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Retornando 21 resultados para o mês de 'Setembro de 2018'

Domingo, 16/09/2018

CIEP Poeta Cruz e Sousa é campeão no Anima Mundi

Tags: anima mundi, 8ªcre, artes.

 

Selecionados várias vezes pelo Festival Internacional Anima Mundi, os filmes produzidos pela professora Daniele Rodrigues no CIEP Poeta Cruz e Sousa valorizam a rica cultura indígena.

 

 

 

Criado pela equipe do Anima Mundi, o projeto Anima Escola oferece cursos e oficinas a alunos, professores e multiplicadores, para que possam produzir em sala de aula os seus próprios filmes de animação.

Em 16 anos de história, mais de 2.800 professores e multiplicadores e mais de 15.000 alunos já foram atendidos no Rio de Janeiro e em diversas regiões do Brasil.

De forma lúdica, a metodologia desenvolvida para a produção de filmes animados estimula o desenvolvimento de diversas habilidades e competências fundamentais para o desenvolvimento de crianças e de jovens: Criatividade, planejamento, síntese, abstração, concentração e comunicação. (http://www.animaescola.com.br/br/)

 

 

 

 

Há 7 anos a Coordenadora Pedagógica do CIEP Poeta Cruz e Sousa, Daniele Rodrigues, participou do curso que é oferecido pela mesma equipe que criou o Festival Internacional de Animação, o Anima Mundi.

Através dessa ferramenta, a professora imaginou a possibilidade de trabalhar a lei 11.645/08 na escola, lei que determina o ensino da Cultura e da História dos povos indígenas e afro-brasileiros em todas as escolas da Educação Básica do Brasil, daí nasceu a primeira animação produzida pelos alunos do CIEP Poeta Cruz e Sousa, o filme: Tukano.

Desde a sua criação o projeto vem ganhando espaço, não só na escola, pois as animações já participaram de festivais no Brasil e no exterior, em países, como: Estados Unidos, Croácia, Chile, Nepal, Espanha e Panamá.

 

 

 

 

O projeto Anima Escola realizado no CIEP Poeta Cruz e Sousa tem a preocupação de mostrar a realidade atual dos povos indígenas, valorizando a sua diversidade, com 305 etnias existentes e 274 idiomas falados nos dias de hoje. Por isso é escolhida uma única etnia por filme.

Outro diferencial de extrema importância é o processo de pesquisa, onde os alunos entram em contato com representantes da etnia a ser trabalhada na animação, através de imersão cultural, em que experimentam um pouco da vivência tradicional daquele povo.

A cada ano, no mês de abril, os alunos que participam da produção das animações ficam incumbidos de promoverem palestras a todas as turmas da escola, para tal é organizada uma feira de temática indígena.

 

 

 

 

 

Filmes produzidos pelos alunos do CIEP Poeta Cruz e Sousa:

 

  • 2012: TUKANO
  • 2013: APURINÃ
  • 2014: GUARANI M’BYÁ
  • 2015: KALAPALO
  • 2016: ASURINI
  • 2017: PATAXÓ

 

Muito mais do que o reconhecimento do trabalho da professora Daniele Rodrigues e dos alunos, o projeto Anima Escola é a confirmação de que as escolas da prefeitura do Rio de Janeiro desenvolvem habilidades e descobrem talentos!

 

 

O Rioeduca parabeniza o CIEP Poeta Cruz e Sousa pelas produções que são reconhecidas no Brasil e em várias partes do mundo!

 

 

 

 

Para saber mais sobre o Anima Mundi:  http://www.animamundi.com.br/pt/

Para entrar em contato com a escola: cieppsouza@rioeduca.net

 

 

Contato para publicações:


   
           



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Domingo, 16/09/2018

Redescobrindo os dígrafos

Tags: 7ªcre, alfabetização, redescobrindo, dígrafos.

REDESCOBRINDO OS DÍGRAFOS

ORTOGRAFIA COM LUDICIDADE E TECNOLOGIA

 

Os alunos do 2º ano da Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro estão relembrando as questões ortográficas da nossa língua de uma forma lúdica e diferente.


Eles estão podendo vivenciar essas experiências e participar ativamente das construções da linguagem escrita que são tão importantes na alfabetização.


Como primeiro passo dessa atividade foi o momento de assistir a aula do canal Redescobrindo. Era hora de uma nova forma de redescobrir os dígrafos e exercitar de uma forma bem divertida. Confira você também como foi o ponto de partida dessa aula com o vídeo.

