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Retornando 13 resultados para o mês de 'Julho de 2018'

Segunda-feira, 23/07/2018

Aula Passeio com os alunos do CIEP Operário Vicente Mariano

Tags: gpec, aula passeio.

 

Um dia muito especial para a turma 1702 do CIEP Operário Vicente Mariano

 

A manhã fria do dia 10 de julho teve um gostinho muito especial para os alunos da turma 1702 do CIEP Operário Vicente Mariano, no Complexo da Maré. Depois de terem perdido de forma violenta o colega de turma Marcus Vinicius da Silva, de 14 anos, no mês passado, eles puderam se deparar com as belezas do Rio de Janeiro e conhecer um pouquinho mais sobre o meio ambiente que os cerca. Não faltaram emoção, conhecimento, dança, relaxamento, alegria, fotos, diversão, lembranças e até pão de queijo bem quentinho, gentilmente cedido pelo pessoal do Centro de Visitantes das Paineiras.


 

 

Nem mesmo o tempo frio impediu os alunos de serem levados ao Centro de Visitantes das Paineiras, à Exposição Floresta Protetora e ao Cristo Redentor com o professor Rafael Gurjão, de Geografia, e a ''mãe amiga'' Leci. A turma foi convidada pelo CEAMP (Centro de Educação Ambiental do Parque Nacional da Tijuca), um dos projetos da Gerência de Projetos de Extensão Curricular (GPEC), para um dia de acolhimento no setor Serra da Carioca do Parque da Tijuca. Os alunos puderam se divertir e conhecer um pouco mais a Geografia da cidade, a história da Unidade de Conservação, os impactos ambientais e os cuidados com os ambientes naturais relacionando-os com o lugar da escola. Este momento aconteceu de forma interativa com a exposição guiada pela equipe do CEAMP, representada pelas professoras Tereza Cristina Arouca Frambach e Patrícia Grigório. A equipe da Gerência de Projetos de Extensão Curricular (GPEC) teve como representantes as professoras Adriane Muniz, Claudia Petrina, Elisabete Pinheiro e Waleria de Carvalho.

 

A professora Elisabete Pinheiro deu o pontapé inicial nas atividades ao som de música e dança indígena. Depois, os alunos participaram da exposição Floresta Protetora, onde conheceram várias espécies da fauna e flora, fizeram uma dinâmica de relaxamento sob o “comando’’ da professora Simone Nunes Rainha, da Escola Municipal Soares Pereira, que culminou em abraços individuais e em um enorme abraço coletivo. Antes de subir para o Cristo Redentor, os alunos, participaram de um lanche, receberam adesivos, chocolates e chaveirinhos com motivos da natureza doados pelo Centro de Visitantes e cantaram a música Espera eu Chegar , de MC Kevnin, o Cris, para homenagear o amigo, além de escreverem palavras como “Marcus Vinicius presente’’; Marcus Vinícius fica com Deus’’, "Maré quer paz'' em uma das partes apropriadas da exposição Floresta Protetora.

 

Os alunos estavam muito satisfeitos com o passeio-aula. "Estou achando tudo muito divertido. Tudo é muito bonito. A lojinha lá embaixo e a exposição. Estou gostando'', disse Nicole Renata, que não parava de fazer poses para as lentes. O colega Wellington Amorim disse que já tinha ido ao Cristo Redentor mas que a exposição era uma novidade. ''Nunca vim aqui. Muito legal'. Raquel de Souza afirmou que o passeio também ampliou seus conhecimentos. ''Aprendi que devemos cuidar mais da Maré e fazer tudo pelo ambiente jogando lixo no lugar de lixo e não desperdiçando água". Da mesma opinião compartilha Nair de Souza. "Estou gostando''. E Maria Vitória afirma: ''Está tudo maravilhoso. Não conhecia o Cristo Redentor''.

 

 

Para o professor Rafael Gurjão, o evento foi de extremo significado porque toda saída gera uma aproximação na turma como um todo dando unidade e coesão.

