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Retornando 31 resultados para o mês de 'Agosto de 2017'

Quinta-feira, 17/08/2017

CIEP Gregório Bezerra – Projeto Arboviroses

Tags: 4ªcre, dengue, zica, chikungunya.

 

As escolas municipais do Rio de Janeiro continuam mobilizadas contra a dengue. Transmitida pelo mosquito Aedes aegypt, a Dengue é um problema que precisa ser tratado com muita seriedade e trabalho.

 

 

O CIEP Gregório Bezerra desenvolveu o Projeto Arboviroses com o objetivo de desenvolver ações de mobilização socioeducativas de modo que provocar mudanças de comportamento da comunidade escolar e local frente as condições necessárias para o controle do mosquito vetor, intervindo na manutenção da saúde local, buscando uma sensibilização social e física da comunidade escolar local sobre a importância da prevenção e combate dos criadouros do mosquito Aedes aegypti partindo do ambiente escolar para o ambiente comunitário.

 


Atividade realizada com a turma 192 pela professora Débora Lopes.

 

Essa era uma atividade de escrita que tinha por objetivo fazer uma diagnose da escrita dos novos alunos e também verificar os conhecimentos já construídos sobre o tema. A ideia era que os estudantes se colocassem no lugar (uma brincadeira) do mosquito Aedes aegypti e se defendessem frente à forte campanha de mobilização promovida pela Secretaria Municipal de Educação. Os textos construídos não sofreram intervenção da professora. A turma 171 fez um cartaz sobre o tema "Dengue" partindo da seguinte pergunta: "Qual a sua imagem, quando você ouve 'mosquito da dengue'? A atividade foi ministrada pela Profª. Maria Felícia.

 


O Projeto contou com diversas atividades realizadas pelos professores: roda de conversas e discussão oral dirigida nas salas de aula sobre os relatos dos alunos (Turma 172 – Prof: Cyntia); construção de cartazes preventivos de combate ao mosquito transmissor (Turma 191); palestra realizada pelo professor de ciências, Eduardo, sobre arboviroses com os alunos do PEJA II.

 


 

Para o trabalho de elucidação foram realizadas palestras e roda de conversas, com uso do Data Show e vídeos sobre o ciclo de vida do Aedes aegypti (PEJA I – Bloco I).

Várias produções foram realizadas pelas turmas. O mural informativo sobre arboviroses e ações de combate foi um exemplo que alcançou a comunidade interna e externa ao CIEP, realizando um trabalho de divulgação da informação com bastante eficácia.

 

Parabéns à Equipe da escola pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre a escola:
Ciep Gregório Bezerra
EQUIPE
DIRETORA: Patrícia da Silva Pitta de Mattos
DIRETORA ADJUNTA: Eliane Simões Mendes
APOIA DIREÇÃO: Raquel Cruz Ventura Bueno
COORDENADORA: Carmen Lucia Barreiros Pereira
PROFESSOR ORIENTADOR:Luciano da Silva Moreira
PROFESSORES: Eduardo Allen de Araujo
Débora da Silva Lopes dos Santos
Fernando Pereira dos Santos
Maria Felícia de Freitas Filizzola
Cyntia Kelly Menezes da Silva Burguinhão
José Ricardo Carvalho Silva
Sandra Maria Jardim Serra Pires
Rogério Silva dos Santos
Camila Regina Soares da Silva
Endereço:Rua Plinio de Oliveira s/nº Penha, Rio de Janeiro - RJ, CEP:21070-040
Telefone: (21) 3885 8591
Email: ciepbezerra@rioeduca.net
Texto enviado por: Luzanira Scalercio – E/SUBE/CEDGEJA

 


   
           



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Quarta-feira, 16/08/2017

Escolas vão celebrar a paz na quinta-feira, dia 17

Tags: encontro pela paz.

 

Com brincadeiras, teatro, música e jogos, alunos e professores da rede municipal promovem encontros pela paz em diversos locais do Rio de Janeiro



Na próxima quinta-feira, dia 17, 650 mil estudantes da rede municipal têm encontro marcado com a tolerância, com a solidariedade, com a harmonia, com o companheirismo, ao promover, ao lado de seus professores e funcionários das escolas, atos pela paz em diferentes regiões da cidade correspondentes aos distritos das 11 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs).

