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Retornando 52 resultados para o mês de 'Junho de 2016'

Sexta-feira, 24/06/2016

Meninas Makers - O Despertar da Força

Tags: maker, professor, aparatos tecnológicos.

 

 

 

O Despertar da Força - Meninas Makers na Escola

 

Em uma galáxia nem tão distante assim, um levante da força rebelde se prepara. Meninas, determinadas e da tecnologia, querem balançar o mundo com suas ideias.

 

Não, isso não é brincadeira, mas bem que poderia ser, afinal, no mundo Maker quase tudo começa como uma divertida brincadeira de sonhar com algo que queremos, mas ainda não temos.

 

Pelo mundo existem iniciativas para estimular a entrada feminina na tecnologia desde cedo, como a “Girls who Code” (http://girlswhocode.com/). No Brasil, esse movimento aumenta a cada dia e já tivemos uma participação bem maior de Meninas Makers na última edição da “Campus Party BR” .

 

Mas o que faz uma Menina Maker? Desde wearable computing, ou seja, computação vestível, como cintos que mudam de cor com a música, até o desenvolvimento de aplicativos de celular. Como é o caso dessas cinco meninas de São Paulo, da EMEF José de Alcântara Machado Filho, que fizeram um aplicativo de celular que informa as pessoas sobre a data e a hora da coleta seletiva em sua rua, a partir do número do CEP.

 

Não é incrível? E as suas estudantes? Será que elas gostariam de entrar no mundo da programação? Vamos tentar?

 

Se você tem acesso a uma sala com computadores:

  1. Acesse o site Hour Code e clique em “Start learning”.
  2.  Estimule sua turma a acessar uma das opções de jogos de programação, como Star Wars, Anna e Elza etc.

 #FicaaDica


DICA 1: Acesse antes de sua turma e escolha um tutorial para entender como funciona a dinâmica e se sentir mais confortável para sanar eventuais dúvidas que seus estudantes tenham.
 
DICA 2: Se você não tem computadores, ainda assim é possível introduzir seus estudantes no mundo da programação. Experimente uma aula da Code.org, traduzida por nossa equipe.
 
Ao terminar, que tal trocar impressões com os colegas sobre suas experiências?

 

Se você quiser um Plano de Aula: Programação no Quadriculado

 




Cristiane de Lima Santos

 

Mestre em Matemática Aplicada, pela PUC-Rio, e pós-graduada em Design Educacional, pela UFJF, Cristiane tem 21 anos de experiência no uso de tecnologias diversas em educação. Desenvolvedora de recursos instrucionais colaborativos, jogos educacionais e dispositivos de robótica educacional, é professora de programação e robótica no Ensino Fundamental II, além de ministrar cursos, em nível superior, de robótica com microcontroladores e sistemas embarcados. Coordena também o Grupo Temático de Internet das Coisas, organizado e apoiado pela Riosoft, TI-Rio.

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 23/06/2016

“Rio 2016, a vez do Brasil”

Tags: 3ªcre, olimpíada, folclore.

 

   

 

 

O PPA do EDI 03.12.804 Professora Tania Martins Novo Lenz, neste ano, tem como tema as OLIMPÍADAS 2016, e, no projeto do 1º bimestre “Rio 2016, a vez do Brasil”, foram vivenciadas as diferentes regiões do Brasil. Vamos conhecer esse trabalho?

 

 

Celebrando a diversidade do nosso país, cada segmento ficou responsável por uma região. A divisão ficou da seguinte forma após um sorteio: Berçário (Região Norte), Maternal I (Região Nordeste), Maternal II (Região Centro-Oeste), Pré I (Região Sul) e Pré II (Região Sudeste). As cores do Brasil foram bem exploradas decorando as salas e EDI, o Hino Nacional e a Bandeira. Os mapas do país e regiões foram apresentados de forma lúdica, de acordo com a criatividade de cada educador.

Para conhecer melhor o Brasil, seus estados, costumes e cultura, iniciamos uma grande jornada de pesquisa para conhecer as danças, hábitos alimentares, vestimentas, lendas, etc. Durante a realização do projeto, houve a participação de toda a comunidade escolar. 

