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Quinta-feira, 29/09/2011

E.M Doutor Marcelo Cândia 2ª CRE - A história de vida de seu Patrono

Tags: 2ªcre.

 


 


Olá amigos do Rioeduca! Gostaria de apresentar a vocês a emocionante história de vida de Doutor Marcelo Cândia. Este é o nome de uma das escolas da 2ª CRE, situada no bairro da Tijuca.

 

Dr. Marcelo Cândia

 

Marcelo Candia
o rico que se tornou santo


por Ernesto Arosio


No dia 13 de agosto de 1983, morria em Milão, Itália, Marcelo Candia, o brilhante industrial que, em 1964, vendeu sua indústria química, doando todos os seus bens e a sua própria vida aos pobres da Amazônia. Com o lucro da venda, construiu para os pobres o Hospital São Camilo, no Amapá, confiando-o posteriormente aos padres médicos camilianos. Passou, em seguida, a viver na colônia-leprosário de Marituba, partilhando sua vida com os hansenianos, visitando a Europa para angariar fundos para seus leprosos, ainda mais quando o governo desativou a cidade-leprosário que ficou praticamente a seu cargo, de dom Aristides Pirovano, ex-bispo de Amapá, e de padres e irmãs.

 


Abriu e sustentou obras sociais em outros lugares do Brasil, que continuam sendo atendidas pela fundação Marcelo Candia. Ganhou vários prêmios internacionais por sua solidariedade com os rejeitados. Marcelo não deixou nada escrito, mas somente o testemunho de sua vida de apóstolo da caridade, que se despojou de tudo e seguiu a Cristo, servindo aos pobres: o exemplo de um santo moderno que fez da riqueza um meio para sua santidade. Ao concluir o processo diocesano para a beatificação de Marcelo (1991), o então cardeal Martini, de Milão, sintetizou sua vida em poucas palavras:


"Marcelo Candia é o modelo do leigo compromissado, dedicado, corajoso, que levou ao extremo a palavra de Cristo de vender tudo e de se pôr a serviço dos pobres, dos últimos, com toda a sua riqueza". Marcelo Candia é o santo dos tempos modernos: dois títulos universitários, tenente de artilharia durante a Segunda Guerra, industrial de sucesso que dava o justo valor ao dinheiro, sempre envolvido em obras de solidariedade, provava com sua vida que as riquezas podem ser instrumento de santidade heróica e que um rico pode se tornar santo.

 


A grandeza do Dr. Marcelo brotava da sua vida de fé e de caridade. Era um empresário livre, como foi um santo livre. Não pertencia a nenhum movimento, nem instituto religioso e definia-se, simplesmente, como um "batizado" que via nos pobres e, especialmente, nos hansenianos, a imagem de Cristo sofredor e rejeitado pela sociedade opulenta e acomodada. Quando se fixou em Marituba, dividia sua vida com os leprosos, sem nenhuma separação ou restrição em relação aos doentes e gostava de conviver com eles.

 


"Quando vim para a Amazônia, pensava que o dom maior que podia fazer aos pobres era o meu dinheiro e as minhas capacidades profissionais, mas entendi que eles eram o verdadeiro tesouro. Não fui eu que dei algo para eles, mas eles que me deram". Adalúcio Calado, hanseniano que convivia com ele em Marituba, lembrava que "o dr. Candia não somente nos ajudava com as obras sanitárias e sociais, mas nos amava e, nele, percebíamos o amor que Deus tinha também por nós, leprosos, recusados por todos...

 


Fazia tudo por amor a Deus, nada procurava para si, mas tudo o que possuía era para os pobres, os doentes, especialmente para nós, hansenianos. Era heróico na sua doação. Ele, rico e culto, vivia a sua vida em nosso meio e nada podíamos dar-lhe em troca. Era o exemplo vivo e palpável do amor de Deus entre nós". Marcelo, como homem e empresário moderno não era um paternalista, mas administrava cuidadosamente seu dinheiro e as grandes contribuições que recebia de amigos.

