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Quarta-feira, 12/08/2015

Leitura - Uma Plataforma de Inclusão

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

 

O projeto Leitura - Uma Plataforma de Inclusão foi desenvolvido através da observação participante, com alunos da rede municipal de educação da cidade do Rio de Janeiro da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. 

 

O Projeto Leitura - Uma Plataforma de Inclusão aconteceu com crianças a partir de três até os onze anos de idade, com e sem deficiência, atendidos em classes comuns. Os alunos com deficiência e/ou transtornos do desenvolvimento e/ou altas habilidades incluídos em classes comuns tiveram o apoio da sala de recursos multifuncionais. Participaram três escolas, agregando em torno de 50 crianças.

 

 

Ao longo do ano letivo de 2014, foram selecionados diversos títulos literários que envolviam as temáticas dos projetos pedagógicos das escolas participantes do projeto, e que também contribuíam para a aprendizagem das habilidades literárias dos alunos.

 

A apresentação da literatura foi realizada a partir de diferentes ferramentas e suportes de texto: livro impresso, livro digital, história narrada oralmente pelo professor, história narrada por áudio, nos quais as histórias foram apoiadas por gravuras, fantoches, interatividade digital ou dramatizações.

Inicialmente, cada história continha um primeiro momento de apreciação literária que contemplava a apreciação da obra e o desenvolvimento do prazer da leitura; e, também, um segundo momento de compreensão de mundo, de cultura do grupo social a partir da interpretação da obra.

 

     Leitura digital: "A Raposa e as Uvas da Educoteca".

 

As estratégias de interpretação foram a reescrita da história com registro em blocão, a dramatização da história, a contação livre da história, a remontagem de livros. Algumas obras acabaram por desenvolver mais que os dois momentos citados acima, dependentes da interatividade e da motivação dos alunos pelas histórias narradas.

 

     Leitura compartilhada.

 

Destacamos alguns momentos que fundamentam as perspectivas do desenvolvimento da oralidade em todos os alunos: o prazer pela leitura, enfatizando a imaginação, a criatividade e o conhecimento de mundo; o entendimento da prática social da leitura e da escrita; e a colaboração entre os alunos por meio do trabalho cooperativo.

Houve um momento livre de apreciação literária, no qual os alunos puderam escolher os livros de seu interesse pessoal, fizeram trocas de livros, contaram as histórias interferindo nas narrativas com suas impressões pessoais. Destaque, também, aos livros confeccionados pelos alunos a partir de suas releituras das narrativas, que circularam entre as turmas das diferentes escolas participantes do projeto.

 

 Produção de texto coletivo.

 

JUSTIFICATIVA DO PROJETO

Ao considerarmos a educação como uma das molas mestras através das quais se constitui e se mantém as sociedades, precisamos reconhecer a necessidade de otimização de estratégias, recursos e ferramentas que atendam às necessidades e aos desafios impostos pelo paradigma da educação para todos (UNESCO, 1994).

É fundamental a promoção de reflexões e ações que contemplem a prática educativa para além do mesmo espaço físico, pois a convivência já é um fato em nossa atualidade. Deve-se atravessar a prática educativa com vivências de aprendizagem estimulando as habilidades de TODOS e CADA UM, num universo de trabalho cooperativo e compartilhado.

 

                                               Atividades da rotina escolar, como a "chamadinha".

 

Entrecortando a meta de universalização do ensino, a sua proposta de equidade estimula a criação de propostas que preencham as lacunas encontradas em grupos sociais com menor acesso a recursos e serviços. A questão da reflexão cotidiana sobre a autoria do fazer pedagógico pode ser materializada de diversas maneiras, porém para este projeto, a leitura é o foco principal.

A formação de leitores é um processo gradual que se constitui ao longo da vida do sujeito. Portanto, o conceito de formação é tomado aqui, não só como uma atividade de aprendizagem situada em tempos e espaços limitados e precisos, mas também como ação vital de construção de si próprio (NÓVOA, 1995). No intuito de colaborar com o diálogo a respeito da formação de leitores, um dos focos é o papel da Literatura Infantil na escola, pois é na escola que muitas crianças têm o primeiro contato com o livro. É importante que a escola não utilize a leitura como uma atividade dada a ser cumprida sobre uma simples didática de aprendizagem, e sim como um momento de aquisição de conhecimentos.

