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Dicas, prática pedagógica, troca de experiências.
Retornando 25 resultados para o mês de 'Junho de 2018'

Terça-feira, 26/06/2018

20º Salão do Livro Infantil e Juvenil 2018

Tags: fnlij, seminário, gla.

 

20º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens

 

 

O 20º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens este ano ocorrerá de 27 de Junho a 04 de Julho, no Centro de Convenções SulAmérica/Salão Nobre, Centro do Rio de Janeiro. O evento, com apoio da Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, promoverá o 20º Seminário FNLIJ Bartolomeu Campos de Queirós, encontros com escritores, lançamentos de livros, performances de ilustradores e palestras com autores e especialistas em literatura infantil e juvenil. O Salão FNLIJ contará com Biblioteca Bebê, Biblioteca FNLIJ Criança/Jovem, além do Espaço FNLIJ de Leitura , do Espaço do Ilustrador e os Encontros Paralelos !

 

 

Veja aqui o mapa do Salão FNLIJ com a localização das editoras.

 


Local: Centro de Convenções SulAmérica/Salão Nobre – Av. Paulo de Frontin, 01, Cidade Nova, Centro, Rio de Janeiro.

Horário:

Durante a semana – 8h30 às 17h
Excepcionalmente, na sexta-feira, dia 29/06 – das 08h30 às 20h
Finais de semana – 10h às 18h.
Ingresso R$ 12,00
(Meia entrada para menores de idade, idosos e pessoas com deficiência)

 

 

Para agendamento de visitação escolar e outras informações

Tel.: (21) 2262-9130 / 2262-9840
E-mail: visitacaoescolar@fnlij.org.br e salaofnlij@fnlij.org.br 

 

 

Mais informações: https://salaofnlij2018.wordpress.com/ 


 


   
           



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Segunda-feira, 25/06/2018

Professores de Educação Física apresentam projetos e trocam experiências

Tags: seminário, educação física.

 

I Seminário de boas práticas de professores de Educação Física em espaços alternativos

 

A tarde de segunda-feira (11 de junho) foi de muito conhecimento e troca de experiências para os professores de Educação Física da Rede Municipal de Ensino. Eles participaram do I Seminário de boas práticas de professores de Educação Física em espaços alternativos, numa das salas do Centro Universitário Celso Lisboa, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio de Janeiro. Em três momentos os professores apresentavam seus projetos para os colegas e para os estudantes da faculdade. Trabalhos com esgrima, rope skipping, com esporte paralímpico, de rebatida, sobre autoestima, e muitos outros estavam no seminário.

 

A professora Marcia Cristina F. de Souza, do Geo Olímpico Juan Antonio Samaranch, em Santa Teresa, estava muito satisfeita com o resultado do projeto Esporte Paralímpico no Ginásio Olímpico. “Desenvolvi o projeto durante as aulas de Educação Física curriculares. Tinha quatro turmas muito complicadas. Era um grande desafio encará-las no 9º ano. Comecei a desenvolver esportes paralímpicos. Para minha surpresa eles ficaram muito envolvidos, todos na mesma frequência. Eles tiveram que se apresentar e escolheram a modalidade. Num segundo momento desenvolveram a aula prática. Todos se dedicaram muito. Eu era só ouvinte. Um aluno era muito bom no badminton, mas ali era como se fosse amputado e todos eram iguais. Depois disso, melhoraram muito na disciplina e no aprendizado’’, disse a professora.

 

 

Com os trabalhos os educadores puderam apreciar a experiência dos colegas e também apresentaram as suas. O professor Flavio Nascimento, do Ciep Procópio Ferreira, da 3ª CRE, fala sobre o projeto A Psicomotricidade como ferramenta nas aulas de Educação Física e sua contribuição para a Educação Infantil. “Aproveitamos o último andar, onde havia uma sala inutilizada. Tivemos a ideia de criar uma Sala de Psicomotricidade, especializada que atendesse aos alunos da pré-escola com o professor de Educação Física. A ideia é que a psicomotricidade ajude na aprendizagem e deu muito certo’’, diz ele.

 

Em muitas escolas como Leitão da Cunha e Prudente de Moraes, ambas da 2ª CRE, ou não havia marcação nas quadras ou não havia quadra mesmo, mas isso não impossibilitou a criatividade das professoras Maria Jerusa da Silva, da Leitão, e de Andréia Apolonio, da Prudente. “Quando fomos para a escola o pátio não tinha marcação. Conversamos com a direção e falamos da importância. No recesso foi feita toda a marcação, o que facilitou o nosso trabalho. Percebemos nos alunos a motivação com o recreio mais ativo. Agora tem o dia do vôlei, do futebol, da corda. Possibilitamos o Torneio do Dia da Criança, que já é uma tradição na escola. Da Educação Infantil ao quinto ano as turmas são divididas por bandeiras’’, diz Jerusa, que desenvolveu o projeto O Ensino da Educação Física Infantil e a construção de um espaço alternativo: propostas e desafios. Ela afirma que os alunos gostam muito de futebol, mas atualmente já é possível fazer outras atividades como pique bandeira, queimado e basquete. “É ótimo porque a direção reconhece a importância da Educação Física’’.