A mãe de uma aluna gaúcha da Pré Escola, que estava responsável pela Região Sul, veio contar a história do chimarrão e as crianças aprenderam como preparar e depois saborearam esta iguaria. Também brincaram de pisar em bolas com tintas, dentro da bacia, imitando a festa da uva e logo após beberam o suco de uva preparado pela professora. Na festa, a turma EI-22 apresentou a dança do Pezinho e o Xote Carreirinho  e a Turma EI-21 além de estudar as lendas e costumes, apresentaram a Dança do Pau de Fita.

 

 

A Turma do EI-11 (Pré II), responsável pela Região Sudeste, experimentou o pão de queijo de Minas Gerais, sentiu o cheirinho do café das fazendas do Espírito Santo e conheceram um pouco da arquitetura da metrópole da maior cidade urbana - São Paulo. 
Conheceram também um pouco mais da nossa cidade - o Rio de Janeiro - com seus pontos turísticos.

A Turma do EI-11 (Pré II), responsável pela Região Sudeste, experimentou o pão de queijo de Minas Gerais, sentiu o cheirinho do café das fazendas do Espírito Santo e conheceram um pouco da arquitetura da metrópole da maior cidade urbana - São Paulo.
Conheceram também um pouco mais da nossa cidade - o Rio de Janeiro - com seus pontos turísticos.
Nesse momento, estudaram e demonstraram a face do Rio de Janeiro como cidade olímpica, apresentaram os mascotes olímpicos , e desfilaram no “Calçadão de Copacabana” representando a beleza das cariocas e dos meninos do Rio. Escolheram o samba para representar a região estudada.

As turmas do Maternal II exploraram o Pantanal Mato-Grossense e se divertiram aprendendo sobre a flora e a fauna, montando um cenário lindo com sucatas e atividades artísticas. Assistiram vídeos relacionados à região e os índios que vivem no local . Apresentaram a música do Grupo Palavra Cantada “Ciranda dos Bichos” para representar a região.

 

 

O Berçário apreendeu sobre a cultura indígena e suas pinturas corporais, sobre os animais e a vegetação da região Norte e as lendas. Degustaram um pouquinho do guaraná natural com açaí, experimentaram o aipim/mandioca da cultura amazonense, dançaram o Carimbó e as músicas de festa de Parintins e brincaram com o Boi confeccionado de caixa de papelão.

O Maternal I adorou trabalhar a Região Nordeste, brincaram de pipa e o Bonecão de Olinda adaptado, provaram a tapioca, confeccionaram o chapéu e sanfonas para dançar a música do Rei do Baião, Luiz Gonzaga.

E neste mesmo ritmo, o dia 27 de abril , da nossa Avaliação, foi palco de uma  homenagem para  a Região Nordeste, com decoração, artesanato, músicas de Luiz Gonzaga, tapioca e Literatura de Cordel; que emolduraram as discussões dos  textos propostos pela SME/CRE.


 

 

Um pouco sobre o  EDI 03.12.804 Profª Tania Martins Novo Lenz e sua patronesse:

Inaugurado no dia 17 de abril de 2012, o EDI 03.12.804 Profª Tania Martins Novo Lenz recebeu esse nome para homenagear a professora que tanto se destacou no cenário da educação da cidade do Rio de janeiro.

A carreira profissional da professora Tania Martins Novo Lenz teve início nos anos 80. Foi a primeira diretora do complexo escolar foi CIEP Pres. João Goulart (E/2ª CRE). Nos anos 90, como diretora, abriu o espaço do complexo escolar, então conhecido como Brizolão de Ipanema, para diversas parcerias. Por suas mãos chegaram aos alunos e também à comunidade do morro de Cantagalo projetos importantes, tais como: Afro Regae, Ballet –Dançando para não dançar, Boxe, capoeira, oficinas de Prancha de Surf, Teatro e o primeiro embrião do Projeto Criança Esperança na comunidade, dentre outros.

Em pouco tempo sua liderança foi reconhecida e respeitada por todos na comunidade. E a professora do asfalto da Zona Sul, que subiu o morro para trabalhar, passou a ser reconhecida como Tania do Brizolão do Cantagalo; nome e sobrenome do qual se orgulhava.