 

 

Nessa aula Tia Ju e Tia Ly começam com uma surpresa que as crianças adoram: mágica. E todos são convidados a refletirem junto com a tia Ly sobre as possíveis semelhanças dos objetos que aparecem misteriosamente da cartola da tia Ju.


Até que os dígrafos surgem no meio dessa história. Isso mesmo! No meio de uma brincadeira.

 

E não foi difícil. Eles acertaram direitinho qual era a semelhança entre os objetos, que no caso se dava na escrita das figuras que começavam com o dígrafo CH.

 

 

 

 

Concentração total. É hora de redescobrir!

 

 


Depois de descobrir o mistério, foi a vez da tia Ly e da tia Ju brincarem de escolinha e fizeram um ditado no vídeo. E que tal se a turma 1201 e 1202 entrassem na brincadeira e fizessem também o ditado? É claro que os nossos descobridores toparam na hora. Será que eles vão conseguir ajudar a tia Ly a descobrir quais foram as trocas que ela fez? Descobridores em ação.

 

 

 



Depois do ditado devidamente feito, vamos a correção. No vídeo as crianças conseguem ver a forma que a tia Ly escreveu as suas palavras e antes do vídeo continuar eles tinham a missão de ajudar a consertar essas palavras que tinham alguns probleminhas.

 

 

 



De forma leva e descontraída as crianças foram convidadas a viverem aquela experiência e perceberem que o erro não é um problema e que as vezes ele faz parte do percurso. E que todos podemos aprender com os nossos erros.


Depois da experiência do ditado o vídeo pôde seguir e logo o segundo ano também quis produzir palavras como as que a tia Ly usa no vídeo para ler. Mãos à obra então, porque os alunos querem aprender de todas as formas.

 

 

 

Cada um criou seu próprio recurso formando várias palavras e foram estimulados a lerem, pois queriam descobrir quais palavras tinham formado. Agora podem treinar bastante a leitura de uma forma bem legal. Ficou mais bonito ainda. Agora não vamos mais esquecer o que são dígrafos.

 

 

As crianças gostaram de assistir, produzir e participar. Aprender nunca é demais e dessa forma a escrita e a leitura foram construídas com as experiências vivenciadas.


Além dos alunos da escola municipal Desembargador Ney Palmeiro, crianças de outras escolas também estão mergulhando nessa nova forma de ver e construir suas aprendizagens. Como é o caso dos alunos da professora do CIEP Compositor Donga.

 



As crianças estão se divertindo e aprendendo e é assim que deve ser. Com isso participam, se estimulam e experimentam novas propostas neste universo alfabetizador. Faça e participe também. Aprender nunca é demais!!

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Sexta-feira, 07/09/2018

Diversão e Aprendizagem no Contexto Escolar

Tags: cre10, 10ªcre, xadrez.

 

Projeto de xadrez desenvolvido com os alunos da Escola Municipal Nair da Fonseca ajuda na disciplina, concentração, tomada de decisão, respeito, ética e autoestima.

 

A E/CRE (10.19.025) Escola Municipal Nair da Fonseca está localizada à Rua Pirai do Sul, s/n°, Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 749 alunos com 19 turmas do primeiro segmento e 4 turmas de 6º Ano Experimental. Tem como diretora, a professora Vania Cristina Villas Boas Ferreira Marques, como diretora adjunta, a professora Angélica Henriques Camargo e como Coordenadora Pedagógica, a professora Veronica Cristina Vianna de Araújo.

 

Durante o ano letivo, pensando em provocar a concentração, a interação e o raciocínio dos alunos, o professor, Edson Paiva, construiu junto com a equipe gestora da escola o projeto de xadrez, um jogo milenar. O docente aproveita o projeto para desenvolver, também, atitudes de respeito, tolerância, paciência e harmonia entre os alunos, promovendo um clima saudável de disputa entre os jogadores.

 

Alunos que participaram do projeto e o professor Edson

 

O projeto é desenvolvido durante todo o ano letivo e culmina com um xadrez vivo, na quadra da escola, no final do ano letivo, com a participação da família dos participantes e da comunidade escolar, onde os jogadores são as próprias peças.

 

O professor Edson relata que tem inúmeros problemas e possibilidades pedagógicas diariamente. E, a partir da observação dos problemas, é possível usar a criatividade para sanar tal dificuldade no aluno, seja cognitiva, indisciplinar ou comportamental.