 

A professora Andréia Apolônio, da Prudente de Moraes, explica que mesmo que quisesse uma quadra não poderia porque sua escola é tombada. Ela, então desenvolve, o Vôlei Adaptado. “A gente usa uma fita, um giz para marcar o chão e qualquer bola. A gente faz um trabalho de desporto, a socialização, a cooperação, os princípios de esporte, o espírito de equipe. A gente foge o que todo mundo espera da Educação Física: futebol e queimado. A gente sabe o que não tem de material, então se faz o melhor com o que a gente tem. As crianças adoram e conhecem outras modalidades sem ser o futebol’’, diz ela que leciona para terceiro, quarto e quinto anos.

 

Na 11ª CRE, na Escola Municipal Holanda, a professora Verona desenvolve o projeto A Educação Infantil e sua capacidade de se adaptar a espaços alternativos. “Quando eu cheguei à escola o espaço maior era o pátio. Então experimentei várias atividades como o volençol, a dança do bambolê e outras. Na sala a gente faz o campo minado com barbante e bolas de estourar’’, diz ela, explicando que com isso os alunos passaram a ter mais noção de espaço e começaram a se ver mesmo como parte integrante da escola.

 

 

Alguns professores mostraram outras modalidades de esportes para os seus alunos, como foi o caso de Alberto Esteves Daniel da Escola Primário Antônio BoaVentura, da 9ª CRE e Maria Lúcia da Conceição Quadros, da Escola Malba Tahan, da 5 CRE, que desenvolveram, respectivamente, um projeto de esgrima e outro de rope skipping. Com o projeto Esgrima – Desetilizando o Elitizado, Alberto foi, aos poucos, conquistando a atenção dos alunos. “Eu senti muita dificuldade de sair do futebol, vôlei e queimado. Quando pergunto dificilmente dão sugestão. Eu citei algumas modalidades que eles quisessem vivenciar e eles me disseram isso é esporte de rico, de elite. Temos que desmistificar – ou a gente se torna elite ou se elitiza. Fizemos um jogo – expliquei a diferença entre esporte, aquela coisa amarrada e institucionalizada e o jogo e escolhemos a esgrima. Aí quem nos ajudou foram os professores regentes com textos sobre esgrima e os de arte para confeccionar as espadas com jornal. A culminância foram os combates cada um com suas espadas e tinta na ponta, quem estivesse com o alvo mais limpo é porque sofreu menos ataque’’.

 

Já a professora Maria Lúcia resgatou a brincadeira de criança, a de pular corda com o Rope Skipping. “É um pular corda diferenciado, com acrobacias. Os alunos gostam muito. Quando eu passo filmes de competição e eles vêem que são capazes de fazer aquilo. A disciplina melhora muito, eles não querem mais só o futebol. Querem também o coch skipping, sétimo e nono ano’’, disse a professora, que também vem conseguindo vencer o mundo virtual por meio do esporte. “Eles não ficam mais só no zap, no face. Quando chegam numa escola de horário integral que tem aula de educação física diferenciada, tem pouquíssimo aluno sentado. Eles ficam mais motivados com essa aula diferente. Quando falo que temos uma pentacampeã nessa modalidade eles ficam loucos, Vivien Vajda’’, conta.

 

