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Quarta-feira, 03/04/2013

Iluminados pela Luz Azul. Conheça o Autismo!

Tags: 8ªcre.

 

 

Na semana do Dia Internacional de Conscientização do Autismo, o Rioeduca traz o relato da experiência de Giselle Coutinho, mãe de uma linda garotinha autista.

Giselle é professora da Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro e acredita que o conhecimento é o primeiro passo para vencer preconceitos e caminhar rumo à Inclusão.

 

 

 

Professora Giselle Coutinho e sua turma de 4º ano na E.M. Ernesto Franciscone.

 

 

Giselle Coutinho é professora na Escola Municipal Ernesto Franciscone.

 

À frente da sua turma, Giselle é uma professora alegre, criativa e preocupada em transmitir conceitos que aprendeu com a experiência de conviver todos os dias com sua filha, a pequena Clara, que é autista.

 

Seus alunos aprendem com ela que a vida muitas vezes nos apresenta desafios, porém é possível vencer quando nosso alicerce é a fé e a esperança. Vencendo um dia de cada vez!

 

 

Professora Giselle Coutinho e sua filha, Clara Coutinho

 

 

Leia a seguir o relato que Giselle Coutinho fez ao Rieduca:


Diagnóstico: Autismo severo. Essa foi a notícia que caiu em meu colo em Janeiro de 2008.

 

Não a recebi com qualquer surpresa ou desespero, já que há alguns meses, vinha pesquisando sobre o assunto, pois, ainda que de maneira superficial, notei alguns traços e comportamentos que se encaixavam no perfil de minha filha.

 

Clara, minha primogênita, hoje com oito anos de idade, mudara seu comportamento por completo desde a semana em que completara seu segundo aniversário.

 

A menina dócil e calma deu lugar à outra extremamente nervosa, agitada e que chorava por longos minutos sem qualquer motivo aparente. Seus interesses foram ficando mais específicos: objetos girantes a faziam vibrar. Isolava-se com frequência e repelia qualquer manifestação de carinho a ela direcionada. Era comum ver nossa pequena sentar-se com um dicionário, posicioná-lo como se estivesse lendo, e ali ficar, ficar, ficar...

 

Bem, após tomarmos ciência da síndrome, era necessário agir. Já não era uma suspeita. O Autismo era nossa realidade!

 

Busquei me aprofundar no assunto, senti a necessidade de interagir com mães de outras crianças autistas, me inscrevi em workshops para saber como lidar com toda a situação.

 

Todo caminho era válido! Tentamos psicólogas, fonoaudiólogas, neuropediatras... Mas foi com a terapia ortomolecular, que consiste na reestruturação das células, que Clara teve seu grande avanço. Era notório que, com o passar do tratamento, a sua percepção e nível de compreensão em muito havia se expandido. Os primeiros fonemas foram aparecendo, já atendia por seu nome quando chamada e conseguia beber no copinho.

 

Os progressos foram muito comemorados por todos da família!

 

Em três anos com a terapia ortomolecular aliada ao seu medicamento de uso contínuo, Cacá - como é chamada carinhosamente - diminuía sua agressividade e tornou-se cada vez mais receptiva, inclusive se mantendo por menos tempo em seu isolamento.

 

Brincávamos em casa de cavalinho... e foi nessa época que finalmente: um abraço!!! Sim, o melhor presente que minha ruivinha poderia me dar: nosso primeiro abraço!

 

Eu jamais esquecerei desse dia, porque eu sei que, neste momento, minha filha conseguiu derrubar uma parede do castelinho onde ela vive.

 

As lutas foram e são inúmeras: uma escola adequada, desfralde, o humor que oscila como uma montanha-russa, convulsões, entre outras.

 

Hoje, na semana em que comemoramos o Dia Mundial da Conscientização do Autismo - 2 de abril - tudo que posso é agradecer a Deus pela oportunidade de conviver com nossa anjinha azul, pela oportunidade de aprender a valorizar cada momento, cada detalhe, e enfim, pela oportunidade de crescer junto a ela.

