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Retornando 25 resultados para o mês de 'Abril de 2018'

Segunda-feira, 16/04/2018

Calculadora Sim! Por Que Não?

Tags: 1ªcre, projetos, matemática.

 

Professora de Matemática faz uso do app “calculadora” dos smartphones para que os alunos descubram que nem toda raiz é exata

 

 

 

 

Gisele Pinheiro Sátyro, Professora de Matemática do Ginásio de Artes Vicente Licínio Cardoso, localizado no bairro da Saúde, zona Portuária do Rio, adaptou a ideia retirada do Caderno Pedagógico do 8º ano.

 

 

 

 

O caderno mostra como utilizar a calculadora para realizar cálculos de raiz quadrada. A professora sugeriu que os alunos utilizassem o aplicativo do smartphone, fazendo uso das novas ferramentas tecnológicas a favor de aprendizagem.

 

 

 

 

Em sua atividade, a Gisele nos conta que, a partir da projeção da página do Caderno Pedagógico no quadro, utilizando datashow, os alunos abriram o aplicativo calculadora nos aparelhos. Ela os instruiu como utilizar a ferramenta e assim, os alunos realizaram os cálculos , preenchendo o quadro no caderno com os resultados encontrados, além de classificar os números como Racionais ou Irracionais.

 

 

 


Aparentemente simples, a atividade trouxe movimento, motivou e dinamizou a aula de matemática, ajudando a aproximar os alunos dos símbolos e funções através de operações computacionais, além de proporcionar um outro instrumento para análise e gabarito de atividades diversas.

 

 

 

Para enriquecer - Leia postagem do site Olhar Digital:

 

8 razões para defender o uso do celular na sala de aula
 

O número de celulares se aproxima do número de habitantes do planeta. Segundo levantamento da União Internacional de Telecomunicações, até o final do ano, chegaremos bem perto dos 7 bilhões de aparelhos em funcionamento – o que representa 96% da população da Terra. Mas tem alguns lugares em que ele não é nada bem-vindo. E não estamos falando apenas do cinema... nas salas de aula o dispositivo continua proibido – pelo menos na maioria dos colégios.


Mas tem gente que discorda dessa proibição. Entre esses, ninguém menos que a ONU, por meio de sua agência para a educação, a UNESCO. No documento “Diretrizes de Políticas de Aprendizagem Móvel”, a Unesco defendeu o celular na escola, inclusive dentro da sala de aula como recurso didático e pedagógico.

 

A Unesco espalhou especialistas em todo o mundo para criar um guia sobre o tema. Mas, para especialistas em Educação, antes de defender o incentivo do uso de tecnologias móveis dentro da sala de aula, é preciso estabelecer regras claras de uso.

 

No documento, a Unesco também discute a necessidade de se treinar os professores para que eles lidem com a tecnologia dentro da sala de aula.


O problema é que no Brasil, na maioria dos casos, existe certa resistência por parte dos professores em incorporar novas tecnologias. Para muitos, sala de aula é lugar de desligar o celular e ponto final. (...) Mas, a agência o defende e até preparou uma lista com bons motivos para transformar cada vez mais o celular em ferramenta pedagógica. Eis alguns dos itens da lista:

 

1. Ampliar o alcance e a equidade em educação
2. Ajudar alunos com deficiência
3. Otimizar o tempo na sala de aula
4. Permitir a aprendizagem em qualquer hora e lugar
5. Aproximar o aprendizado formal do informal
6. Facilitar o aprendizado personalizado
7. Melhorar a comunicação e aprendizagem contínua
8. Maximizar a relação custo-benefício da educação


Disponível em : https://www.olhardigital.com.br/video/8-razoes-para-defender-o-uso-do-celular-na-sala-de-aula/45289
 

 

Parabéns Professora Gisele! Ideias aparentemente simples fazem a diferença e contribuem significativamente para a aprendizagem de nossos alunos!

 

Para Saber Mais:

Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso (GEA)

Telefone: 2253-4643

E-mail: emvlcardoso@rioeduca.net

Diretor: Niverton Antunes

Diretora Adjunta: Lucimara Espíndola

Coordenadora Pedagógica: Ines Resende

Professor Responsável pela Atividade :Gisele Pinheiro Sátyro – PEF de Matemática

 


 


   
           



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Segunda-feira, 16/04/2018

V Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente – CNIJMA

Tags: 6.ª cre, dia mundial da água.

 

O Dia Mundial da Água é comemorado no dia 22 de março e os professores da E.M. Paraíba aproveitaram esta data para desenvolver várias atividades, buscando a conscientização da comunidade escolar a respeito dessa valiosa substância.

