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Retornando 43 resultados para o mês de 'Abril de 2013'

Sexta-feira, 05/04/2013

O Mundo Visto por Outros Prismas

Tags: 11ªcre.

Trabalho com materiais recicláveis no CIEP João Mangabeira

A professora Luzia Glathardt desenvolve um belo trabalho de reciclagem junto à turma 1501, do CIEP João Mangabeira, confeccionando caixas decorativas para guardar material escolar, reutilizando embalagens de sorvete, e arranjos de flores com garrafas pet. Essa iniciativa garante a organização do espaço durante todo o ano letivo.


 

O tema da reciclagem e da reutilização de resíduos há alguns anos, deixou de ser mera curiosidade para se tornar prática crescente de empresas e do setor público. Com isso, tem se consolidado um mercado que envolve a coleta, o transporte, a triagem e o processamento de materiais reciclados. Esse segmento está em plena expansão: só a indústria recicladora fatura atualmente cerca de R$ 14 bilhões anuais no Brasil, com ritmo de crescimento de 30% nos últimos cinco anos.

 


 

Entre 2010 e 2011, o aproveitamento de resíduos sólidos cresceu cerca de 70% e o número de empresas que passaram a monitorar esses materiais em processos de produção subiu de 81,3% para 94,9%. A coleta seletiva também vem em alta: entre 2000 e 2008, o número de municípios que adotou a prática dobrou; embora apenas 19,5% das cidades pratiquem a separação para a reciclagem, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 


 

 

As práticas de coleta e processamento dos recicláveis devem ganhar ainda mais impulso, como resultado da Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida pela Lei 12.305 de 2010.

 


 

Iniciativas como a da professora Luzia são extremamente relevantes, pois garantem um destino melhor aos materiais industrializados, postergando o descarte e servindo de base para formação de uma consciência ecológica, que deve predominar nas próximas gerações.

 

 


 

Fabio Emmanuel Ferreira é lotado na E. M. Jornalista Orlando Dantas e é candidato a representante Rioeduca na 11ª CRE.



 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 04/04/2013

A Inclusão Invertida da Escola Especial Municipal Mª Montessori

Tags: 9ªcre, ensinoespecial, inclusão.

A Escola Especial Municipal Maria Montessori, uma das Unidades Escolares da 9ª CRE, vem desenvolvendo parcerias com Unidades do entorno a fim de criar uma Inclusão Invertida que nos possibilita compreender, na sua essência, o significado das palavras DEDICAÇÃO, SUPERAÇÃO, GENEROSIDADE e AMOR.

 

Conhecemos a E. E. M. Mª Montessori através de uma matéria anteriormente aqui publicada, “Uma História de Vida”, que contava a história de uma mãe dedicada (Cíntia) e sua filha especial (Arielle), aluna desta unidade. Por ocasião da visita, fiquei sabendo de várias atividades que a escola desenvolve, principalmente com a E. M. Halfeld, que vamos destacar.

 

 

O que mais chamou a atenção foi a parceria que a unidade vem desenvolvendo com escolas proximos com o objetivo de estreitar relações e proporcionar a oportunidade da integração, facilitando, dessa forma, o processo de inclusão que vem sendo realizado por elas.

 

Vamos ler, a seguir, o relato das equipes das duas escolas e conhecer melhor este projeto:


 

Inclusão Invertida

 

Somos uma escola especial, localizada no centro do bairro de Campo Grande. Ao longo dos anos, a comunidade passou a visualizar a clientela deste espaço exclusivamente como de deficientes, excluindo a possibilidade de turmas regulares na escola. Desta forma, gerou um movimento de segregação devido a características tão particulares.

 

Identificamos, assim, a necessidade de movimentar a escola de forma diferente, com a proposta de turmas regulares de Educação Infantil incluídas. Foi quando solicitamos a permissão para realizar parcerias com as escolas próximas.

 

No ano de 2011, estabelecemos uma relação mais estreita em que os alunos puderam realizar atividades integradas com os alunos das turmas regulares. Neste período, tivemos momentos muito ricos com a realização de Jogos Cooperativos entre os nossos alunos e os alunos do CIEP Nelson Mandela. Oficinas de rádio, artes, contação de histórias, educação física e cozinha experimental com pequenos grupos de colegas da E. M. Halfeld.

 

Foram momentos inesquecíveis! Porém, a equipe considerou interessante que estabelecêssemos relações mais estreitas com uma escola de cada vez, ou seja, uma vez estabelecido o vínculo com um grupo, buscássemos outros de modo a ampliar/estreitar laços.