 


Este dinheiro era usado não simplesmente como gesto de caridade de quem dava porque tinha, mas quem podia, era ajudado a aprender um trabalho nos oficinas criadas na colônia, para se tornar independente, uma vez que saísse do leprosário. Sempre repetia que quem muito recebeu, muito devia dar para que os pobres pudessem viver sua dignidade de filhos de Deus. A causa de beatificação de Marcelo Candia encontra-se em fase avançada.

 


Fonte: http://www.pime.org.br/mundoemissao/testemunhoscandia.htm

 

                                           

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Quarta-feira, 28/09/2011

Informativo Zuuum Educopédia - fiquem atentos a seus emails!

 O Zuuum Educopédia enviará semanalmente informações sobre descritores trabalhados no zoom e dicas de resolução.

 

Fiquem atentos a seus emails do Rioeduca e confiram o primeiro informativo clicando na imagem abaixo.

 

 

                                          

 

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Quarta-feira, 28/09/2011

Professora Ana Paula Cavadas Rodrigues, exemplo que dignifica o magistério público municipal.

Tags: 10ªcre.

 

Foto em destaque acima : Ana Paula com os alunos da Turma 8301, da Escola Municipal Andebarã, contando com a presença do diretor Pedro Silva, em foto tirada para o Rioeduca em 8 de setembro de 2011. 

 

Professora Ana Paula Cavadas Rodrigues, regente da Turma 8301, da Escola Municipal Aldebarã, da 10ª Coordenadoria Regional de Educação, localizada na Comunidade de Antares, Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

 

A minha admiração pela professora Ana Paula Cavadas Rodrigues, começou antes mesmo de conhecê-la pessoalmente. Pelo Twitter, no mês de agosto de 2011, li algumas mensagens enviadas pela diretora adjunta da Escola Municipal Aldebarã, Ulyssia Maria Silva dos Santos, que chamava a atenção de todos para o trabalho abnegado da colega, em benefício do aprendizado dos seus alunos.

 


Na reunião de diretores, realizada no auditório do Planetário da Cidade das Crianças, por ocasião da SME Itinerante, em 31 de agosto de 2011, a própria secretária de Educação Claudia Costin, falando aos coordenadores e gestores das 8ª, 9ª e 10ª CREs, referiu-se à professora Ana Paula como um exemplo de superação das dificuldades e dedicação profissional, em uma “Escola do Amanhã”, localizada na Comunidade de Antares, que ainda é considerada uma das áreas conflagradas por ações de violência, no âmbito da Cidade do Rio de Janeiro.

 

Secretária de Educação Claudia Costin, que fez referências elogiosas à professora Ana Paula, na reunião com os coordenadores e diretores das 8ª, 9ª e 10ª CREs, durante a SME Itinerante, em 31 de agosto de 2011, no auditório do Planetário da Cidade das Crianças, em Santa Cruz.


Tendo participado da belíssima festa da cultura, realizada na Escola Municipal Aldebarã, no dia 8 de setembro de 2011, tive a feliz oportunidade de conhecer a professora Ana Paula Cavadas Rodrigues e acompanhar um pouco mais de perto o trabalho que ela vem desenvolvendo com seus alunos da turma 8301 do Projeto de Aceleração.

 

Professora Ulyssia Maria Silva dos Santos, diretora adjunta da Escola Municipal Aldebarã, grande incentivadora e divulgadora do trabalho realizado na Comunidade de Antares, por sua colega Ana Paula.


A trajetória da professora Ana Paula, que é formada em Biologia (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e tem pós-graduação em Educação Ambiental pela Universidade de Brasília, inclui unidades da 6ª Coordenadoria Regional de Educação, onde deu aulas nas escolas Alexandre Farah e Charles Anderson Weaver e também na 10ª CRE, tendo passado pelo CIEP Roberto Morena e E.M. Doutor José Antonio Ciraudo, antes de ir para a Escola Municipal Aldebarã, por vontade própria de trabalhar com um dos projetos estratégicos desenvolvidos pela SME/Rio.