 

Vamos conhecer o trabalho desenvolvido pela equipe?

 

Participantes da Conferência sobre a água

 

A E.M. Paraíba realizou a V Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente – CNIJMA, no dia 22/03. “Vamos cuidar do Brasil, cuidando das águas!” foi o tema escolhido para este grandioso evento. A atividade envolveu todos os alunos e professores da Unidade Escolar e teve por objetivo realizar momentos de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas que pudessem ser realizadas no dia a dia, para resolver o problema da falta de água, num futuro bem próximo. 

 

Diversas atividades foram realizadas anteriormente. Os alunos apresentaram poesias, músicas, paródias, cartazes e jograis. Foi um dia muito animado e de muita descontração. Os professores orientaram muito bem a seus alunos e despertaram em cada um deles uma conscientização e valorização em relação ao cuidado com a água. 

 

Apresentação dos alunos dos 1º, 2º e 3º anos

 

 

Apresentação dos alunos dos 3º, 4º e 6º anos

 

 

Apresentação dos alunos dos 4º, 5º e 6º anos

 

 

Várias ações foram planejadas, pelos alunos e professores, para serem desenvolvidas diariamente, em casa e na escola, buscando a preservação desse recurso hídrico, como: não usar a mangueira como vassoura para eliminar a sujeita do quintal e da calçada, reduzir o tempo no banho, desligar a água, enquanto estiver escovando os dentes, usar a água despejada pela máquina de lavar roupa para limpar o quintal e a calçada, entre outras. Todos se comprometeram a ter estes e outros cuidados em busca da preservação da água do planeta.

 

 

Participaram da conferência as professoras Nancy Correntes (supervisora pedagógica), Lyana Bueno (Assistente da GED) e Jaqueline Guabiraba (Gabinete da 6ª CRE). Elas prestigiaram o evento e ficaram muito felizes com a atuação dos pequenos. Os trabalhos apresentados foram muito importantes para o conhecimento de todos sobre a importância da água para o nosso meio ambiente e como devemos economizá-las.

 

 

Participação dos alunos na conferência

 

 

Apresentações diversas na conferência

 

 

Apresentação musical

 

 

“Os alunos se envolveram muito na discussão sobre a importância da água, sobre o cuidado e a consciência acerca desse tema. A maioria levou esses sentimentos de responsabilidade para suas residências e conversaram com seus familiares em relação à valorização da água e o respeito a esse bem tão precioso. Meus alunos fizeram uma paródia da música “Despacito” e criaram a “Desperdício”. Foi um momento de muita alegria e aprendizado”.relato da prof.ª Luciene Percy – 6º ano

 

 

“O tema explorado foi muito pertinente para o momento em que vivemos. Aqui o evento foi de extrema importância para que nossos alunos se conscientizem e levem essa mensagem para outras pessoas. A próxima geração pode fazer melhor com relação à questão da água potável e o cuidado com ela. Meus alunos fizeram uma parceria com a professora da sala de leitura, Elissandra Moraes, que trabalhou a parte teórica com eles sobre a abordagem do tema, e eu trabalhei charges para que pudesse haver um entendimento bem-humorado e fosse mais fácil a compreensão da problemática. Finalizando, os mesmos fizeram uma paródia da música “Que tiro foi esse?” e que se transformou em “Que desperdício é esse?”, a letra construída foi aplaudida por todos os presentes”. falou a prof.ª Hildene Alves – 5º ano

 

 

Apresentações das turmas

 

 

Exposição de trabalhos

 

 

Exposição de trabalhos

 

 

“Achei que todas as turmas apresentaram muito bem os trabalhos e a escola estava muito envolvida nas atividades. A minha turma fez uma paródia que “bombou”. Todos participaram e ficaram alegres nesse momento. O melhor de tudo foi a mensagem passada para todos, que devemos preservar e conservar esse bem tão precioso para a nossa e para as futuras gerações”. relato da aluna Kamili Rodrigues – 6º ano/representante do CEC

 

 

Como vimos, a V Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente – CNIJMA foi um verdadeiro sucesso e conseguiu alcançar o seu objetivo principal, que foi refletir sobre o desperdício de água no planeta e pensar em atitudes práticas para serem realizadas no dia a dia, em busca da preservação desse bem precioso.

 

 

Parabéns a toda equipe da E.M. Paraíba pelo trabalho desenvolvido! É um orgulho tê-los na 6.ª CRE!

 

Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pela equipe da E.M. Paraíba? Entre em contato com a Unidade Escolar!


E.M. Paraíba

E-mail: emparaiba@rioeduca.net

Telefone: 3358-0960 / 3358-0877


Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!
 


