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Terça-feira, 06/09/2016

XXXIII Mostra de Dança da 6ª CRE

Tags: 6ªcre, mostradedança.

 

 

 

No dia 28 de julho a 6.ª Coordenadoria Regional de Educação do Rio de Janeiro realizou, na Arena Jovelina Pérola Negra, a XXXIII Mostra de Dança Regional. O evento foi organizado pela professora Denise Ribeiro e contou com a participação de alunos e professores de vinte nove unidades escolares.

 

Ciep Glauber Rocha

 

Os alunos da C. M. Sônia Maria de Moraes Angel Jones fizeram a abertura do evento no turno da manhã. Ao som de um popurri com as músicas do Passinho, Tempo de Alegria e Brasileirinho, as crianças apresentaram duas modalidades olímpicas: ginástica rítmica e natação. As meninas encantaram a todos com delicados movimentos utilizando bambolês e fitas e os meninos simularam os movimentos dos nadadores.

O Edi Frota Pessoa, ao som da música Pular Corda, do grupo Trem da Alegria, fez um resgate dessa brincadeira tão antiga e pouco utilizada pelas nossas crianças. O Edi Prof.ª Roseane Vasconcellos, pensando na diversidade brasileira e sua origem, mostrou em sua coreografia a nossa herança africana. O Edi Hélia Lúcia Moreno Ferreira exaltou a importância das brincadeiras e do brincar na infância.

 

Espaço de Desenvolvimento Infantil Frota Pessoa

 

A C. M. Luís Carlos Prestes foi a quinta escola a se apresentar e emocionou a todos ao representar os valores olímpicos: amizade, excelência e respeito. O Edi Prof.ª Regina Celi Rabelo de Almeida exibiu a coreografia Dança da Nações, onde mostrou um pouco da cultura brasileira. A E.M. Zilda Nunes, sétima escola a se apresentar, homenageou Euclides da Costa, um escritor brasileiro que participou da guerra de Canudos – Bahia.

 

Da Grécia ao Brasil, Oswald é mil, foi a coreografia apresentada pelo Ciep Oswald de Andrade. Já a da E. M. Grandjean de Montigny foi elaborada a partir do projeto Grandjean Olímpica. Os alunos do Ciep Poeta Fernando Pessoa dançaram ao som de Cidade Maravilhosa (Mc Sapão) e País /Tropical (Daniela Mercury). O Núcleo de Arte Grande Otelo celebrou, através de sua dança, os 130 anos do nascimento de Tarsila do Amaral.

 

Núcleo de Arte Grande Otelo

 

A E. M. Antônio Maceo voltou ao passado e fez uma linda homenagem ao berço do samba através das músicas “Pelo telefone”, de Donga e Mauro Almeida, e “Você chegou”, do grupo Barbatuques. A E. M. Alberto José Sampaio deu continuidade a este tema e exibiu “100 Samba não dá”, ao som de Esperanças Perdidas, música do grupo Sambô. O Ciep Glauber Rocha emocionou a plateia com a releitura do trágico romance de William Shakespeare: Romeu e Julieta.

 

O jazz apresentado pelo G. C. Coelho Neto foi deslumbrante, pois mostrou que devemos sempre correr atrás dos nossos sonhos para que eles se realizem. Em sua segunda apresentação, a E. M. Alberto José Sampaio mostrou que a dança tem o poder de unir as pessoas e expressar sentimentos. O Núcleo de Arte Grande Otelo encerrou as apresentações da manhã com o sapateado “Shakespeare: do amor às tragédias”.

 

Ciep Oswald de Andrade

 

As escolas do turno da manhã deram um show de criatividade, disciplina e alegria. Os alunos do turno da tarde não ficaram para trás e mostraram muita confiança e dedicação nas apresentações. A E. M. General Osório, abriu o espetáculo da tarde com a coreografia União da Cores, que transmitiu a harmonia entre as pessoas de todo o mundo. A E. M. Antenor Nascentes convidou a plateia a vislumbrar a atual luta do povo brasileiro através do olhar crítico e talentoso de Zé Ramalho através da música “Admirável Gado Novo”.

