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Segunda-feira, 25/05/2015

Creche Municipal Fallet, Um Caso de Amor com o Rio de Janeiro!

Tags: 1ªcre, eventos, educacaoinfantil.

 

 

 

 

A paixão pelo futebol, um dos símbolos da "carioquice" dos moradores de nossa cidade, foi o eixo norteador do trabalho com Valores.

 

A Creche Municipal Fallet está localizada na comunidade de mesmo nome, entre os bairros de Santa Teresa e Catumbi. Atualmente a unidade é administrada pelas professoras Maria Aparecida Martinez e Ana Paula Leite Cortegiano.

 

 

O Projeto Pedagógico 2015 tem como eixo norteador os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. E, desde o início no ano letivo, as ações estão a todo vapor! Como diz o título da postagem no Blog da Creche, "Creche Fallet, um Caso de Amor com o Rio de Janeiro".

 

Releitura dos Arcos da Lapa, colorido coletivamente pelas crianças.

 

Partindo de letras de músicas que retratam a cidade e seus encantos, foram elencados temas mensais que abordam o cotidiano carioca e, principalmente, o da comunidade onde está inserida a Unidade Escolar.

 

 

Dentre as canções selecionadas, está "Aquele Abraço", de Gilberto Gil, que exalta a paixão carioca pelo futebol.

 

 

Nessa perspectiva, foram trabalhados valores como amizade, solidariedade, respeito e companheirismo, além das perdas e ganhos. As crianças perceberam que, apesar de cada um torcer por um time diferente, todos são amigos.

 

 

Cada um torcendo, mas respeitando a torcida do colega. E, o mais importante, percebendo que a vida é assim: "vivendo e aprendendo a jogar... nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar!".

 

 

Os versos "Alô torcida... Aquele abraço!" serviram de motivação para regras do jogo que também foram abordadas. A partir delas, as crianças refletiram sobre a importância da existência de regras para o convívio harmônico entre as pessoas. Regras de conduta nas turmas foram elaboradas para serem seguidas ao longo do ano letivo.

 

 

A culminância do tema deu-se no Dia do Brincar, quando as crianças puderam vestir as camisas de seus clubes e participar de atividades com bola e cobrança de pênaltis.

 

 

O Dia do Brincar é uma Ação que acontece mensalmente, na última terça-feira de cada mês, em todas as Unidades de Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino. É um dia muito especial nas unidades da Rede!

 

Dia no Brincar na Creche Fallet.

 

Quer conhecer todo o processo criativo dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores da Creche Fallet? Clique na foto abaixo e faça uma visita ao Blog da Unidade.

 

 

Parabéns a toda a Equipe que atua na Fallet! Trabalhos de Excelência para nossas crianças têm sido a tônica da Unidade, que tem levado a nossas crianças uma Primeira Infância com Educação de Qualidade!

 

 

Para entrar em Contato com a Unidade Escolar:

CRECHE MUNICIPAL FALLET

Diretora: Maria Aparecida da Conceição Martinez

Telefone: 2504-7015

E-mail: cmfallet@rioeduca.net

 

"Professor, este espaço é seu! Queremos divulgar as ações de sucesso desenvolvidas por você e por sua escola. Entre em contato com o representante Rioeduca de sua coordenadoria e envie seus trabalhos para publicação.

 

Professor Alexandre Roque de Araujo

Representante Rioeduca.net da 1ª Coordenadoria Regional de Educação

alexandrearaujo@rioeduca.net

Twitter: @Alexandre_Roque

 

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Segunda-feira, 25/05/2015

Ensino Híbrido: por uma educação onde o aluno passa a ser dono de seu aprendizado

Tags: professores, ensinohíbrido, .

Não cabe mais pensar que o aluno só aprende se estiver em uma sala de aula ou acompanhado de um professor. Sabemos que eles aprendem por conta própria quando algo desperta seu interesse. A mudança no papel do professor pode, de alguma forma, envolver ainda mais o aluno em relação aos conteúdos escolares para que ele, gradativamente, torne-se protagonista? Essa é a proposta do “Blended Learning” ou Ensino Híbrido, repensar a prática atual onde o professor é o centro das atenções e o aluno um mero expectador. O Ensino Híbrido apresenta modelos de aulas onde a aprendizagem está centrada no aluno em busca de uma personalização que promova o interesse em seu aprendizado tornando-o protagonista desta ação.