 

"Mas no caso deles esse evento teve sua importância dobrada, renovou os ânimos para eles continuarem e acreditarem na escola como um meio de transformação. Fora que ajudou com a autoestima dos estudantes no momento que eles vão se ver valorizados, que são importantes e que podem mais'', disse o professor. 

 

Acrescentando que outro ponto a ser destacado é o crescimento cultural adquirido no passeio.

 

''Conhecer o Cristo deveria ser obrigatório aos cariocas e na turma quase ninguém conhecia, o fato de se sentir próximo à floresta também é muito positivo, abre brechas para a educação ambiental e de se verem como parte de um meio ambiente muito mais amplo. Passeios assim tinham que ser mais rotineiros para os estudantes. Quando chegamos à escola todas as outras turmas perguntaram quando será a sua vez'', contou o professor.

 

De acordo com Edmilson Severino de Souza, diretor do CIEP Vicente Operário Mariano, os alunos gostaram muito da ida ao Centro de Visitantes das Paineiras e ao Cristo Redentor.

 

“Para eles foi bom para quebrar o momento difícil que estamos vivendo. Eles chegaram a mudar de sala por causa do ocorrido. Muitos choravam quando viam o lugar do colega’’, disse Edmilson. 

 

Esperando que os demais alunos da escola também possam fazer o circuito numa outra oportunidade.

 

Enviado por:

Waleria de Carvalho

E/SUBE/GPEC


   
           



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Quinta-feira, 19/07/2018

Oito escolas da Prefeitura têm produções selecionadas no Anima Mundi

Tags: anima mundi, ascom, curtas.

 

 

Oito escolas da Prefeitura vão apresentar seus filmes no Anima Mundi 2018, o maior festival de animação da América Latina, que recebe curtas e longas de animadores renomados do Brasil e exterior. As animações produzidas por alunos e professores da Rede Municipal estão entre os 42 vídeos selecionados na categoria Futuro Animador, que conta ainda com as participações de países como Argentina, Portugal, Bélgica, Canadá, Síria, Turquia e Colômbia. O festival será realizado entre os dias 21 e 29 de julho, no Rio de Janeiro, e do dia 1º a 5 de agosto, em São Paulo.


Através da parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e o projeto Anima Escola, criado pela equipe do Anima Mundi há 16 anos, professores da Rede participam de cursos e oficinas para que possam produzir filmes de animação em sala de aula com seus alunos. Todos os docentes que tiveram suas animações selecionadas para a edição deste ano são participantes ativos dos cursos que o projeto oferece e anualmente produzem novas animações.


Roteiros inspirados nos alunos

 

Na Escola Municipal Levy Miranda, na Pavuna, os sentimentos e incertezas de uma aluna foram parar na animação "Os cabelos de Jamily". A estudante, participante do projeto "Solta esse Black", coordenado pela professora Pâmela da Silva, tem o objetivo de trabalhar a autoestima das alunas com características afro-brasileiras, além de vencer o preconceito, o racismo e o machismo.

 

 

Incentivada a fazer a transição capilar, Jamily Irineu, de 13 anos, teve seu cabelo cortado por uma das colegas e passou por todas as fases da transição: das madeixas curtas e o medo de sofrer bullying até o crescimento do cabelo sem nenhuma química, além dos cuidados necessários para usá-lo ao natural.

 

"A animação reproduziu todos esses momentos. Muitas das alunas possuem cabelo estilo black power, mas sequer conheciam a textura dos fios, já que desde pequenas tinham os fios alisados artificialmente. Em dois minutos passamos uma mensagem de uma menina negra que é massacrada pelos padrões estéticos" explica Pâmela.

 

Há 15 anos a professora de Língua Portuguesa Clarice Maria Silva trabalha com audiovisual em sala de aula, mas foi a partir de 2013 que ela passou a perceber que produzir animações poderia ser mais uma ferramenta para agregar e gerar entretenimento e conhecimento aos seus alunos da Escola Municipal Eunice Weaver, na Taquara.

