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Retornando 38 resultados para o mês de 'Abril de 2015'

Sexta-feira, 24/04/2015

Na minha sala não pega internet, e agora?

Tags: saladeaula, internet.

 

 

Um dos dilemas enfrentados por professores que utilizam ou planejam utilizar novas tecnologias em sala de aula é a falta ou a baixa velocidade da conexão à internet. Aliás, esse é um problema que o país precisa enfrentar ferrenhamente. Segundo Relatório da Akamai, empresa de soluções para internet, o Brasil ocupa a 89ª posição do ranking de internet mais rápida do quarto trimestre de 2014, perdendo seis posições em relação a 2013 – apesar do aumento de 11% na velocidade. No continente americano, estamos em 10º lugar, atrás de países como Colômbia, Equador, Uruguai e Argentina.


É claro que o cenário ideal é uma internet com boa velocidade de conexão e chegando a todos os cantos do Brasil. Contudo, pensando nesse desafio, que é de todas as secretarias municipais de educação do país, a Educopédia disponibiliza algumas alternativas.


Especificamente para os 5º e 9º anos, todas as aulas de Língua Portuguesa e de Matemática estão disponíveis para download em Flash Player. Isso significa que, uma vez salvas na máquina ou em um pen drive, o professor poderá utilizá-las em sala como se estivesse conectado, com os mesmos vídeos, links e animações. É o que chamamos de conteúdo off-line. Além dessas aulas, os livros, minigames, vídeos e as aulas do Pé de Vento do 1º e 2º anos compõem o núcleo off-line.

 


 


Quanto às demais aulas digitais, todas possuem uma versão em Power Point, que o professor pode facilmente baixar e até customizar. A seguir o link com um tutorial para baixar os vídeos do YouTube, que são indicados nas aulas: http://migre.me/pvM5l

 


 


A Educopédia é um REA (Recurso Educacional Aberto) e está licenciada sob Creative Comons (CC BY 3.0 BR), assim, é possível compartilhar e adaptar as aulas à realidade de cada turma remixando, transformando e até criando a partir do material.


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 22/04/2015

Gamificação Apropriada Para Cada Turma

Tags: gamificação, inovação, professores.

 

 

Gamificar a sala de aula é muito simples, porém, como todo game é preciso prestar atenção no tutorial. O professor deve ficar atento no perfil de seus alunos e criar ambientes de aprendizagem de acordo com cada turma. Independente de um tema ou um projeto unificado, o professor deve seguir um modelo padrão de gamificação que podemos sugerir a partir dessas reflexões:

 

 

Como já havia falado, primeiramente é necessário observar o perfil da classe e partir para uma ação, seja um projeto ou até mesmo um trabalho, aí precisa de uma temática interessante que desperte a necessidade e a curiosidade ao mesmo tempo que inspire e extraia a criatividade.

O processo de produção em conjunto ao processo de pesquisa é a chave da avaliação do conteúdo, essa fase os alunos apresentam suas propostas, e elaboram o corpo, ou design do projeto. Assim, eles já possuem o corpo geral e o professor faz uma análise geral em conjunto. É o protagonismo estudantil acrescentando o empirismo do Educador inovador. Cabe agora, uma seleção especial para a realização da programação do produto. Nessa fase, podemos estimular até mesmo a pesquisa online em sala de aula e acompanhar de perto o processo de criação, sem atrapalhar o desenvolvimento criativo dos próprios alunos.

Assim, a metodologia do educador pode influenciar o processo ensino/aprendizagem.

Será preciso traçar um objetivo e um plano de metas, para que o Professor passe a ser um coordenador e orientador do processo. O Professor precisa dar continuidade, supervisionando os resultados. Uma possibilidade é o apoio através das Redes sociais, o uso do Skype e até mesmo do Facebook é fundamental para manter uma comunicação direta e quase integral com os alunos, pois esse processo precisa ser feito fora de sala de aula, pois precisa dar assistência aos programadores e depois ao processo de divulgação.

Mas, a mesma metodologia pode ser usada para gamificar sem o uso da tecnologia, devemos seguir apenas 6 passos.

 


Passo 1 – Entender os resultados esperados de aprendizagem


Antes de tudo, o professor precisa determinar onde quer chegar com a aplicação do jogo. Vale fazer uma lista para definir se o objetivo é adquirir habilidades intelectuais, cognitivas e motoras, ou inspirar novas atitudes por parte dos alunos.


“A primeira atitude é baseada em critérios analíticos, estudar o perfil da escola, comunicação entre coordenação, direção e, se possível, com os colegas. Conhecer os alunos, suas limitações, seus objetivos e habilidades e competências. Com esses dados dá para perceber o nível de motivação e formalizar a estratégia.”


Passo 2 – Escolha um grande tema


Pode ser uma ideia, um tema ou um desafio, desde que seja amplo o suficiente para ser usado até o final do processo de aprendizado. A ideia é que os alunos desenvolvam todos os requisitos de aprendizagem escolhidos anteriormente no decorrer do jogo. Assim, ele será capaz de realizar todas as etapas.


