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Segunda-feira, 06/06/2016

Informativo Multirio de 06 de junho

Tags: informativomultirio.

 

 

Multirio | News Ascom

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Um bate-papo sobre comportamentos, valores e hábitos

Em Aquela Conversa, que estreia nesta segunda (6), a médica e professora Viviane Castello Branco recebe convidados para discutir o novo modelo de pai cuidador. A nova produção da  MultiRio traz experiências e reflexões sobre temas que envolvem bem-estar e políticas públicas em saúde. Gentileza nas relações afetivas, protagonismo dos jovens e participação masculina nas atividades do dia a dia estão na pauta do programa. Acompanhe, às 14h30, no canal MultiRio (26 da NET) e na BandRio.

Ouça e saiba mais sobre tecnologia

Bilhões de pessoas estão conectadas em escala mundial. Para entender melhor o impacto e a importância desta realidade no dia a dia, a nova série Interconectados, da Web Rádio, entrevista especialistas ligados à área. A ideia é levar o ouvinte a conhecer melhor os recursos e as inovações digitais, aproveitando todas as vantagens que a tecnologia traz e se protegendo dos aspectos negativos. Não perca a estreia nesta terça-feira (7), às 11h, 15h, 19h e 23h, via Web Rádio.

Guerra dos Marimbondos

A história do levante de homens livres e pobres, camponeses - agricultores de subsistência na maioria -, inconformados e alarmados com a promulgação, em 1851, do Regulamento do Registro dos Nascimentos e Óbitos no Império e da Lei do Censo. Leia no Portal MultiRio.

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Sexta-feira, 03/06/2016

Café com Leitura no Peja da Brasil

Tags: 4ªcre, leitura, peja.

 

 

 

Para vencer o desafio da falta do hábito de ler ou do gosto pela leitura, é preciso adotar uma metodologia que priorize o uso de textos, no qual o primeiro e mais importante passo é a leitura. Assim, a Escola Municipal Brasil promove essa prática de forma acolhedora e prazerosa. 

 

 

 

Para trabalhar a leitura e a escrita nas classes do PEJA, antes de mais nada, devemos considerar a linguagem como uma forma de interação, já que  determinadas ações só podem ser concluídas por meio dela. Portanto, ela estabelece entre as pessoas vínculos que ultrapassam o plano meramente linguístico. No qual  se faz necessário por parte da escola “uma postura educacional diferenciada, uma vez que situa a linguagem como lugar de constituição de relações sociais, onde os falantes se tornam sujeitos.” (GERALDI, 2006, p.41)

 

 

"O Projeto “CAFÉ COM LEITURA”, da E. M. Brasil, é realizado no PEJA uma vez por mês e tem como objetivo o incentivo à leitura, ao mesmo tempo que estimula a criatividade e contribui para a formação de uma geração mais crítica e participativa.

Na atividade desenvolvida, os alunos são protagonistas de leituras de poemas da nossa literatura, assim como de textos de suas próprias autorias. A ação também disponibiliza o acervo da Sala de Leitura para manuseio e empréstimo.

 

 

No mês de abril a unidade escolar contou com a presença do senhor Evandro (responsável pela Biblioteca Comunitária Tobias Barreto) para uma Roda de Conversa. O mesmo abrilhantou o evento recitando textos clássicos, contando sua história e valorizando a leitura como instrumento de desenvolvimento pessoal.

O próximo e tão aguardado Café com Leitura, a pedido dos alunos, será um Sarau Musical.

Esse Projeto é coordenado pela Professora Orientadora Rosângela Rodrigues de Souza com a parceria dos professores regentes da E. M. Brasil.

A Gerência de Educação da 4° CRE acompanha o projeto e parabeniza a ação realizada no PEJA, sinalizando a relevância de práticas educativas voltadas para a valorização da leitura literária." Texto enviado pela Professora Denise Carvalho da Silva - Assistente II GED 4ªCRE.
 

O trabalho desenvolvido com o PEJA da E. M. Brasil visa levar os alunos a assumirem uma postura de sujeito ativo, no qual o leitor se torna co-autor da compreensão do texto, estabelecendo para si um objetivo com essa prática. Dessa forma, oportuniza-se a todos as condições necessárias para concluirem com sucesso todas as etapas que compreendem o processo de aprendizagem da leitura/escrita.

 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!
 

 

 

Contato da E. M. Brasil:

embrasil@rioeduca.net

 

Contato para publicações:

Ana Accioly - Representante Rioeduca 4ª CRE

anaaccioly@rioeduca.net

 

 

 

                               

 
 
 
 

   
           



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Postado por Ana Accioly Ver Comentários (3)

Sexta-feira, 03/06/2016

Programa Servidor Rio 2016 - Prazo Prorrogado

Tags: do, decreto.