A leitura não deve ser pensada somente como procedimento cognitivo ou afetivo, mas sim como ação cultural historicamente constituída, em que sua importância é a representação da realidade presente no texto lido. Assim a leitura se torna um ato político, pois sua atuação permite uma tomada de consciência das realidades, afinal, quanto mais consciência o sujeito tiver, mais independente será sua leitura.

As obras infantis apresentam um mundo encantado, onde a criança pode fantasiar várias coisas com seu enredo e personagens. É possível, através de um livro, realizar atividades diversas, nas quais a criança coloca sua imaginação e toda sua criatividade em prática. Quando os textos são fornecidos aos alunos para a realização de uma leitura, não devem ser dados de maneira obrigatória, pois o leitor a fará com pressa para saber o que vem a seguir, sem querer parar de ler, reler e aprender. Ler não é memorizar, é descobrir, é compreender cada linha escrita. As ilustrações contidas nos livros também são muito importantes.

Segundo Lajolo (2004, p.13) toda literatura infantil se destina às crianças, acreditando na qualidade dos desenhos como elemento a mais para reforçar a história, e a atração que o livro pode exercer sobre as crianças, ficando patente a importância da ilustração nas obras a elas dirigidas.

Com os livros é possível realizar várias atividades. Existem aqueles que não contêm textos, somente ilustrações, desenhos divertidos, coloridos. Esses livros são experiências de olhar, de olhares múltiplos, pois enxergam os personagens de modo diferente, cada um faz sua interpretação. A diversidade presente nos diferentes suportes de textos literários e nas ferramentas traduzem a diversidade existente entre os alunos e possibilitam o respeito às diferenças existentes. É apoio a um processo também de constituição de acessibilidade à participação de todos os alunos.

Compreendendo que o modelo de trabalho pedagógico mais eficaz é aquele em que o aluno está no centro do processo de aprendizagem. Por isso, para que alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades possam participar desse itinerário formativo como leitores, a acessibilidade é outro foco de atuação deste projeto.

Na sociedade atual, a mídia e a tecnologia da informação e da comunicação se transformam em grandes mediadores sociais. Nesse contexto, impõe-se para os indivíduos o desafio de adquirir a competência necessária para transformar informação em um recurso econômico estratégico, ou seja, o conhecimento. As relações interpessoais são intermediadas por relações simbólicas midiatizadas e tanto antigas como novas tecnologias estão sendo utilizadas para transmissão de informações em programas educacionais que atendem a grandes demandas educativas.

A construção das habilidades de leitura e escrita, no binômio livros de literatura/inclusão digital, é o que fundamenta a Educoteca. As histórias infantis, as histórias clássicas, os contos no mundo virtual, tendo a interatividade com as narrativas a principal ferramenta de desenvolvimento, tornam-se recursos facilitadores e estimuladores do processo de memorização, análise, síntese e reconstrução de estruturas textuais, das mais simples às mais elaboradas nas diferentes fases de alfabetização e letramento.

Em diversas pesquisas sobre formação de professores na perspectiva da educação inclusiva e sobre a inclusão de alunos com deficiência e/ ou necessidades especiais em classes comuns, as análises relatam que o apoio dado para que a inclusão se efetive é fator preponderante do sucesso. Entre a diversidade na oferta de apoio, os recursos tecnológicos são os que produzem maior eco à prática educativa por estarem diretamente atrelados à interação do aluno com as ferramentas e com a mediação do professor.

Há relatos de professores que contam como, nessa interação, aprenderam a ser mais tolerantes ao reconhecer e respeitar ritmos e estilos de aprendizagens variados, a adotar estratégias diferenciadas de ensino e avaliação em função de limitações físicas e sensoriais apresentadas por alguns alunos, que acabaram por beneficiar a turma toda. Somam-se depoimentos sobre o crescimento intelectual, afetivo e social de seus alunos com e sem deficiência.

 

OBJETIVOS

O objetivo da Literatura Infantil é iniciar o ser humano no mundo literário. O livro é um instrumento que contribui para a formação de um indivíduo, com espírito crítico e analítico. Quando a criança desde pequena tem contato com o livro infantil, aprende a viver em seu contexto social com mais reflexão e opinião.