Os encontros descentralizados fazem parte da mobilização da comunidade escolar pela campanha Aqui é um lugar de Paz, que vem sendo desenvolvida desde maio nas unidades e apoiada pela Secretaria Municipal de Educação. Os atos ocorrem em substituição ao Encontro pela Paz que aconteceria no dia 2 de julho no Aterro do Flamengo, mas acabou cancelado por conta do mau tempo.

Por meio de atividades lúdicas, esportivas e culturais, as escolas querem mostrar à sociedade, convidada de primeira hora aos atos descentralizados, que a paz nas escolas é possível e imprescindível para a formação de crianças e jovens. Equipamentos importantes da cidade, como o Museu de Arte do Rio (Mar), Engenhão, Parque Olímpico, Lona Cultural João Bosco (Vista Alegre), Arena Carioca Jovelina Pérola Negra (Pavuna) e a Cidade das Crianças (Santa Cruz), entre outros, serão territórios de paz para as brincadeiras e jogos da garotada.

Iniciada há dois meses e sem data para acabar, a campanha Aqui é um lugar de Paz se insurge contra a violência que já resultou na perda prematura das jovens Vanessa dos Santos e Maria Eduarda, alunas das escolas José Eduardo de Macedo Soares e Jornalista e Escritor Daniel Piza, respectivamente, e expõe centenas de vidas ao risco de morte diariamente. A violência já provocou o fechamento de 381 escolas desde o início do ano, deixando 130.468 mil alunos sem aulas.

O movimento das escolas conta as a parceria dos escoteiros, das superintendências da Prefeitura, das unidades de Saúde, Conselho Tutelar e Assistência Social. Vem mobiliando todas as unidades e setores da Rede de Ensino. Nas escolas a palavra paz vem sendo trabalhada de diferentes formas, seja como braços de projetos políticos-pedagógicos, seja no desenvolvimento de trabalhos especiais de arte, música, canto, poesia e teatro. Nessa caminhada pela paz juntaram-se órgãos e secretarias municipais. A campanha também conta com o apoio de entidades como a Unicef, Fiocruz, Unesco, Observatório das Favelas e a Rede Maré, entre outras.

 

Acesse aqui a programação

 

 

Fonte: Assessoria de comunicação - SME


   
           



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Quarta-feira, 16/08/2017

8ª Jornada Pedagógica da Educação Infantil - 4ª CRE

Tags: 4ªcre, jornada, pedagógica, educação infantil.

 

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A Jornada Pedagógica da Educação Infantil, desenvolvida pela Gerência de Educação Infantil, em parceria com a MultiRio, é um espaço de formação continuada para todos os profissionais que atuam na Educação Infantil da Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro. O tema central da 8ª edição é “A leitura e a escrita na Educação Infantil”, a partir do qual é abordada a importância de se oferecer às crianças, desde o início da vida escolar, experiências e oportunidades de aprendizagem da oralidade, da leitura e da escrita. A 4ª Coordenadoria Regional de Educação abraçou a 8ª JPEI com muita alegria e trabalho.

 

 

Trata-se de uma formação destinada a todos os profissionais da Educação Infantil. No presente ano, ampliou-se o convite para os Professores Regentes que atuam nas turmas de 1º ano do Ensino Fundamental e Professores de Sala de Leitura de toda a Rede. Sua importância está centrada na necessidade de reflexão e de aprendizado contínuos de temáticas e práticas que perpassam o cotidiano da Educação Infantil, tendo, como premissa, a importância da primeira infância na constituição do sujeito.

 


Por acreditarmos que o pedagógico deve perpassar todo o trabalho desenvolvido com nossas crianças, o tema disparador será “O pedagógico de tudo e de todos: a Leitura e a Escrita na Educação Infantil”. A temática deste ano dialoga com o trabalho pedagógico realizado em nossa Rede, sob a ótica das especificidades da Primeira Infância. Além disso, essa temática é constituída pelas questões do papel do docente, das famílias e da comunidade, das variadas manifestações da linguagem, desde o berçário até a pré-escola, além das considerações acerca da literatura, da organização e da apropriação dos espaços a partir do olhar das crianças.

 


 


No presente ano, o tema nos convida a dialogar com os nossos parceiros do Ensino Fundamental, numa perspectiva de continuidade e fortalecimento do percurso que a nossa criança vivencia na Rede. A participação dos responsáveis tem o objetivo de enriquecer as discussões e fortalecer o vínculo entre educadores e famílias.