 

Falar em personalização do ensino não é nenhuma novidade, Paulo Freire já defendia uma prática em que o aluno criava e ditava o rumo de seu aprendizado. Ao mesmo tempo, temos uma legislação que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, LDB, que cita em seu artigo 2º que a Educação tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando. Esse pleno desenvolvimento não expressa apenas assimilação de conteúdos, mas, sobretudo, o desenvolvimento de suas habilidades e competências.

Quando olhamos para a realidade de nossas salas de aula é preciso fazer uma reflexão sobre o aluno que estamos formando. Qual é a experiência ideal para nossos alunos?

Acredito que a palavra liberdade expresse bem o que se espera da relação de um aluno com seu aprendizado. De acordo com a filosofia “liberdade é a independência, autonomia e espontaneidade do ser humano”. As crianças e adolescentes de hoje experimentam essa liberdade e exercitam sua autonomia quando se comunicam ou fazem pesquisas na internet. Em contrapartida, são privadas dessa independência na escola.


Nos dias atuais não há como negar que a tecnologia faz parte da nossa vida e mudou nossos hábitos, nossa forma de nos relacionarmos e de nos comunicarmos. O papel da tecnologia na educação consiste em apoiar os alunos no processo de ensinarem a si mesmos além de auxiliar na coleta e análise de dados permitindo um feedback mais rápido aos professores e alunos.

É muito comum ouvir de pessoas pouco entusiasmadas com a proposta de repensar a educação e torná-la mais próxima da realidade atual que professores serão substituídos com o uso das novas tecnologias. Isso é uma grande falácia! Há uma frase que diz que “A web não muda o mundo, mas amplia o mundo.” E assim será com o professor, ele não se perde nessa nova abordagem pedagógica, ele muda seu papel, muda de generalista para especialista e realiza um trabalho de tutoria com seus alunos.


O mais importante nesta discussão é compreender que introduzir as novas tecnologias na educação e colocar o aluno no centro de seu aprendizado não significa romper com tudo que fazemos hoje em sala de aula. Nesse sentido apresentamos a ideia do Ensino Híbrido. De forma resumida esta metodologia de ensino propõe-se a utilizar o melhor da escola tradicional em conjunto do aprendizado online, dentro e fora da escola. Para que cada aluno seja atendido em suas necessidades, onde os alunos controlam o ritmo e o caminho do seu aprendizado, obtendo assim mais significado no que estudam.

 

 

O que é ensino híbrido?

O Instituto Clayton Christensen é uma organização internacional não governamental que foca seus estudos em busca de inovações na educação e durante muito tempo estudou casos de ensino híbrido nos EUA que auxiliou na elaboração da definição de ensino híbrido, voltado para a educação básica, por eles formulada. “O ensino híbrido é um programa de educação formal no qual um aluno aprende, pelo menos em parte, por meio do ensino online. O estudante tem algum controle sobre pelo menos um dos seguintes elementos: tempo, lugar, modo e/ou ritmo do estudo. A educação ocorre pelo menos em parte em um espaço físico supervisionado.” Podemos entender então que esta metodologia enfatiza alguns aspectos como:

Personalização do aprendizado. É considerado que os alunos não aprendem no mesmo tempo, nem pelo mesmo caminho. Enquanto uns assimilam rapidamente determinado conteúdo, outros precisam de estratégias diferentes ou um tempo particular para compreensão do assunto.
 

Ensino online deve estar integrado às atividades em sala de aula. Usar notebooks, computadores, tablets ou qualquer outra tecnologia em sala de aula sem mudar a forma como o aprendizado acontece não é ensino híbrido é apenas mais uma ferramenta. Não há mudança no papel do professor nem do aluno e isso nada mais é do que a prática tradicional feita de forma digital.

Aprendizagem colaborativa. Os alunos trabalham juntos, em pequenos grupos, trocando experiências, desenvolvendo mais sua autonomia e sua capacidade crítica a partir de discussões promovidas pelos grupos onde os alunos expõem suas ideias e escutam os colegas. Os alunos aprendem e ensinam ao mesmo tempo, constroem o conhecimento coletivamente. O professor está sempre presente acompanhando e intervindo como mediador nas discussões, tutorando os alunos com mais dificuldades e sempre atento à participação de todos no processo de colaboração.