 

Dificuldades e incertezas sempre existirão, mas eu uno a minha Fé ao apoio da família e amigos e, através disso, consigo forças para seguir.

 

O Autismo não é um bicho de sete-cabeças, é apenas uma forma diferente que nossos pequenos têm de enxergar a Vida. E o Respeito, Amor e Aceitação são indispensáveis nessa jornada de descobertas.

                                                   

Giselle Coutinho, mãe de Clara Coutinho Sabbado, 8 anos.

 

Mãe e filha trocam em cada olhar: confiança, esperança e muito amor!

 

 

O Rioeduca agradece à professora Giselle Coutinho pela oportunidade de compartilhar sua experiência. Nós desejamos que a cada dia seu caminho ao lado de Clara seja repleto de alegrias e conquistas!

 

*  *  *

 

Professores, queremos conhecer sua escola e as ações que estão sendo realizadas!

Não deixe de entrar em contato hoje mesmo com o representante da sua CRE.

 

Representantes do Rioeduca

 

Professora Neilda Silva

neildasilva@rioeduca.net

Twitter: @Prof_Neilda

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 02/04/2013

Educação Especial e Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Tags: 7ªcre, projetos, educação especial.

 

A ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o dia 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo no final de 2007, iniciando a primeira campanha em 2 de abril de 2008. Este é o sexto ano do evento mundial, que pede mais atenção ao transtorno do espectro autista.

 


A proposta do Dia Mundial da Conscientização do Autismo é iluminar de azul os principais monumentos de vários países, incluindo o Brasil, em homenagem à data, celebrada no dia 2 de abril. No nosso país, vários prédios e monumentos importantes participarão da campanha, entre eles, podemos citar a Ponte Estaiada e o Monumento das Bandeiras em São Paulo; o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; o Prédio do Senado, em Brasília; Elevador Lacerda na Bahia; e o prédio da Justiça Federal, na Paraíba.

 

A grande festa será no segundo maior templo católico do mundo, em Aparecida do Norte, São Paulo, com uma comemoração especial: a apresentação da orquestra sinfônica na Basílica de Nossa Senhora Aparecida. Nesta data, além da iluminação azul da Basílica, muitas pessoas se vestem com esta cor para prestigiar a campanha.

 

Imagem do Cristo Redentor iluminada de azul em 2 de abril de 2012, na campanha do Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

 

Responsável pela educação especial nas escolas da Prefeitura do Rio, o Instituto Helena Antipoff atua na perspectiva da educação inclusiva, acompanhando as diretrizes e metas propostas pela Política Nacional de Educação Especial. Incluem-se nesse grupo alunos com autismo, síndrome do espectro de autismo e psicose infantil, além de crianças com altas habilidades/superdotação.


Dentro dessa ótica, a educação especial passa a integrar o projeto pedagógico da escola regular, promovendo o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.


O IHA mantém equipes junto às Coordenadorias Regionais de Educação para acompanhar os alunos integrados nas turmas regulares e nas salas de recursos multifuncionais, classes hospitalares, classes especiais e escolas especiais.

 


Conhecendo o trabalho da Sala de Recursos localizada na E.M. Octavio Frias de Oliveira

 

A Sala de Recursos da Escola Municipal Octavio Frias foi criada em 2011 e atende alunos com necessidades especiais das escolas próximas, como a E.M. Victor Hugo, E.M. Marechal Canrobert Pereira da Costa, E.M. Maria Florinda Paiva da Cruz, alunos da própria Octavio Frias e alunos que residem próximos à unidade escolar e que sejam alunos da 7ª CRE.

 

Em 2013, as professoras responsáveis pelo atendimento são Silvia Regina Gouvêa Leite Giraoi e Claudia Gomes.

 

O atendimento ocorre de acordo com a necessidade de cada aluno, podendo ser duas ou três vezes na semana, com uma média de atendimento diário de cerca de duas horas.

 

Espaço da Sala de Recursos que conta com jogos pedagógicos lúdicos e computador para atividades dirigidas.

 

O primeiro contato é a entrevista com a família para conhecer a história do aluno desde o início. Logo em seguida, o aluno é recebido e observado em suas possibilidades e limitações. Após este contato, busca-se um encontro com a escola, com o professor da turma do aluno e com outros profissionais que o atendem.

