, as crianças pediram para levar os personagens criados por eles para casa.

 


Agradecemos a professora Viviane Lima por compartilhar conosco esta atividade que proporcionou o incentivo à leitura e ao desenvolvimento da escrita.

 

 

Quer saber mais?

O contato da Escola Municipal Albert Schweitzer é: emschweitzer@rioeduca.net

Telefones: 2245-5572 /  2225-1692

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 


 


   
           



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Segunda-feira, 17/12/2018

Feira Cultural Raízes

Tags: 1ªcre, eventos, projetos, protagonismojuvenil, diversidade, cultura.

 

Ginásio no Caju, zona portuária do Rio de Janeiro, realiza Feira Cultural em Comemoração à Cultura Negra.


A Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, que atende alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em Turno Único, realizou no mês de Novembro a Feira Cultural Raízes. O objetivo do trabalho foi contribuir para a valorização da cultura negra na escola e em sociedade, desenvolvendo entre alunos e professores a relação de pertencimento e a superação do racismo.

 

 


A ideia de realizar a Feira Cultural Raízes surgiu a partir dos diálogos e reflexões da direção da escola e do seu corpo docente, que reconhecem o racismo presente na sociedade brasileira.


A escola percebeu também que a relevância de ações voltadas para o fortalecimento da identidade negra, demonstrando a luta do povo negro para garantir seu espaço na sociedade.

 

 


No projeto, todos os professores foram convidados a desenvolver ações que tivessem como tema o Dia da Consciência Negra, para serem expostos no dia da exposição. Cada professor escolheu uma turma para trabalhar, a fim de que todos os alunos fossem envolvidos.

 

 

 


A exposição contou com bonecas Abayomis, símbolo de resistência da cultura negra, confeccionadas pelos alunos, oficina de turbantes, oficina de tranças afro, um jogo de tabuleiro em que os alunos eram as peças e precisavam responder a questões sobre todos os outros trabalhos apresentados, apresentação de jongo, pesquisa, exposição e caracterização de figuras negras influentes e de destaque nas artes, esportes e política, no Brasil e no mundo, um jogo da memória com músicas que problematizam a temática do preconceito e que valorizam o negro.

 

 

 


Além disso, o evento também contou com um protótipo de um quilombo e uma exposição de fotografias inspiradas no trabalho do artista nigeriano Ojeikere, que retrata a beleza dos cabelos afro, em que os nossos alunos foram clicados pelos professores Luiz Moura e Bianca Roriz.

 

 

 


A Equipe da escola Mascarenhas de Moraes acredita que a representatividade importa e que é dever da escola-cidadã contribuir para a superação do racismo e da desigualdade racial em nossa sociedade e esperam que os alunos se desenvolvam à luz do senso de justiça, respeito às diferenças, autonomia, pensamento crítico e solidariedade.

 

 

 

A aluna Karolaine Freitas, da turma 1701, disse que na sua opinião a Feira de Consciência Negra foi harmoniosa e divertida. Para ela, o objetivo mais importante foi trazer a reflexão e conscientização dos alunos para que possam ter atitudes precisas e justas ao se depararem com o racismo.


O aluno João Vitor Leite, da turma 1901, disse achar muito importante a feira para a descoberta de novas culturas pelos alunos. Ele ficou satisfeito com a felicidade dos professores ao verem a dedicação dos discentes para a realização do projeto.


Para o professor Luiz Moura, a Feira Raízes é uma oportunidade única dos alunos estarem em contato com a base da formação da população e aos poucos desconstruírem uma visão preconceituosa e discriminatória na qual a sociedade brasileira está imersa. Ele aponta ainda que trabalhos como esse mobilizam toda a escola e permitem ações protagonistas dos alunos, o que é fundamental para sua formação.


Para Saber Mais:

Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes

Telefone: 3895-8622

e-mail: emmmoraes@rioeduca.net

 

Contato para publicações:


  


   
           



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Segunda-feira, 17/12/2018

Cultura Indígena: Conhecer, Respeitar e Valorizar

Tags: 2ªcre, literatura.

 

Os alunos do segundo ano da Escola Municipal Albert Schweitzer participaram de uma atividade que proporcionou o conhecimento e a valorização da cultura indígena.

A Lenda do Filtro dos Sonhos

 


A professora Anne Silvia, regente da turma do 2º ano na Escola Municipal Albert Schweitzer, contou ao portal Rioeduca sobre o projeto relacionado à cultura indígena, desenvolvido com seus alunos.


Como atividade inicial a professora pesquisou junto com os alunos sobre a cultura indígena. Depois conversaram sobre a existência de várias tribos, seus costumes, tradições e regiões onde habitam. E assim, montaram um cartaz coletivo com as descobertas.


Durante a pesquisa, a professora conta que mostrou aos alunos um objeto e perguntou se alguém o conhecia. Alguns alunos responderam: “A minha tia tem.”, “A minha mãe também tem.” e “Eu já vi em uma loja.”. Mas ninguém soube dizer o nome e nem a sua origem.

 

 


Após esse questionamento, a professora disse para eles que aquele objeto se chamava Filtro dos Sonhos. Explicou que o Filtro dos Sonhos é um amuleto de proteção que surgiu na tribo indígena norte-americana Ojibwa, e que depois chegou as tribos indígenas do Brasil. Contou também que segundo a lenda, o filtro teria o poder de purificar e filtrar os sonhos ruins. E que hoje em dia muitas pessoas (indígenas ou não) ainda usam esse objeto como amuleto, ou simplesmente para decorar suas casas.

