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Retornando 24 resultados para o mês de 'Maio de 2016'

Sexta-feira, 20/05/2016

Trabalhando com Maquetes

Tags: 4ªcre.

 

 

 

A escola como instituição de ensino dentro da sociedade, tem o papel de oferecer condições favoráveis para que todas as pessoas tenham acesso ao ensino de qualidade. Desta forma, escola e professores devem estar abertos a novos saberes e práticas que tenham por proeminência à formação integral e ainda,  que essas  garantam de forma competente a formação de seus alunos.

 

Segundo a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB) “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. (1996, p. 01)
 

De acordo com as orientações citadas acima, a Escola Municipal Joracy Camargo desenvolveu uma atividade para a construção de maquetes, na qual é possível ter o domínio visual de todo conjunto espacial  por ser um modelo tridimensional, que favorece a relação entre o que é observado no campo e no mapa.

 

Maquete da Igreja da Penha

 

"O trabalho com maquetes foi desenvolvido pelos alunos do quinto ano da Escola Municipal Joracy Camargo. A proposta apresentada pela professora Ana Paula Fonseca foi de entender e representar o espaço da cidade. Foram realizadas aulas de geografia como objetivo de proporcionar ao aluno conhecimento do espaço da sua cidade, utilizando como recurso, vídeo e mapas. Após esse trabalho em sala de aula, partimos para a construção das maquetes tendo como resultado esses trabalhos lindos!" Texto enviado pela Professora Ana Paula Souza.

 

Exposição das Maquetes na Escola Municipal Joracy Camargo

 

O real intuito dessas atividades são de superar problemas evidenciados em sala de aula, que dificultam a aprendizagem dos alunos devido às metodologias e técnicas ultrapassadas.A superação deve ser através depráticas inovadoras, que possam dar uma orientação melhor ao processo de ensino aprendizagem.

 

Maquete do Bairro da Penha

 

No desenvolvimento desse projeto foi possível constatar o interesse de cada um  em colaborar, portanto, a escolha dos recursos utilizados fora excelente para que alcançassem os objetivos propostos, tendo em vista, que os alunos deixaram de ser sujeitos passivos para tornarem-se ativos, no qual cada um com o seu modo de pensar e agir pode colabor significativamente para a efetiva aquisição de conhecimento e consequentemente no processo de ensino e aprendizagem.

 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

 

Contato da E.M. Joracy Camargo:

emjoracy@rioeduca.net

Contato para publicações:

Ana Accioly - Representante Rioeduca 4ª CRE

anaaccioly@rioeduca.net

 

 

 

 

                               

 
 
 
 

   
           



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Postado por Ana Accioly Ver Comentários (0)

Quinta-feira, 19/05/2016

Ação e Movimento na Creche Municipal Vila Kennedy

Tags: 8ªcre, creche, educação infantil.

 

 

 

Os Jogos Olímpicos prometem movimentar a cidade do Rio de Janeiro, mas na Creche Municipal Vila Kennedy "Ação e Movimento" já começaram a direcionar a aprendizagem e fazer a alegria das crianças.

 

 

O Projeto Pedagógico Anual da Creche Municipal Vila Kennedy tem como tema: "Ação e Movimento!"

O projeto traz a proposta de proporcionar às crianças experiências vividas a partir do desenvolvimento de seu imaginário, sua criatividade e seus movimentos.

Para os pequenos o movimento significa muito mais do que simplesmente mexer partes do corpo ou deslocar-se de um espaço para outro. O ato motor para a criança faz parte de suas funções expressivas e seu relacionamento com o meio, portanto, movimentar-se na Educação Infantil é fundamental.

As ações do projeto "Ação e Movimento" estão sendo planejadas com ênfase nos Jogos Olímpicos e na valorização da cidade do Rio de Janeiro. 

 

 

 "É de grande importância a educação pelo movimento no processo escolar, uma vez que seu objetivo central é contribuir para o desenvolvimento motor da criança, o qual auxiliará na evolução de sua personalidade e no seu sucesso escolar”

                                                                                                Le Boulch (1987)

 

 

A partir da história do livro "A menina do Vestido Azul", da autora Júlia Kranz kniest, a equipe pedagógica da Creche Municipal Vila Kennedy deu início às atividades que movimentaram a escola.

A personagem principal, a menina, viaja num balão junto com os personagens que invadiram a creche e trouxeram alegria, brincadeiras e direcionaram muitas aprendizagens.

A cada etapa da história, as turmas eram organizadas para trabalharem com dramatização, pinturas, jogos e muito movimento.

No dia 31 de março foi a vez do personagem palhaço. As crianças com o auxílio das professoras e da Agente de Educação Infantil prepararam o circo, um palhaço de material reciclado, se fantasiaram e deixaram a alegria e a imaginação contagiar a todos na Creche.

 

 

A professora Elaine de Oliveira e a Agente de Educação Infantil Bianca Cristina reconhecem que a experiência tem sido muito prazerosa para todos!

A cada tema desenvolvido, a ação e o movimento são prioridade, sendo assim as crianças deixam de ser expectadoras e participam com o que é mais natural nelas: a expressividade lúdica.

