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Retornando 24 resultados para o mês de 'Maio de 2016'

Quinta-feira, 05/05/2016

Vivendo as Olimpíadas e formando Cidadãos

Tags: 8ªcre, dengue, olimpíadas.

 

 

 

A cidade do Rio de Janeiro irá sediar um dos mais importantes eventos esportivos do  mundo: as Olimpíadas. O momento é de grande expectativa para os cariocas, mas nas escolas, como a E. M. Jorge Zarur, o evento protagoniza o desenvolvimento de projetos e muitas aprendizagens.

 

 

A escola é o lugar onde as crianças passam pelo menos um terço de sua vida, portanto tem um papel importante na formação dos valores delas.

Pensando assim, os temas como cidadania, ética, política, economia, o papel do esporte em nossa sociedade, entre outros devem ser assuntos que fazem parte do cotidiano escolar.

Na Escola Municipal Jorge Zarur está sendo desenvolvido um projeto voltado para os Jogos Olímpicos, chamado "Vivendo as Olimpíadas". Dentro deste projeto está em ação um subprojeto denominado "Os atletas da Zarur contra o Aedes Aegypti".
  

 

Neste projeto foram desenvolvidas diferentes atividades, entre limpeza, tour pelo entorno com informações sobre prevenção, higiene do ambiente, apresentação teatral e produções escritas e artísticas.

O desenvolvimento do projeto contou com a participação de toda a comunidade escolar. A contribuição e representatividade da Agente de Saúde e dos responsáveis tornaram as ações mais abrangentes e com maior alcance dos objetivos propostos.

A associação dos valores esportivos à formação da consciência cidadã foi o caminho que a equipe pedagógica da unidade escolar traçou para proporcionar diferentes aprendizagens.


 

 

No entorno da escola, os alunos coletaram materiais descartados que são propícios à proliferação do mosquito, distribuíram folhetos explicativos e deram orientações aos moradores dos locais visitados.

Tudo o que foi discutido na sala de aula com os alunos e toda a aprendizagem sobre o Aedes Aegypti foi colocado em prática nesse contato com a comunidade local.

Quando os alunos têm a oportunidade de praticar ou expressar sua aprendizagem, eles geralmente surpreendem seus docentes. Não foi diferente na E.M. Jorge Zarur. Os alunos sabiam exatamente onde o mosquito poderia se reproduzir e quais as ações para evitar isso.

 

 

"Sempre acreditei que aprendemos melhor quando somos participantes do processo e que a ludicidade na prática docente torna a aprendizagem mais prazerosa e eficaz.
Após percebermos o grave problema do lixo na comunidade e o aumento do índice de pessoas infectadas pelo mosquito Aedes Aegypti, eu e minha diretora adjunta decidimos fazer uma peça de teatro sobre o assunto (...) E assim, montamos e convidamos todos os segmentos da escola para participarem.
Fizemos a peça denominada "Mosquito, tô fora!" E a apresentamos nos dois turnos. Nossa! Foi cansativo, mas valeu à pena! As crianças aprenderam, se divertiram e demonstram estar mudando seus hábitos (...)  
Agora já estão aguardando a próxima surpresa!"

                                                              Yone Castro - Diretora da E. M. Jorge Zarur


 

 

"A transmissão de valores associados ao esporte faz com que a escola fique mais humana também. A partir do momento em que os alunos se sentem como parte da escola, a relação muda, o aluno se transforma e se torna um exemplo para os demais."

                                                                           Dora Castanheira - Atleta Olímpica, participou da seleção brasileira de vôlei dos Jogos de Moscou 1980 e Seul 1988. No Rio 2016, defende o ensino de valores para transformar a escola e a sociedade como um todo.

 

 

 

 

O Rioeduca parabeniza à equipe pedagógica da E.M. Jorge Zarur e todos os envolvidos no projeto Vivendo as Olimpíadas!

 

Contato da escola:

emjzarur@rioeduca.net

 

 

Para novas publicações da 8ª Cre, entre em contato com:

neildasilva@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 04/05/2016

Literatura na E.M. Dom Pedro I

Tags: 7ªcre.

 

 

 

 

A Escola Municipal Dom Pedro I promoveu, no primeiro bimestre, um encontro literário e atividades envolvendo literatura e combate a Dengue.

 

No final do mês de março, os alunos da E. M. Dom Pedro I tiveram uma manhã emocionante em um encontro literário com a escritora Luly Trigo. Ela escreve para os adolescentes e faz muito sucesso entre eles.

 

      Encontro Literário na E.M. Dom Pedro I
 

Neste encontro Luly Trigo conta sua trajetória como escritora e, num bate papo simples, revela como surgem suas inspirações para começar a escrever um livro, suas leituras e autores preferidos, assim como séries de TV, seus pratos prediletos, suas viagens. Foi se desvendando para a se sentir mais próxima dos alunos. 