 

 

O nome do vídeo, intitulado "Meu colar de contas", é inspirado na história de uma aluna da escola que passava pelo ritual de candomblé e se sentia incomodada com os olhares dos seus colegas por conta da sua indumentária. A animação fala da cultura e das contribuições africanas, além de homenagear o poeta brasileiro Castro Alves.

 

"Realizamos um trabalho que dialogou com as outras disciplinas. Estudamos os versos de Castro Alves para falar da chegada do navio negreiro, pesquisamos os movimentos da capoeira e do maculelê e aprendemos a origem do samba. Os próprios alunos construíram os bonecos com estrutura de arame com TNT e costuraram as roupas" explana a professora que encerra com chave de ouro um trabalho de 33 anos. "Estou me aposentando, mas tenho certeza que deixo a minha contribuição e meu conhecimento na Rede Municipal".

 

Com a ideia de abordar temas relacionados ao cotidiano dos alunos, como gravidez na adolescência, trabalho infantil, dificuldade de relacionamento, entre outros assuntos, que a Escola Municipal Ginásio Professor Ari Marques Pontes apresentou a animação "Gentileza Gera Gentileza". Orientados pelo professor de Artes Visuais, Hugo Rezende, os alunos, entre 12 e 15 anos, colocaram a mão na massa e produziram os desenhos, os cenários, movimentaram os personagens, escolheram as músicas e gravaram as falas.

 

 

O docente ressalta a importância do preparo para atender uma geração que sempre está ávida por novidades e interage cada vez mais com tecnologias.

 

"Eles vivem da imagem e do som e precisamos estar atentos para oferecer conteúdos atraentes aos estudantes. Quando o vídeo ficou pronto, os olhos deles brilharam. Nem eles acreditaram que foi fruto da dedicação de cada um" esclarece o professor.

 

Escolas abordam temas para difundir a cultura brasileira

 

O CIEP Poeta Cruz e Souza, em Padre Miguel, pelo sexto ano consecutivo tem uma animação escolhida para o Anima Mundi. Com o objetivo de promover a integração entre alunos e representantes de diversas etnias, a escola sempre trabalha com produções voltadas para temáticas indígenas. A responsável por realizar este trabalho é a coordenadora pedagógica da unidade, Daniele do Nascimento.

 


Para dar voz ao povo indígena, a professora leva seus alunos, entre 6 e 9 anos, até as aldeias existentes na cidade para que possam conhecer mais os costumes e o cotidiano dos índios, além de aprenderem músicas e brincadeiras. Após o encontro, as crianças participaram de todo o processo criativo, desde a elaboração do roteiro até a produção da animação. "Pataxó", o curta escolhido para o festival de 2018.


"Os alunos que participam das oficinas de audiovisual são responsáveis por multiplicar para os outros colegas o conhecimento adquirido. Sempre no ano seguinte da produção da animação, os estudantes realizam uma exposição do trabalho e dão palestras para toda a escola", relata a Daniele.

 

O CIEP já participou de festivais na Croácia, Nepal e Estados Unidos.

 

 

"Love story", animação sobre personagens do folclore brasileiro, foi a produção apresentada pelo Ciep Tancredo Neves, no Catete. A professora de sala de leitura Aldenira Mota propôs aos alunos 2º ano a criação de uma grande história. Para estimular a oralidade e aflorar ainda mais a criatividade das crianças, cada uma foi responsável por contar parte da narração. Saci, Iara, Catirina, Bumba Meu Boi ganharam a companhia do guerreiro francês, Kiriku, e da "Saci", personagem criada pelos alunos.


Com a história pronta, estudantes do 2º ao 6º foram divididos em grupos. Uns desenharam, outros construíram o cenário, alguns gravaram os áudios e outros ficaram depois do horário escolar para ajudar na edição.


"O audiovisual trabalha de forma lúdica várias habilidades do aluno, como a escrita e a leitura. Eles se sentem autores e aprendem muito durante o processo de criação", observa Aldenira.

