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Retornando 48 resultados para o mês de 'Maio de 2013'

Quinta-feira, 16/05/2013

Entendo o Passado Utilizando uma Ferramenta do Futuro

No início dos anos 90, a internet ganhou ares de que vinha para ficar. Logo se pensou que seria uma grande ferramenta para ser utilizada no meio educacional; os visionários se desdobravam em inúmeras formas de aplicação, mas com poucos resultados práticos.

 

O tempo passou e, como toda ferramenta, o seu uso foi se aperfeiçoando em vários setores. No entanto, no meio educacional, percebeu-se que os professores e pedagogos encontraram um desafio a mais: Como utilizar a internet não apenas como um gerador de conteúdo, mas como um elemento capaz de interagir, gerar conhecimento e, principalmente, provocar interesse no aluno para utilizar essa ferramenta a seu favor?

O advento das redes sociais e a sua consolidação na vida das mais diversas camadas sociais, somadas ao desejo do Professor de História Marcelo Freire, da Escola Municipal Rodrigo Otávio e da Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes, ambas da 11ª CRE, em promover o debate com seus alunos e orientar a pesquisa escolar dentro de uma infinidade de informações, fez surgir uma metodologia inovadora e eficaz no processo de aprendizagem.

 

 

 

 

O Professor Marcelo Freire percebeu que o Orkut e, atualmente, o Facebook apresentavam todo potencial para se tornar uma ferramenta interessante para se apresentar textos, imagens e vídeos, uma vez que, o aluno visita frequentemente esse ambiente virtual e, dessa forma, poderia aproveitar essa oportunidade para estimular o mesmo a participar ativamente de um debate ou até mesmo dando um simples “Curtir” em publicações direcionadas por segmento.
 

 

O processo se baseia em transformar a área de comentário em um “Chat”, onde o aluno, ao fazer sua pesquisa, deixa alguma informação como um link ou sugestão de leitura de algum texto. Dessa forma, o professor acompanha a pesquisa também apresentando sugestões ou filtrando informações. O mais interessante, segundo o Professor Marcelo Freire, é que, muitas vezes, acontece uma interação entre os alunos, onde desafios são lançados com diferentes perguntas em diferentes níveis de complexidade; repostas são apresentadas e comentadas por outros alunos, antes mesmo da visualização do professor. Isso proporciona aos alunos dialogarem sobre determinados temas entre si, criando uma verdadeira REDE de trabalho.

 

Dessa forma, o famoso “Ctrl+C e Ctrl+V” é substituído por uma pesquisa orientada, discutindo as fontes, gerando um bom número de comentários e permitindo com que o aluno desenvolva o trabalho ao seu tempo e no horário mais oportuno.
 

 

O trabalho desenvolvido pelo professor Marcelo Freire permite até mesmo que, o aluno que muitas vezes não se posiciona em sala de aula se expresse e interaja no ambiente virtual, surgindo uma grande oportunidade de iniciar um processo de socialização a partir da interação promovida. E por falar em sala de aula, esse espaço se torna mais importante do que nunca, uma vez que os debates são estendidos para a aula presencial, o aluno de alguma forma familiarizado com o assunto contribui muito mais com a aula estimulando ainda a participação dos demais que, por algum motivo, não têm acesso à internet.
 

 

O trabalho do Professor Marcelo Freire não está finalizado, muito pelo contrário, a cada ano é aprimorado e adaptado às transformações e necessidades que surgem na mesma velocidade das evoluções tecnológicas, mesmo com toda força do Facebook, hoje tem-se a convicção de que a qualquer momento poderá surgir um novo meio de interação. Apesar dos pessimistas do início dos anos 90 declararem o risco de extinção do papel do professor, percebe-se mais do que nunca, a importância da orientação, atenção às necessidades dos alunos, adaptação e reinvenção sempre foram e continuarão sendo as principais funções que dão sentido ao papel dos profissionais de educação.

 

Texto do Professor Marco Antonio Alves Pereira.

Participante da segunda etapa do processo seletivo para representante da 11ª CRE. 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 16/05/2013

O Trabalho das Escolas no Mundo Virtual

Tags: 11ªcre, internet, divulgação, conhecimento.



A disponibilidade e fácil uso da tecnologia possibilitou o acesso de todos às informações. As redes sociais podem unir alunos, professores e escolas fora do ambiente escolar.