 

 


Em seguida, a turma ouviu uma das várias lendas que existem sobre os filtros. Lenda do Filtro dos Sonhos que foi escolhida para leitura:

 

“Uma aranha fiava sua teia próximo à cama da avó. Todos os dias ela observava a aranha trabalhar. Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia, pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou. O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo. A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e, então, a aranha falou:


" Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua Nova vou fiar uma teia na sua janela. Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins. O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.”


Quando a Lua chegou, a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e, agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente: “Aprenda”, dizia a aranha. Finalmente, exausta, a avó dormiu. Quando os primeiros raios de sol surgiram no céu, ela acordou e viu a teia brilhando como joia, graças às gotas de orvalho capturadas nos fios. A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada. Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente. E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos. E até hoje eles têm afastado o pesadelo de muita gente.”

 

(Fonte: Texto de Adília Belotti | Via: Somos Todos Um)

 

As crianças adoraram a lenda, ficaram encantados com a sua magia. Após a leitura, a professora propôs que cada um fizesse o seu próprio filtro. Eles adoraram a ideia! Ela ajudou na parte mais difícil, a “teia” e também na colagem para formar o círculo. Os pequenos colocaram as miçangas e as penas.


Quando os alunos terminaram de confeccionar os filtros, a professora Anne conversou com eles sobre os sonhos do sono (que são fantasias /pensamentos durante o sono) e os sonhos que são desejos (anseios que poderão se tornar realidade).

 

 

 

Cada criança teve a oportunidade de falar sobre os sonhos bons e ruins que costumam ter durante o sono. Depois, conversaram sobre os sonhos que eles têm vontade de realizar. Essa parte foi muito interessante e produtiva. A professora perguntou qual o sonho (desejo) de cada um, e o que eles achavam que poderiam fazer para conquistá-lo. Alguns alunos responderam: “Para realizar esse sonho preciso estudar muito.” e “Preciso de muito dinheiro para conseguir.”


Para finalizar, a professora pediu para cada um escrever no papel e amarrar no filtro o sonho que gostaria de realizar. E assim vários desejos foram para o papel: “Quero ser veterinária”, “Quero ser médica.”, “Quero ser jogador de futebol.”, “Quero ir para a Disney.”

 

 

 


A atividade realizada possibilitou aos alunos conhecer, aprender e a valorizar mais os costumes indígenas. Com a Lenda do Filtro dos Sonhos, puderam ver como as tradições são passadas de geração em geração e que muitos objetos de origem indígena circulam também fora das tribos. Foi também muito significativo, o momento de contar e compartilhar com os amigos os sonhos que cada um almeja alcançar.


Material utilizado para a confecção dos filtros: jornal, tinta guache, linha encerada, miçangas e penas.
O trabalho desenvolvido também abrangeu:


Língua Portuguesa (escrita / leitura e fixação do dígrafo NH), Matemática (formas geométricas planas) e Ciências (reutilização de material: jornal).

 

Agradecemos a professora Anne Silvia por compartilhar conosco esta atividade de incentivo a leitura, ao conhecimento e ao respeito a cultura indígena. 

 

Quer saber mais?

O contato da Escola Municipal Albert Schweitzer é: emschweitzer@rioeduca.net

Telefones: 2245-5572 2225-1692

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 14/12/2018

"Se Senta", Vou contar uma História e Você faz Parte Dela

Tags: sala de leitura, 5ªcre.

 

A Sala de Leitura da Escola Municipal Barão do Amparo desenvolveu um projeto de leitura encantador, que foi exposto na Semana de Alfabetização e na FLIRME/RJ desse ano.

Confira!

 

 

Objetivo do projeto:

• Utilizar a sala de leitura como espaço privilegiado para o desenvolvimento das habilidades cognitivas e socioemocionais necessárias à aprendizagem e ao convívio social, favorecendo também o desenvolvimento da criatividade, o prazer da leitura, da interpretação de textos, facilitando a assimilação de conteúdos.

 

 

Mural da Escola

 

A E.M. Barão do Amparo, em 2018, completou sessenta anos, e estamos em festa! A professora Márcia Brum, regente de Sala de Leitura, fez o seu Projeto “Se Senta” 

 

 

Sala de Leitura

 

Durante os três primeiros bimestres, com o seu Projeto, os alunos mergulharam em um mundo de fantasias, histórias, ilustrações, ouvindo, lendo, contando, recontando, desenhando e ressignificando os vários autores da Sala de Leitura Ana Maria Machado, que é o coração da Unidade Escolar e que oxigena todas as outras salas com o prazer da leitura.


Todos os alunos participaram do 1º ao 5ºano, Classe especial e Educação Infantil com a mediação da professora Marcia Brum. Eles fizeram sessenta e dois livros, textos cubos, ilustrações cada um contribuindo com suas particularidades.

 

Exposição na Semana de Alfabetização

 


Os livros ficaram expostos na Sala de Leitura e durante a VI Semana da Alfabetização e na FLIRME/RJ, que também contou com os trabalhos desenvolvidos pela  professora Mônica Faraj, da turma 1201, sobre neologismos. Quando os trabalhos foram expostos no pátio da escola, os alunos vibraram ao reconhecer suas obras.

 

Exposição na FLIRME/RJ

 

Parabéns a E.M. Barão do Amparo pelo trabalho de excelência!

 

Texto enviado pela Coordenadora Pedagógica Carmem Rita.

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Barão do Amparo
Diretor: ELOISA JESUS DA SILVA
Diretor Adjunto: SHEILA RAMALHO
Endereço: Rua Ana Teles 30, Campinho
Telefone: 3018-2319 | 3018-2463
E-mail: emamparo@rioeduca.net


 


   
           



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