 

A partir deste diálogo, são propostas as adaptações que darão possibilidade para superar os desafios, que podem ser em sua vida escolar, e o conduzirão a ampliar sua visão de mundo.

 

A professora Claudia Gomes lembra que: “A escola é responsável por acolher a diversidade. A educação é um direito de todos, cabe à instituição oferecer um currículo voltado a novas ações para estimular novas idéias, mobilizando a todos em prol de um planejamento participativo numa proposta reflexiva capaz de quebrar barreiras do preconceito”.

 

A professora Sílvia completa que é preciso "tornar os alunos mais autônomos dentro de suas potencialidades e limitações, fazendo um paralelo de suas vivências com os acontecimentos do mundo e favorecendo o diálogo dos educadores que acompanham esses alunos”.

 

Acima, a professora Silvia Regina e, na foto abaixo, professora Claudia.

 

 

Conhecendo a Escola Especial Municipal Professora Maria Therezinha de Carvalho Machado

 

A E.E.M. Maria Therezinha está localizada em Jacarepaguá e atende alunos da Educação Especial e Educação Infantil.

 

Projeto Político Pedagógico


Numa escola que se pretende inclusiva, que respeite as diversidades dos sujeitos, tem como condição premente a ideia de adequar ao seu currículo características pertinentes aos seus sujeitos. Uma vez que isso ocorra, estará colaborando para o não distanciamento do que se aprende na escola e às demandas da vida real.


Nós, da E.E.M. Profª Maria Therezinha de Carvalho Machado, acreditamos que o PPP representa a identidade da escola que constrói, mas principalmente evidencia a intenção de reconhecer as singularidades dos aprendizes acreditando no desenvolvimento de suas potencialidades.

 

 

 

Quando refletimos sobre esta intencionalidade (para que, por que e o que ensinar), consideramos que construir um PPP com características inclusivas envolve todos os sujeitos que atuam no cenário escolar. Não é uma decisão do gestor ou do coordenador pedagógico, mas sim de todos os que são responsáveis por dar movimento ao cotidiano escolar.


Esta sociedade moderna que vem se configurando, onde é possível percebermos o entrecruzamento de diferentes vozes, deve ser o mesmo espaço de saberes científicos e culturais, contribuindo para uma sociedade mais justa e feliz.

 

 


Mas , afinal, como  é possível promover o respeito às diversidades no mundo atual? E dentro das escolas?


É fato que, hoje, vivemos as vantagens e dificuldades da transformação de ideias que surgem a partir da mudança que nossa sociedade vem sofrendo e que nos levam à reflexão sobre as concepções do que seja uma sociedade inclusiva de fato e que lugar a escola ocupa neste cenário.


Promover o respeito às diversidades no mundo atual nos convoca a discutir sobre a sociedade que vivemos e a sociedade que desejamos viver. Para tanto, é necessário que se abra diálogos em que diferentes vozes falarão de diferentes lugares, inclusive do lugar de quem vive a exclusão na pele diariamente e necessita ter sua voz ouvida de fato.


Na escola, abrir espaço para este confronto de ideias e vivências faz com que pais, professores, funcionários e gestores contribuam para a construção de uma nova prática pedagógica que certamente terá como foco discussões sobre as adaptações curriculares. A promoção das adaptações curriculares oferece, segundo Edler Carvalho (2010), possibilidades de maior participação dos alunos com demandas especiais, levando-os a uma efetiva experiência de aprendizagem escolar e consequentemente à sua inclusão no espaço educacional.

 

Resposta enviada pela diretora Soraia Pessanha e pela diretora adjunta Andréia dos Santos.

                                              

 

 

  

 

 

 PARTICIPEM, TAMBÉM, DESTE ESPAÇO QUE É NOSSO, DAS ESCOLAS, DOS PROFESSORES, DOS ALUNOS E DEMAIS FUNCIONÁRIOS QUE FAZEM A EDUCAÇÃO CARIOCA!