 

  A   escritora Luly Trigo conversando com os alunos no auditório da E. M. D. Pedro I
 

Após o bate-papo a escritora respondeu perguntas curiosas dos alunos, fez “selfies”, autografou livros. Ela sempre simpática, educada e alegre, conquista a garotada com seu jeito simples de ser.

 

            Na sala de leitura da escola, Luly deixou um livro autografado para os alunos (livro no detalhe).
 

 

Ainda no primeiro bimestre , o tema literatura foi visto pela professora Rita Magnino, de Língua Portuguesa que desenvolveu uma atividade a partir do caderno pedagógico do 9º ano sobre os temas Dengue, Zika e Chikungunya através de diversos gêneros narrativos.

 

            Poesias produzidas pelos alunos.

 


Poesias produzidas pelos alunos.

 

Em sala de aula, ela dividiu a turma em grupos, solicitou que trouxessem material para pesquisa, e o produto final desta atividade era criar poesias com o tema pesquisado e a construção de uma maquete do mosquito aedes aegypti.

 

Exposição com poesias e trabalhos dos alunos.

 

      Poesia e modelos do mosquito Aedes feito com material reciclado.

 

 

Os trabalhos ficaram tão interessantes que renderam uma bela exposição que atraiu a atenção de todos da escola. Os alunos escreveram em forma de poesia o que pesquisaram e discutiram sobre o tema.

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato da escola :

empedro@rioeduca.net

Para saber mais sobre a escritora Luly Trigo:

http://lulytrigo.com/


Roberta Vitagliano - Representante Rioeduca 7ª CRE

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 

                               

 
 
 
 

   
           



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Terça-feira, 03/05/2016

Por que Alfabetizar Usando o Nome Próprio?

Tags: 6.ªcre, edi, alfabetização.

 

 

A professora Mariana, do Espaço de Desenvolvimento Infantil Amarelinho, deu início às reflexões sobre o sistema de escrita, na sua turma da Educação Infantil, através de atividades com o nome próprio de cada aluno do EI-13.

 

A atividade foi realizada no início do mês de março e teve por objetivo principal ajudar os alunos a identificar, reconhecer e reproduzir a escrita do seu nome e de seus pares, além de valorizar a identidade da criança.

 

O trabalho teve início com a contextualização do nome das crianças, através da Chamadinha, que tem por cenário o fundo do mar. Os nomes dos alunos foram escritos em fichas no formato de peixe. 

 

"É assim que se escreve!" foi o nome dado pela prof.ª Mariana para a atividade com nome próprio

 

Todos os dias, antes de iniciar a aula, os alunos são organizados em roda, a professora Mariana mostra a ficha e explica que o que está escrito nelas é o nome de cada um. Em seguida, o desafio é lançado: “Vamos descobrir quem veio e quem não veio? ”. Ela pega uma ficha e incentiva os alunos a ler. Quando o nome é identificado, a criança pega a ficha e prende no cartaz.

 

A turma foi classificada pela prof.ª Mariana como dinâmica, interativa e questionadora.

 

Após esta rotina diária, foi apresentado o alfabeto móvel em diversas cores. As crianças foram desafiadas a reescreverem seus nomes e de seus pares através do alfabeto móvel.

Esta atividade possibilitou identificar em que etapa do processo de escrita os alunos se encontram. Segundo a professora Mariana, toda a descoberta foi de forma prazerosa, pois houve a devida interação entre as crianças, mesmo sendo uma atividade individual ocorrida em um espaço coletivo.

 

O trabalho com o nome próprio tem objetivos  de aprendizagem diferentes, de acordo com a faixa etária dos alunos.

 

“Acho que foi bem produtivo, pois como havíamos conversado no planejamento do dia 01/01, quando a criança toma posse de seu nome, tem a possibilidade de perceber como um ser importante e que o seu e o nome de seus pares têm significado. Esse é o nosso comprometimento, ter como foco a criança e seu desenvolvimento na Educação Infantil”, relatou a Diretora Adjunta Silvana.

As atividades com o próprio nome na Educação Infantil são essenciais para ajudar as crianças a perceber semelhanças e diferenças entre os nomes, como quantidade e disposição das letras e sua relação com os sons. Com base nesse modelo, elas conseguem estabelecer comparações para tentar ler outras palavras.

 

A atividade desenvolvida ofereceu novos desafios às crianças, potencializando seu aprendizado.

 

Em contato com o nome próprio, as crianças notam a regularidade da forma dele e entendem que a escrita alicerça a língua falada. Toda vez que elas observam seu nome, percebem que ele tem sempre as mesmas letras. Essa constância do sistema é muito importante, porque é um ótimo lugar de reflexão e aprendizagem.

A escrita do nome próprio é uma importante conquista para a criança que está em processo de alfabetização. O papel do professor é ampliar, de maneira significativa, a inserção das crianças no universo da escrita, com o qual elas têm contato por meio de cartazes que veem nas ruas, da televisão e das listas de compras que seus pais fazem.