   
           



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Sexta-feira, 06/04/2018

É hora de sintonizar: Rádio Cantos e Encantos no Ar

Tags: cre10, 10ªcre.

 

A equipe da Creche Municipal Miriam Pires aposta sempre em um bom projeto político pedagógico e um projeto pedagógico anual expressivo, para fundamentar e nortear suas ações

 

A E/CRE (10.19.632) Creche Municipal Miriam Pires está localizada na Rua 9, s/n°, Jardim Palmares em Paciência e atende a 6 turmas, com 150 alunos distribuídos nos grupamentos: Berçário, Maternal I e Maternal II, tendo como diretora, a professora Isabel do Nascimento Andrade Leite, como diretora adjunta, a professora Karla Christina Guedes Lippi, e como Professora Articuladora, a professora Rosilane Domingos Pereira Rão.

 

Equipe de direção da Creche Municipal Mirian Pires

 

Em 2017, a unidade escolar apostou na musicalização como eixo principal do seu projeto anual e fez toda criançada dançar, cantar e aprender. As atividades foram sintonizadas na “Rádio Cantos e Encantos”, com esta temática foi realizada uma divertida viagem dos clássicos aos atuais grupos musicais infantis.

 

" A música, que passa de geração para geração é uma das linguagens mais antigas da humanidade e faz parte de nosso contexto educacional. Ela possui um papel importante na educação das crianças, contribuindo para o desenvolvimento psicomotor, socioafetivo, cognitivo e linguístico, além de ser facilitadora do processo de aprendizagem e uma grande aliada no crescimento saudável. Nesta perspectiva, foi entrelaçado a rotina e os eixos curriculares da Educação Infantil às músicas, grupos musicais e vídeos que fazem parte do dia a dia dos nossos pequenos. " afirma a diretora Isabel.

 

O projeto pedagógico anual intitulado como: “É hora de sintonizar: Rádio Cantos e Encantos no Ar!”, foi subdividido em 4 subprojetos:

 

No 1º subprojeto foi apresentado aos alunos o projeto musical “Grandes Pequeninos”. A inspiração foi embasada nas músicas e vídeos do projeto composto pela família do músico Jair Oliveira, Tânia Khalil e suas 2 filhas. O projeto aborda o universo mágico dos primeiros momentos do bebê e de sua convivência com pais e agregados. Através da música e da imaginação, a comunicação inicial do ser humano torna-se amor, arte e poesia.

 

Cartazes relacionados aos vídeos dos Grandes Pequeninos

 

O trabalho desenvolvido pela Unidade Escolar foi voltado para a essência do que é ser criança, explorando o eu (identidade), o outro (socialização) e elementos que fazem parte da rotina como, por exemplo: desfralde e ida ao banheiro, cair e levantar sem chorar, imaginação, hora da refeição, família, amigos e muitos outros assuntos próprios da idade.

 

No 2º subprojeto foi trabalhado o projeto musical “Abrindo a caixa de música – Uma viagem pelos sons e palavras de Bia Bedran”. A inspiração foi pautada nas músicas e literatura desta grande artista. Neste subprojeto foi abordada a arte de cantar e contar histórias, possibilitando, assim, o enriquecimento da criatividade e imaginação das crianças. O trabalho foi voltado, também, para a aquisição do hábito da leitura, utilizando recursos musicais e teatrais. Além disso, foi possível trabalhar o movimento e a expressão corporal, através da linguagem lúdica dos musicais da artista.

 

Os encantos da ludicidade na contação de histórias, na abertura das caixas de Bia Bedran

 

 

No 3º subprojeto, as crianças conheceram o musical “Um universo de encantos! Os brinquedos musicais da Palavra Cantada”. A inspiração foi nas músicas e vídeos do projeto composto pela dupla de músicos Paulo Tatit e Sandra Peres e na coletânea de canções infantis da Palavra Cantada, porém com o olhar mais voltado para a dança (movimento e expressão corporal) e para as atividades folclóricas, como cirandas e músicas que fazem parte do cancioneiro popular.

 

 

Apresentação da turminha EI 22 – Maternal 1 com a música “Menina Moleca” da dupla Palavra Cantada que faz menção a festa folclórica do Bumba Meu Boi

 

 

Por fim, foi trabalhado o projeto musical “Desembarcando na Estação Brincadeira! A Rádio Maluca de Zé Zuca.”. A inspiração foi nas músicas e histórias deste grande artista. Neste subprojeto foi abordada a arte do criar, cantar e contar histórias, explorando o rádio como veículo de comunicação.

