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Retornando 45 resultados para o mês de 'Setembro de 2013'

Segunda-feira, 09/09/2013

Química para Experimentar no Cotidiano

Tags: 6ªcre, ciências.

 

A professora de Ciências Luciana Baptista, da Escola Municipal Rose Klabin, realizou com os alunos do 9º ano o projeto "Química para Experimentar no Cotidiano". O objetivo principal é ajudar os adolescentes a compreenderem melhor o funcionamento da natureza e o mundo em que vivemos.

 

Muito se fala da importância de estudar Português e Matemática. Essas disciplinas são realmente muito importantes, mas você já parou para pensar em como estudar Ciências também é essencial para o desenvolvimento das crianças e adolescentes?

 

Estudando Ciências – que nas séries mais avançadas transformam-se em Biologia, Física e Química –, as crianças e adolescentes compreendem melhor o mundo em que vivem e o funcionamento da natureza.

 

Como age a força da gravidade? Por que temos estações do ano? Por que ficamos arrepiados quando sentimos frio? A Ciência tem respostas para quase todas as perguntas e, também, para todos aqueles porquês que as crianças não cansam de perguntar.

 

Procurando despertar em seus alunos o espírito investigativo e a criatividade, a professora Luciana Baptista, da Escola Municipal Rose Klabin, realizou o projeto Química para Experimentar no Cotidiano com os alunos do 9º ano, ao longo do segundo bimestre de 2013.

 

Quando o aluno é estimulado a questionar e a fazer experiências ele fica mais criativo. Por meio das pesquisas e da realização de experiências, ele vai perceber que as hipóteses que formula podem ou não ter fundamento.

 

Química para experimentar no cotidiano: criatividade que dá vida! Adote essa ideia!

 

Por que a natureza é do jeito que é?

 

A Química está presente na vida do aluno desde os fenômenos imprescindíveis que ocorrem no interior do organismo até aqueles que são percebidos na natureza. Bem como os que acontecem por meio de inovações tecnológicas que mudaram a maneira de viver das pessoas. Ainda assim, os alunos têm dificuldade de pontuar a presença da Química no cotidiano; esta parece ser restringida a nomes, fórmulas e métodos que aparentemente estão desvinculados da sua vida.

 

O que iniciou o projeto foi a atuação da docente como pesquisadora da sua prática, adotando outras metodologias. Um ensino mais dinâmico (FILHO et al., 2009) e uma aula experimental com função pedagógica (MOURA & CHAVES, 2009) e viés problematizador estimula o aluno a entender o que acontece em cada experimento. Sai do patamar da rejeição ou apatia que pode lhe acometer quando, na sala de aula, se trata de um assunto que ele não entende (LABURÚ, 2006).

 

As atividades experimentais foram desenvolvidas em três turmas de 9º ano do Ensino Fundamental. Primeiramente, a professora pesquisou as atividades experimentais sugeridas no Caderno Pedagógico. Também foram realizadas atividades experimentais de outras fontes.

 

As atividades experimentais escolhidas foram: “Por que o ferro enferruja?”, “Misturas ou soluções“, “Ação do vinagre sobre sais”. Posteriormente, a direção foi contatada e, antes de cada aula experimental, investiu recursos financeiros para a compra do material necessário.

 

Corrosão do Prego: a Química atua como um instrumento prático para o conhecimento e a resolução de problemas em muitas áreas de atuação da vida humana.

 

Em sala de aula, os alunos eram avisados com antecedência sobre a aula experimental e convidados para se organizarem em grupos de até quatro componentes. A divisão dos grupos sempre aconteceu por livre escolha e os grupos eram flexíveis: ou seja, antes de cada aula experimental, os próprios alunos escolhiam seus companheiros para as atividades.

 

Para aumentar a noção de participação ativa da aula experimental, os alunos também foram convidados a levar para a escola um ou dois materiais, sempre de fácil acesso e de baixo custo, como por exemplo, copos descartáveis, canudos de refresco, colher etc.

 

Ainda assim, previamente, a escola fornecia todo material. A professora da turma também esclarecia que mesmo quem esquecesse poderia participar. Ou seja, a falta de material nunca foi pretexto para não participar da aula de Ciências.