 

 

 

PRAZO DE INSCRIÇÃO PRORROGADO ATÉ 14/06/2016

 

DECRETO RIO Nº 41704 DE 16 DE MAIO DE 2016 (publicado no DO de 17/05/2016)

Institui o Programa Servidor Rio 2016 no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

 

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e

CONSIDERANDO que a Cidade do Rio de Janeiro será sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016;

CONSIDERANDO que o servidor público do Município do Rio de Janeiro pode contribuir com sua experiência nas diversas áreas abrangidas no suporte aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos;

DECRETA:

Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Município do Rio de Janeiro, o Programa Servidor Rio 2016, que tem por objetivo selecionar servidores ativos da administração direta e indireta que tenham interesse em participar na preparação e na realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

§1º Para participação, os servidores deverão possuir ensino médio completo.

§2º Poderão se inscrever os servidores que não exerçam atividades de direção e chefia em seus respectivos órgãos.

§3º Fica vedada a inscrição de servidores que atuem em atividade que não seja permitida interrupção ou paralisação do serviço público, excetuados os servidores que atuam na área administrativa desses órgãos ou entidades.

§4º Caso a Secretaria Municipal de Administração – SMA identifique um numero excessivo de inscrições por órgão ou entidade que possa prejudicar o desempenho de sua atividade fim, fica esta autorizada a reduzir o número de inscrição de servidores dos respectivos órgãos ou entidades.

Art. 2º A Secretaria Municipal de Administração – SMA elaborará Resolução* estabelecendo as regras de seleção e participação de servidores ativos no Programa.

Art. 3º Os servidores selecionados atuarão nas seguintes áreas, dentre outras:

I – transporte;

II – serviço de evento;

III – gerenciamento da vila dos atletas e acomodações;

IV – controle de chegadas e partidas;

V – serviços internacionais e protocolares;

VI – credenciamento;

VII – serviço de alimentos e bebidas; e

VIII – operações urbanas.


Art. 4º Os servidores ativos selecionados participarão do Programa pelo período de até 8 (oito) semanas.

Art. 5º Nos dias em que o servidor estiver a disposição ou em treinamento para exercer as atividades de que trata este Programa, o servidor selecionado fica dispensado da assinatura do ponto no local de sua lotação.

Parágrafo único. Nos casos de eventuais ausências do servidor, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 deverá comunicar a Secretaria Municipal de Administração - SMA, para fins de registro e controle.

Art. 6º O servidor não terá prejuízo na sua remuneração, bem como em seus benefícios, direito e vantagens, em razão do desempenho das atividades de que trata o presente Decreto.

Art. 7º O servidor selecionado fará jus a um par de ingressos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Parágrafo único. Poderão ser concedidos ainda outros benefícios, a critério do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Art. 8.º Fica autorizada a SMA a estabelecer, sem prejuízo do disposto do art. 7.º outras formas de compensação não remuneratórias para os servidores que cumprirem o Programa de forma integral.

Art. 9º. Os casos omissos serão regulamentados pela SMA.

Art. 10. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

 

Rio de Janeiro, 16 de maio de 2016; 452º ano da fundação da Cidade.

EDUARDO PAES

 

*RESOLUÇÃO SMA N° 1992 DE 16 DE MAIO DE 2016 (publicada no DO de 17/05/2016)

 

RESOLUÇÃO SMA N° 1993 DE 20 DE MAIO DE 2016 (publicada no DO de24/05/2016) Prorroga o prazo de inscrições de servidores no âmbito doPrograma Servidor Rio 2016 até 30/05/16.

 

RESOLUÇÃO SMA N° 1995 DE 30 DE MAIO DE 2016 (publicada no DO de 01/06/2016)Prorroga o prazo de inscrições de servidores no âmbito do Programa Servidor Rio 2016 até 14/06/16.
 

 

 

 

                            

 

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 03/06/2016

O Uso de Imagens Como Instrumento de Letramento


 

 


   

O uso de imagens como instrumento de letramento: a Pedagogia dos Multiletramentos na Educação Infantil

 

 

 

 

 

 

Como sabemos, nas classes de pré-alfabetização é importante o trabalho com múltiplas linguagens, estimular a criatividade, enriquecer as experiências e também preparar a criança para sua futura alfabetização, com tarefas relevantes e significativas para ela (KATO, 2002). Nas atividades de contação de histórias a partir de imagens, por exemplo, a criança une com a fantasia elementos que traz da sua realidade. Assim, ela cria suas próprias narrativas, fazendo uso de diversas modalidades que o livro apresenta.


O estudo sobre a multimodalidade torna-se cada vez mais necessário, pois as formas pelas quais os textos se apresentam, digitais ou não, têm incorporado cada vez mais aspectos que os enriquecem, entre eles a imagem. “Assinala-se, então, a relevância de expandir a abordagem dos textos multimodais, sua significação dentro de um contexto social e a necessidade de ampliar a leitura de textos que extrapolam o modo semiótico verbal” (SANTOS, 2008). Nesse sentido, a leitura em livro sem legenda é importante para o desenvolvimento de um trabalho em que a criança tenha participação ativa na leitura, com vistas a criar narrativas orais por meio do estímulo imagético.