 

A E. M. Manoel de Abreu cativou alunos e professores ao exaltar o centenário de Manoel de Barros, poeta reconhecido nacionalmente e internacionalmente como um dos mais originais do século. A E. M. Octávio Taquínio agradou ao público ao apresentar o Brasil, país de diversidades, através das músicas “Aquarela” (Toquinho) e “Di Ladin” (Dream Team do Passinho). A E. M. Levy Miranda utilizou o movimento para mostrar a realidade urbana na dança de rua.

 

Escola Municipal Levy Miranda

 

O Clube Escolar Pavuna emocionou com o Ballet Clássico Sinfonia da Natureza. Os alunos da E.M. Érico Veríssimo interpretaram a paródia da música “Baile de Favela”, criada pela professora Meirecley e a turma 1302, que propôs conscientizar as pessoas sobre o combate ao mosquito da Aedes Aegypti. A E. M. Hilton Gama, ao som de Sweet Dreams (Beyonce Knowles), mostrou o conflito entre os sonhos e os pesadelos. 

 

A E. M. José Pedro Varela apresentou a coreografia “Alegria de ser brasileiro”, ao som de Ivete Sangalo e Jorge Bem Jor. Batuque Brasileiro foi a dança dos alunos da E. M. Thomas Jefferson. Ela sintetizou a efervescência do pulsar dos corações brasileiros, misturando ritmos que representam a enorme gama cultural do país. A E. M. Andréa Fontes Peixoto coreografou a música “Alma e Coração” (Thiaguinho e Projota), que traz em sua letra mensagens de vitória, perseverança e dedicação.

 

Clube Escolar Pavuna

 

O Clube Escolar Pavuna encerrou as apresentações da tarde da XXXIII Mostra de Dança Regional da 6.ª Cre com a coreografia Olimpíadas da Paz. Ao som de “Um Mundo bem Melhor” (versão de Walter Amanteá e Hudson Borges), os alunos pediram que as Olimpíadas de 2016 fosse um momento de reflexão e que o esporte dê um basta na violência e nos ensine a viver em paz.

 

O projeto Mostra de Dança das Escolas Públicas Municipais do Rio de Janeiro é uma ação da Extensividade em parceria com as Coordenadorias Regionais de Educação. Ele tem por objetivo principal oferecer um espaço para professores e alunos se expressarem através das composições corporais que foram produzidas durante o ano letivo. Com certeza ele alcançou a sua finalidade. Foi um dia inteiro de belas apresentações, lindas mensagens e muita alegria!

 

Espaço de Desenvolvimento Infantil Hélia Lúcia Moreno

 

A integração da dança nas atividades escolares possibilita uma melhora significativa no comportamento social dos alunos, além de desenvolver os aspectos cognitivos e motor, resultando na formação de um cidadão ético, formador de suas opiniões e ideias.

 

Parabéns a todos os professores e alunos que participaram da Mostra de Dança da 6.ª Cre, especialmente à professora Denise Ribeiro (Gerência de Educação), que organizou todo este maravilhoso espetáculo em parceira com as escolas. Buscar uma prática pedagógica mais coerente com a realidade e que leva o indivíduo a desenvolver sua capacidade criativa é uma tarefa de todos e vocês estão contribuindo, de forma significativa, para esta transformação social. É um orgulho ter vocês na 6ª Cre!

 

Quer saber um pouco mais sobre a Mostra de Dança da 6.ª Cre? Entre em contato com a nossa Coordenadoria de Educação ou visite nossa página do Facebook!

 

Gerência de Educação da 6.ª Cre
Contato: (21) 2457-0017 / (21) 24570023
E-mail: gedcre06@rioeduca.net
Facebook: https://www.facebook.com/sextacre.ged/

 

Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 05/09/2016

Olimbaby, Pequenos Atletas e um Grande Futuro

Tags: 10ªcre.

 

 

 

O EDI desenvolveu o projeto sobre os Jogos Olímpicos que foram disputados no Rio de Janeiro em 2016.