 

Experiência: "Misturas ou Soluções". Através da experimentação, permitimos que as crianças e os jovens avancem num processo que possibilitará a formação de um pensamento sistemático, crítico e autônomo, capaz de prepará-los para enfrentar os desafios da atualidade dentro e fora da escola.

 

No dia das aulas experimentais, após uma rápida explicação sobre o assunto, a turma se organizava em seus próprios grupos. Dois alunos, a cada aula, eram nomeados como “monitores”, que auxiliavam diretamente a professora. Os grupos escolhiam um “líder” para a busca de material e um “escrivão”, que seria o responsável pela escrita do relatório. 

 

Para o relatório, o grupo discutia entre si para chegar a alguma explicação plausível do que foi observado. Se não conseguissem chegar a uma explicação, os alunos eram estimulados a pesquisar em outras fontes, como livros e internet.

 

Somente na aula seguinte é que se conversa sobre o que cada grupo concluiu, valorizando a construção de conhecimento. Conversávamos também que, por ser um experimento, mesmo com um resultado previsível, os grupos poderiam observar resultados diferenciados.

 

Experiência: "Ação do vinagre sobre sais". Os professores de Ciências organizam suas aulas incluindo diversas abordagens didáticas: a realização de experiências, o trabalho com textos, os debates, as pesquisas, as atividades com o objetivo de analisar os resultados dos experimentos feitos pela turma e muitas outras. O importante é que as aulas permitam aos alunos ter um papel ativo.

 

Como resultados, podemos citar: os alunos visitaram sites sobre Química que não conheciam para o entendimento dos experimentos. Dessa forma, sentiram-se valorizados com o conhecimento construído.

 

Também foi percebida a construção e o amadurecimento da sua própria autonomia durante a dinâmica inteira da aula, pois foram responsáveis desde a organização do grupo, passando pelo comportamento durante a realização da atividade experimental até a escrita final dos relatórios. Assumiram, assim, o papel de construtores da sua aprendizagem.

 

Saindo do patamar de se utilizar a aula experimental como mera confirmação da teoria, acrescentando a problematização (“tente explicar o que você está vendo”, “por que está acontecendo assim?”), ao encarregar o aluno de buscar as explicações devidas, as aulas experimentais foram significativas para a aprendizagem dos alunos, como uma aluna comentou: "Professora, agora toda vez que olho para uma coisa enferrujada, eu lembro da aula!"

 

O presente trabalho demonstra que a utilização de aulas experimentais concomitantemente com a problematização são recursos que permitem que o aluno perceba a Química presente em seu dia a dia, contextualizada. Leva a uma aprendizagem que tenha significado, facilitando a apropriação de alguns conceitos químicos básicos.

 

Experiência: "Ação do vinagre sobre sais". Aprender a pensar cientificamente tem tudo a ver com a capacidade de organizar nossas perguntas, ideias, hipóteses, dados e conclusões.

 

A professora Luciana Baptista agradece aos alunos que são a motivação para seu aperfeiçoamento profissional. E à direção da Escola Municipal Rose Klabin que sempre apoia aulas inovadoras em todas as disciplinas.

 

Parabéns à professora Luciana Baptista e a toda equipe da Escola Municipal Rose Klabin! Por ajudar a transformar seus alunos em pequenos cientistas, observadores das coisas simples. E, principalmente, por incentivar o prazer da descoberta. É um prazer ter o seu trabalho divulgado no Portal Rioeduca!

 

Professor, queremos divulgar o seu trabalho no Portal Rioeduca! Entre em contato com a representante de sua Cre e ajude a construir a história deste portal com suas experiências pedagógicas. Este espaço é meu, é seu, é nosso! Até a próxima semana!

 

Professora Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª Cre
Twitter: @Paty_PFF
Facebook: Patrícia Fernandes
E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 09/09/2013

Musicalizando a Pluralidade Cultural no Estácio

Tags: 1ªcre, projetos.

 

A Creche Municipal Espaço Livre da Criança, localizada na Comunidade do Morro do São Carlos, no Estácio, vivenciou momentos de alegria e aprendizagem ao desenvolver o projeto “Musicalizando a Pluralidade Cultural no Estácio: Isso dá Samba!”. Nesta publicação, o leitor poderá conhecer a razão do sucesso do projeto.