 

Professor de técnicas agrícolas se reinventa no audiovisual

 

O professor Vitor Caetano, da Escola Municipal Mozart Lago, em Oswaldo Cruz, é entusiasta do uso de audiovisual em sala de aula. O docente, com formação em técnicas agrícolas, vem se reinventando ao longo dos seus 22 anos de Rede Municipal. Especializou-se em mídias e tecnologia na Educação e há oito anos trabalha com seus alunos técnicas de animação.


Pela primeira vez viu o trabalho recompensado, com a seleção de filme para exibição no Anima Mundi. O curta "Humanização", conta a história real da menina pernambucana Rivânia, que durante uma enchente salvou em uma mochila o que ela considerava mais importante: seus livros.

 

 

"A humanização do ser humano é um dos principais conceitos de Paulo Freire. Ele entende que o ser humano é um ser inacabado em processo de humanização e em constante busca para se sentir completo. Acho importante difundir esses conceitos no ambiente escolar. Sei que sempre posso fazer muito mais e quero mostrar isso aos meus alunos", observa.


A professora Amara Lúcia Pereira é uma veterana no Anima Mundi. Participante do projeto Anima Escola desde 2011, a docente de Língua Portuguesa da Escola Municipal São Sebastião, em Vargem Grande, já teve animações selecionadas para o festival em pelo menos quatro oportunidades.


Dessa vez, mergulhou na cultura do continente africano para trabalhar as diferenças e envolveu alunos do 4º ao 6º ano para participar de um concurso de histórias e eleger a melhor para ser retratada na produção. Ex-alunos também retornaram a escola para auxiliar os colegas mais novos nas técnicas de animação que já dominavam.

 

 

"Através da mistura de linguagens conseguimos envolver os alunos e nos aproximar mais do contexto da vida deles. Trabalhar a animação é um atrativo muito grande para mantê-los atentos e por mais tempo na escola" aposta.

 


A Escola Municipal Pires e Albuquerque, em Irajá, também teve filme selecionado para a edição 2018 do Anima Mundi. A animação "Rap do R" foi coordenada pela professora Andrea Ferraz. 

 

Fonte: ASCOM SME


   
           



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Quarta-feira, 18/07/2018

Educação Financeira e o uso de novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem

Tags: educação financeira, tecnologias, cursos.

 

 

O projeto SOMA (Suporte On line de Monitoria e Aprendizagem) consiste numa formação continuada, semipresencial, gratuita, que totaliza 20h, que contempla os conteúdos de Matemática (pré - cálculo), Educação Financeira e o uso de novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem.

 

INSCRIÇÕES AQUI

 

É destinada aos docentes, tanto da rede pública quanto privada, que trabalham com turmas de 9º ano do ensino fundamental II e 1º ano do ensino médio.

 

O projeto prevê a certificação pela UERJ para todos os participantes que concluírem a formação.

 

 

Fonte: Instituto da Criança


   
           



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Quarta-feira, 18/07/2018

Maratona Escolar Ferreira Gullar

Tags: maratona, ferreira gullar, concurso.

 

REGULAMENTO DA MARATONA ESCOLAR FERREIRA GULLAR

 

 

I - DO TEMA

A Maratona Escolar Ferreira Gullar, promovida pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, através da Gerência de Leitura e Audiovisual, e em colaboração com a Academia Brasileira de Letras, será realizada mediante elaboração de texto escrito sobre o tema “A vida e a obra de Ferreira Gullar”.

II - DOS PARTICIPANTES

O Concurso destina-se a alunos regularmente matriculados na Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, nos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, e na Educação de Jovens e Adultos, abrangendo as escolas de todas as CRE.

III - DO CONTEÚDO E DA FORMA

A redação será desenvolvida em prosa ou verso, contendo no máximo 30 linhas, podendo ser digitada (2100 caracteres) ou apresentada em manuscrito, com letra legível.

O trabalho entregue fora da especificação acima será desclassificado.