 

Este trabalho teve como foco o desenvolvimento da imaginação, da criatividade e da percepção auditiva, utilizando recursos musicais e teatrais. Também foram trabalhados alguns temas como animais, alimentação, meios de transporte e outros, através da linguagem lúdica do Projeto Estação Brincadeira – Na Escola, onde foram reproduzidos os programas de rádio realizados pela Rádio Nacional em parceria com a Rádio MEC.

 

Em 2018, “O caldeirão de ideias fervilham”, brinca a diretora Isabel que compara o trabalho de desenvolvimento de projetos com um enredo de escola de samba. Idealizar a temática juntamente com o grupo e acompanhar o planejar e o executar é muito gratificante, pois você pode ver saindo do papel ao longo do ano, tudo que foi elaborado em conjunto. Realmente é ver a sua escola “desfilar” apresentando tudo o que for de mais bonito e lúdico. É um trabalho de um ano inteiro, com toda uma equipe envolvida e comprometida em fazer o melhor repasse dos primeiros conhecimentos pedagógicos aos nossos bebês. Ver o desenvolvimento dos alunos, através de práticas pedagógicas bem executadas, não tem preço. — afirma Isabel.

 

Parte da equipe da Creche Municipal Mirian Pires

 

 

Acreditando sempre que o projeto pedagógico anual é o coração da escola, a mola propulsora e o que impulsiona todas as práticas, a Creche Municipal Miriam Pires inicia o ano de 2018 com mais um Projeto Pedagógico Anual que promete ser bem sucedido.

O Projeto Político Pedagógico deste ano é “COM PEQUENAS MÃOS, CONSTRUÍMOS O NOSSO MUNDINHO”, que também é uma grande aposta em um trabalho que envolve os temas geradores: Sustentabilidade e Solidariedade.

A proposta da equipe é fazer um trabalho de conscientização e valores entre crianças e familiares, inspirado na coletânea de livros “O Mundinho” da autora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen.

 

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.632) Creche Municipal Miriam Pires
E-mail: cmpires@rioeduca.net
Telefones: 3395-5928 / 3354-1786

 

 


 


   
           



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Quinta-feira, 05/04/2018

E.M. BERNARDO DE VASCONCELOS vivenciando o PROJETO SER E PERTENCER

Tags: 4ªcre, mutirão, ser, pertencer.

 

E.M. BERNARDO DE VASCONCELOS vivenciando o PROJETO SER E PERTENCER

 


Com o objetivo de valorizar o espaço escolar e desenvolver o sentimento de pertencimento à escola e ao bairro da Penha, o projeto oportunizou aos alunos alçarem voos mais altos. No ano de 2017, a direção se aposentou e com isso, foi aberta vacância para o cargo de gestão. A partir de então, dois professores da escola: Daniela Azini, docente de História e Marcelo Martins docente de Matemática, decidiram montar uma chapa para assumir a escola.

 

 

Com a entrada de ambos na direção, eles propuseram uma gestão mais democrática, uma Escola aberta a comunidade escolar e que trouxesse o aluno para o exercício do protagonismo. Nesse contexto, surge o Projeto Pedagógico elaborado denominado: SER E PERTENCER. A ideia era desenvolver o sentindo de pertencimento dos alunos, uma vez que, os estudantes só passariam a valorizar a escola, quando se entendessem pertencentes a ela e ao bairro onde moravam.

 

 

 

 

 

O marco da nova gestão e do projeto foi o Mutirão organizado para a reforma da quadra. Um espaço que mesmo longe do ideal, era utilizado para as aulas de Educação Física, que mesmo com grandes dificuldade possuia um grande quantitativo de frequência, pois os alunos colocavam suas meias e chuteiras para jogar futebol. Eles acreditavam e gostavam.

 

 

 

Após muitas conversas com os alunos, a equipe da escola empenhou-se em promover a reforma do que viria a ser uma verdadeira quadra.

Para arrecadar fundos a Banda da Escola, juntamente com todos os alunos da escola, foram às ruas da região tocar e pedir a colaboração da comunidade. A ideia foi aceita com entusiasmo e, em três dias, foram arrecadados quase R$ 3 mil.

O dinheiro foi utilizado para comprar todo o material. Mas e a mão-de-obra? Decidiram convocar a comunidade: alunos, professores, ex-alunos, pais de alunos e moradores que se voluntariaram nessa causa. 

 

 

 

Marcelo Martins dizia em todo o tempo no mutirão: “Uma escola sendo reconstruída pela comunidade”. Hoje, o lugar é usado nas aulas de Educação Física e também funciona como um auditório a céu aberto.