A E/CRE(10.19.631) Creche Municipal Mãos Pequenas está localizada à Rua Nelson Piauhy Dourado, nº 510 – Urucânia - Santa Cruz, atende 100 bebês de 6 meses a 3 anos, em turmas de berçário e maternal em horário integral e tem como diretora, a professora Patrícia Nunes de Pontes Dian e como diretora adjunta, a professora Lívia Lopes Guedes. A equipe conta com Professores de Educação Infantil e Agentes de Educação Infantil, que juntos buscam desenvolver um trabalho de excelência em qualidade para a comunidade que atendem.

 

Diretora Patricia, diretora adjunta Lívia e alunos na abertuda da Olimbaby

 

Como 2016 é o ano das Olimpíadas no Rio de janeiro, o Projeto Político Anual foi desenvolvido voltado para o tema: “RIO DE JANEIRO, BRAÇOS ABERTOS SOBRE MÃOS PEQUENAS”, onde as atividades desenvolvidas buscam mostrar e explorar as diversidades culturais e as belezas naturais do Rio e, também, hábitos dos cariocas. Pensando assim, a equipe planejou para julho, desenvolver atividades que dessem alusão aos jogos e que respeitassem os objetivos a serem alcançados com a faixa etária atendida: desenvolvimento da coordenação motora, socialização e integração.

— Após algumas pesquisas surgiu o subprojeto: “Olimbaby, pequenos atletas e um grande futuro”, onde adaptações foram feitas para desenvolver algumas modalidades com os bebês: futebol, circuito de atividades, judô, hipismo, esgrima, corrida de velotrol, ginástica rítmica e, assim, embarcamos neste passeio olímpico que nos proporcionou grandes alegrias por ver nossos objetivos pedagógicos serem alcançados em meio às brincadeiras. — afirma a diretora Patricia.

Nessa faixa etária, a bola é um objeto extremamente conhecido e disputado, então, foi fácil desenvolver com as crianças um momento onde eles pudessem reconhecer a formação de um jogo de futebol: campo, trave, time e a bola.

O Judô tem como objetivos a disciplina, o ouvir e o estímulo a participação. Então, trabalhamos essa modalidade esportiva pelo fato de atender a comandos e incentivar a participação.

 

Futebol e Judô

O Circuito de atividades motoras ajuda a vencer desafios, desenvolver habilidades motoras de acordo com sua capacidade individual, além de pular, correr e rolar.

A esgrima é uma modalidade esportiva ainda pouco conhecida pelos cariocas, principalmente, na zona oeste, onde fica a comunidade atendida pela Unidade Escolar. Percebendo o gosto das crianças por brincar tocando um ao outro e por mostrar uma atividade ainda não conhecida, a direção desenvolveu esta brincadeira com as crianças, onde o objetivo era colocar a ponta da espada na barriga do amigo.

 

Circuito de atividades e Esgrima

 

— A atividade mais disputada das OLIMBABY foi a corrida de velotrol. No dia a dia, uma das brincadeiras mais queridas na creche, é brincar com velotrol, o “bibi” como as crianças costumam falar. Foi muito gostoso fazer uma disputa entre as turmas do berçário e do maternal. — afirma a diretora Patricia.

 

Corrida de velotrol

Para trabalhar o Hipismo, a direção transformou o ato de correr numa modalidade esportiva, simulando uma corrida de cavalos. Além disso, também, foi trabalhada a ginástica rítmica, principalmente com fitas coloridas. Os objetivos dessa modalidade são: coordenação, leveza, agilidade e plasticidade. Com algumas fitas metaloides, saias de papel crepom e música instrumental, as alunas fizeram um belo espetáculo.

 

Hipismo e encerramento

O encerramento desse projeto aconteceu com um evento, com a participação dos responsáveis, prestigiando a atuação de seus pequenos atletas. Houve apresentação de fotos e vídeos de tudo que foi desenvolvido, assim como a explicação de cada modalidade esportiva e seus objetivos pedagógicos. Houve muita emoção na entrada solene da tocha olímpica e quando as crianças do maternal conduziram a bandeira do Brasil.

