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Sexta-feira, 30/09/2011

Educando na 3ª CRE - Professora Cláudia Nunes

Tags: entrevistas, 3ªcre.

Este trabalho de representante da 3ª CRE junto ao Rioeduca me permitiu conhecer atividades, escolas e sobretudo pessoas que fazem da educação um trabalho de excelência diário. Trabalho duro, pesado, mas bem feito e gratificante. Hoje, gostaria de apresentar a vocês uma das pessoas que conheci nesta trajetória. Sempre que possível buscarei apresentar-lhes alguns ótimos profissionais que encontrei por este caminho.

 

A coordenadora do CIEP Patrice Lumumba, Cláudia Nunes, enviou-nos um e-mail em meados do mês de maio para divulgar um evento. Seria o I Café Literário do CIEP Patrice Lumumba. Vocês podem conferir no link ao lado o post gerado por esta iniciativa: I Café Literário CIEP Patrice Lumumba.

 

 

 

 

 

 

Ela é professora PII de 40 horas desde 1992. E, durante 14 anos, trabalhou no CIEP Procópio Ferreira do EI ao 5º ano e Progressão. Naquela época, incentivada pela Diretora Sueli Janiques e pela Coordenadora Débora Macedo, assumiu o cargo de Professor de Apoio às Oficinas. Ela também foi Coordenadora Pedagógica no CIEP Chanceller Willy Brandt e aceitou novos desafios sendo Diretora Adjunta da E.M. Bento Ribeiro, onde trabalhou com alunos do 6º ao 9º ano e Classe Especial. Ou seja, teve uma trajetória profissional como a de muitos professores da nossa rede e segundo ela: " Tenho um carinho especial por cada escola que trabalhei. Não existe escola pior ou melhor e sim a convivência e o respeito ao próximo. Fiz muitos amigos e, com alguns alunos, mantenho contato até hoje.”

 

Quando da realização do I Café Literário, mantive contato com ela para organizarmos as fotos e o texto da postagem. Foi então que pude perceber a sua dedicação aos alunos e, principalmente, a sua disposição em participar verdadeiramente da educação deles. Em suas palavras, " tento sempre realizar (meu trabalho) com perfeição e alegria! (...) acho que é porque tudo que faço, faço por amor à profissão, amor aos alunos..."

 

 

Com os alunos do PEJA premiados no I Café Literário dO CIEP Patrice Lumumba
 

 

Esse amor transparece no carinho com que relata suas experiências profissionais desenvolvendo " com todos os alunos da escola ( CIEP Prócopio Ferreira) atividades de música (Oficina de Flauta Doce), arte, dança, participação dos projetos da SME, como FECEM, Mostra de Dança, Escola de Bamba, Tirando a Droga de Cena. Fomos vencedores de muitos concursos e tivemos algumas publicações na revista Nós da Escola, Jornal Educar, Multirio. (...) Já ganhei o concurso Tirando a Droga de Cena em que proporcionei aos alunos ganharem um computador! Agora pode não valer muito, mas, na época, em que ninguém tinha? Já venci FECEM, Concurso de Samba Enredo... sempre fui uma professora participativa. .... a Multirio já visitou minha escola por 2 vezes... "

 

É desejo dela repetir este desempenho. " Atualmente, minha "grande família" é o CIEP PATRICE LUMUMBA onde estou muito feliz! Procuro realizar o melhor trabalho possível. Agradeço às minhas diretoras: Marelise Vieira, Tânia Mara e Ana Reis por acreditarem em meu trabalho e estarem sempre presentes. A união é o segredo do sucesso! Procuro desenvolver atividades com o apoio de toda a equipe. Agora, como coordenadora, organiza os eventos, tornando a escola um espaço que vai além da leitura e da escrita. Tenho o apoio dos professores que contribuem com o sucesso! "

 

" Meu dia a dia é sempre muito corrido. São 15 turmas em horário integral do EI ao 5º ano e a noite ainda tem o PEJA! Conto com o apoio da Direção, principalmente em relação ao PEJA, uma novidade. Nunca consigo atender a todos no tempo que eu gostaria, mas vou fazendo as anotações para não esquecer de nada. Procuro enviar todos os documentos solicitados dentro do prazo e seguir em frente, contribuindo para o bom rendimento escolar dos meus alunos. "


É esta vontade de realizar e de acreditar no potencial dos alunos que fica clara em seus relatos sobre o aluno portador de deficiência auditiva que apresentou-se no Show de Talentos dançando (!) funk ou sobre a adolescente proibida de participar pela mãe, por causa do falecimento do irmão, mas que participou mesmo assim para homenageá-lo. Ou na comemoração pela participação no FECEM, mesmo que não tendo ganhado, o importante é que o aluno se sinta realizado.