 

 

CONFIRAM NO LINK A SEGUIR, QUAL É O REPRESENTANTE DE SUA CRE
E DIVULGUEM O QUE SUA ESCOLA REALIZA!
RIOEDUCA NET - A REVOLUÇÃO ACONTECE: QUEM SOMOS NÓS?

http://portalrioeduca/sobrenos.php


 

Contato:

 

Roberta Vitagliano

professora da rede municipal

e representante do Rioeduca da 7ªCRE

 

robertavitagliano@rioeduca.net

twitter: @robertacarmina

 

 

                               

 

 

 

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Terça-feira, 02/04/2013

Professora da Classe Hospitalar Recebe Prêmio em Concurso de Fotografias

Tags: 2ªcre, saúde.

 

A professora Karla Bastos, regente da Classe Hospitalar Fernandes Figueira, participou de um concurso de fotografias na Fiocruz e foi premiada com o terceiro lugar.

 

A Classe Hospitalar Fernandes Figueira está vinculada à Escola Municipal Vital Brasil, no Catete.


No final de 2012, a Fiocruz convidou seus funcionários a participarem da terceira edição do concurso fotográfico. O título do concurso foi “Olhares sobre a Fiocruz”.


A partir do tema “Olhares sobre o Trabalho: Memória e Presente”, houve muitos inscritos e dentre eles a professora Karla Bastos. A intenção do tema era reunir imagens que refletissem as inúmeras atividades realizadas pelas equipes da instituição, dentro e fora do campus, ora de forma poética, ora de forma lúdica. As fotografias apresentadas buscavam mostrar a diversidade do dia a dia de um trabalho que reflete a mediação entre saúde e tecnologia.

 


 

 

Foto premiada no concurso da Fiocruz.

 

A professora Karla contou ao portal Rioeduca um pouco sobre sua participação no concurso de fotografias e também sobre o projeto didático que será desenvolvido ao longo de 2013 com os alunos da Classe Hospitalar Fernandes Figueira.

 

Portal Rioeduca: Por que desejou participar do concurso de fotografias?

 

Karla Bastos: Minha intenção foi divulgar o trabalho da Classe Hospitalar para a Fiocruz.


Nós somos do Instituto Fernandes Figueira, um anexo da Fiocruz. Para mim era uma oportunidade, ao menos, de divulgar nosso trabalho.


 

Portal Rioeduca: Como se sentiu ao saber que tirou 3º lugar?


Karla Bastos: Uma sensação indescritível. Avisaram sobre o 3° lugar e imediatamente abriu minha fotografia em um telão enorme.


Não imaginava! Estava concorrendo com fotógrafos profissionais, com servidores da Fiocruz de todo Brasil. Foi maravilhoso!


Minha fotografia, meu trabalho está no calendário oficial da Fiocruz que foi distribuído para os servidores do Brasil todo. Uma grande felicidade!


Portal Rioeduca: Conte-nos sobre o projeto Vinicius de Moraes. Quais seus objetivos? Como será desenvolvido?


Karla Bastos: O objetivo principal deste projeto é oportunizar aos alunos o acesso ao universo literário de Vinícius de Moraes, aproveitando o centenário do autor, mobilizado pela poesia e pela música. Levando-os a constituírem uma relação diferenciada, até mesmo nova, com a linguagem literária, visando também o exercício e a formação de leitores e produtores de textos competentes.


O projeto será desenvolvido durante o ano letivo, envolvendo todas as crianças atendidas pela Classe Hospitalar. Trabalhando identidade e autonomia, linguagem oral e escrita, linguagem musical, corporal, natureza e sociedade, arte e matemática, sempre tendo como base os textos de Vinícius de Moraes.

 

Aluna da Educação Infantil com a professora Karla fazendo atividade sobre a música "O pato".

 

Professora Ana Lucia Cunha com sua aluna trabalhando a musica "O pato" de Vinícius de Moraes.

 

Aluna Estefani e a profesora Karla Bastos.

 

Aluna da Educação Infantil explorando e conhecendo as características externas do instrumento musical e o som que ele produz.