Portanto, se o ato da leitura não é só decodificar, e sim interpretar ao se explorar um texto, deve-se estabelecer discussões que estimulem a criticidade infantil, fazendo com que as crianças exponham suas produções, formando-se bons leitores.

Nesse contexto, o projeto teve como objetivo tornar o aluno protagonista do seu itinerário formativo como leitor, leitor de mundo, contribuindo para a abertura das dimensões possíveis da leitura.

Outro objetivo, atrelado ao panorama da contemporaneidade, vinculou-se à pluralidade e à diferença fundamentadas pelos encontros culturais que o cotidiano social e a literatura permitem reconhecer e constituir. A identificação de que a criança também é promotora de cultura faz parte de um processo permissivo em que a leitura constitui-se além do “entendimento” do código.

Um terceiro objetivo, vinculado às diferentes linguagens e ferramentas utilizadas para apreciação literária e produção de livros, foi de promover a aprendizagem da leitura que o processo de inclusão permite.

Um elemento constitutivo do desenvolvimento da comunicação é o próprio desenvolvimento da linguagem, aspecto interativo das atividades para a primeira infância e, também, para as atividades voltadas para as crianças com deficiência. O desenvolvimento da linguagem, por meio da oralização, do conteúdo imagético, das expressões faciais e corporais, constituindo-se pelo diálogo com a própria língua.

Refletindo sobre uma citação de Bakhtin, a língua não é transmitida como um produto acabado, mas como algo que permeia várias situações e se constitui na corrente da comunicação. A reflexão linguística de caráter formalmente sistemático apresenta, em relação à linguagem, uma posição oposta a uma abordagem histórica e viva da língua. Sobre isso Bakhtin afirma:

 

A verdadeira substância da língua não é constituída por um sistema abstrato de formas linguísticas nem pela enunciação monológica isolada, nem pelo ato psicofisiológico da sua produção, mas pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através da enunciação ou das enunciações. A interação verbal constitui assim a realidade fundamental da língua (1981, p. 123).

 

A fundamentação básica da concepção de linguagem em Bakhtin é a interação verbal, cuja realidade fundamental é seu caráter dialógico. Para ele, toda enunciação é um diálogo, não ocorre isolada; os discursos do presente foram constituídos dos discursos do passado e deles surgirão os do futuro. Ou seja, a cada narração de uma história, a cada contação de um livro, a cada produção textual, os alunos são imersos nos diálogos possíveis com sua língua. Dessa forma, outro objetivo do projeto foi tematizar a leitura como promotora da comunicação entre os alunos e o reconhecimento da língua.

 

                                                                Atividades coletivas realizadas em sala.

 

AVALIAÇÃO

O projeto resultou em avanços significativos no que tange ao processo de leitura/letramento das crianças envolvidas. Elas participaram de leituras e releituras de textos, com base em ferramentas educacionais diferenciadas que proporcionaram compreensão da leitura como uma prática social e como uma prática de lazer e artística. Os seus sentidos foram despertados por imagens, sons, movimentos e interatividade advindos das diferentes atividades desenvolvidas. Todos esses estímulos resultaram numa motivação mais duradoura e um aprendizado mais consistente, com a ampliação do letramento através da socialização da prática da leitura fazendo parte do cotidiano dos alunos.

Uma das maneiras de avaliar o alcance do projeto é a observação do momento de escolha livre das obras infantis. Outra maneira é o acervo construído pelas turmas, por meio de produções coletivas e produções individuais.

 

                              

 Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato de Luciane Frazão:

lufrazao07@gmail.com

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

   
           



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Quarta-feira, 12/08/2015

Arte e Cultura Urbana – Instituto Eixo Rio

Tags: 2ªcre.

 

 

 

Alunos de escolas da 2ª CRE visitaram o Instituto Eixo Rio e conheceram as exposições de Arte e Cultura Urbana.

 

 

Em 2012, o Instituto Eixo Rio foi criado pela Prefeitura do Rio de Janeiro com o propósito de fortalecer o relacionamento entre a sociedade civil e a prefeitura através da articulação urbana de resultados, buscando ações e soluções criativas e eficientes para a cidade.


Uma das principais frentes de atuação do Instituto Eixo Rio é a plataforma "Galerio", a plataforma oficial de arte urbana da cidade, que desenvolve ações de valorização de diversas vertentes dessa arte, tornando-a cada vez mais próxima da população carioca.