 


Hoje em dia, o mundo, incluindo nossos alunos, está sempre online, o que pode manter as pessoas em contato o tempo todo. Para aproveitar essa conjuntura, as escolas criaram blogs e grupos no Facebook, onde divulgam calendários, atividades, trabalhos que podem ser feitos com o auxílio da internet e informações que podem ajudar os alunos a estudar e, também, a ter uma maior cultura geral. É o caso de escolas como a E. M. Belmiro Medeiros e a E. M. Rodrigo Otávio (ambas da 11ª CRE). As duas escolas mantêm blogs muito interessantes.

 


A E. M. Belmiro Medeiros mantém um blog sobre sua Sala de Leitura (http://saladeleiturabelmiromedeiros.blogspot.com.br/), onde dá dicas de livros, explica termos literários, fala sobre projetos da escola e há um espaço para os professores da escola falarem para os alunos.

 


Página inicial do blog “Sala de Leitura”

 

No blog, há uma postagem muito interessante sobre a verdade dos contos de fada, onde conta as versões originais das nossas histórias preferidas.

 

 

A E. M. Rodrigo Otávio mantém um blog sobre a escola de modo geral (http://emrodrigootavio.blogspot.com.br/). Nesse blog está retratado o dia a dia da escola, mostrando para todos o que acontece com cada turma:  Os projetos dos professores, os eventos da escola, projetos futuros, como o Café Literário (evento sobre poesia), que escolherá os 5 poemas que serão enviados para participar do projeto Poesia na Escola, da SME.

 



Quem ainda não conhece o trabalho virtual dessas escolas, precisa conhecer. Trata-se de  um conteúdo extremamente interessante e inspirador para aplicar alguma das ideias em sua escola ou comunidade.

 

 

Renata Araujo de Souza,  lotada na E. M. Rodrigo Otávio,  é candidata à representante Rioeduca. Ela é da 11ª CRE.

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 16/05/2013

O Mundo Visto por Outros Prismas

 

 

 

O professor Dalton Borba, da E. M. Rodrigo Otávio, criou com os alunos do 6º ano diferentes formas geométricas e ensinou a olhar o mundo com os olhos da matemática.

 



 

Matemática, essa linguagem tão temida pelos alunos, pode ser uma divertida forma de “brincar” com o mundo tal como conhecemos.

 

 

A escola e toda a comunidade sabem da importância do ensino da matéria para a formação de um indivíduo e cada nova possibilidade de trabalhar com essa linguagem deve incentivar autonomia aos pequenos criativos.

 



 

O ensino da matemática é muito mais que apresentar números e formas, é antes um exercício de percepção, de quantificação de todo um universo em transformação. Nesse sentido, usando as formas geométricas, o professor, em seu discurso, conduzia seus alunos a exercerem o exercício de abstração, imaginando os formatos dos telhados, das pirâmides do Egito, dos paralelepípedos.

 

 



Ao apresentar as imagens, depois os planos e por fim as formas, os alunos foram incentivados a desenvolver o pensamento geométrico, entraram em um jogo dedutivo. Coube ao professor propor atividades criativas, que permitiu que os alunos desenvolvessem habilidades competências para se planejar e se antecipar na racionalização  do seu mundo.
 

 

Eduardo do Nascimento Borba dos Santos é candidato a representante Rioeduca na 11ª CRE.

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 16/05/2013

Um Olhar para a Educação Inclusiva na 11ª CRE

Tags: tags, 11ªcre, educacaoinclusiva, diversidade.

 

 

A Escola é um lugar privilegiado para se viver a experiência da diversidade de saberes, de valores, de significados, de sentimentos. É um espaço para promover uma longa construção ligada às dimensões sociais. Todas as unidades escolares da 11ª. CRE trabalham comprometidamente com a inclusão seja do aluno especial ou não. A Escola revista as concepções, define sua responsabilidade e se coloca à disposição do aluno para minimizar as barreiras e os preconceitos de qualquer espécie.
 

 

As escolas trabalham com a diversidade. Quando compreendemos as necessidades e diferenças de cada um que chega à escola, valorizamos as relações sociais. O professor encoraja o aluno a ultrapassar as situações-problema e cria outras, para que ganhe autonomia. Estão aptos a discutir diferenças, preconceitos e reflexões socioeducacionais. Como não se trata somente de aspectos especiais para incluir, participamos do exercício da ação educativa de qualidade.

 


“Cada criança, ao nascer,
traz-nos a mensagem de que Deus
ainda não perdeu a esperança no Homem."
Tagore


 

O papel do professor sofreu transformações ao assumir a perspectiva inclusiva na Educação. A metamorfose educacional é lenta, mas se é exercida com paixão, como Paulo Freire defendia, alunos especiais ou não, estarão incluídos na vida pós-escolar.
Já pertencemos a um novo contexto de aprendizagem.