 

Equipe de funcionários e direção

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/SUBE/CRE (10.19.631) Creche Municipal Mãos Pequenas
Telefone: 3158-5192
Email: cmpequenas@rioeduca.net

 

 

Rodrigo Abreu
é Professor da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE
Contato: rodrigosantos@rioeduca.net
WhastApp: 98848-6724 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 05/09/2016

1ª Semana Internacional de Acessibilidade e Cultura

Tags: acessibilidade, cultura, biblioteca.

 

 

 

 

 

 

No mês dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, a BPE e a BPM recebem a 1ª Semana Internacional de Acessibilidade e Cultura. Iniciativa conjunta de órgãos de sete países, França, Alemanha, Suécia, Estados Unidos, Inglaterra, Coreia do Sul e Brasil, além da União Europeia, a programação reunirá artistas, gestores, políticos e pesquisadores do cenário nacional e internacional para refletir sobre o que é considerado “acessível” e debater o papel da cultura nessa questão. Exposições, espetáculos, mesas de debate e oficinas esperam por você.

 

Dias 9, 10, 12, 13, 14 e 15 | Entrada Franca

Inscrições para mesas e oficinas: http://goo.gl/Zy8Dsr

Biblioteca Parque Estadual – Av. Presidente Vargas, 1261 – Centro

Biblioteca Parque de Manguinhos – Av. Dom Hélder Câmara, 1184 – Benfica

 

 

Conheça a programação 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 02/09/2016

Educação Especial: A Importância da Parceria

Tags: 9ªcre, educação especial.

 

 

 

O relato de Cíntia Nazaré Oliveira Pires, mãe de Arielle Beatriz de Oliveira Pires, aluna da Escola Especial Municipal Maria Monterssori, destacando a parceria e o apoio da Coordenação Pedagógica e da Direção da Unidade no desenvolvimento de sua filha.

 

“Em 2017, Arielle completa 10 anos estudando na Escola Especial Municipal Maria Montessori. No início não aceitava minha filha numa escola especial e queria fazer a inclusão. Porém, pedagogicamente, naquele momento era inviável a inclusão da minha filha em classe regular devido o seu comportamento. E várias estratégias para facilitar a aprendizagem da Arielle foram feitas. Durante esses 10 anos muitas coisas aconteceram, me tornei mãe voluntária da escola, passei no concurso de Agente Auxiliar de Creche, e, ao tomar posse em 2011, surgiu a grande preocupação. Como minha filha ficaria sem a minha presença na escola, com a mudança de rotina. Tive ao meu lado a tia Sueli (professora Sueli Ramos, Coordenadora Pedagógica) que falou para que eu pudesse buscar ajuda na Casa Dia Pereirinha, pois já teve outros alunos atendidos pela Casa Dia que fazia um trabalho excepcional. Minha filha passou a ser assistida pela Casa Dia, recebendo um excelente atendimento.

 

 

Com a prática em sala de aula, tive dificuldades, pois o concurso de Agente Auxiliar de Creche foi a nível fundamental, e ao entrar acreditei que só cuidaria da higiene e alimentação das crianças. Mas a realidade era outra. Tinha que se fazer um planejamento, e eu não sabia realizar, pois não tinha o médio normal. As outras agentes faziam o planejamento e me explicavam como aplicar em sala já que não tinha professor. Porém, isso me incomodava, tinha o desejo de realmente entender o que era a educação e a minha prática, pois meu desejo era contribuir para que meus alunos tivessem sempre o melhor de mim. Conversando sobre isto com Viviane (professora Viviane Alves, Diretora), ela me sugeriu uma instituição para cursar o ensino médio normal. Porém, as aulas eram todos os dias à noite, e eu não tinha com quem deixar Arielle nesse horário, sem contar que ficaria muito tempo ausente da vida da minha filha, já que nessa época não consegui de imediato a redução de carga horária, e trabalhava 8 horas diárias. Hoje aprendi que o educar e o cuidar são indissociáveis.