No mês de junho, o Instituto Eixo Rio mudou-se para o bairro de Botafogo. Desde então, fez uma parceria com a 2ª CRE, mapeando as escolas municipais para que estas possam visitar o espaço.

Alunos participando de uma dinâmica antes da contação de histórias.

 

Nessa nova sede, no bairro de Botafogo, foi inaugurado o "Espaço Galerio", primeira sala de exposição da prefeitura destinada à arte urbana. A primeira exposição é a "Mostra Coletiva de Arte Urbana", com obras dos mais renomados grafiteiros cariocas.

 

Contação de histórias.

 

No mês de julho, o instituto recebeu cerca de 70 crianças das escolas municipais México e Joaquim Nabuco, que visitaram a exposição "Mostra Coletiva de Arte Urbana". A exposição conta com obras dos mais importantes grafiteiros cariocas. Os alunos também participaram de uma dinâmica com contação de histórias e da festa julina.

 

Participação dos alunos na festa julina.

 


O espaço fica na rua São Clemente, 117, bairro de Botafogo, e possui propostas de oficinas de grafite e outras ações a serem desenvolvidas em parceria com as escolas municipais.


Agradecemos à Melissa Alves, do Instituto Eixo Rio, por enviar o material para a publicação e compartilhar conosco as ações desenvolvidas com nossos alunos nesse espaço de aprendizagem sobre a arte urbana.


O endereço do portal do Instituto Eixo Rio é http://www.rio.rj.gov.br/web/eixorio#, no qual é possível encontrar mais informações sobre o trabalho realizado pela instituição.

 

Abaixo, seguem informações sobre a mostra “Viagens pitorescas e urbanas pela cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, atual exposição do Instituto Eixo Rio.

 

 

 

O contato com o Instituto Eixo Rio pode ser feito pelo e-mail instituto.eixorio@gmail.com, aos cuidados de Melissa Aves.

 

Facebook: EixoRio http://www.facebook.com/eixorio

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 12/08/2015

Viajando para o País da Leitura com o Projeto Cabe na Mala!

Tags: 11ªcre, cabe, mala, 1ºano.

 

 

 

Na Escola Municipal Álvaro Moreyra, localizada na Ilha do Governador, as turmas de primeiro ano estão fazendo as malas com a professora Darlen Faria. Elas vão viajar para o País da Leitura com o projeto Cabe na Mala. Confira!

 

 

A professora Darlen Faria trabalha com alfabetização em duas turmas de 1º ano na Escola Municipal Álvaro Moreyra. Ela nos relata um caso de sucesso ao trabalhar com a coleção "Mico Maneco", da autora Ana Maria Machado.

Livros da coleção "Mico Maneco" que os alunos estão trabalhando.

 

Início do ano, sala de aula, porta fechada, turminha de primeiro ano, trinta alunos ávidos para externarem suas dúvidas, anseios, suas descobertas, seus medos. Quantas dúvidas, mas uma grande certeza: trabalhar de forma contextualizada e interdisciplinar, o resultado é muito satisfatório!

O projeto Cabe na Mala foi desenvolvido este ano com duas turmas: a 1.101 e 1.102. Fizemos nossos passaportes e nossas malas e, com a coleção "Mico Maneco", desenvolvemos a ideia de fazer uma viagem para o "País da leitura", que fica no mundo da imaginação.

 

Malas prontas!

 

Após trabalhar o livro "Cabe na Mala", de Ana Maria Machado, com diversas atividades, foi muita alegria e satisfação ver alunos no nível pré-silábico evoluindo para a hipótese silábica de uma forma tão natural.

O projeto deu super certo, e foi acordado com as turmas que, nas malas, também levaríamos valores e sentimentos, como educação, amor, paz, etc.

 

 

Trabalhar de forma contextualizada e interdisciplinar gera um resultado muito satisfatório

 

Percebi que, no final deste semestre, minha mala está repleta de alegria e esperança de um mundo melhor, vendo as crianças fazendo descobertas incríveis, com seus cognitivos acentuados e acelerados devido ao ritmo de aprendizagem elevado, trabalhando suas hipóteses de escrita com muito mais autonomia.

 

Alunos lendo e escrevendo as listas de frutas e animais.