Agora a professora se faz reconhecer como Tania Lenz; nome e sobrenome que jamais esqueceremos. Professora Tania Novo, Tania do Brizolão do Cantagalo, Tania Lenz, não importa como a conheceram, hoje sentiremos muitas saudades.

 

 

Parabéns para o EDI ProfªTania Martins Novo Lenz pelo trabalho de excelência que vem sendo desenvolvido com seus alunos e motivo de orgulho para a sua  comunidade escolar.

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 22/06/2016

Todos Contra o Aedes aegypti

Tags: 2ªcre, dengue.

 

 

 

As ações que combatem ao mosquito Aedes Aegypti precisam ser praticadas por todos os cidadãos. E nossas escolas estão trabalhando para formar cidadãos conscientes e responsáveis pelo ambiente coletivo.

 

A Creche Municipal Winnie Mandela e a Escola Municipal Matta Machado, desenvolveram projetos cujos objetivos eram fazer com que os educandos compreendessem a importância da participação de todos no combate ao mosquito Aedes Aegypti. Assim, os alunos também poderão multiplicar as informações recebidas na escola, auxiliando na melhora da vida em sociedade.

 

 


A Creche Municipal Winnie Mandela desenvolveu o projeto na Semana de Mobilização da Família e da Comunidade Escolar, visando informar ações que combatam do Aedes Aegypti e ao Zica. Houve a participação das famílias e os estudantes foram os protagonistas desse momento.


Através de conversa informal as crianças foram conscientizadas sobre a importância de combater esse mosquito. A equipe pedagógica realizou atividades para que as crianças internalizassem esse conhecimento por meio de uma aprendizagem cheia de significados. Dentre as atividades realizadas estão: a construção do mosquito vilão com materiais reciclados e uma passeata dentro da creche.

 

Atividades sobre o projeto.

 

Além disso, a equipe pedagógica levou os alunos para observar o Rio Joana, que fica ao lado da creche. Após a visita, foram confeccionados cartazes, maquetes do rio poluído e latas de lixo.

Para enriquecer as atividades do projeto, os alunos, junto com os professores, dramatizaram tudo que esse mosquito é capaz de fazer e brincaram de pique mosquito.

E para encerrar esta semana as famílias foram convidadas para participar de uma passeata dentro da comunidade.

 

Aprendendo lições de cidadania.

 

A Escola Municipal Matta Machado desenvolveu o projeto “Xô Aedes”, propondo ações compatíveis com as diferentes faixas etárias as quais atende. E também a dinamização de estratégias capazes de despertar a consciência da comunidade escolar em seus diferentes segmentos.


As turmas de primeiro e segundo anos desenvolveram atividades sobre os sintomas causados pelo Zika Vírus e pesquisas sobre a forma de combater o mosquito e apresentaram a paródia “Era uma Casa”. Já as turmas do terceiro e quarto anos pesquisaram e desenvolveram atividades abordando o tema prevenção.

 

Murais com atividades sobre o projeto.

 

Alunos participando das atividades do projeto.

 

Os alunos do quarto, quinto e sexto anos pesquisaram e desenvolveram atividades sobre as causas da dengue, contágio, ciclo de transmissão do vírus, diagnóstico das doenças, tratamento, prevenção e a relação Zika Vírus com a microcefalia.

 

Apresentação de trabalhos realizados ao longo do projeto.

 

No encerramento do projeto, a escola recebeu os responsáveis para conhecerem os trabalhos realizados pelos alunos.

Parabéns às unidades escolares por desenvolverem ações que promovam a cidadania e o cuidado com o ambiente coletivo. Agradecemos as equipes pedagógicas que compartilharam conosco esta rica experiência.

 

Contatos das unidades escolares:

Creche Municipal Winnie Mandela cmwinnie@rioeduca.net

E. M. Matta Machado ccmatta@rioeduca.net

 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net


 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 22/06/2016

Trabalhando com projetos: O trabalho no Formigueiro

Tags: 11ªcre, especial, projetos.

 

 

 

A professora Fernanda Xavier tem respondido muitas perguntas da sua turminha de educação infantil regular, na E. Especial Municipal Rotary Club, localizada na Ilha do Governador. CONFIRA!

 

 

Tudo começou com um pássaro imóvel no chão coberto de formigas que chamou a atenção dos alunos, que levantaram diversas questões: formiga come passarinho morto? Para onde o estão levando? Elas voam? Põe ovos? São do bem ou do mal? 