 

 

 

Um segundo desafio foi lançado: como mudar as paredes cinzentas e o clima denso que a escola trazia? Foi então que um ex-aluno da Bernardo e hoje artista local renomado, Angelo Campos, decidiu fazer uma intervenção com seu trabalho na escola.

 

 

 

A partir de então, o  muro da escola se transformou, ganhou uma arte linda com uma mensagem impactante coroada com a frase de Rubem Alves: “Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo”.

 

 

 

Com o apoio do artista e mobilização dos alunos, os muros e corredores deram vida à história do mundo, da escola e de seus alunos, por meio de painéis que destacam a herança africana.

 

 

Figuras como Albert Einstein e Nelson Mandela, mensagens motivacionais e contra o preconceito.

 

 

 Árvore da Memória com a imagem das três professoras que estão há mais tempo na unidade.

 

 

A escola ganhou cor e personalidade e se transformou em uma galeria de arte.

 

 

 

A intervenção do grafite ganhou uma dimensão pedagógica que transbordou as expectativas. Uma delas aconteceu com o aluno João Victor Paiva, 15 anos, que foi pego pichando e seria utilizado o regimento escolar, mas que teve como alternativa trabalhar diretamente com Angelo e aprender o grafite. “Eu não gostava de ir à escola. Pichava a carteira, o teto, as paredes, queria me expressar. Mas trabalhar com o Angelo foi o melhor "castigo" que tive em toda a minha vida. Cobri as pichações e ele me ensinou a grafitar. Pessoas da comunidade começaram a oferecer o muro de suas casas para grafitarmos! E o crédito é todo do Angelo. Hoje, eu gosto e tenho vontade de vir!”, comentou o adolescente.

 

 

 

As mudanças não ficaram apenas no espaço físico. A escola passou a ouvir mais os estudantes, a ressignificar e contextualizar conceitos, linguagens e projetos. A campanha Aqui é um Lugar de Paz proposta pela SME por exemplo, tornou-se na escola “Aqui é o Lugar da raPAZiada.”  No desenvolvimento do projeto foi discutido com os jovens os tipos de violência e a escola como lugar de paz.


Outra prática pensada foi uma nova abordagem pedagógica em que História da Penha dialogasse com as Orientações Curriculares da SME. Dessa maneira, as aulas eram protagonizadas por relatos, memórias e histórias de moradores, pais e alunos. 

 

 

 

Para entender o território e conhecê-lo, os alunos produziram mapas afetivos desenhando o trajeto deles, de casa até a escola, mostrando cada detalhe que eles viam no percurso. Além disso, foi organizado com os alunos o Pega a visão - O dicionário da rapaziada, que reúne gírias e expressões comuns no universo dos adolescentes da região. “A gente tem que aprender como falar em outro lugar. Então, quem vem à favela tem que aprender a nossa linguagem também”, destaca uma aluna, em frase exposta na “capa” do documento.

 

Eles se sentem super-representados! Com o uso dessas expressões durante as aulas, as mesmas ficaram muito melhores. Percebendo dificuldades em alguns conteúdos, foi utilizado o recurso de criação de  paródias e de funks, como por exemplo:


“Luís XIV, chefe da favela.
Manda na França e em tudo que tem nela...
França é potência e não gosta da Inglaterra.
Tá se preparando pra tomar as terras dela.
Luís XIV, chefe da favela.
Manda na França e em tudo que tem nela...
Todo o poder é dele, ele é o Estado.
Absolutismo é: “tá tudo dominado”.”

 

 

 

 

 

Além dessas propostas, são promovidas na escola rodas de conversa e palestras sobre temas como depressão, homofobia e intolerância religiosa. O projeto Ser e Pertencer é um alicerce para todo o trabalho. Os alunos deram outro significado para a escola: cuidam e são tão responsáveis por isso quanto todos que lá estão.

 

Um momento especial – aniversário de 51 anos da escola com a presença do Secretário Municipal de Educação, César Benjamin.

 

Além do trabalho com o Ensino Fundamental, a Unidade Escolar também organiza um Pré-Vestibular Estudando Pra Vencer, um pré-social, no qual os professores trabalham voluntariamente. O Pré-Vestibular atende a ex-alunos da escola e moradores da favela da Vila Cruzeiro.

 

Parabéns para a escola pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre a escola: E/CRE (04.11.002) Escola Municipal Bernardo de Vasconcellos
Gestores: Daniela Azini e Marcelo Martins
Endereço: Pça. Santa Rosalia, 100
Tel: 3886-0788 2573-4239
Email: embernardo@rioeduca.net  

 

 


   
           



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