 

 

Em 2012, reeditamos a proposta de integração, desta vez somente com a E. M. Halfeld. Nosso projeto foi a realização dos Jogos Cooperativos e a festividade de Natal, facilitando o processo de inclusão de nossos alunos em classe comum nesta Unidade Escolar.

 

 

 

 

Iniciamos o ano de 2013 acompanhando os alunos incluídos na E. M. Halfeld e para ela propomos: Centros de Estudos entre os profissionais das duas U.E.s em conjunto; continuidade da realização dos Jogos Cooperativos com a introdução da modalidade de Bocha; participação em aulas de dança de alguns alunos em nosso grupo de dança.

 

Destacamos que neste ano contamos com uma turma de EJA diurno regular, buscando mais uma vez outra modalidade de troca entre os sujeitos. Reiteramos o desejo de nos unirmos a outras unidades escolares do entorno, além dos espaços culturais na busca da “inclusão invertida”.

Equipe da E. E. M. Mª Montessori

 

 

Especial? Quem não é? 

 

Difícil saber onde exatamente tudo começou. Nossos amigos foram chegando timidamente... Hora em uma turma, hora em outra... Aos poucos, aqueles sorrisos, às vezes disformes, aquelas corridas desengonçadas, aquelas palavras de difícil compreensão foram se misturando a todos os outros sorrisos, corridas e palavras que julgávamos normais.

 

No começo foi inevitável não sentir medo. Como lidar com tantas diferenças, como sanar suas dificuldades, como corresponder a tantas expectativas? Perguntas, perguntas, perguntas...

 

Nossa escola foi entendendo que nem os maiores pesquisadores, os mais dedicados cientistas, o mais velho dos sábios tem todas as respostas e, então, simplesmente os enxergamos com os olhos da alma e, através deles, somos iguais em nossas diferenças.

 

Foi aí que os muros de nossa escola se estenderam e alcançaram uma outra escola em que os papéis se inverteram e nós é que fugíamos da normalidade.

 

Só nesse momento algumas palavras puderam ser compreendidas por nossas crianças e professores em sua essência... DEDICAÇÃO, SUPERAÇÃO, GENEROSIDADE, AMOR...

 

O impacto dos primeiros momentos foi dando espaço à ternura por aquelas crianças, e à admiração por aqueles profissionais. Impossível não se envergonhar por nossas lamentações diárias diante de tanta felicidade frente aos quase imperceptíveis avanços.

 

Viver um minuto de cada vez, acreditar no impossível, comemorar a VIDA!

 

Como eles têm nos ensinado... Ainda há um longo caminho a percorrer na direção da tão sonhada inclusão social nesse mundo repleto de tecnologia, onde as imagens saltam aos olhos em 3D nos cinemas e computadores, onde a comunicação se dá através de um toque na tela de um celular e onde máquinas podem respirar por nós e nos manter vivos.

 

Nossas crianças têm tido uma oportunidade única de se constituírem não só como cidadãos críticos e autônomos, o que seria a primórdia função de uma escola oportunizar, mas também como seres humanos, solidários e tolerantes, abertos às limitações de seus semelhantes e conscientes de suas próprias.

 

Nessa história não existem professores e alunos, sábios ou aprendizes. Somos pequenos fragmentos do imenso amor de Deus que nos pintou de cores diversas pra nos fazer pensar.

 

Sendo assim, pensemos... MONTESSORI OU HALFELD? Vocês poderiam precisar qual delas é a escola especial?

 

Pois é... NÓS NÃO!

Equipe da E. M. Halfeld

 

 

 

 

Profª Márcia Cristina Alves Representante da 9ª CRE:

E-mail: marciacerqueira@rioeduca.net

Twitter: @marciacrisalves
 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 04/04/2013

Eu quero, eu posso, eu consigo

Tags: 11ªcre.

 

Alunos com distorção entre a idade e o ano escolar são enquadrados pela a SME em turmas de Projeto de Aceleração, para que ocorra um ajuste e esses alunos não percam a vontade de continuar os estudos, nesse sentido a Escola Municipal Gurgel do Amaral abre as suas portas para mostrar um pouco desse trabalho, que motiva os alunos buscando o sucesso escolar e fazendo com que voltem a acreditar no seu potencial.

 

A turma de Aceleração 2, número: 8701 da professora Else, tem trabalhado bastante em equipes, com a experiência de lideranças e desenvolvendo a autonomia. A professora relata que o trabalho com turma é bastante diversificado, com vídeos, músicas, leituras diversas e várias imagens do cotidiano; com isso é possível construir e reconstruir os diversos conteúdos necessários para a conclusão escolar.


