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Retornando 58 resultados para o mês de 'Maio de 2017'

Quinta-feira, 11/05/2017

Festival Reimagine Rio

Tags: festival, mídia, educação.

 

102 UNIDADES DO PROJETO CINECLUBE NAS ESCOLAS PARTICIPAM DO CIRCUITO ESCOLAR DO FESTIVAL REIMAGINE RIO


De 1 a 30 de junho, 102 unidades do Projeto Cineclube nas Escolas irão exibir os documentários que compõem o Festival Reimagine Rio.


O QUE É O FESTIVAL REIMAGINE RIO

O Festival Reimagine aconteceu na cidade do Rio de Janeiro em 2016 e buscou apresentar, por meio de cinco documentários, um novo olhar sobre a cidade. Os filmes mostram como as relações entre pessoas e os laços de afeto fortalecem e inspiram ideias inovadoras em qualquer lugar do mundo.


OS 5 DOCUMENTÁRIOS

"Não deixe a Peteca Cair” – Badminton

"Loucos Dizem que Somos” – Campinho Show

“No Risco do Circo no Risco da Vida” – Crescer e Viver

“Nosso Cinema Nosso”- Cinema Nosso

“Assó, Adorei o Jongo!” – Jongo da Serrinha

 

O CIRCUITO ESCOLA

O Circuito Escolar do Festival foi criado para ampliar o debate das temáticas transversais abordadas. A ideia é unir cultura e educação, cinema e aprendizado. As 102 unidades que participam do circuito irão receber para seu acervo um DVD com os 5 documentários.

 

 CALENDÁRIO DO CIRCUITO ESCOLA

* Lançamento para os professores e orientações para as exibições no Circuito Escola: 17 de maio, às 9h, Memorial Getúlio Vargas (Praça Luís de Camões, S/N - Glória) - EVENTO EXCLUSIVO PARA AS UNIDADES INSCRITAS NO CIRCUITO ESCOLAR

* Envio do agendamento das sessões: 15 a 26/5 (EXCLUSIVO PARA AS UNIDADES INSCRITAS NO CIRCUITO ESCOLAR)

Link para o agendamento das sessões: https://goo.gl/NloKvR

* Exibição nas escolas/bibliotecas: 1 a 30/6

* Relatórios das sessões: 1 a 15/7

 

Veja, aqui, a listagem das 102 unidades participantes!

https://drive.google.com/file/d/0B62Lc-woLK2fX3lZLWJYSnZJTFU/view?usp=sharing

 


 


   
           



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Quinta-feira, 11/05/2017

E.M. Brasil PEJA no Combate ao Aedes aegypti

Tags: 4ªcre, arbovirose, peja.

 


As escolas municipais do Rio de Janeiro continuam mobilizadas contra a Dengue. Transmitida pelo mosquito Aedes aegypt, a Dengue é um problema que precisa ser tratado com seriedade e informação.

 


 

Projeto sobre Arbovirose desenvolvido pelo Peja da E. M. Brasil. Inicialmente o tema foi apresentado através de filmes explicativos e planfetos informativos.

 

 

Desenvolvemos rodas de debates e discussões com as turmas.

 

 

Trabalhamos com recortes de jornais pesquisando sobre o assunto em grupo.

 


Produzimos textos coletivos e individuais sobre as medidas preventivas, sobre os sintomas e problemas causados pela picada do mosquito transmissor e sobre o tratamento que está disponível nos hospitais da rede pública.

 


 


Destacamos o excelente trabalho da turma 191, que desenvolveu seu projeto de forma integrada com a turma 1403 do horário diurno que está sobre a regência da professora Roseli, que atende as duas turmas.

 

 

Analisamos áreas geográficas onde ocorrem mais incidências e desenvolvemos atividades em grupo. Foram produzidos textos a partir das pesquisas realizadas.

 

 

Destacamos mais um trabalho muito bom, o realizado pela turma 192, os alunos construíram armadilhas de caça ao mosquito e espalharam pela escola.

 

 

A turma 191 trabalhou o tema e produziu um vídeo explicando como combater o mosquito e interromper o processo de reprodução com ações dentro da própria casa e conscientizando os vizinhos. Este video foi passado para as turmas dos alunos do horário diurno e para os demais alunos do Peja que funciona no horário noturno. Em retribuição os alunos da 1403 compuseram uma música e foram filmados cantando. Estes vídeos foram passados para todas as turmas da escola.

 

 

Todo o trabalho desenvolvido foi apresentado para todas as turmas e no término do Projeto, a turma 152 criou um mural no corredor da escola para informar todos os cuidados que devemos ter para a eliminação dos problemas causados pela infestação do mosquito Aedes aegypit, através de ações individuais e coletivas de prevenção e cuidados simples que podem salvar vidas.