 

A cerimônia de premiação do concurso de fotografias aconteceu no dia 4 de março. Parabéns à professora Karla Bastos pela iniciativa de divulgar o trabalho da Classe Hospitalar e pela conquista do terceiro lugar no concurso!

 

Professora Karla Bastos na exposição de fotografias. Ao fundo, a foto premiada.

 

Saiba mais sobre a Classe Hospitalar Fernandes Figueira na matéria Conhecendo a Classe Hospitalar Fernandes Figueira

 

Visite também o blog!

http://www.chfernandesfigueira.blogspot.com.br/

 

Informações consultadas também no portal da Fiocruz.

 

 

Gostou desta publicação? Deixe um comentário e clique em curtir para compartilhá-la com seus amigos no Facebook.

 

 

Renata Carvalho – Professora da Rede e representante da 2ªCRE, no portal Rioeduca
Email: renata.carvalho@rioeduca.net
Twitter: @tatarcrj

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 01/04/2013

Ginásio Experimental de Artes Visuais

Tags: 1ªcre.

 


O Ginásio Experimental de Artes Visuais Vicente Licínio Cardoso (GEA) está localizado na rua Edgard Gordilho, Zona Portuária do Rio de Janeiro e atende cerca de 350 alunos dos 7º, 8º e 9º anos. O primeiro Ginásio de Artes Visuais da rede deixou de ser sonho para se transformar em realidade em fevereiro deste ano.

 

 

O GEA é vocacionada para as Artes Visuais, mas segue o mesmo currículo dos outros Ginásios Cariocas da rede. Os alunos também participam de disciplinas como Projeto de Vida e Protagonismo Juvenil. Veja a estrutura do Ginásio Experimental Carioca.

 

 

 


 

Os Ateliês

 

As salas de aula deram lugar a ateliês, que são oferecidos aos alunos devido ao caráter vocacional do Ginásio. São, ao todo, nove ateliês, atendendo a grupos de quinze alunos de diferentes turmas e anos de escolaridade. Deste modo, é possível criar integração e espírito de equipe entre todos os estudantes do ginásio.

 

 

Produção dos alunos sobre Projeto de Vida e  Protagonismo Juvenil.

 

 

Logo na primeira semana de aula, os professores apresentaram trabalhos e propostas dos ateliês. Ao final das apresentações, os alunos preencheram fichas com os ateliês preferidos e foram divididos em grupos. Durante a semana, cada aluno participa de seis aulas de artes. Assista ao vídeo dos alunos e confira a excelência do trabalho realizado no GEA:

 

 

Vídeo produzido pelo Professor Lindomar.

 

Com o objetivo de enriquecer ainda mais as produções realizadas, os professores utilizam as aulas do GEA disponíveis na Educopédia. Com este recurso, é possível que todos trabalhem as Artes de forma transdisciplinar. Como os ateliês são semestrais, os alunos escolhem se querem permanecer ou mudar de ateliê no semestre seguinte.

 

A equipe do GEA, liderada pelos diretores Niverton e Lucimara e pela coordenadora Inês, acredita que os alunos têm ensino de excelência e são muito felizes por vivenciarem experiências tão criativas e significativas. 

 

 

Clique na imagem abaixo e conheça melhor as ações do

Ginásio Experimental de Artes Visuais Vicente Licínio Cardoso.

 

Srª Secretária Cláudia Costin, Sr. Diretor do GEA Niverton Antunes,
Srª Coordenadora Pedagógica do GEA Ines Resende
e a Srª Diretora Adjunta do GEA Lucimara Mantovanni.

 

 

Saiba mais clicando nos links abaixo:

 

Ginásio Experimental Carioca

Ginásio Experimental do Samba

Ginásio Experimental Olímpico

 

 

* Professor, queremos conhecer e divulgar o blog e os projetos desenvolvidos por sua escola. Aproveite este espaço que é feito para nós! Entre em contato com o representante do Rioeduca em sua Coordenadoria e participe. *

 


Professora Rute Albanita
 Representante Rioeduca.net da 1ª Coordenadoria Regional de Educação
ruteferreira@rioeduca.net
Twitter: @Rute_Albanita

 

 

                               

 

 


   
           



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