No rodapé do trabalho deverão constar os seguintes dados:

* Nome do aluno, ano e turma;

* Nome do professor orientador e da disciplina;

* Nome do diretor, da escola e da E/CRE.

IV - DA SELEÇÃO

A seleção dos trabalhos se realizará em quatro etapas distintas, conforme calendário, através da comissão local, regional, municipal e final, composta por membros designados, como se segue:

Comissão local – designada pelo diretor da escola, que selecionará os 10 (dez) melhores textos da sua escola e os encaminhará à E/CRE.

Comissão Regional – designada em cada E/CRE/GED, que selecionará os 10 (dez) melhores textos de todas as escolas participantes de cada E /CRE do Rio de Janeiro.

Comissão Municipal – designada pela SME, que selecionará os 3 (três) melhores textos de cada E/CRE, e 3 de alunos da EJA, totalizando 36 textos.

Comissão Final da Academia Brasileira de Letras – designada pelo Presidente da Academia Brasileira de Letras, composta de 3 acadêmicos, selecionará os 12 (doze) melhores textos enviados pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, sendo 11 (onze) do Ensino Fundamental e 01(um) da Educação de Jovens e Adultos.

V - DA PREMIAÇÃO

Serão premiados as escolas, os professores e os alunos dos melhores textos classificados no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

VI - DOS PRÊMIOS

O Instituto Antares se responsabilizará pela organização de kits de livros diferenciados para serem entregues de acordo com os ganhadores: alunos, professores e escolas.

VII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

O direito sobre os trabalhos dos alunos passará a ser da Academia Brasileira de Letras;

Não será permitida a revisão de classificação;

Os casos omissos no regulamento serão resolvidos pela Secretaria Municipal de Educação, em conjunto com o Instituto Antares.

Área de atuação/ Público-Alvo

Unidades escolares que têm turmas de 8º e 9º ano do Ensino Fundamental e EJA II.

Período

Dos Prazos, Datas e Locais

De julho/2018 a novembro/2018 - abrangendo as ações do projeto e o seu desenvolvimento nas Coordenadorias Regionais de Educação e CREJA.

Observação 1: A organização das palestras, por E/CRE, será estabelecida juntamente com os responsáveis pelo Projeto na E/SUBE/GLA e nas E /CRE/GED.

Observação 2: A direção das unidades escolares participantes afixará, em lugar visível e de fácil acesso, o resultado com os nomes dos 12 (doze) ganhadores, bem como o local, dia e o horário onde será realizada a entrega dos prêmios aos vencedores.

Local

As palestras do Projeto serão realizadas para as 11 Coordenadorias Regionais de Educação e para o CREJA e EJA II .

Promoção

A E/SUBE/Gerência de Leitura e Audiovisual é o órgão responsável junto ao Instituto Antares para o desenvolvimento da ação.

CRONOGRAMA

Lançamento do regulamento – Dia 13/07/18

Abertura – 10/08/2018 (horário e local a confirmar).

1ª fase – de 06/08/18 a 17/08/18 – Palestras nas E/CRE

2ª fase – 06/08/18 a 06/09/18 – Produção textual nas escolas

3ª fase – 10/09/18 a 20/09/18 – Seleção nas escolas (cada escola seleciona 10 redações)

4ª fase - até 24/09/18 – Entrega dos trabalhos selecionados pelas escolas na E/CRE

5ª fase – de 25/09/18 a 11/10/18 – Seleção na E/CRE

Até 19/10/18– Envio dos trabalhos selecionados pelas E/CRE à E/SUBE/GLA

6ª fase – de 19/10/18 a 26/10/18 – Seleção na SME

7ª fase – dia 26/10/18 – Entrega dos trabalhos selecionados à ABL

8ª fase – de 26/10/18 a 09/11/18 – Seleção na Academia Brasileira de Letras

9ª fase – 14/11/18 – Divulgação do resultado

10ª fase – 23/11/18 (possivelmente) - Premiação na ABL

 

 

Enviado por:

E/SUBE/GLA – Gerência de Leitura e Audiovisual


   
           



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