Um dos principais ganhos de planejar aulas com este método é desenvolver autonomia no aluno para que ele tenha condição de avançar em seus estudos sem que o professor fique o tempo todo dizendo o que ele deve fazer. O aluno passa a ser dono de seu aprendizado.

 

 

Como introduzir o ensino híbrido em meus planejamentos?

Ao preparar uma aula no modelo híbrido de ensino é preciso salientar que um dos pontos mais importantes em seu planejamento é destacar o papel do aluno e o papel do professor nas atividades, os espaços e os recursos a serem utilizados na aula. Alguns planejamentos são feitos preocupando-se apenas com o conteúdo que será abordado. Essa é a primeira grande diferença, perceber que a mudança de postura do professor e do aluno já devem estar presentes no planejamento da aula. Os modelos de ensino híbrido dividem-se em duas categorias: os modelos sustentados e os modelos disruptivos. Modelos sustentados de ensino são aqueles que seguem certa proximidade com o modelo vigente. É por este motivo que costumamos ouvir que o ensino híbrido é o “melhor dos dois mundos”, pois oferece os benefícios da educação online com as principais vantagens da sala de aula tradicional. Já os modelos disruptivos em educação são aqueles que rompem com a sala de aula tradicional, estes são mais difíceis de serem adotados em nossa realidade.

Veja alguns exemplos de modelos sustentados de ensino híbrido que podem ser utilizados em seu planejamento:

Modelo de rotação por estações. O espaço é dividido em estações (espaços de aprendizado) com atividades diferenciadas, cada uma com um objetivo específico e todas dentro do conteúdo central da aula. Pelo menos uma das estações deve apresentar uma atividade online. Após um determinado tempo os alunos trocam de estações, até que ao final da aula todos tenham passado por todas as atividades. Nesse sentido é importante planejar a aula em estações independentes uma das outras para que os alunos possam começar em qualquer estação. O professor pode criar quantas estações desejar para a aula desde que o tempo previsto cada uma seja o mesmo. Nas estações podem ser oferecidas atividades em grupo ou mesmo atividades individuais. A rotação entre as estações acontecem no mesmo tempo, mas nem todos os alunos concluem as atividades no mesmo tempo. Por isso é importante pensar em uma atividade para os alunos ociosos por terem finalizado antes do tempo suas tarefas. Uma sugestão é solicitar a participação destes alunos como monitores, auxiliando os colegas que ainda não concluíram as atividades. A organização da sala neste modelo valoriza bastante a colaboração entre os alunos favorecendo o aprendizado entre pares, assim como essa formação do espaço possibilita que o professor esteja mais perto dos alunos com mais dificuldades e ao mesmo tempo estimulando os alunos que estão mais “adiantados”.

Modelo laboratório rotacional. O planejamento de uma aula neste modelo requer o uso de dois ambientes da escola: o laboratório de informática e a sala de aula. No laboratório o aluno realiza atividades online com orientação de um professor de apoio enquanto na sala de aula é acompanhado do professor especialista nas atividades. Após um tempo previamente determinado os alunos trocam de ambientes. Por este motivo as atividades 
planejadas para cada espaço devem ser independentes uma das outras para permitir que os alunos possam começar em qualquer ambiente. Importante ressaltar que os modelos híbridos podem ser utilizados em qualquer disciplina. Neste caso, para uma aula de educação física, por exemplo, a sala de aula pode ser a quadra da escola. Neste modelo o aluno aprende predominantemente nas atividades online, a sala de aula é reservada para outras atividades possibilitando assim a personalização do aprendizado e a autonomia do aluno.

Modelo sala de aula invertida. O planejamento divide-se em dois momentos: no primeiro momento, anterior à aula o professor orienta os alunos a estudarem os conceitos que serão vistos na aula seguinte, pode ser através de uma pesquisa feita pelos próprios alunos ou por material de estudo guiado pelo professor. No momento seguinte, na aula, os alunos utilizam-se dos conceitos aprendidos para construir o conhecimento, o professor atua como mediador orientando e guiando os alunos a trabalharem com os problemas, construindo uma rede de conhecimento através da aprendizagem colaborativa. É possível ainda o professor criar um terceiro momento com aprofundamento das questões discutidas em sala. Uma das vantagens observadas neste modelo é a otimização do tempo, permitindo que no momento anterior à aula cada aluno caminhe no seu próprio ritmo, além de desenvolver autonomia e responsabilidade nos alunos.