Além desse trabalho diversificado, a professora criou um grupo da turma no Facebook, cujo título é: “Eu quero, eu posso e eu consigo”, já que nesse projeto é importante que o grupo esteja em intenso contato, para que a motivação fique sempre bastante elevada. Abaixo temos a foto da turma com a sua professora.

 



No dia da visita a turma trabalhou conteúdos de Língua Portuguesa com a leitura de três textos que tratavam de assuntos iguais, mas com formatos diferenciados, sendo uma poesia, uma história em quadrinhos e uma piada. Após a leitura dos textos que traziam como abordagem uma idosa que tinha a intenção de atravessar a rua, foi visto o Curta Metragem a “A Ilha”, que aborda o assunto da travessia de uma rua. A turma pôde refletir e comparar as diversas leituras.

 



O Texto 1 – com o trabalho de compreensão de um poema e leitura feita em voz alta pelos alunos:

 


 

O texto 2 – com a compreensão de uma história em quadrinhos e interpretação dos personagens pelos alunos.

 



O texto 3 – Com o entendimento de uma piada e leitura feita em voz alta pelos alunos.

 



Após o trabalho com os textos, os alunos assistiram ao vídeo “A Ilha”:

 

 

 

Com a leitura dos textos e a observação atenta do vídeo, foi feito um debate, com a produção de uma reflexão da atividade e execução coletiva dos exercícios de interpretação propostos pela professora.


Concluindo esse belo dia de trabalho, de leituras das cenas cotidianas, interpretação de textos e reflexões sobre a vida, notamos a importância do trabalho de enquadramento dos alunos de uma mesma faixa etária, onde eles passam a se ajudar e perceber as suas potencialidades, tornando real a autonomia e a crença de que serão capazes de conquistar tudo que realmente desejarem.


Agradeço a recepção da Escola Gurgel do Amaral, da Professora Else e da turma 8701, que mostraram que simples atitudes, carinho e dedicação podem modificar vidas.

 

 


Produzido por: Michele Nascimento - candidata à representante Rioeduca na 11ª CRE - 2ª fase do processo seletivo
 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 03/04/2013

Cem Gotas de Poesia

Tags: 3ªcre, educaçãoinfantil, creches, blogsdeescolas.

 

 

 

O centenário do poeta Vinícius de Moraes e do intérprete Jamelão e a preservação da água serão as Cem Gotas de Poesia da Creche Municipal Sylvia Orthof este ano.

 

E o projeto já começou. Em fevereiro, o tema foi o universo do intérprete Jamelão, baluarte da Mangueira. O subprojeto Samba: o Ritmo de Jamelão apresentou este ritmo contagiante aos alunos. As cores da bandeira da escola de samba do coração de Jamelão também foram trabalhadas e a árvore que deu nome à agremiação e seu fruto foram os objetos de estudos dos pequeninos.

 

 

Na primeira infância, o conhecimento se dá através da experimentação, da manipulação concreta. O livro Chuva de Manga, já previsto no projeto político pedagógico, foi o ponto de partida. O fruto da mangueira foi examinado em suas cores e sabor. Foi o tema da Semana da Alimentação da creche e fez muito sucesso. O vídeo resume as atividades que envolveram a aquisição do conhecimento sobre a fruta.

 

 

Já em março, o tema foi a água, fonte da vida, que precisa ser preservada. O Dia Mundial da Água foi celebrado no blog da creche com o registro das atividades realizadas ao longo do mês. Eles experimentaram os estados da água, identificaram as muitas formas de apresentação da água e situações em que ela está presente.

 

 

O subprojeto “Água para beber, limpar, molhar... e aprender a economizar!” sugeriu a leitura de vários livros tendo a água como tema. O objetivo é apresentar a importância do líquido essencial em nossas vidas e como a sua presença é constante. O movimento dela em suas diferentes formas também foi explorado. Água na torneira, da chuva ou no mar, ela está sempre por perto para nos ajudar. É precisa ser preservada. Na C.M. Sylvia Orthof, ela é a melhor amiga de todos e se depender deles não vai faltar.

 

 

O projeto Cem Gotas de Poesia está só começando. Confiram no blog os detalhes dos dois subprojetos já realizados e aguardem as próximas ações. As sugestões de leituras também estão por lá. Deixem seus comentários! Os pequeninos vão adorar! 

 

 

Angela Freitas é Professora da Rede Municipal e

representante da 3ª CRE, no Portal Rioeduca.

E-mail: angela.freitas@rioeduca.net

twitter @angeladario

facebook Angela Regina de Freitas

RIOEDUCA/3ªCRE

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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