Partindo dessas perguntas a professora tem desenvolvido um trabalho através da metodologia de projetos, intitulado "O trabalho no formigueiro".

 

Alunos pesquisadores: Observação de formigas

 

Na verdade, este é um recorte do projeto que começou com o nome de "Mundo das formigas", porém atualmente já se chama "Mundo do trabalho: Aprendendo com as formigas", pois a proposta do itinerário do projeto, como relata a professora, é feita à base de poucas fixações, com trajetória mutável oportunizando uma postura investigativa em relação ao mundo natural e social, através de diferentes fontes de pesquisa, segue arriscando novos caminhos e ampliando visões de mundo.

A turma tem demonstrado bastante interesse em saber cada vez mais sobre o mundo das formigas, munidos de lentes de aumento, passaram a procurá-las pelo parquinho, coletando-as para observação.

 

Mãos na massa, ou melhor, argila! Criação do formigueiro

 

Através dos conhecimentos compartilhados foi criado um planejamento coletivo, onde os alunos começaram, então, a trazer fotos, livros, filmes, potinhos com o inseto e pesquisas feitas na internet por mães muito participativas. O enorme envolvimento do grupo deixou clara a importância do planejamento participativo.

 

Formigas, ovos, larvas feitas com massinha de modelar

 

Seguindo o planejamento coletivo, iniciaram com muita empolgação a construção, por toda a turma, de um grande formigueiro de argila com suas diversas câmaras, onde cada formiga representava sua respectiva função. O inseto, ovos e larvas foram feitos com a massinha de modelar produzida pelas próprias crianças com farinha de trigo e sal.

Como haviam combinado que o formigueiro faria parte de um lindo jardim, a professora apresentou o livro “Lineia no jardim de Monet” para inspirá-los nessa atividade. Foi então, recriado na maquete o lago, a ponte e as ninfeias de uma de suas obras, com cores vivas e fortes, pois decidiram que, se Monet fosse pintá-lo, escolheria fazê-lo em um dia ensolarado.

 

Desenho dos alunos. Conhecimento adquirido através de muita pesquisa e observação 

 

Para construir o Sol, que também estava nos combinados e queriam que fosse bem diferente, o aluno Rafael foi influenciado pela observação de uma pintura da artista Tarsila do Amaral, onde o Sol lembrava uma laranja cortada e que conheceram através do livro “Uma aventura no mundo de Tarsila”.

“Tudo isso cria uma trama que faz com que indaguem, busquem e sigam um fio condutor que não surge de maneira espontânea nem pré-fixada, mas sim da interação, do diálogo pedagógico...” - Profª Fernanda

A culminação aconteceu com a confecção, pelas crianças, do bolo formigueiro em uma festa muito animada que contou com a presença das mães.

 

Professora Fernanda juntamente com seus alunos da educação infantil

 

As descobertas sobre as diferentes funções dos membros do formigueiro, o trabalho exaustivo das operárias, o fato da rainha e do macho não trabalharem nem cuidarem dos filhos, faz com que reflitam, agora, sobre diferentes tipos de família: mas e em nossas casas, como é o trabalho? Começa aqui, então, outra história... Ou seria a mesma??

 

O trabalho por projetos visa a re-significação do espaço escolar, transformando em um espaço vivo de interações aberto ao real e as suas múltiplas dimensões. Aprender deixa de ser um simples ato de memorização e ensinar não significa mais repassar conteúdos prontos. (Dewey)

 

 

Quer saber mais sobre o projeto?

Unidade Escolar: E. Especial Municipal Rotary Club

E-mail: emrotaryc@rioeduca.net

Telefone: 2463-0156 ou 3393-4215

 

 

 

Parabéns, professora Fernanda, por proporcionar aos alunos uma aprendizagem significativa, de forma lúdica e construtiva, que com certeza levarão para a vida toda!

 

 

Laura Fantti Davilla Serpa
Representante Rioeduca da 11ª CRE
Facebook: https://www.facebook.com/groups/1607751852842237
Twitter: https://twitter.com/laurafanttini
E-mail: lauradavilla@rioeduca.net

 

 

 

                            

 

 

 


   
           



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