A equipe de educadores da creche considera que as crianças têm o direito a se sentirem felizes. Desse modo, trabalha com o objetivo de incentivar os pequenos a se perceberem como produtores de cultura, reconhecendo a pluralidade existente nesse celeiro cultural, outrora berço de outros grandes nomes da cultura popular como: Gonzaguinha, Luiz Melodia, Aldir Blanc, entre outros.

 

Wanderley Caramba

 

Wanderlei, artista homenageado na creche

 

A Creche buscou Wanderley Caramba, artista plástico, um típico “talento do povo”, que é, no Projeto Pedagógico da unidade, um referencial e uma inspiração às crianças da Comunidade de São Carlos. Seus sambas-enredos já venceram muitos carnavais, seus quadros já correram o mundo com exposições na África do Sul, Portugal, Alemanha entre outros. Um exemplo de fidelidade à sua raiz.

 

Nascido em dezembro de 1934, no morro de São Carlos, filho de Neuza, professora da comunidade, Wanderlei, parceiro de Ismael Silva e Heitor dos Prazeres, é muito conhecido nas rodas de samba, além de ser formado em Belas Artes. É hoje, professor de Belas Artes na Escola de Artes Visuais de Duque de Caxias.


Samba que Ensina

 

No início de 2013, a creche desenvolveu atividades com as crianças, como o “Carnaval do Caramba”, tendo como fundo musical o samba-enredo escrito pelo homenageado e disputado carnaval de 2005 pela G.R.E.S. Estácio de Sá: “Arte Negra na Lendária Bahia”. O que nos permitiu apresentar parte da cultura Afro Brasileira ali descrita e que também é retratada em seus quadros.

 

Crianças fazem pesquisa sobre a vida e obras  de Wanderley

 

Em todo o projeto, os educadores enfatizaram a reciclagem de materiais, as montagens de esquemas corporais a partir das silhuetas das crianças, o recorte e a colagem, as pinturas e os carimbos. Também realizaram releituras das obras que retratam as brincadeiras infantis, o patrimônio histórico e cultural do Rio de Janeiro, como o bondinho, o carnaval, as quermesses, a baiana, a capoeira, o pau de sebo, o Cristo Redentor, dentre outros.

 

Esses temas e técnicas permearam o trabalho e possibilitaram construir com as crianças um ambiente propício à ampliação da experiência cultural delas. Tamanho foi o envolvimento das turmas com a vida e com a arte de Wanderley Caramba, que no momento que foi proposta a observação e a releitura de uma pintura de outro artista (Volpi), uma criança afirmou entusiasmada: “Volpi é primo do Wanderley!”

 

O Sucesso do Projeto

 

A equipe aproveitou o encanto das crianças pela arte, e traçou um paralelo entre os artistas, que embora não tenham nenhum grau de parentesco (como acreditou inicialmente o nosso pequeno aluno), encontram-se em um rico e encantador terreno: a arte!

 

Wanderlei encanta a todos, pintando um quadro.

 

O projeto continuou com a exposição da biografia e fotos de suas obras. Durante alguns meses a direção da unidade tentou entrar em contato com o artista, para convidar para uma visita. Como não desistiram, no dia 4 de julho, toda a creche teve a honra de recebê-lo.

 

A expectativa da visita foi enorme, porque ao longo de mais ou menos quatro meses foram desenvolvidos trabalhos ligados às suas obras e vida: O ilustre convidado dizia o tempo todo que veio para homenagear a creche. Ele trouxe um presente muito valioso (um quadro). Foi recepcionado pela direção da creche, professores, funcionários e pelas crianças com balões nas cores que representam a Escola de Samba Estácio de Sá, da qual foi um dos fundadores.

 

Gestoras recebem quadro das maos de Wanderley.
 

Wanderley também contou histórias de sua época na comunidade do São Carlos, pintou para as crianças e foi entrevistado pelos pequenos. Ele visitou as salas, pôde ver o trabalho desenvolvido, apreciou murais com releituras de suas obras, e se encantou com as crianças..

 

Ao final, feliz com o preito, Wanderley Caramba convidou todos para sua exposição que está prevista para acontecer até setembro deste ano e prometeu voltar. A comunidade escolar considera Wanderley Caramba um expoente em seu campo de ação que oportuniza à Comunidade São Carlos superar um quadro que exclui o que é positivo da comunidade.

A creche exerceu mais uma vez sua função social, censurando as injustiças que certamente, de maneira sutil, poderiam provocar marcas profundas no corpo, na alma e comportamento da comunidade escolar.