 

 

O Rioeduca parabeniza à Creche Municipal  Vila Kennedy pelo projeto!

 

Contato da CM Vila Kennedy:

cmvkennedy@rioeduca.net

 

 

Para novas publicações da 8ª Cre, entre em contato com:

neildasilva@rioeduca.net

 

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 18/05/2016

Aprendendo sobre Culturas Diferentes

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

A Creche Municipal Margarida Gabinal está desenvolvendo o Projeto Pedagógico Anual Frutos da Terra tendo como um dos objetivos valorizar diferentes culturas.No primeiro bimestre, os alunos participaram do projeto Margarida na Ilha de Páscoa.

 

Quando vocês ouvem a palavra Páscoa, o que vem a cabeça? Ovos de chocolate, coelhos, comemoração religiosa? Diante dessas indagações, as crianças da Creche Margarida Gabinal, juntamente com suas famílias, descobriram outro significado para essa palavra e realizaram uma viagem repleta de riquezas culturais.

 

Ouvindo músicas da cultura Rapa Nui.

                           

A Comunidade Escolar da Creche Margarida Gabinal aventurou-se em um dos pontos mais isolados do planeta Terra e também um dos lugares mais misteriosos, considerado o umbigo do mundo, que coincidentemente recebe o nome de “Páscoa”.

 Reproduzindo os Moais, esculturas de Pedras famosas da Ilha de Páscoa.
 

Este ano a creche está desenvolvendo o Projeto Pedagógico Anual “Frutos da Terra” que é um convite a análise, reflexão e valorização de características étnicas e culturais dos diferentes grupos sociais, imersos em suas singularidades. A abordagem dessa temática pretende oferecer à criança a possibilidade de conhecer um mundo cheio de relações interpessoais.


Nesse contexto, buscou-se através do subprojeto “Margarida na Ilha de Páscoa!” entre outros objetivos refletir sobre valores fundamentais para convivência harmônica em sociedade, investigar curiosidades da Ilha de Páscoa e contribuir com o repertório cultural das crianças, discutindo e questionando os conteúdos e vivências trazidas pelas turmas, ampliando sua visão de mundo.

 

         Pinturas faciais inspiradas na cultura Rapa Nui.

 

Afinal, Páscoa pode ter muitos significados e entendemos que antes cidadãos do que consumidores. Segundo o mestre Paulo Freire "O mundo não é, está sendo" e, portanto, somos sujeitos da história que podem transformá-lo.

Durante o projeto muitas propostas foram desenvolvidas com as crianças e seus familiares.

Dentre elas:

- Reproduziram com sucatas e argila os famosos MOAIS, que são estátuas de pedras espalhadas pela Ilha de Páscoa;

- Fizeram pinturas faciais inspiradas na cultura Rapa Nui;

- Conheceram trajes, ouviram músicas e dançaram ao som do Povo Rapa Nui;

 

Culinária Experimental : empanadas recheadas.
 

- Preparam coletivamente uma deliciosa receita tradicional da região: Empanadas recheadas com sardinha;

 

                                           Observação do fenômeno da erupção vulcânica.
 

- Construíram um vulcão com barro e observaram o fenômeno da erupção. Os vulcões formam as paisagens da Ilha de Páscoa. Estão extintos há milhares de anos, mas basta admirar as suas crateras para imaginar a força que tiveram no passado distante;

- As tartarugas para o Povo Rapa Nui representa longa vida e respeito pela família. Com isso, as crianças receberam a visita das Tartarugas Penélope e Pérola e em seguida reproduziram com sucata uma tartaruga gigante encontrada facilmente pelos turistas na Ilha de Páscoa;

 

   Observação de tartarugas.
 

-  Criaram os famosos Petróglifos com argila;

 

                                                                    Petróglifos feitos pelas crianças.


- Conheceram a tradição do “TANGATA MANU” - Homem Pássaro, onde representantes eram selecionados a participar de uma competição e o primeiro a trazer um ovo intacto era nomeado homem-pássaro e governava a ilha durante um ano. Inspirados nessa prática realizamos uma grande brincadeira com as crianças e seus familiares;


- Realizaram rodas de conversa e contação de história do livro ROLIM de Ziraldo e descobriram porque a Ilha de Páscoa é considerada o “Umbigo do Mundo”;

 

                                                        Conhecendo a história Rolim de Ziraldo.
 

- Anualmente, os habitantes escolhem uma Rainha Rapa Nui para representar a “Ilha de Páscoa” em eventos realizados na Polinésia Francesa e em outras partes do mundo. Inspirados nessa tradição, as crianças brincaram com suas famílias de Rei e Rainha Rapa Nui;

                                                                  Participação dos responsáveis.
 

- Conheceram a Ovahe - Praia Rosa, uma praia muito exótica da Ilha de Páscoa formada por areia rosa. As crianças coloriram areia de praia e brincaram explorando diferentes sensações .

 

  Brincando com a areia rosa.