 

 

No alto, prof. Marco Ananias com os alunos. Claudia, aluno Juan, Diretora Marelise,

Professora Bianca, Agente Comunitário Cleuza, Técnica de Enfermagem Lilian: integração.

 

 

Em seu relato sobre a participação dos alunos do PEJA no Café Literário, a descoberta de um aluno, escritor desde os 11 anos, mas que nunca tinha sido valorizado.

 

" Ele confessou que sempre escreveu poesias, textos desde os 11 anos e que a principal inspiração, no momento, era o filho de 1 ano. Na mesma hora, eu disse: você será o entrevistado no Café Literário, pra contar e passar a sua experiência como escritor. E assim, foi... No dia, além do que ele havia prometido ler, ele, por si próprio, trouxe mais dois textos e na hora pediu para ler, na surpresa.
São essas pequenas coisas que, na verdade, são muito significativas. Ele teve o talento reconhecido por toda a escola, talento esse que passaria despercebido."

 

Pequenos detalhes que só podem ser vistos sob um olhar atento de quem deseja ver o que o aluno tem para mostrar. Ele aponta como momento marcante da sua trajetória profissional " a experiência que eu tive em 2010, na EM Municipal Bento Ribeiro, onde eu era Diretora Adjunta. Eu e a Coordenadora Verônica Jóia organizamos um show de talentos e as inscrições estavam abertas a todos os alunos. Um aluno da Classe Especial pediu para cantar "qualquer coisa", pois ele queria participar e não importava como. Eu sugeri que ele cantasse uma música gospel, famosa na época. No dia marcado, tamanha foi a surpresa de todos. Ele simplesmente deu um show, com uma voz, num tom tão expressivo misturado com a interpretação que arrancou lágrimas de toda a platéia presente. Um exemplo de força de vontade e determinação. É assim que devemos encarar a vida... "
 

Ela pediu que eu incluísse o vídeo RECICLAGEM - CIEP Procópio Ferreira/Rio de Janeiro/RJ - XVII FECEM 2005 como um momento especial. O mesmo sugerido pelo prof. Marco Ananias, de Ed. Física, que trabalhou com ela no CIEP Procópio Ferreira e agora no CIEP Patrice Lumumba e a definiu "como sempre aquela pessoa vibrante, entusiasmada no que faz, que aceita os desafios e dificuldades que surgem sabendo que trabalhando e mergulhando na causa as soluções aparecerão e conseguiremos atingir nossos objetivos. Apesar do dinamismo e das explosões de idéias, não esquece de ter o foco nos alunos e no aprendizado que eles levarão desses momentos escolares. Valoriza a participação, a superação e interesse de todos os envolvidos e faz questão de agradecer e homenagear."

 

 

 

 

 

 

Para finalizar o nosso bate-papo, pedi à Cláudia uma frase. Ela escolheu uma surgida em seu relato sobre o Café Literário.

 

 

Muito prazer em conhecê-la, Profª Cláudia Nunes! 

Imagens e textos em entrevista via email

 

 

                                           

 

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Quinta-feira, 29/09/2011

Educopédia e Inclusão Digital na E.M Vicente Licínio Cardoso

Tags: 1ªcre, educopedia.

 

 

 

 

Video games, celulares, internet e computadores são meios mais que corriqueiros para boa parte dos estudantes da Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso. Os adolescentes que descem e sobem as escadas do prédio escolar, cheios de energia e curiosidade estão acostumados a lidar com o uso da tecnologia, em casa e lan houses. A verdade é que estão sempre conectados. Eles têm orkut, facebook, myspace, haboo, e-buddy, messenger e trocam e-mails diariamente.  É comum vê-los anotando no celular um endereço digital, o e-mail do colega, um blog que achou interessante.

 

O Professor Niverton, diretor da Escola Vicente Licinio Cardoso sabe a importância que as tecnologias têm para a vida de seus alunos, e vibrou quando sua unidade recebeu os novos recursos para o uso das aulas digitais.

 

Novas mídias aguçam e aceleram  a curiosidade dos adolescentes. Eles querem teclar, saber as novidades, e desejam cada vez mais avançar em suas explorações tecnológicas. São os nossos nativos digitais!