 


A professora, que mora no município de Nova Iguaçu e leva no mínimo uma hora e quinze minutos para chegar à Escola Aldebarã, já conhecia muito bem a realidade dos alunos que moram na Comunidade de Antares, muitos dos quais nunca saíram de Santa Cruz, nem mesmo para conhecer o bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

 


No início, as dificuldades foram muitas, pois, segundo Ana Paula, os adolescentes de sua turma são, de fato, alunos diferentes, uma vez que vivem em meio a grandes dificuldades devido ao baixíssimo nível socioeconômico de suas famílias. Tudo para eles é mais complicado e distante.

 


“Tinha dias que eu falava comigo mesma: não vou mais voltar aqui! Mas, logo em seguida, conhecendo as histórias tristes de vida de cada um, passava a compreendê-los melhor e percebi que era necessário tratá-los de forma diferenciada em relação às minhas turmas regulares.”

 


O que mais preocupava a professora Ana Paula, assim que começou o seu trabalho na Escola Municipal Aldebarã, era o desinteresse dos alunos do projeto, e o grande número de faltosos.

 

 

Foi então que ela, após conversar com o diretor Pedro Silva, resolveu visitar, casa por casa, as famílias dos seus alunos, tentando convencê-los e cativá-los para retornarem à escola. O próprio diretor, que mais tarde deu total apoio, achou que era muito perigoso, uma vez que a Comunidade de Antares é assim considerada, por ações de violência ocorridas em outras épocas.

 


Ana Paula, mesmo sabendo daquela fama estigmatizada de Antares como uma comunidade violenta, saiu em campo e passou a visitar as famílias dos seus alunos recalcitrantes ao ambiente da sala de aula, conseguindo assim aumentar significativamente a frequência da turma.

 


“Todos ficaram muito surpresos com a minha visita, pois as pessoas têm muito medo da comunidade, realmente ela é perigosa.”

 


Quando visitei a turma da Ana Paula Cavadas Rodrigues, ela mostrou-me um álbum de fotografias, com o registro das visitas às famílias dos seus alunos. Todos queriam disputar o álbum e mostrar, orgulhosos, seus rostos e suas casas, por mais simples que aparentavam.
Na sala de aula, com os trabalhos feitos por eles nos murais, é perceptível o avanço conquistado pela professora da Turma 8301, que soube obter a simpatia, o carinho e o respeito daqueles jovens considerados “difíceis”, compartilhando o afeto que eles tanto necessitam.

 

A professora Ana Paula Cavadas vem contando com total apoio do diretor Pedro Silva e da coordenadora pedagógica Roberta Gomes (foto acima), além do incentivo permanente da diretora adjunta Ulyssia Maria.


“Por mais que eu os respeite e os amem, eles são difíceis de trabalhar e muito violentos. Tem que ter muita paciência. Às vezes, tenho que brigar sério com eles, mas o amor e o carinho vencem a zanga! Eu realmente gosto muito dos meus alunos”.

 

Carinho, respeito e admiração dos alunos da professora Ana Paula. Foto tirada para o Rioeduca em 8 de setembro de 2011, na Escola Municipal Aldebarã, Antares, Zona Oeste do Rio.


Na Escola Municipal Aldebarã, a professora Ana Paula conta com total apoio da direção, tanto do professor Pedro Silva, como da adjunta Ulyssia e também da coordenadora pedagógica Roberta Gomes, que não medem esforços para ajudá-la em todos os seus projetos e ações.

 


Ana Paula é filha única de uma paciente crônica, pois a sua mãe, Ivone, com quem mora em Nova Iguaçu, teve que ser submetida a um transplante de fígado e requer acompanhamento mais atencioso. Ela e o seu marido Luiz, ainda cuidam com carinho e amor, dos filhos João Gabriel, de 13 anos e Christian, de seis anos, ambos em idade escolar e que, portanto, precisam de muita atenção e dedicação.