 

 


Parabéns à Equipe da escola pelo excelente trabalho realizado!


Sobre a escola:
Escola Municipal Brasil
Gestoras:Gisélia Gracio e Sanny Magalhães
Professor Orientador: Profª Rosângela Rodrigues
Endereço:Rua André Azevedo s/nº Olaria, Rio de Janeiro - RJ, CEP:21021-480
Telefone: (21) 3885 3660 e (21)3885 3830
Email: embrasil@rioeduca.net
Texto: Enviado por Rosângela Rodrigues – P.O. do PEJA.

 


   
           



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Quarta-feira, 10/05/2017

Robótica sem Computador? Como?

Tags: robôtica, sucata, maker.

É necessário refletirmos sobre o papel da tecnologia na aprendizagem e a forma que estamos se utilizando delas. Há uma ideia de que trabalhar com ela envolve somente os equipamentos (computadores, tablets, smartphones e a internet), mas isso precisa ser desmistificado. Esses aparelhos precisam ser olhados pelo potencial que desencadeiam em inovação, inventividade e criatividade para a resolução de problemas, tornando-se assim propulsores e apoiadores da aprendizagem.


Como educadora da rede pública de ensino aqui da capital paulista, sempre procuro encontrar caminhos para trabalhar grandes temas geradores, proporcionados através da experimentação. E um deles foi à cultura maker, que trabalha a criatividade e permite a construção da aprendizagem através da experiência mão na massa, onde viabilizou que realizássemos a robótica com sucata livre, mesmo sem possuir o material adequado, como equipamentos específicos de robótica.


Ao observar o entorno da comunidade onde leciono da zona Sul de São Paulo – uma comunidade muito carente, com ausência de saneamento básico – sempre me senti incomodada com a quantidade de lixo e, principalmente, de materiais recicláveis que poderiam ser reaproveitados e explorados. Eles poluem um córrego próximo à escola, que, em dias de chuva, alaga a região, uma oportunidade de transformar esta realidade, através da experimentação, fazendo os alunos colocar a mão na massa. Propus aos alunos: vamos fazer robótica com sucata?


No começo, os alunos acharam estranho: como trabalhar tecnologias sem usar computadores? E robótica, o que é? Após rodas de conversa e pesquisas, fomos a campo andar aos arredores da escola e recolhemos muitos materiais recicláveis. Entre eles, garrafas pet, rolinhos de papel higiênico, tampinhas de garrafa, isopor, palitos, forminhas, chaves de fenda, aparelhos eletrônicos quebrados, entre outros.


Realizamos uma nova roda de conversa sobre como dar outro destino a estes materiais, abrangendo a questão ambiental. Iniciamos o trabalho de robótica com sucata livre. Para instigar a curiosidade, partimos de um conceito simples, totalmente pautado na cultura maker, faça você mesmo. Propus criarmos um carrinho movido a balão de ar, explorando questão da força. Depois, lancei provocações norteadoras: “Quando encho a bexiga, o que fica dentro dela?”, “Se solto este ar, o que acontece com a bexiga?”, “Qual material devemos usar?”, “Quais materiais podem usar para fazer as rodas? E para prender as rodas?” e “Se usarmos este conceito, é possível criarmos algo?”.


A proposta inicial era realizar o trabalho somente com as séries do Fundamental I, mas a proposta foi tão bem aceita que, a pedido dos estudantes, realizei a oficina com todos os alunos da escola, contemplando os diferentes níveis de aprendizado e aumentando a complexidade nos desafios. Os carrinhos ficaram diferentes uns dos outros, e cada criança utilizou o conhecimento para desenvolver o seu protótipo. Jovens e crianças, meninos e meninas, se empenharam em construir e testar a sua invenção.


É importante ressaltar que este trabalho foi realizado durante as aulas de Informática Educativa e com a sala inteira, onde em média possui de 35 a 40 alunos dando oportunidade a todos de vivenciarem e experimentarem o aprendizado coletivamente.

 


Com o auxilio da cultura maker, alguns alunos indisciplinados foram despertados para a aprendizagem e se envolveram bastante nas aulas. O trabalho que iniciou timidamente ganhou força e confiança e os alunos começaram a construir protótipos e levá-los para a sala de aula, como uma mesa de hóquei movida a secador de cabelo, circuito elétrico, robôs com leds e que mexem os braços, barcos que andam na água opor meio de motor e hélice, aviões, carrinhos motorizados e aranha robótica, entre outros experimentos elaborados com sucata de eletrônicos. O processo de produção desses objetos desperta o protagonismo e a autoria dos alunos por meio da prática e da experimentação.