 

Cabe ressaltar que o projeto foi permeado por vários teóricos que corroboram muito para uma alfabetização consciente, reflexiva e contextualizada. Vygotsky, Morin,Wallon, Bourdieu, Piaget, entre outros que tornam nossa tarefa de alfabetizar muito mais prazerosa e eficaz!

 

 

Quer saber mais sobre a atividade? Ligue pra escola:

Professora: Darlen Faria

Telefone: 3393-7005

E-mail: emalvarom@rioeduca.net

 

 

Parabéns à professora Darlen Faria, por apresentar um projeto prazeroso, possibilitando o desenvolvimento dos alunos na leitura e escrita de forma autônoma!

 

Laura Fantti Davilla Serpa
Representante Rioeduca da 11ª CRE
Facebook: https://www.facebook.com/groups/1607751852842237
Twitter: https://twitter.com/laurafanttini
WhatsApp: 96852-3714
E-mail: lauradavilla@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 11/08/2015

Formação 1ª CRE em Ação em Língua Portuguesa e Matemática!

Tags: 1ªcre, eventos, formação.

 

 

 

 

A 1ª CRE tem investido em ações de troca de experiências entre os professores, enriquecendo a prática em sala de aula.

 

A 1ª CRE vem investindo fortemente na Formação Continuada, oferecendo momentos de discussão e troca de experiências entre professores de diversos grupamentos e projetos.

No mês de junho, numa ação do Programa de Formação da 1ª CRE, a Gerência de Educação ofereceu a formação Ação em Matemática para os professores do Projeto de Reforço Escolar Realfabetização.

 

Professora Claudia Gomes, acompanhante do Realfabetização.

 

Realizada no auditório da Escola Guatemala, a ação foi dinamizada pela professora Ana Beatriz Glech, da equipe da Gerência de Educação da CRE que, utilizando material alternativo e de forma lúdica, apresentou aos professores maneiras diversas, fáceis e divertidas de trabalhar conceitos matemáticos de forma prazerosa, e produzindo um aprendizado eficaz.

Pelas avaliações recebidas, pode-se perceber que os professores aproveitam bastante esses momentos em que situações de práticas de sala de aula são apresentadas, possibilitando que eles possam repensar seus fazeres, agregando novos procedimentos para ensinar.

 

Professora Bia Glech na oficina com os professores.

 

Em outra ação, o responsável pelo acompanhamento do projeto Sexto Ano Experimental na Gerência de Educação proporcionou aos professores regentes do projeto a formação Ação em Língua Portuguesa.

Para essa ação, ele contou com a parceria da professora Solange Comerlato, coordenadora pedagógica da Escola Floriano Peixoto, em que juntas organizaram e dinamizaram a Oficina em Língua Portuguesa "Coerência, coesão e os critérios de correção textual".

 

Oficina de Coerência e Coesão para os professores do 6º Ano Experimental, com Solange Comerlato.

 

Nesse trabalho, a professora Solange ofereceu aos professores presentes subsídios para avaliar de forma mais eficaz as Produções Textuais de nossos alunos, debatendo os quatro critérios utilizados na análise das produções textuais dos alunos, e as intervenções que deverão ser feitas para sanar as dificuldades apresentadas.

Foi uma manhã de julho proveitosa no auditório da CRE, onde os professores puderam trocar experiências e aprender bastante com a professora que tem larga experiência na coordenação pedagógica e no trabalho de produção textual.

Alías, Solange, professora da Rede Municipal, ganhou projeção nacional ao participar da Campanha "Cinco atitudes pela educação", da ONG Todos pela Educação. Veja o vídeo:

 

 

 

Para saber Mais:

GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO

Acompanhante do Projeto 6º Ano Experimental: Alexandre Roque.

Acompanhante do Projeto de Reforço Realfabetização: Claudia Gomes.

E-mail: gedcre01@rioeduca.net.

 

 

"Professor, este espaço é seu! Queremos divulgar as ações de sucesso desenvolvidas por você e por sua escola. Entre em contato com o representante Rioeduca de sua coordenadoria e envie seus trabalhos para publicação".

 

 

 

 

Professor Alexandre Roque de Araujo

Representante Rioeduca.net da 1ª Coordenadoria Regional de Educação

alexandrearaujo@rioeduca.net

Twitter: @Alexandre_Roque

Whatsapp: 98733-1970

 

 

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