“A escolha do tema geralmente é baseada no conteúdo da disciplina, mas sempre levando em consideração algo que só eles possam criar, que possam inserir sua identidade cultural. Um exemplo está em estimular os alunos a conhecerem de perto problemas ambientais, econômicos ou a história local para, a partir daí, dividir tarefas entre pesquisas, fotografia, desenhos, mapeamentos, entrevistas, tudo isso antes mesmo de começar a criar um game”.


Passo 3 – Crie a estrutura do jogo


Entenda como o jogo vai funcionar, desde o seu princípio até as atividades práticas. Determine onde e quais serão os desafios que os alunos vão encontrar em cada uma das etapas.


“Depois de recolher informações sobre um museu, por exemplo, cada equipe deve produzir um tabuleiro com casas e caminhando jogando dados (produzidos por eles). Ao cair em uma dessas casas (que terá informações sobre o museu pesquisado), cada aluno deve cumprir a tarefa proposta, como responder a uma pergunta, voltar três casas ou desafiar outro membro. Nas revoltas regenciais, por exemplo, eu dividi os alunos em quatro grupos, cada um responsável por um evento: Sabinada, Balaiada, Cabanagem e Farroupilha. Depois de criarem os tabuleiros, que se pareciam com os do jogo Detetive, eles produziam as cartas com soldados, personagens históricos e fictícios e começavam a investigação.”


Passo 4 – Faça um projeto das atividades de aprendizagem


Estabeleça conexões com o conteúdo da disciplina, determinando onde será necessário recordar determinados assuntos, questionar os alunos e oferecer feedback sobre o aprendizado.
 

“Ao concluir, o jogo deve ser apresentado para os outros grupos, que passam de protagonistas para juízes. Os alunos experimentam, observam e analisam o quanto é possível aprender e ensinar com o processo de produção. São submetidos a testes de observação e reflexão de todos elementos que constituíram a produção.”


Passo 5 – Monte os times


Há um estímulo ao aprendizado quando as equipes criam desafios umas às outras. Divididos em times, os alunos são obrigados a lidar com a competitividade e com as relações de igualdade e ética que o ato de jogar impõe.

“Esses alunos poderão perceber o quanto podem aprender com a produção, ao experimentar e brincar com o produto final. A gamificação é mais interessante e atinge melhores resultados se for construída colaborativamente.”


Passo 6 – Aplique os jogos


Na hora de jogar, é importante lembrar que, em meio a tantos desafios e novos aprendizados, os alunos precisam ter liberdade para fazer suas escolhas e se divertir. Bom jogo!


“A liberdade de criação pode ser limitada ao tema escolhido. Os alunos têm total liberdade, por exemplo, para escolher os personagens e o enredo do jogo, mas tudo depende desse tema. Se o game desenvolvido for ambientado na colonização, o personagem não pode usar um carro. Só um carro de boi. O papel do professor é acompanhar para fazer os ajustes necessários para manter o caráter didático. A criatividade se desenvolve com exercícios de criação mas, antes de mais nada, o professor precisa trazer um panteão de referências com outros games, desenhos animados, fotografias e boas histórias para ampliar a imaginação dos alunos”.
 


 

 

 

Rodrigo Ayres de Araujo

Barão do Pirapora

Professor de História e Game Designer

 

 

 

 

 


 

Se quiser ler mais sobre inovação, abra o link abaixo:

 

Educar Para Inovar e Inovar Para Educar 
 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 21/04/2015

Jornal Coração da Pedreira

Tags: 6ªcre.

 

 

 

O EDI Sebastião Tavares do Nascimento publicou no mês de março a 31ª edição do Jornal Coração da Pedreira. Ele mostra o dia a dia de alunos e professores. Vamos conhecê-lo?

 

O EDI Sebastião Tavares do Nascimento atende alunos da Educação Infantil, de 4 e 5 anos, em horário integral. Ele fica localizado em Pavuna, no Complexo da Pedreira, Costa Barros. A prof.ª Andréia Teixeira, Diretora Geral, conta com a ajuda das professoras Rosangela, Diretora Adjunta e Maria aparecida, Coordenadora Pedagógica para realizar um trabalho de excelência com as crianças e com a comunidade.

 

Um desses trabalhos é a publicação do Jornal Coração da Pedreira, que é um dos canais de comunicação do espaço de desenvolvimento infantil com a comunidade escolar. A ideia do jornal surgiu após uma atividade da escola sobre o Dia das Crianças.

 

Há cinco anos o bloco sai pela rua contornando a escola

 

Neste dia foi feito o teatro “João e Maria” e, para a tristeza de todos, ocorreu uma operação policial na comunidade, que ocasionou a redução da presença de alunos e responsáveis. Estes lamentaram profundamente não terem participado e quiseram saber como tudo havia acontecido através das fotos.