 

 

Meninos e meninas da Escola Vicente Licínio ficaram ainda mais motivados para as aulas pois contam  com os recursos tecnológicos educacionais para apoiá-los nos estudos. Professores e alunos podem acessar as aulas digitais por meio da Educopédia, uma platarforma online, com atividades autoexplicativas, e que podem ser utilizadas, tanto da escola como em casa.

 

 

Gestores e professores, reconhecem que as aulas se tornaram mais atrativas, e que os alunos demonstram interesse em usar a plataforma.

 

A professora Cássia Josélia, faz um breve relato sobre o uso da Educopédia :

 

 

“ Na Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso  professores já assumiram a Educopédia como um instrumento de grande colaboração em sua prática em sala de aula. Segundo os docentes que  utilizam a plataforma de aulas virtuais, o melhor registro desta prática é o comportamento diferenciado do aluno, que se mostra mais interessado no tema abordado por meio de vídeos, jogos e textos online; inclusive, pedindo  que os professores reprisem aulas que já foram apreciadas pela turma. Como registro do 'poder' desta nova ferramenta virtual, está a melhoria no resultado das avaliações regulares destes alunos.

 


Os professores também reconhecem que Educopédia é um grande incentivo para atualizar-se na sua área de formação e um auxílio na organização de ideias quando planejam o seu trabalho. Além disso, ressaltam que a qualidade de som e imagem é um diferencial no momento da apreciação do tema abordado, por meio da plataforma.”

 

 

 

 

O uso das novas mídias na escola, também incentivou a criação de um blog educacional. Nele, é possivel encontrar todos os professores da escola, suas respectivas disciplinas, projetos, eventos, e novidades da instituição.

 

Clique na imagem do laptop abaixo, para conferir o blog:

 

 

O Rioeduca.net convida  diretores, professores e alunos a embarcarem nessa viagem digital, que navega em oceano virtual, com aprendizagem real e significativa. Siga as dicas do Rioeduca e faça  parte desta nova geração, que visita países, interage com o mundo, fala novas línguas, conhece obras de arte, joga e se diverte com  apenas alguns cliques.

 

Não deixe pra depois, venha navegar conosco...

 

Para saber  qual é seu e-mail Rioeduca  e   como acessar a Educopédia,

clique na imagem abaixo:

 

 

 

Professor, envie seu projeto para ruteferreira@rioeduca.com ,

que publicaremos no Rioeduca.net. (O Meu, o Seu, o Nosso Portal! )

 

 

                                           

 

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Quinta-feira, 29/09/2011

Os Fósseis da Turma dos Pequenos Curiosos

Tags: educação, blog, 9ª, cre..

A Turma dos pequenos curiosos da E. M. Santa Isabel - 9ª CRE, está de volta com uma experiência muito interessante sobre fósseis.

 

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR OS FÓSSEIS?

 

Eles são os restos de animais e vegetais que, por diversas razões, ficaram conservados em rochas por milhares, ou até mesmo, milhões de anos. Sim, estamos falando dos fósseis. Sempre ouvimos dizer que eles podem nos fornecer informações valiosas sobre o passado da Terra e sobre formas de vida já extintas, o que é verdade. Mas quem será que teve a idéia de estudar fósseis? Embora o filósofo grego Aristóteles e o artista italiano Leonardo da Vinci tenham identificado os fósseis como restos de animais e plantas, foi um francês chamado Jean Léopold Nicolas Frédéric Cuvier o primeiro a provar que os fósseis guardam muitas informações.


Cuvier nasceu em 1769 e desde pequeno era apaixonado pela ciência ligada ao conhecimento da natureza, a História Natural. Gostava especialmente dos fósseis, que eram pouco estudados e ninguém sabia direito de onde vinham. Pensava-se que eram apenas ossos de animais conhecidos, como leões, elefantes e girafas, ou de animais desconhecidos que ainda poderiam viver em regiões inexploradas. Mas Cuvier suspeitava de que alguns ossos tão esquisitos não deviam ser de qualquer bicho que ainda pudesse ser encontrado vivo.

 

Com sua curiosidade de pesquisador, Cuvier partiu para a investigação. Ele pegou ossos de elefantes que ainda vivem na África e no sul da Ásia, e outros ossos encontrados em regiões onde ninguém nunca tinha visto um elefante vivo na natureza, como na Europa. Comparou os ossos uns aos outros com extrema minúcia e fez algumas descobertas impressionantes. Primeiro, ele percebeu que o elefante africano e o asiático, que todo mundo pensava serem iguais, eram, na verdade, espécies diferentes. Depois concluiu que os fósseis encontrados em locais onde não há elefantes hoje em dia, como na Europa, pertenciam, com certeza, a um terceiro tipo de elefante diferente e desconhecido.