 

 

 A importância do tema tratado este ano é tão grande que derivou os assuntos: a leitura e a escrita dentro da escola e diálogo com as famílias; crianças como leitoras e escritoras; literatura e espaços de leitura. As creches, edis e escolas contaram com as rodas de conversa que tiveram a participação de especialistas convidados, professores da Rede e responsáveis de alunos. A professora Mônica Correia Batista colaborou e mediou as rodas nesta edição.


 

 

 

Parabéns às Escolas, Creches e Espaços de Desenvolvimento Infantil que realizaram as ações de formação da 8ª JPEI com empenho e alegria! Um trabalho com o comprometimento de todos os profissionais que acreditam no poder de transformação da sociedade por meio da Educação de qualidade com profissionais excelentes.

Sobre as escolas, creches e espaços de desenvolvimento infantil:
E/04 Coordenadoria Regional de Educação:
Coordenadora: Profª Fátima das Graças Lima Barros
Endereço:Rua Profº Luis Rondeli nº 150 Olaria, Rio de Janeiro - RJ, CEP:21021-630
Telefone: (21) 3393 3476 e (21)3975 5956
Email: cre04@rioeduca.net e aaicre04@rioeduca.net
Texto base: Circular E/ESUBE/CED nº 035 – VIII Jornada Pedagógica da Educação Infantil.

 

 


   
           



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Quarta-feira, 16/08/2017

CIÊNCIAS EM MOVIMENTO: Laboratório de Ciências 2017

Tags: 3ªcre, ciências, laboratório.

 

   Um recurso pedagógico diferenciado, agradável e que traz inúmeros benefícios, inclusive o desenvolvimento do pensamento científico, as aulas experimentais de Ciências são um complemento para o aprendizado teórico que instigam a curiosidade na solução dos problemas. A Escola Municipal República de El Salvador possui em espaço destinado a essas aulas práticas, vamos conhecer um pouco desse trabalho.

 

 

As aulas experimentais de Ciências comprovadamente tornam o processo de ensino e aprendizagem da disciplina muito mais completo por serem um complemento ao aprendizado teórico que permite aos alunos desenvolverem habilidades investigativas e de solução de problemas. Nela, o professor age como motivador, estimulando os estudos das ciências através da demonstração de fatos científicos diante da aplicação de toda a teoria estudada, auxiliando os alunos a verificar e comprovar fatos e conceitos.

 

 

As demonstrações práticas, realizadas num laboratório de Ciências, permitem também  ao professor da turma realizar uma observação mais concreta do domínio dos alunos em relação ao conteúdo teórico já ministrado e permitem a assimilação dessas informações por parte dos estudantes.

É fundamental que os alunos saibam a teoria para experimentar a prática, assim haverá um aproveitamento melhor dos conceitos estudados.

Na Escola Municipal República de El salvador, o professor Marcus Vinicius realiza esse trabalho. As atividades programadas segue o conteúdo determinado pela Secretaria Municipal de Educação do Estado do Rio de janeiro, tendo como fundamento as Orientações Curriculares e os Cadernos Pedagógicos de Ciências.

No laboratório, são ministradas aulas para o segundo segmento em projeto (turma 8001), 6º ano (turma 1602), 7º ano (turmas 1701,1702,1703 e 1704) e 8º ano (turma 1802).

 

 

Os alunos são divididos em grupos onde se dá melhor desenvolvimento das atividades. Nelas, os alunos participam produzindo maquetes, jogos, realizando testagens através de experimentos, propiciando questionamentos e observação de resultados, finalizando-os com suas próprias conclusões.

 

 

Segundo a diretora Maria Katia: o laboratório de ciências têm como finalidade suporte e aprendizagem nas aulas de ciências, contribuindo no reforço dos conteúdos aplicados através de atividades práticas como experimentos, jogos, construção de maquetes, entre outros, onde o aluno constrói seu conhecimento de maneira divertida. Vale lembrar que, na semana em que é aplicada a prova de ciências da SME-RJ, fazemos revisão dos conteúdos através de brincadeira do passa e repassa dividindo a turma em dois grupos onde se reforça os conteúdos aprendidos de forma divertida.

 

 

Todo esse processo de aprendizagem contextualizada e significativa gera mais interesse e motivação nos alunos, além de promover a socialização e a integração do estudante com o corpo docente e com o restante dos colegas de sala. Parabéns para toda a equipe da escola que desenvolve o pensamento científico de seus alunos preparando-os para a ida cidadã.
 


   
           



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