 

A partir deste fato, a equipe escolar resolveu montar um jornalzinho contendo tudo o que havia acontecido naquele dia e distribuí-lo para toda a comunidade. O jornal foi bem aceito pelos responsáveis e pela vizinhança, que estão em total sintonia com a escola.

 

Este foi apenas o início de um dia com muitas emoções

 

Então, em outubro de 2010, foi impressa a 1ª edição do Jornal Coração da Pedreira. Nele há elogios, destaques do mês em desenhos, atividades realizadas pelos alunos, pelos professores, responsáveis e amigos da escola

 

O jornal é impresso nos meses de março a junho e agosto a novembro. Em alguns meses, como o de agosto, há duas edições, uma pelo Dia dos Pais e outra pela Semana de Educação Infantil e Folclore. Raramente o encerramento do ano letivo sai no jornal, pois os alunos entram em recesso.

 

Sob a regência da auxiliar de cozinha Fabiana, os alunos cantaram o Hino da Cidade Maravilhosa

 

A montagem do jornal é feita a partir de fotos que os professores e a coordenadora pedagógica tiram das atividades realizadas em sala de aula, por parceiros ou em situações que flagram pelo pátio. Elas são enviadas para o WhatsApp do grupo da escola e a coordenadora faz a edição, após uma triagem.

 

A 31ª edição do jornal Coração da Pedreira trouxe o bloco dos alunos do EDI Sebastião Tavares, que recebeu o nome de "Sou Mais Meu Rio" e fez uma homenagem aos 450 anos da Cidade do Rio de Janeiro. Não faltou alegria, criatividade e muito charme!

 

Lanchar com o Prefeito e conhecer um Palácio foi como viver um Conto de Fadas

 

Em seguida, o jornal mostra a visita dos pequenos aos pontos turísticos da Cidade maravilhosa. Algumas crianças nunca tinham visto o mar. Na Lagoa Rodrigo de Freitas viram o Cristo Redentor de perto e vibraram como túnel depois de saberem que para ligar um lado ao outro, fizeram um buraco na pedra. Foi apenas o início de um dia de muitas emoções.

 

No passeio ao Teleférico, os alunos sentaram nas escadas para uma foto e, de forma espontânea, uma criança começou a cantar o Hino da Cidade. Em segundos, se fez ouvir um lindo coral infantil. Os turistas que desciam as escadas paravam e ficavam apreciando aquele coral de anjos. 

 

O mês de fevereiro foi marcado pela comemoração do aniversário do aluno Davyd (EI-13), com seus amiguinhos

 

O jornal fecha sua edição com o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que abriu as portas do Palácio da Cidade para mostrar o seu local de trabalho e lanchar com os alunos. Foi como viver um Conto de Fadas!

 

Como vimos, o jornal Coração da Pedreira tornou-se um registro, um elo entre a vizinhança, as famílias e a escola. Ele leva a escola para dentro da casa dos alunos com fotos, trabalhos, atividades pedagógicas e sociais desenvolvidas pelo espaço de desenvolvimento infantil.

 

Parabéns a toda equipe do EDI Sebastião Tavares pelo trabalho de excelência que realizam com os alunos da Educação Infantil. É um orgulho tê-los como parceiros na 6ª Cre! 

 

Quer ter o seu trabalho divulgado no Portal Rioeduca? Entre em contato com a representante de sua CRE! Será um prazer ter você por aqui!

 

Prof.ª Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª CRE
Facebook: patrícia_pff@yahoo.com.br
E-mail: pferreira@rioeduca.net


 

                               

 


   
           



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Terça-feira, 21/04/2015

Inscrições Abertas Para o 7º Concurso de Desenho e Redação da CGU

Tags: desenho, concurso, aluno.

 

 

 

A Controladoria-Geral da União (CGU) realiza a 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação, com o tema “Pequenas Corrupções – Diga não”.

 


Em 2015, a Controladoria-Geral da União (CGU) realiza a 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação. Com o tema “Pequenas Corrupções – Diga não”, o objetivo da iniciativa é despertar nos estudantes o interesse por assuntos relacionados ao controle social, à ética e à cidadania, por meio do incentivo à reflexão e ao debate desses temas nos ambientes educacionais. O prazo para envio dos trabalhos se encerra no dia 30 de junho de 2015.


Na categoria “Desenho”, poderão participar alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Enquanto na categoria “Redação”, poderão participar alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ao 3º ano do Ensino Médio, incluindo alunos matriculados na modalidade jovens e adultos (EJA). O concurso é voltado a estudantes de escolas públicas e privadas do país.


Os trabalhos poderão ser enviados até 30 de junho de 2015 por correio ou por formulário eletrônico que será disponibilizado pela CGU a partir do dia 30 de abril.

 

Para saber mais e ter acesso ao REGULAMENTO e as FICHAS e FORMULÁRIOS de participação basta clicar na imagem abaixo

 

 


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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