Divido com vocês aqui algumas dicas, que foram importantes na construção do trabalho:


1. Vale a pena iniciar o trabalho conversando com os alunos sobre as possibilidades que temos de realizar uma transformação social. No caso, identificamos materiais sem uso que prejudicavam o meio ambiente e o entorno da escola e que poderiam ser reciclados. Para envolver a comunidade escolar, realizamos parcerias com ferros velhos próximos à escola, onde encontramos motores de DVD player, fios, arames, ventoinhas de computadores, mouses (dos quais dá para aproveitar os leds), entre outros materiais. Realizamos campanhas de doação no Facebook e no blog da escola e os próprios professores da unidade escolar também colaboraram, doando materiais que não utilizavam mais. Depois, é preciso separar alguns materiais, como chaves de fendas, alicates, martelos, pistola de cola quente e ferro de soldas.


2. Provoque os alunos por áreas de conhecimento e por meio de resoluções de problemas. Para o meio ambiente, qual a importância de reciclarmos esses materiais? O que é um circuito elétrico? Como realizamos um? O que podemos fazer com uma garrafa pet? De que forma podemos construir um carrinho? Como deve ser o eixo das rodas? É melhor usarmos pilhas e/ou bateria? Vamos testar? Por que o carrinho está andando? Por que o carrinho não está andando?


3. É importante realizar fichas de investigação. Desta forma, os alunos podem trocar entre si (este trabalho pode ser feito em grupos e não necessariamente os alunos estão realizando o mesmo projeto). Também é importante apontar o que não está dando certo e o motivo disso. Assim, eles testarão outras hipóteses considerando os erros, fundamentais para o processo de aprendizado. Costumo manter também um diário com os alunos. No caso deste trabalho, dentro da rede social Edmodo. Os alunos registraram suas impressões na construção do protótipo e, nos fóruns de discussão, os colegas contribuem para o seu projeto. Ao escrever seus diários, eles trabalham a escrita e a leitura (que pode ser avaliada pelo professor de Língua Portuguesa).


4. A aprendizagem deve ser significativa e, de preferência, envolver a resolução de um problema concreto. No caso, a questão dos materiais que eram jogados nos arredores da escola. Outra proposta para nosso projeto foi realizar protótipos para auxiliar os alunos com necessidades especiais. Mostre que eles possuem a capacidade de criar soluções para problemas cotidianos.


5. Realizar parceria de projetos, envolvendo outros docentes, também é interessante. Que tal chamar os professores de Ciências e Geografia para falar de reciclagem e a importância disso para o meio ambiente?


6. Compartilhe a aprendizagem. Promovo feiras e exposições com os trabalhos que eles realizam, pois considero uma oportunidade de envolver os pais e a comunidade escolar. Nessa hora, será possível exercitar a oralidade.


7. Com o tempo, aumente o grau de dificuldade dos problemas. O trabalho inicial facilitou o entendimento sobre tecnologia e aumentou o interesse pela robótica. Os alunos já se sentem motivados a explorar e conhecer mais recursos. Agora, estamos envolvendo a sucata com trabalhos de programação.


Por meio desse projeto, a tecnologia deixou de ter seu uso relacionado apenas aos computadores e ao lazer. Ela passou a ser vista também como uma ferramenta de construção e mudança social. Eu, a comunidade escolar, os pais e os próprios alunos viram que é possível desenvolver a criatividade, inventividade e resolver problemas tendo os estudantes como protagonistas do processo de ensino aprendizagem, de uma significativa, com envolvimento e experimentação em protótipos feitos pelos alunos.


 


Débora Garofalo é formada em Letras e Pedagogia, com especialização em Língua Portuguesa e, neste ano, iniciou o mestrado em Linguística Aplicada, Letramento Digital. Desde 2015 atua como professora orientadora de Informática Educativa do 1º ao 9º ano. Essa é uma disciplina do currículo da rede Municipal de São Paulo que integra as tecnologias ao processo de ensino aprendizagem do currículo de diferentes áreas do conhecimento.


   
           



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Quarta-feira, 10/05/2017

Aqui é um lugar de paz

Tags: centro, estudos, paz.

 

 

Especial - Aqui É Um Lugar De Paz

 

Primeiro programa especial da campanha Aqui É um Lugar de Paz. O secretário de Educação, Esportes e Lazer, César Benjamin, convida toda a Rede Municipal a transformar as escolas em polos irradiadores de paz. Alunos e professores conversam sobre o que pode ser feito pelo coletivo e por cada indivíduo.

 

Obs.: Para acessar o vídeo clique na imagem acima

 

 


   
           



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