Preocupação com a autoestima

O professor Gustavo da Motta Silva, que leciona no CIEP João Batista dos Santos na Cidade de Deus, há dois anos, mesmo tempo em que está na Rede Municipal de Ensino, tem toda preocupação com a autoestima dos seus alunos e realizou o projeto “Entre atores, autores e Educação Física: um relato de uma experiência sobre um trabalho desenvolvido no município do Rio de Janeiro. Ele conta um pouco sobre essa experiência. “Voltado para os meus estudos de doutorado. Relaciono identidade e território. Divido em 3 momentos. Apresento a vida de um pensador e um poeta sempre mostrando altos e baixos para eles verem que nem só a vida deles tem problemas. Depois tem a parte concreta do trabalho que é auto avaliação. Eles escrevem sobre a vida deles. Aqui entra a questão dos autores e atores. Falamos sobre passado, presente e futuro. Discussões para a vida. Trago o exemplo da mulher que cuida do marido. Para os 60 alunos que escrevem eu escrevo de volta. Tenho uma articulação com a sala de leitura e a gente manda a poesia para o concurso da prefeitura’’, diz o professor acrescentando que a Educação Física ajuda muito e que os alunos têm em suas aulas um momento de abertura. ‘’ Eles passam para o papel a escrita biográfica o que sentem, falam da vida, do medo de não conseguir dormir porque a polícia entra. Essas questão eles colocam para fora e quando eles vêem meu relato escrito sentem-se privilegiados, porque eles têm escuta, deveria ter um curso de escutatória’’, conta Gustavo, que na aulas práticas vêm trabalhando com esportes de Copa do Mundo. “Temos módulo de ritmo, luta, judô, jiu-jitsu. Trabalhamos com todos os ritmos, ginástica, temos tatame, temos um atleta do Flamengo faz aula com a gente’’.

 

Professor Gustavo da Motta Silva

 

Enviado por:

Waleria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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Quinta-feira, 21/06/2018

Projeto Agentes de Inclusão 2018

Tags: iha, inclusão.

 

O Instituto Municipal Helena Antipoff Centro de Referência em Educação Especial

 

 

Prezados(as) Gerentes de Educação,
Prezados(as) Diretores(as),
Prezados(as) Professores(as),

 

Celebrando a diversidade existente em nossa rede e contribuindo para a transformação das barreiras atitudinais que ainda persistem em fazer parte da nossa sociedade, o Projeto Agentes de Inclusão 2018 apresenta:


O relato sobre o tema da Diversidade no Contexto Escolar com casos bem sucedidos de inclusão;
Oficina Pedagógica para a Diversidade ;
A ação Era Uma Vez, para os alunos da Educação Infantil.
O Projeto Agentes de Inclusão justifica-se por compreender a riqueza existente na diversidade humana e reconhecer a escola como espaço propicio para o diálogo, a reflexão e o debate sobre a equidade de oportunidade, enfrentamento à discriminação e o respeito à pessoa com deficiência. Compreendemos que as barreiras, em sua maioria, não são físicas, mas construídas com base nas diversas concepções sobre as deficiências.

 

Apresenta:

O Projeto Agentes de Inclusão justifica-se por compreender a riqueza existente na diversidade humana e por reconhecer a escola como espaço propício para o diálogo, a reflexão e o debate sobre a equidade de oportunidades, enfrentamento à discriminação e o respeito à pessoa com deficiência. Compreendemos que as barreiras, em sua maioria, não são físicas, mas construídas com base nas diversas concepções sobre as deficiências.

 

Projeto Agentes de Inclusão 2018:

- Relatos sobre o tema Diversidade no Contexto Escolar com casos bem sucedidos de inclusão;
- Oficina Pedagógica para a Diversidade ;
- Ação Era Uma Vez para os alunos da Educação Infantil.


Pedimos que o formulário seja preenchido até 29/06/2018, impreterivelmente.

 


Encaminhamos o link para inscrição:

https://goo.gl/forms/NMzBtsXCiAEeKIoz2

 

Enviado por:


E/SUBE/Instituto Municipal Helena Antipoff
Centro de Referência em Educação Especial


   
           



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Quinta-feira, 21/06/2018

Faça a adesão: Conectividade e banda larga nas escolas

Tags: educação, conectada, pdde.

 

Internet banda larga e conectividade nas escolas

 

A Educação Conectada é o nome do Programa de Inovação proposta pelo Ministério da Educação para acelerar a incorporação de tecnologia e inovação nas escolas públicas brasileiras por meio de uma oferta balanceada de conexão à internet, conteúdos educacionais digitais e formação de professores. 

 

 

 

Qual é o objetivo do Programa?


Apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica. A principal novidade da Educação Conectada é o reconhecimento de que, além da infraestrutura, é necessário disponibilizar conteúdos educacionais digitais e formação de professores e gestores.

 

O Programa de Inovação Educação Conectada será implementado a partir da adesão das redes e das escolas de educação básica, conforme critérios definidos em ato do Ministério da Educação.


 

CLIQUE AQUI E CONFIRA SE SUA ESCOLA FOI SELECIONADA

 

Ao fazer a adesão no Programa Educação Conectada, a escola receberá verba para contratar serviço de banda larga pelo período de 1 (um) ano e também para adquirir aparelhos como roteadores, Nobreak, Rack 6U, etc.

 

Ao aderir ao programa, certifique-se que finalizou e o formulário foi enviado com sucesso, conforme foto abaixo:

 

 

 

 

Fonte: http://portal.mec.gov.br (Educação Conectada)


   
           



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