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Terça-feira, 03/07/2018

CSI Bandeirão: Trabalhando técnicas de ciência forense

Tags: 11ªcre, forense, ciências.

 

No dia 25 de junho os alunos estimularam bastante o senso investigativo, trabalhando com técnicas da ciência forense, através de uma cena fictícia no laboratório de ciências da E.M. Conjunto Praia da Bandeira, juntamente com a professora Carine e as estagiárias. Confira!

 

 

A atividade foi realizada pelos alunos do projeto Iniciação científica Jr. (7º, 8º e 9º ano) que acontece semanalmente, no contraturno, no laboratório de Ciências. O projeto visa o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia através do conhecimento científico experimental, inicialmente intitulada “trabalhando técnicas de ciência forense” foi carinhosamente apelidada de “C.S.I Bandeirão”.

 

 

Para a atividade foi montada a cena de um crime fictício no laboratório de ciências. Quando os alunos entraram, ouviram a história do ocorrido:

 

 

A professora entrou no laboratório e encontrou o corpo estirado no chão, um copo quebrado ao lado do corpo e as quatro estagiárias próximas a ele (Larissa, Nathália, Carolina e Rafaela). Todas as quatro se declararam inocentes.

 

 

Os alunos, divididos em grupos, foram instruídos a indicar com plaquinhas as evidências na cena do crime, sem contaminá-la. Foi esclarecido à eles o papel de um perito criminal e os cuidados necessários na análise da cena do crime. Após esse primeiro momento, as evidências foram coletadas nos envelopes de evidências e encaminhados para as bancadas para a realização da análise. Em cada bancada foi realizado um experimento forense.

 

Bancada 1 – Amostras de sangue.

Os peritos encontraram no local do crime três manchas de fluidos avermelhados. Neste experimento o objetivo era verificar se as manchas eram de sangue.

Estagiária responsável: Carolina

 

 

Metodologia: As amostras na cena do crime foram coletadas com um cotonete e indicadas com o número da evidência. Duas das amostras foram feitas com NaOH (substância básica) e uma com vinagre (ácido) com corante vermeho. Foi dito aos alunos que o sangue é levemente básico e que usaríamos um indicador de pH (Fenolftaleína) que reage com substâncias básicas mudando de cor. As amostras de sangue (substâncias básicas) reagiram e a amostra que estava dentro do copo (ácida) não reagiu. Os alunos do grupo levantaram a hipótese de que o líquido ácido seria vinho e as amostras básicas de sangue. As duas amostras de sangue foram encaminhadas para o teste de DNA (Bancada 4).

 

Bancada 2- Análise dos fios de cabelo e pegadas.

Nesta bancada os alunos deveriam formar um possível perfil da assassina.

 

2.1 Fios de cabelo

Os fios de cabelo foram coletados com uma pinça e colocados no saco de evidência. Posteriormente os fios foram analisados na lupa para serem analisados os padrões de cor e forma. Nesta etapa os alunos eliminaram duas suspeitas pelo padrão do cabelo (Carol e Larissa).

 

2.2 Pegadas

As pegadas foram comparadas com os padrões de pegadas das estagiárias. Nesta etapa os alunos concluíram que a pegada correspondia ao sapato da Rafaela.

Responsável: Nathália

 

 

Bancada 3 – Impressão digital.

Nesta bancada os alunos deveriam coletar as impressões digitais na arma do crime (copo) e comparar com o banco de dados da polícia (digitais das suspeitas)

Metodologia: Com um pincel de maquiagem os alunos depositaram pó de carvão delicadamente sobre a evidência, a fim de revelar as impressões digitais. Após reveladas as digitais, foram removidas com uma fita durex e colocadas sobre um papel branco para a comparação com o banco de dados.

Pela comparação os alunos chegaram a conclusão de que as digitais pertenciam à Carolina.

Responsável: Larissa

 

Bancada 4 – Análise do material genético.

Objetivo: comparar as amostras de DNA do cabelo e do sangue na cena do crime e compará-las com o DNA das suspeitas.

Metodologia: Foi encaminhado para a análise as amostras de sangue da bancada 1 e os fios de cabelo da bancada 2. Para esta análise foi feita uma simulação de extração de DNA utilizando morangos e padrões de bases nitrogenadas sequenciadas que foram supostamente extraídas das quatro suspeitas, do corpo da vítima, das duas amostras de sangue e do bulbo do fio de cabelo. Para analisar, os alunos compararam as bases nitrogenadas e chegaram a conclusão que uma das amostras de sangue era da vítima, a outra amostra de sangue batia com o teste de DNA da Carolina e o bulbo do cabelo pertencia à Rafaela.

Para extrair DNA do morango foi utilizado álcool, detergente, sal e água. A mistura foi colocada em um tubo de ensaio e os alunos observaram o DNA no sobrenadante.