Cuvier chamou o novo elefante de mamute e afirmou que ele estava extinto, porque era um animal muito grande, e seria impossível que ainda vivesse em algum sem ser visto por alguém. O cientista francês acreditava que, periodicamente, nosso planeta passava por eventos naturais que causavam a extinção de espécies. Em um desses eventos, segundo ele, os mamutes teriam desaparecido.


O trabalho desse francês abriu os olhos dos cientistas para a grande importância de se pesquisar os fósseis: eles permitem o estudo de espécies que não habitam mais a Terra, ou seja, espécies extintas. Não é à toa que hoje Cuvier é considerado o pai da Paleontologia, ciência que estuda o passado da Terra, e que tem os fósseis como principal ferramenta!

 

 

CONFIRA NOSSO EXPERIMENTO DOS FÓSSEIS EM UMA NARRATIVA CURTA

 

 

 

Referência: http://www.turmadospequenoscuriosos.blogspot.com/

 

 

Se sua escola desenvolve trabalhos como este,
escreva para o e-mail do Representante da sua CRE.
Para saber, clique no link http://www.rioeduca.net/sobrenos.php e  procure sua CRE.
 

 

 

 

                                           

 

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Quinta-feira, 29/09/2011

Conheçam o Projeto de Folclore do CIEP João Batista dos Santos - 7ª CRE

Tags: 7ªcre, eventos.

 

Trabalhos dos alunos na exposição do Projeto

 
 
A cultura de cada povo, de cada raça, de cada região brasileira é muito rica em significados que nos traduzem a essência do povo brasileiro. Neste contexto, é fundamental na escola resgatar essa cultura expressa nas festas tradicionais como folclore popular.
 
 

O CIEP João Batista dos Santos comprova que devemos mostrar o verdadeiro sentido de cultivar essas tradições que são transmitidas de geração a geração, investigando as maneiras de pensar, agir, sentir, de um determinado povo, preservadas pela tradição popular ou pela imitação, e que não seja diretamente influenciada pelo circuito erudito e instituições que se dediquem à renovação do patrimônio cientifico e artístico humano. Buscamos compreender a multiplicidade das formas de linguagem existentes no folclore, bem como as diferentes possibilidades de interação e expressão que ele possibilita, auxiliando no desenvolvimento das potencialidades corporais, cognitivas e afetivas, na perspectiva de contribuir para um melhor aproveitamento e desenvolvimento das diferentes linguagens.
 
 
Confraternização na culminância do Projeto
 
 

Aproveitando o ensejo do advento do mês do folclore, o CIEP promoveu uma série de atividades acerca do tema. De churrasco típico com gaúcho e tudo a atividades de culinária e de artes plásticas, as turmas da Educação Especial da U.E.mostraram que o folclore, lá, sai dos museus e numa ação educativa lúdica e aprazível, é resgatado no seu valor cultural como elemento da dinâmica social de nossa comunidade.
 
 
 
Alunos em ação durante a confecção dos trabalhos
 
 

Tudo isso foi integrado à atividade interdisciplinar que vem sendo desenvolvida desde junho com as turmas do 4o Ano: o “Telejornal JBS”, aonde vem sendo explorado o potencial das novas tecnologias para um ensino mais contextualizado e real, ajustado a um leque de novos estilos de aprendizagem, de forma a instigar os vários sentidos numa mutação de paradigma educativo: da difusão de subsídios e de efetiva construção do saber pelo aluno. Os alunos da turma 1401 e 1402, dentro de sala, produzem textos e buscam informações e atividades que ocorrem na Escola, e as divulgam através do Jornal, que é postado mensalmente no Blog da Escola, criado a partir da aplicação do Projeto “CIEP, mostra a sua cara no mercado das mídias” que compõe o Projeto Político Pedagógico da Escola, nele abordou-se as possibilidades de conhecimento com a integração das tecnologias de comunicação e informação e a discussão, a compreensão e as ações de respeito à diversidade cultural, na perspectiva de contribuir para um melhor aproveitamento e desenvolvimento das diferentes linguagens.
 
Confiram abaixo a 2ª Edição do Telejornal JBS:
 
 
Parabenizamos a Unidade Escolar pelo excelente trabalho, que encoraja os alunos a se apropriarem do processo de apendizagem e estimula sua autonomia, criatividade e iniciativa!
 

                                           

 

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