 


Sobre Antares, comunidade que Ana Paula passou a conhecer bem mais, depois que resolveu visitar as famílias dos seus alunos, a professora diz que é “esquecida, onde falta quase tudo o que se possa imaginar. Além disso, as pessoas não têm grandes perspectivas de vida, sendo a violência, ainda, uma característica marcante.

 


O exemplo dignificante da professora Ana Paula já vai sendo divulgado pela mídia. Recentemente ela recebeu a visita de uma equipe de jornalistas do Jornal “Folha de São Paulo” e também deverá ser entrevistada para uma apresentação da MultiRio.
Sobre isso, ela diz o seguinte:

 

Mesmo irreverentes, e por muito considerados "difíceis", os alunos da Turma 8301, da Escola Municipal Aldebarã, conquistaram o coração da professora Ana Paula.


“Fiquei muito envergonhada. Para dizer a verdade, nunca imaginei que esse trabalho fosse sair na mídia, ou que o meu nome fosse citado pela secretária Claudia Costin. Quando soube primeiro que a MultiRio iria na escola e depois o Jornal “Folha de São Paulo”, fiquei muito nervosa e apreensiva, agora estou bem mais calma, e alguns dos meus amigos, como o Rodrigo e o Maxuel falaram: Ana, isso é fruto do seu trabalho!”

 


Que belo trabalho a professora Ana Paula vem desenvolvendo na Escola Municipal Aldebarã, com seus alunos da turma 8301.

 


“Gostaria de colocar aqui duas opiniões: primeiramente no que diz respeito aos meus colegas. A vida do professor é muito corrida, o ideal seria passarmos mais tempo em uma única escola para desenvolvermos melhor o nosso trabalho. A segunda opinião diz respeito aos alunos, não apenas da Comunidade de Antares, mas de todas as comunidades que estão localizadas em área conflagradas ou de difícil acesso, penso que eles precisam estudar e trabalhar no contraturno, pois são adolescentes e jovens que permanecem boa parte do dia ociosos e acabam se tornando pessoas fáceis para o aliciamento pelo tráfico.”

 

É preciso estimular e reconhecer o trabalho de enfrentamento dos obstáculos realizado pela professora Ana Paula, que é excelente, não apenas por estar obtendo êxito com a sua turma 8301, de um dos projetos estratégicos da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, mas pelo seu engajamento e comprometimento com o processo de aprendizagem de todos os seus alunos, independente das dificuldades que ela vem encontrando e superando ao longo do percurso.

 

 

 

 

                                          

 

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Quarta-feira, 28/09/2011

E.M. Coryntho da Fonseca em Atitudes de Solidariedade!

 

 A Escola Municipal Coryntho da Fonseca completou 49 anos e decidiu comemorar de uma forma especial: ao invés de receber, resolveu dar um presente!

 

A escola organizou a "Gincana da Solidariedade", que contou com a participação de toda Comunidade escolar.

 

A ideia da gincana partiu da certeza de que é preciso despertar o resgate de valores humanos e  amor ao próximo!

 

Na gincana foi feita arrecadação de alimentos para serem entregues em uma Instituição de Caridade.

Todas as turmas participaram com muito empenho e a turma 1402 foi a vencedora!

Os alimentos foram doados à Ação Cristã Vicente Moretti, em Bangu.

Os alimentos foram entregues por professores e grupo de alunos que tiveram momentos de reflexão e muito aprendizado com essa atitude!

 

A gincana foi um sucesso!

 

Parabéns a toda a equipe e alunos da E.M. Coryntho da Fonseca!

" Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade."

                                            Cora Coralina

Sua escola pode ser a próxima a dividir aqui um projeto de sucesso!

Procure o representante da sua CRE.

 

 

 

 

 

                                          

 

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