 


 

A tecnologia proporciona facilidade para o ensino e o professor precisa atualizar-se com as mudanças, amar a proposta, fazer a sua parte de coração e, sobretudo, buscar um olhar diferente para desfazer os limites. Desenvolver a compreensão, aceitação e união de grupos sociais, não é utopia : é olhar para a Educação Inclusiva.

 

A Gestão da EM Maestro Francisco Braga, sob uma gigantesca amendoeira, acolhe bem as diferenças. Os corredores decorados com simplicidade tem acesso facilitado. A Sala de Recursos Multifuncional -01, articula a pedagogia do conhecimento e da cultura.

 

 

A Profª. Kátia Mello atua, na sala, muito comprometida com as práticas de aula. Cada atividade elaborada é rica em experiências que vão além de agregar ações coletivas dentro e fora dos muros da escola. Outras escolas recebem a visita, detentora de um trabalho delineado para entender como o aluno aprende.
 

 

 

 

A professora atende alunos em outras unidades e acolhe todos com generosidade e consciência. Leva sua amabilidade, disposição e paixão pelo que faz e acredita. O envolvimento em tarefas múltiplas abrange todos os alunos com características diferenciadas. O objetivo é focar na superação das dificuldades individuais.
 



 

 

As crianças atendidas recebem as mesmas oportunidades oferecidas a todos da escola em seu processo de aprendizado, com o toque da fantasia. O avião decora a entrada da sala e estimula uma viagem sem fim. As pastas de cada aluno representam o passaporte. São preparadas para cada viagem e os alunos podem ir para onde quiserem... assim, a professora assegura a construção de valores, de solidariedade, de atitudes capazes de respeitar os limites, trabalhando a diferença do corpo, desejo e mente.
 

 

A Prof. Kátia Mello realiza um trabalho dedicado e é incansável ao estabelecer parceria com os professores. Combate a exclusão, educa com dinâmicas voltadas para o modelo lúdico. Canto de leitura não pode faltar...e a ideia do voo, insere o aluno numa grande aventura.
 

 


 

 

O resultado da Educação Inclusiva, expande mudanças sociais, moderniza a prática educacional, valoriza cada professor envolvido que se surpreende ao ver o êxito do aluno na superação dos limites.
 

 

Ser professor que atua na Sala de Recursos Multifuncional e ser professor que atua junto aos portadores de necessidades educacionais especiais, é ser mais do que especial para a Educação. É ter sensibilidade passional. É ser capaz de envolver os alunos em atividades, rumo ao sucesso educativo. É ensinar a desenvolver a autonomia pessoal e social, trazer a família para mais perto. Soprar “pirlimpimpim” para vislumbrar oportunidades iguais, minimizar dificuldades sociais para seu aluno ser feliz.
 

 

Os resultados obtidos ganham em qualidade, porque a sala de recursos está repleta de alternativas que mexem com a possibilidade, com o sonho e o imaginário dos alunos.


 

A 11ª. CRE congrega profissionais tocados pela magia que existe na Educação. Professores interessados, dispostos, capazes de investir no aprimoramento da sua formação e aptos a estimular o aluno a sentir-se capaz de aprender, pensar, agir, decidir. A dedicação é grande, para dar conta de todo o conhecimento e habilidades que um indivíduo deve desenvolver.
Ainda que tenham alunos com dificuldades, compartilham a ideia de que nada é impossível, apenas existem barreiras para superar. Direcionam para o prosseguimento dos estudos e influenciam na transição da escola para o mercado de trabalho, para o mundo. A inclusão pela Educação, independe de precisar de atendimento especializado.

 

 

Homens e mulheres de outras épocas, apesar de suas deficiências ou diferenças, conseguiram a proeza de eternizar seus nomes na História. Todos puderam encontrar seu lugar na sociedade, apesar de impedimentos individuais que transformaram o improvável em realização.
 

 

São exemplos de superação.
É uma outra forma de olhar a Educação Inclusiva.
Vídeo : Deficiências que não impediram a fama
Link: http://youtu.be/9MlGIsXKgwg

 

 

Nelilda Ormond é professora da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro
Candidata a representar o Portal Rioeduca na 11ª CRE
Twitter: @nelildaormond
Facebook: Nelilda Ormond
Contato: 21- 96158203
E-mail: nelildabraga@rioeduca.net 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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