Fonte:

http://felizespaco.blogspot.com.br/

 

* Professor, queremos conhecer e divulgar o blog e os projetos desenvolvidos por sua escola. Aproveite este espaço que é feito para nós! Entre em contato com o representante do Rioeduca em sua Coordenadoria e participe. *

 


Professora Rute Albanita
 Representante Rioeduca.net da 1ª Coordenadoria Regional de Educação
ruteferreira@rioeduca.net
Twitter: @Rute_Albanita

 

 

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Sexta-feira, 06/09/2013

Encantamento Musical na C. M. Estrelinha Dourada

Tags: 5ªcre.

 

A música cria um encantamento e leva a um clima de felicidade. Ela estabelece laços do passado com o presente, tornando a criança mais feliz e com possibilidades de aproximação da família... É o que nos mostra a Creche Municipal Estrelinha Dourada.

 

Neste ano, a Creche Municipal Estrelinha Dourada está desenvolvendo o Projeto Político Anual: “Cantar, Contar e Encantar: a Beleza de Ser um Eterno Aprendiz!”.

E tem como tema: a MÚSICA.

 

Subprojeto "Cantar e Contar: Encantando Gerações"

 

 


Subdividindo o Projeto Político Anual, a Creche resgatou músicas e histórias musicadas que fizeram parte da infância de avós, pais e funcionários com o subprojeto "Cantar e Contar: Encantando Gerações".

 

“As músicas nos contam histórias e encantam as nossas vidas. Essa é a ideia central deste subprojeto de trabalho. E foi pensando nisso, que organizamos como uma das culminâncias o "Baile dos Tempos da Vovó". Um baile diferente, com músicas, histórias e personagens que encantaram e encantam a infância de todos. Tivemos exposição dos trabalhos realizados e dos personagens das músicas que mais encantaram as crianças (confeccionados pelas crianças e professoras), apresentações e muita música que fez e faz parte da infância de todos”, relata a diretora adjunta, professora Fabiana.

 


Apresentação dos responsáveis com a música "A Linda Rosa Juvenil"; O baile da Vovó resgatou músicas que nunca foram esquecidas; E a Sacola de Músicas, um kit que as crianças levam para casa com o objetivo de "levar o mundo" encantado das músicas.

 

“Nosso objetivo foi encantar nossos alunos de hoje com músicas e histórias cantadas que nos encantaram quando crianças, estabelecendo um laço entre passado e presente e uma aproximação das famílias”, revela a professora Diretora Adjunta da Creche.

 

Desenvolvimento dos Subprojetos

 

Segundo a professora Fabiane: “as professoras utilizaram as músicas do Balão Mágico, paródias de cantigas infantis, histórias da coleção “Disquinho", da Bia Bedran, e a poesia musicada “A Casa”, de Vinícius de Moraes, para desenvolver conteúdos como acolhimento, espaço da creche, valores, afetividade, identidade, diversidade, identidade da turma, relacionamentos, conceito de grupo, regras de convivência, família, moradia, lazer, motricidade, alimentação, higiene do corpo, higiene bucal, linha do tempo”.

 

Emília e as crianças fizeram uma mágica usando o "pó de Pirlimpimpim". E adivinha quem apareceu? O Solzinho da RiHappy! As duas fotos de baixo são as turminhas dramatizando a música "O Trem Maluco".

 

O Subprojeto "Cantar e Contar: Encantando Gerações" foi mais um caminho que a Creche Municipal Estrelinha Dourada percorreu com seus alunos e pais, criando laços entre passado e presente, estabelecendo uma aproximação das famílias.

 

Em abril, no Centro de Estudos, a Creche Estrelinha Dourada trabalhou com toda equipe a respeito das músicas que as acompanharam em suas infâncias. Segundo a diretora, professora Elizabeth Apolinário: “foi um Centro de Estudos muito especial, onde vivências, lembranças e emoções foram revividas. Sabemos que não podemos desenvolver em nossos alunos vivências que não vivenciamos, por isso o trabalho paralelo com todas as Equipes da Creche estabelece vínculos, elos e uma união saudável entre todos nós. E isso se reflete no dia a dia e no trabalho com nossas crianças”.