Ao se inserir em um ambiente letrado, o aluno se apropria do mundo da leitura, e a imagem exerce a função de aproximá-lo do livro. A partir do momento em que o poder sobre o livro e sobre o seu conteúdo sai das mãos do adulto, a criança pode assumir o papel de autora e fazer uso da sua criatividade. O papel do professor, nesse caso, é mediar essa aproximação, enriquecendo o momento de contação e criação de histórias com a valorização de sua produção e estímulo à sua percepção visual.

Partindo do pressuposto de que a escola é uma das agências mais importantes de letramento, a leitura deve ser eixo norteador de todo processo de ensino e aprendizagem e, por isso, deve ser considerada uma prática voltada para a formação de leitores e não de “alfabetizados”. (ROJO, 2012, p. 82)

O contato da criança com a leitura acontece muito antes do seu ingresso nas classes de alfabetização e, com as novas tecnologias e recursos multimodais, este contato tem sido cada vez mais constante. A Educação Infantil é um espaço privilegiado para o trabalho com os diversos sistemas semióticos, sobretudo a imagem. 


O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) se apresenta em três volumes e engloba crianças de 0 a 6 anos de idade, traz as diversas vertentes das variadas idades da Educação Infantil e são explanadas como subsídio para o educador orientar o seu trabalho. Para crianças de 0 a 3 anos, o RCNEI destaca como objetivos para o trabalho da linguagem oral e escrita: 

Nas sociedades letradas, as crianças, desde os primeiros meses, estão em permanente contato com a linguagem escrita. É por meio desse contato diversificado em seu ambiente social que as crianças descobrem o aspecto funcional da comunicação escrita, desenvolvendo interesse e curiosidade por essa linguagem. Diante do ambiente de letramento em que vivem, as crianças podem fazer, a partir de dois ou três anos de idade, uma série de perguntas, como “O que está escrito aqui?”, ou “O que isto quer dizer?”, indicando sua reflexão sobre a função e o significado da escrita, ao perceberem que ela representa algo. (BRASIL, 1998, p. 22, 2 v)

A descrição acima mencionada nos remete diretamente ao conceito base desta pesquisa que é o conceito de letramento. A interação começa na família e, em seguida, na escola onde a mesma deve oferecer um ambiente letrado e atividades significativas através das quais a criança poder fazer o uso social da escrita e ser sujeito da sua ação. Sendo assim:
O letramento é muito mais que alfabetização. O letramento é um estado uma condição; o estado ou condição de quem interage com diferentes portadores de leitura e escrita, com diferentes tipos e gêneros de leituras e escritas com as diferentes funções que a leitura e a escrita desempenham na sociedade. (SOARES, 2006, p. 58)

É válido ressaltar que acreditamos que não deve ser utilizado nenhum método de alfabetização na Educação Infantil, pois esse não é o momento em que a criança precisa ser alfabetizada, por isso a importância de diferenciar o termo alfabetização do termo letramento. Destacamos ainda que a criança, mesmo aquela do Maternal I que compreende a faixa etária de 2 e 3 anos, já está se relacionando com a tecnologia e seu avanço diário. É essa inovação tecnológica constante e a emergência de inserir as crianças da educação infantil nas práticas sociais desde então que irá nos levar à Pedagogia do Multiletramentos (ROJO, 2012). 


O conceito de multiletramentos é definido por Rojo (2012) como dois tipos específicos e importantes de multiplicidades presentes em nossas sociedades, principalmente urbanas, na contemporaneidade: a multiplicidade da cultura das populações e a multiplicidade semiótica de constituição dos textos por meio dos quais ela se informa e se comunica. 


Concluímos, então, que a Pedagogia dos Multiletramentos vai além de teorias sobre as várias formas de se letrar ou de trabalhar as diversas vertentes do letramento. Os multiletramentos também representam um cunho sócio-cultural, onde os letramentos múltiplos são portas para a inclusão social através de práticas pedagógicas relevantes para o aluno, desde a Educação Infantil.

 


Referências: 


KATO, M. (Org.). A concepção da escrita pela criança. Campinas: Pontes, 2002.

PRADO, Iara, Santos, Marilene, Referencial Curricular Nacional para educação, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. — Brasília: MEC/SEF, 1998.

ROJO, (Org.) Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012.


SANTOS, Záira. A construção de uma leitura multimodal em Língua estrangeira.
Revista Educação em Destaque. Juiz de Fora, v. 1, n. 2, p. 75-86, 2. sem. 2008.

SOARES, Magda Becker. Letramento: um tema em três gêneros. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

 


  
 

Ana Carolina Vieira de Brito possui graduação em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2009) e Especialização em Administração e Planejamento da Educação também pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2012). Atualmente é Professora de Educação Infantil - PEI da prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e mestranda do curso de mestrado profissional em educação básica do Colégio Pedro II. Participa do Grupo de Estudos e Pesquisas em Lingua(gem) e Projetos Inovadores na Educação (GEPLIED), liderado pela Profa. Dra. Alda Maria Coimbra Aguilar Maciel e cuja missão é elaborar projetos e gerar ações que promovam o desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras.

 

 

 

 

 

 


   


     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                               


 

 

 

 



 



 

 


   
           



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