Responsável: Rafaela

 

Conclusão:

No fim das análises, todos os alunos se reuniram a fim de formular a hipótese da perícia. Anotamos no quadro os resultados das análises e as hipóteses levantadas por cada grupo:

Evidência 1 (gotículas vermelhas)– Sangue da Carolina

Evidência 2 (Mancha vermelha no chão) – Sangue da vítima

Evidência 3 (Copo quebrado) – Digitais da Carolina

Evidência 4 (Líquido vermelho no copo) – Alunos supuseram ser vinho

Evidência 5 (Fios de cabelo) – Pertenciam à Rafaela

Evidência 6 (pegada) – Pertencia à Rafaela

 

Juntos, os alunos levantaram a hipótese de que a Carolina seria a assassina por conta de suas digitais na arma do crime e as gotas de sangue encontradas no chão e a Rafaela, dona dos fios de cabelo e das pegadas, fora sua cúmplice. A história contada por eles dizia que a vítima estava bebendo vinho quando entrou em uma briga com a Rafaela arrancando alguns fios do seu cabelo. Neste momento, Carolina pegou o copo da mão da vítima e o quebrou cortando seu dedo  e matando a vítima com o copo cortado.

 

Depois da hipótese levantada foi aberto o envelope com a descrição do ocorrido:

 

“A vítima estava no laboratório quando viu Carolina trocando mensagens no celular. A vítima arrancou o celular da mão de carolina para ver com quem ela trocava mensagens, gerando uma discussão acalorada entre as duas. Rafaela quando vê a cena entra na briga e acaba sendo agredida pela vítima tendo seus cabelos arrancados. No calor do momento, Carolina pega um copo que havia caído no chão e corta o pescoço da vítima . O ato resultou em sua morte porém, no processo, Carolina cortou seu dedo derramando sangue na cena do crime.”

 

Quer saber mais sobre?

E.M. Conjunto Praia da Bandeira

Telefone:  2465-1736 / 2465-0158

 

Contato para divulgação:


   
           



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Terça-feira, 03/07/2018

A Matemática e a Copa do Mundo

Tags: 1ªcre, projetos, eventos, copadomundo.

 

Copa do Mundo na  Rússia foi  motivação da atividade de matemática no Geo de Santa Teresa.

 

A Copa do Mundo é uma competição internacional organizada pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) a cada quatro anos. Consiste em um dos maiores eventos esportivos do planeta e bilhões de pessoas assistem aos jogos. Ela passou a ser realizada a partir de 1930, com a primeira competição sediada pelo Uruguai.

 


A Copa do Mundo foi utilizada como tema para a realização de uma atividade na Turma 1703 do Ginásio Olímpico de Santa Teresa, na disciplina de Matemática.


Um dos conteúdos pedagógicos do 2º Bimestre, no 7º Ano, na disciplina Matemática, de acordo com as Orientações Curriculares de nossa Rede, é o “Tratamento de informações”. Com a aplicação desse conteúdo espera-se que o aluno possa organizar e representar dados em gráficos ou tabelas. A Professora Lucineia Alves resolveu propor aos seus alunos da Turma 1703 que elaborassem, cada um, uma pergunta sobre qualquer assunto relacionado à Copa do Mundo 2018, elaborassem 4 ou 5 opções de respostas e realizassem uma pesquisa de opinião com, no mínimo 20 alunos da própria turma.

 

Alunos realizando a pesquisa na turma.

 

Após a realização da pesquisa, os alunos utilizando papel A4, régua, lápis de cor e canetinhas, seguiram as orientações dadas pela professora e elaboraram seus respectivos gráficos.

 

“Os alunos ficaram muito entusiasmados. Eles incorporaram o papel de “pesquisadores” e os objetivos propostos para as atividades foram superados. Foram observados momentos de integração, compartilhamento e, sobretudo, de aprendizagem sobre respeito à opinião do próximo.” – Afirma a Professora.

 

Alunos elaborando seus respectivos gráficos.

 

As perguntas elaboradas pelos alunos foram as mais variadas possíveis, contemplando os mais diversos assuntos e visões destes sobre o tema Copa do Mundo. Algumas perguntas:

 

“Quem vai ganhar a Copa do Mundo?”
“Qual é o seu jogador favorito na Copa do Mundo?” 
“Qual cor do uniforme você gostaria que o Brasil usasse?” 
“Qual é o corte de cabelo mais bonito da Copa?” 
“Qual jogador está com ótimo desempenho?” 
“Quem é o melhor jogador da seleção brasileira?” 

Os trabalhos foram expostos aos demais alunos da escola em um lindo mural, montado por alguns alunos da turma e pela professora.

 

Montagem do mural pelos alunos e pela professora

 

Após a montagem do mural, todos os alunos foram participar das fotos coletivas ao lado deste. A alegria de todos, por verem seus trabalhos expostos no mural, era contagiante, mesmo os que, por questão de espaço no mural, não tiveram seus trabalhos expostos, pois esses entenderam que contribuíram como participantes das pesquisas e, assim, mostraram-se também alegres com o mural da turma.

 

Nas fotos acima e abaixo, alunos da  1703 junto ao mural finalizado.

 

O interesse dos alunos pela atual Copa do Mundo foi usado estrategicamente como fator motivador para a aprendizagem do conteúdo curricular na disciplina de Matemática. A atividade de elaboração de gráficos realizada por eles foi bastante animada e pôde-se perceber o quanto eles adoraram utilizar o evento mundial para elaborarem seus próprios trabalhos.

 

Para Saber Mais:

E.M. Juan Antônio Samaranch

Diretora: Ana Christina Quintella

Diretora-Adjunta: Vera Regina Pacheco

Coordenadora Pedagógica: Mariane Fernandes de Catanzano

Professora Responsável: Lucineia Alves

Telefone: 3972-0916

E-mail: geo@rioeduca.net

 


 


   
           



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