 

Realmente, foram momentos muito especiais! Muita música, muita dança, alegria, choro e muitas, muitas emoções!

 

Como a música nos remete a várias lembranças! Músicas marcam a nossa história!

 

Visite o blog da Creche Municipal Estrelinha Dourada:

http://www.cmestrelinhadourada.blogspot.com.br/

 


Regina Bizarro_ Representante do Rioeduca/5ªCRE
E-mail: reginabizarro@rioeduca.net
Twitter: @rebiza
Facebook: Regina Biza


Rioeduca/5ªCRE no Facebook:

https://www.facebook.com/groups/rioeduca5cre/

 

 

                               


   
           



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Sexta-feira, 06/09/2013

25 Anos de Educação Mais do que Especial...

Tags: 10ªcre.

 

No dia 27 de agosto, a Escola Especial Municipal Dr. Hélio Pellegrino, da 10ª CRE, comemorou 25 anos de existência, dedicados a uma educação mais do que especial...

 

A Cerimônia foi realizada na própria Unidade, com a presença de toda a Comunidade Escolar (alunos, ex-alunos, responsáveis, funcionários, ex-funcionários, professores, ex-professores, Gestores e ex-Gestores), onde todos puderam se reencontrar e se reconhecerem como parte integrante da construção dessa história de vida e de educação.

 

 

 Coordenadora Pedrina Rodrigues (à esquerda), Diretora Geral Antônia (ao centro) e Diretora Adjunta Maria Alice (à direita).

 

As Diretoras Antônia da Silva Muller e Maria Alice Leite de Moraes deram início à tarde de homenagens e agradecimentos distribuindo diplomas aos funcionários e convidados em reconhecimento à participação na trajetória da Unidade Escolar.

 

Para começar a linda tarde de homenagens e agradecimentos, os alunos, responsáveis e funcionários atuais fizeram uma apresentação cantada para as Diretoras Antônia e Maria Alice pelos serviços e dedicação prestados ao longo dos anos.

 

Dando continuidade à celebração, alunos, funcionários e responsáveis atuais fizeram uma apresentação cantada para a Unidade Escolar. O funcionário Sérgio Luiz dos Santos recitou uma poesia de própria autoria, em que declamava a importância daquele momento de celebração.

 

Após, os convidados puderam dividir suas experiências enriquecedoras com os demais presentes, relatando tudo aquilo que lhes foi marcante referente à Unidade Escolar. Inclusive depoimentos do reflexo dessa educação especializada em suas vidas pessoais e profissionais.

 

Foi emocionante ver o depoimento de ex-alunos, que hoje são responsáveis de seus filhos matriculados na Unidade. Dizem que a educação repassada pela escola fez com que, apesar das diferenças (por terem necessidades educativas especiais), todos pudessem se enxergar como iguais e trazer este olhar para a vida que se iniciava após a passagem pela instituição de ensino. Educação esta que, hoje, fazem questão que seus filhos também tenham, onde valores são incorpardos para o desenvolvimento de um cidadão crítico e participativo na sociedade.
 

 

Comunidade escolar (alunos, responsáveis, professores e funcionários) confraternizando na cerimônia realizada pelos 25 anos de existência da Escola Especial Municipal Dr. Hélio Pellegrino.

 

A Cerimônia contou com as participações da 10ª Coordenadoria de Educação (10ª CRE), representada pela da Profª Rosângela Corrêa participação e do Instituto Helena Antipoff (IHA), representado pela Prof.ª Cristine de Souza Sanches.

 

Após tantos depoimentos, a Unidade Escolar convidou todos os presentes para participarem de um baile, organizado pela Sala de Leitura, onde puderam dançar, confraternizar e, mais uma vez, participar de mais um episódio marcante na construção da história da Instituição de Ensino.

 

Equipe de funcionários da Escola Especial Municipal Dr. Hélio Pellegrino ao centro. A Diretora Geral Antônia da Silva Muller de calça preta. À direita, a Diretora Adjunta Maria Alice Leite (atrás do bolo, de óculos).

 

Parabéns aos Gestores!

Parabéns aos Professores!

Parabéns a toda Comunidade Escolar!

 

 

Suelen Corrêa

é professora da rede municipal

e representante do Rioeduca da 10ªCRE

suelencorrea@rioeduca.net

twitter: @suelencorrea29

 

 

                               

 

 

 


   
           



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