 

Saiba mais: A Fundação Lemann em parceria com o Instituto Península lançaram o curso online Ensino Híbrido: Personalização e Tecnologia na educação. O curso foi especialmente feito por professores para professores. A proposta do curso é voltada para professores da Educação Básica que têm interesse de incluir novas tecnologias em sala de aula voltadas para a personalização do aprendizado de seus alunos, integrando-as ao currículo escolar. No entanto, qualquer pessoa com interesse no tema pode cursá-lo, tanto no modo aberto quanto no Programa de Certificação. Para maiores informações clique aqui: Ensino Híbrido
 

 

 


 

 

Possui graduação em Matemática (2005) e especialização em Avaliação Educacional (2006) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Nos últimos anos tem aliado à prática docente o uso de recursos tecnológicos de modo a tornar o aprendizado dos alunos mais interessante e dinâmico.

Participou atualmente na Fundação Lemann de um grupo de experimentações em Ensino Híbrido, elabora itens de conteúdo educacional para a Plataforma Geekie, é Embaixadora e Formadora da Khan Academy pela Fundação Lemann e Coordenadora do Estúdio de Gravação de vídeoaulas e podcasts da Educopédia.
 

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 25/05/2015

Projeto Ocupa Escola, Transformando Escolas Públicas em Equipamentos Culturais

Tags: 6ªcre, ocupaescola.

 

 

 

No dia 14 de maio ocorreu o lançamento do projeto Ocupa Escola no Ginásio Carioca Coelho Neto. O evento contou com a presença do Prefeito da Cidade do Rio, da Secretária de Educação e do Secretário de Cultura. Vamos ver como tudo aconteceu?

 

O prefeito Eduardo Paes inaugura o projeto Ocupa Escola.

 

O projeto Ocupa Escola, resultado de uma parceria da Secretaria Municipal de Educação com a ONG Arte Educar, foi apresentado pelo prefeito Eduardo Paes a toda comunidade escolar. O evento foi realizado no dia 14 de maio, às 9h30min, no Ginásio Carioca Coelho Neto e contou com a participação da Secretária de Educação, Helena Bomeny, e do Secretário de Cultura Marcelo Calero.

 

O Ocupa Escola é um projeto da Rede Complementar de Cultura, formulado pelo GT de Arte Educação do movimento Reage, Artista! a partir do resultado de uma série de debates e fóruns públicos. Sua formulação levou em consideração a concentração de equipamentos culturais no Centro e na Zona Sul, em detrimento das zonas Norte e Oeste.

 

A banda do Ginásio Carioca Coelho Neto encantou a todos com sua apresentação.

 

A dificuldade dos grupos artísticos em conseguir espaço para ensaios e para a circulação de suas criações, além da escassa relação entre cultura e educação, também foram levadas em consideração para a construção do projeto.

 

Portanto, o projeto visa minimizar os problemas levantados, reconhecendo a escola como um dos instrumentos governamentais mais aptos para construir a necessária democratização da cultura.

 

Um grupo de palhaços ajudou a abrilhantar o evento com sua arte.

 

A apresentação dos artistas foi um momento de muita animação e interação.

 

O projeto tem por objetivo capacitar onze escolas da rede municipal de ensino para atuarem como equipamento público de cultura com programação quinzenal (priorizando artistas do entorno), residência artística de grupo local (que ministrará oficinas de arte aos alunos e terá espaço para desenvolver seu processo criativo), protagonismo dos alunos e construção participativa (envolvendo escola e comunidade). 

 

Há uma equipe em cada escola formada por um articulador e dois assistentes de articulação. O papel principal do primeiro elemento é articular e produzir duas ocupações mensais, envolvendo escola, artistas e comunidade. Os assistentes desempenham a função de auxiliar o articulador em todas as suas tarefas.

 

Integrantes das onze equipes do projeto Ocupa Escola: Coordenadores, Articuladores e Assistentes.