Além dessas propostas, se aventuraram nas cavernas da Ilha de Páscoa, ouvindo histórias sobre sua origem, confeccionaram pulseiras e cordões inspirados no povo Rapa Nui, enfim foram momentos muito significativos para todos.

 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

 

Contato da C.M. Margarida Gabinal:

cmmgabinal@rioeduca.net

Contato para publicações:

Roberta Vitagliano - Representante Rioeduca 7ª CRE

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 

                               

 
 
 
 

   
           



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Terça-feira, 17/05/2016

Aprenda a Ler e a Escrever com Parlendas!

Tags: 6ªcre, alfabetização.

 

 

A professora Cristiane Eufrasio, da Escola Municipal Alziro Zarur, resolveu utilizar as parlendas para ajudar seus alunos do 2.º ano a construir conhecimentos sobre o funcionamento do sistema de escrita e leitura da Língua Portuguesa.

 

A atividade Aprender a Ler e a Escrever com Parlendas foi realizada no mês de março, na turma 1202, pela regente Cristiane Eufrasio. Esta turma apresenta alunos em diferentes níveis da escrita e o trabalho com este gênero textual, que tem um caráter lúdico pedagógico, teve um papel significativo na associação da linguagem oral ao código escrito. 

 

O objetivo desta atividade é ajudar o aluno a apropriar-se da língua escrita como meio de expressão, interação e comunicação

 

A Roda de Conversa, um espaço privilegiado de troca de ideias, faz parte da rotina desta turma e foi utilizada pela professora Cristiane para dar início ao trabalho com os alunos. Neste momento, ela os questionou sobre seus conhecimentos acerca deste gênero textual. Assim, pode explorar os conhecimentos prévios das crianças sobre o assunto e prepará-los para o trabalho com os textos.

Em seguida, eles foram divididos em pequenos grupos e cada um recebeu uma folha de atividade contendo exercícios relacionados à parlenda “O macaco foi à feira e não tinha o que comprar”. O texto foi exposto em um cartaz com a ausência de algumas palavras chave. Professora e alunos começaram a explorar as informações explícitas, tais como, personagem principal, local e tempo. “Alguns alunos já conheciam a parlenda e motivaram a turma a iniciar a canção, respeitando a fluência e entonação da leitura”, relatou Cristiane Eufrasio.

 

A Parlenda é uma excelente ferramenta que  auxiliará no processo de aprendizagem da escrita

 

A etapa seguinte foi uma das mais importantes. As fichas que apresentavam as palavras que completavam a letra da parlenda foram apresentadas à turma. Com muita alegria, as crianças cantaram novamente a canção e cada um ia colocando as expressões faltosas em seus devidos lugares. A docente aproveitou esse momento para explorar as letras iniciais e finais dos vocábulos escritos nas fichas, assim como o número de letras e sílabas.

Os alunos concluíram a atividade realizando os exercícios de escrita e reescrita de expressões apresentadas na parlenda e de identificação de palavras que rimassem com as que foram trabalhadas. De acordo com a professora Cristiane, os alunos participaram de forma bem efetiva, pois a aula foi dinâmica e encharcada de significado para as crianças, que a todo momento respondiam os questionamentos feitos por ela e colaboravam com seus conhecimentos prévios.

 

É imprescindível a utilização dos gêneros orais na sala de alfabetização

 

As parlendas fazem parte do folclore brasileiro e têm origem na sabedoria popular e na história das populações tradicionais do Brasil. Essas rimas infantis, de versos simples e divertidos, são originárias da tradição da cultura verbal.

Não é possível especificar como e quando nasceram as principais parlendas do folclore nacional, mas é correto afirmar que elas passam de geração para geração, sobrevivendo ao tempo e mantendo sua força na cultura brasileira.

Agora, de uma coisa nós temos certeza: o trabalho com as parlendas na turma 1202 foi bastante significativo e permitiu que os alunos atuassem como protagonistas de seu próprio conhecimento. “Quando a criança conhece o texto de cor e tenta escrevê-lo é como se fizesse um ditado para si mesma”, afirmou a professora Cristiane.

 

Em contato com as Parlendas as crianças poderão dar os primeiros passos para a comunicação verbal

 

Ao trabalhar com parlendas, em sala de aula, a professora Cristiane Eufrasio colocou seus alunos do 2.º ano em contato com a sabedoria popular, que muitas vezes é imprescindível no avanço da literatura infantil e no processo de alfabetização.

No relato deste trabalho fica evidente o comprometimento, competência e amor da professora na realização do seu trabalho. Diante disso, é um orgulho divulgar este trabalho de tamanha relevância educacional. Parabéns, professora Cristiane! É um orgulho tê-la na 6.ªCre!  

 

Professora Cristiane Eufrasio, Pedagoga e Professora na rede municipal de ensino do Rio de Janeiro

 

Quer saber um pouco mais? Entre em contato com a escola e com a prof.ª Cristiane!

Escola Municipal Alziro Zarur / (21) 3358-1032
E-mail: emzarur@rioeduca.net


Professora Cristiane Eufrásio / (21) 98779-1730
E-mail: cristiane-eufrasio@hotmail.com

 

Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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