 

 

Em 2012, minha filha entrou numa crise psiquiátrica, foram os momentos mais difíceis da minha vida. Diversas idas ao Pinel (Instituto Philippe Pinel), trocas de remédios, noites sem dormir, precisei ficar licenciada para dar assistência a ela e fazer um acompanhamento mais de perto. E a Viviane, sempre preocupada. Primeiro perguntava sobre Arielle e em seguida como eu estava psicologicamente. E muitas vezes chorei nos braços de Viviane como criança, pois me questionava o porquê de minha filha só piorava, tomou diversos remédios e nenhum fazia efeito, cada vez mais agitada, agressiva. Como sou separada só tinha a ajuda dos meus pais (avós da Arielle) e da escola (Viviane e Sueli). E, mesmo com essa conturbação, em uma conversa falei do desejo de cursar Pedagogia à distância, já que estudar presencialmente era inviável e na mesma hora a tia Sueli e Viviane me falaram do CEDERJ. Eu não conhecia e elas me motivaram a fazer o vestibular. Então fiz, passei, fui a última classificada para a vaga, mas para mim naquele momento era como se tivesse sido a primeira classificada. Então a caloura precisava de tutoras, pois não tinha como ir às tutorias. A minha tutora oficial foi a Viviane e a minha ex-gestora Gisele Machado, hoje gestora do EDI Ataulfo Alves. Elas sempre tinham paciência para sanar minhas dúvidas em relação às disciplinas. Diante dos corredores da Montessori foram muitas aulas, enquanto Viviane resolvia questões administrativas ia me dando aula de sociologia, gestão, psicologia.

 

 

Um certo dia cheguei chateada, chorando, questionando Viviane por que não havia preparado meu psicológico sobre a educação especial. Pois, ao ler sobre a educação especial, descobri que as crianças que nasciam com deficiência eram jogadas ao precipício e ela simplesmente me disse: Isso é cultural, você já viu algum índio deficiente? Respondi: Não! E ela continuou a aula me fazendo entender o estilo de vida dos Romanos. Nessa rotina acadêmica fiz meu estágio de EJA na Montessori. Viviane e eu cursamos as mesmas disciplinas e fizemos provas juntas, pois Viviane também cursa Pedagogia pelo CEDERJ (UERJ) e no dia 6 de setembro irei colar grau e ela será minha madrinha de formatura. Além disso, a escola especial Maria Montessori tem desenvolvido acompanhamento de alguns alunos em seus atendimentos médicos. Considero muito importante, devido à contribuição do relato do comportamento dos alunos na escola junto ao médico. A tia Sueli acompanhou outro aluno no neurologista no Posto de Saúde Belisário Pena. Quando relatei que iria levar Arielle no psiquiatra no Memorial de Todos os Santos, no Cachambi, e que necessitava de um relatório para mostrar ao psiquiatra sobre o comportamento dela na escola, a mesma se prontificou em ir junto à consulta. Eu disse que iria de trem, ônibus, e ela não se intimidou e disse que iria comigo. Portanto, a consulta era na segunda e a mãe da tia Sueli veio falecer e mesmo assim não me deixou na mão, entrou em contato com a Viviane para fazer o acompanhamento na consulta e foi ótimo. Viviane me ajudou com Arielle e teve a oportunidade de conversar com o médico sobre o comportamento da Arielle na escola e como na verdade a Viviane conhece Arielle desde os 2 anos quando ainda era do Ciep Clementina de Jesus parecia que Arielle era filha de Viviane, pelo conhecimento e habilidade que ela tem em lidar com minha filha.

 

 

A Viviane e a Sueli tem uma grande importância na minha vida e da Arielle. Se não fosse a força delas no momento mais difícil da minha vida, a motivação delas e o amor que tem pela minha filha eu só tenho a agradecer a Deus por elas existirem na minha vida.”

 

Parabéns para toda a Equipe da Escola Maria Montessori, em especial para as professoras Viviane e Sueli, pela sensibilidade e garra ao lidar com seus alunos e também com seus responsáveis.

 

 

Contato com a Unidade pelos telefones 3394-1470 e 3394-1376, ou pelo e-mail emmontessori@rioeduca.net.

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Postado por Rita Faleiro Ver Comentários (39)