 

A relação desta equipe com a direção da escola é baseada no compartilhamento direto das ideias e decisões, bem como o estabelecimento de uma rotina de encontros e planejamento de trabalhos. O envolvimento, a ocupação e a ressignificação dos espaços físicos da escola estará à frente de todo o trabalho, procurando despertar, por meio da arte, o encantamento.

 

Os integrantes do projeto Ocupa Escola têm pela frente um enorme desafio! Para transformar cada uma das onze escolas em potentes redemoinhos culturais e artísticos, eles vão precisar de muita colaboração e suor. Não é à toa que o símbolo do projeto é o redemoinho, uma força que traz os elementos à roda, gerando movimentos e encontros.

 

O projeto Ocupa Escola acontece em uma escola de cada Coordenadoria de Educação do Rio de Janeiro.

 

A missão da equipe é ativar essa roda viva e intensa, envolvendo alunos, artistas, educadores e cidadãos. Muito diálogo e articulação serão necessários para se promover uma enriquecedora troca entre essas onze ocupações.

 

Parabéns à Prefeitura do Rio de Janeiro, por estabelecer uma parceria de sucesso com a ONG Arte Educar e com o movimento Reage, Artista!. Essa união qualificará as práticas educacionais das escolas envolvidas através de sua articulação com o rico e diverso patrimônio Cultural. 

 

Quer saber um pouco mais? Entre em contato com a escola participante da 6ª CRE:
Ginásio Carioca Coelho Neto
Rua Umbuzeiro, 455 / Ricardo de Albuquerque
Telefone: 3358-1051
E-mail: emneto@rioeduca.net

 

Quer ter o seu trabalho divulgado no Portal Rioeduca? Entre em contato com a representante de sua CRE! Será um prazer ter você por aqui. Até a próxima semana!

 

Prof.ª Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª Cre
Facebook: patrícia_pff@yahoo.com.br
E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

 

                               

 

   
           



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Segunda-feira, 25/05/2015

Projeto de Leitura - Primário Carioca

Tags: projeto, leitura, autor.

 

 

 

A Secretaria Municipal de Educação, comprometida com a educação plena de seus alunos, vem desenvolvendo, em caráter de nova organização da rede de Educação Municipal do Rio de Janeiro, o “Projeto Primário Carioca”.

 

O Primário Carioca é constituído por alunos de 9 a 12 anos. O pensamento do Pré-adolescente neste período já possui uma organização assimilativa rica e integrada. Esse contexto é marcado por aquisições intelectuais, fase em que o pré-adolescente encontra-se no desenvolvimento das operações concretas.


Nesse sentido, foi realizado um diagnóstico em que se constatou que os 4°, 5º e 6º anos marcam fortemente muitos alunos, porque fazem um corte na forma do trabalho escolar em termos de consolidação dos conteúdos mais avançados.


O objetivo fundamental da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro é transformar a cidade do Rio de Janeiro na capital do conhecimento de nosso país. Nessa perspectiva, o trabalho dos professores precisa ser imaginado a partir, de uma nova formação, das práticas e do associativismo e de um novo entendimento das políticas educacionais, entendida não como um conjunto de micro competências adicionadas, mas como uma realidade que privilegia a todo um sistema, onde se valorizam conhecimentos, capacidades, atitudes, níveis de adequação de intenções, todos expressos num conjunto de relações interpessoais e institucionais que determinam o exercício adequado da profissão.


No contexto da formação em serviço oferecida aos professores, compreendemos que os conceitos de construção da escrita e das narrativas, são de fundamental importância para a formação também dos alunos como algo presente e indissociável do processo de ensino-aprendizagem. Por entendermos que ao participar das práticas sociais de leitura, escrita e narrativas o sujeito estará aprendendo sobre a estrutura e o funcionamento do sistema de escrita, assim sendo, ao praticar a escrita aprende-se sobre a escrita, por outro lado, ao praticar a leitura aprende-se sobre a leitura. E ao narrar tornamo-nos visíveis.


O Projeto de Leitura – Primário Carioca - está sendo trabalhado nesse semestre por meio do Livro “Coisas que eu gostaria de dizer” – autor Júlio Emílio Braz – Editora Zit. Uma das ações que envolveu esse processo foi o encontro com o autor e as Coordenadoras Pedagógicas das Escolas de Turno Único, do Programa Escolas do Amanhã e do Projeto 6º ano experimental.

 


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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