 

A prof.ª Mariana exerceu a função de Agente Auxiliar de Creche, de 2008 a 2012, é graduada em Serviço Social, pela UFRJ, e ainda atua como Professor II no município de Belford Roxo.

 

Diante disso, é um orgulho divulgar este trabalho de grande relevância educacional realizado pela PEI – Professora de Educação Infantil – Mariana, formada pelo Instituto de Educação Moysés Henrique dos Santos (2007). “É um orgulho tê-la na 6.ª Coordenadoria de Educação do Rio de Janeiro”, disse Gerente de Educação Kátia Barboza.

 

Quer saber um pouco mais? Entre em contato com a escola e com a prof.ª Mariana!


Edi Amarelinho / (21) 3372-6780
E-mail: emamarelinho@rioeduca.net


Professora Mariana / (21) 979978461
E-mail: emamarelinho@rioeduca.net

 

 Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até apróxima semana!


 

                               

 

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 02/05/2016

Oficina de Horta Hidropônica

Tags: 10ªcre, horta, hidroponia.

 

 

 

Na E. M. João Gualberto Jorge do Amaral, o Projeto Horta Orgânica, Medicinal e Jardim teve início em 1986, idealizado pela Professora Áurea Paula Passos e fortalecido pelo Professor Victor Aurelio Marques.

 

A E/SUBE/CRE (10.19.004) Escola Municipal Professor João Gualberto Jorge do Amaral está localizada à Praça Paulo de Tarso Celestino, s/n° - Gouveias – Paciência, zona oeste do Rio de Janeiro. A Unidade Escolar atende atualmente alunos do 1° ao 5º ano e tem como diretor o professor Victor Aurélio Marques, que está na função há 30 anos, como diretora adjunta, a professora Tania Regina Mota Gonçalves, e como Coordenadora Pedagógica, a professora Elisabete Torres Rosa.

Os objetivos iniciais do projeto eram motivar nas crianças a necessidade de construir sua hortinha caseira e ter, assim, parte do seu sustento e estimular os alunos a produzirem alimentos sem agrotóxicos, buscando uma alimentação saudável.

Em 1992, por ocasião da inserção do Projeto “Rio Escola Viva", a Oficina de Horta fez parte juntamente com outras e atingiu significativamente o proposto pelos idealizadores.

 



Horta Hidropônica na E. M. Professor João Gualberto Jorge do Amaral

 

Ao longo de algum tempo, a Unidade Escolar contou com a parceria do Centro Agrícola de Santa Cruz, hoje Departamento de Conservação e Obras da Prefeitura, onde a professora Áurea e alguns alunos recebiam orientações de como cuidar da horta.

Em 2000, a escola passou a contar com a parceria do professor de Técnicas Agrícolas, Lucio Teixeira, um professor da Rede Municipal, que iniciou suas atividades como voluntário no Projeto Amigos da Escola, dando continuidade ao Projeto, introduzindo a Oficina de Horta Hidropônica, grande sucesso da escola, que é a técnica de cultivar plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada, que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta. Nas hidroponias, as raízes podem estar suspensas em meio liquido (NFT) ou apoiadas em substrato inerte (areia lavada, por exemplo) e está relacionada à qualidade de vida e a produção de alimentos saudáveis de forma eficiente.

 

Professor Victor, Professor Lucio e Professora Elisabete

 

— A participação da comunidade é amistosa. Nossos alunos e professores têm envolvimento direto com o Projeto. Desde a semeadura até a colheita há envolvimento dos nossos alunos e de nossos professores. Toda colheita é utilizado no Programa Nacional de Alimentação Escolar. A escola possui muita área verde e possuía espaço ocioso, o que foi aproveitado para o projeto. Já chegamos a retirar do solo desta casa até 150 kg de batata doce e muita cenoura. — afirma o diretor Victor.

— Os professores utilizam os conhecimentos repassados aos alunos para realizar interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento. Este projeto é de grande participação e sucesso entre os alunos e todos da Comunidade Escolar. Incorporamos o tema alimentação saudável e meio ambiente ao nosso Projeto Político Pedagógico e o trabalho da horta tem função pedagógica, pois propicia o trabalho com esses temas. Através dela, os alunos aprendem a cuidar do meio ambiente, pois os alimentos produzidos são orgânicos, não causando nenhum prejuízo. — afirma a Coordenadora Elisabete.

 

Horta Hidropônica

 

— A horta da Escola é linda e aprendo muito com o tio Lúcio. Antes eu não comia verduras e legumes, agora eu gosto. Quero ficar na horta o ano todo. — afirma a aluna Ana Vitória da turma 1403.

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/SUBE/CRE (10.19.004) E. M. Professor João Gualberto Jorge do Amaral
Telefone: 3404-9905
Email: emjamaral@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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