 

— Cada caso é um caso, não há receita mágica, claro. Porém, as tentativas devem ser incansáveis. Em 2107, atuando no 6° ano Experimental,numa turma bastante diversa, com grandes desafios, tentei incansavelmente com diversas tentativas e possibilidades reunir diversão e aprendizagem. É importante entender que, quanto mais atualizado o regente estiver, mais condição, mais possibilidades poderá utilizar em sua prática de ensino. — afirma o professor Edson

 

O professor começou esse trabalho em 2016, também com 6° ano experimental, e vem conseguindo bons resultados, os avanços são muito significantes. Tudo é muito bem planejado, desde o ensino do jogo, a história do xadrez, contos relacionados ao xadrez, vídeos sobre o valor e importância de saber jogar e os seus benefícios.

 

O xadrez utilizado como ferramenta pedagógica é arte, jogo da memória, disciplina, concentração, tomada de decisão, respeito, ética, autoestima e muito mais.

 

Xadrez Humano

 

Os alunos representando as peças do xadrez

 

O encerramento do projeto em 2017 aconteceu no dia 17 de novembro. Houve uma integração entre alunos do 4°, 5° e 6° anos, todos contribuindo para excelência do aprendizado e os mesmos articulando junto ao professor o processo de organização das ações. Dentro do andamento das atividades, tiveram alunos monitores, que monitoravam alunos de outras turmas.

 

— No Xadrez Humano, as peças eram os próprios alunos. Tinha um tabuleiro gigante e apresentação dos alunos foi incrível. Eles se apresentaram para a comunidade escolar e para os demais alunos da escola. O xadrez escolar interage com o meio externo, sai da teoria e se torna prática, ao mesmo tempo em que é possível aguçar a relação mediada por sistemas simbólicos. No xadrez há interdisciplinaridade, amadurecimento da percepção, atenção e memória. E tudo isto com muita diversão. — afirma a diretora Vânia

 

Alunos vencedores

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.025) Escola Municipal Nair da Fonseca
E-mail: emnairf@rioeduca.net
Telefones: 3317-7265

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Sexta-feira, 07/09/2018

Copa de todo mundo – O futebol da E.M. Alfredo de Paula Freitas

Tags: copa, futebol, 5ªcre, projeto educação física, inclusão.

 

Com o evento da Copa do Mundo, a Escola Municipal Alfredo de Paula Freitas desenvolveu um projeto de Educação Física, buscando a criatividade, a inclusão e a inovação na prática de esportes. Confira!

 

 

Do dia 6 de junho até 15 de julho de 2018, a Escola Municipal Alfredo de Paula Freitas desenvolveu o projeto Copa de todo mundo que teve como idealizadora a professora Juliana Marques e contou com a participação das turmas participantes: 1601, 1603, 1401, EI 51 e Classe Especial.

 

Com a realização da Copa do Mundo de 2018, sentiu-se a necessidade de abordar o conteúdo futebol, tendo como prioridade a participação de todos os alunos. Nesse sentido, foram planejadas atividades que explorassem a temática da Copa/Futebol por um viés mais democrático e colaborativo. Assim, ao invés de jogarem apenas o futebol clássico, os alunos puderam jogar em diversas atividades lúdicas, tais como: assoprobol,  tecidobol e  futepar.

 

 

 

Assoprobol:


Materiais: bolas de isopor e tecido.
Desenvolvimento: Foi colocado no chão da quadra um tecido verde representando um campo de futebol. A turma foi dividida em dois times, dispostos nas laterais do tecido, de modo que um time ficasse de frente para o outro. O principal objetivo do jogo consiste em assoprar a bola o máximo possível para que a mesma encoste em algum componente do time adversário. Para isso, os alunos assopravam a bola de isopor na tentativa alcançarem o objetivo do jogo.

 

Variações: aumentar o número de bolas; realizar a atividade com os alunos sentados em suas mesas, com as mãos para trás, sendo o campo representado pela mesa da sala de aula.
 

 

 

Tecidobol:


Materiais: bolas (pode ser de borracha), um tecido retangular com dois buracos nas extremidades representando o gol.
Obs.: O tamanho do tecido pode variar de acordo com a idade e a quantidade de alunos participantes. 

 

Desenvolvimento: A turma foi dividida em dois times, cada time foi posicionado de um lado do tecido. Dessa fora, o time A ficou do lado direito e o time B do lado esquerdo. O principal objetivo do jogo é acertar a bola no buraco do tecido do time adversário, sem encostar a mão na bola. Por isso,se faz necessário movimentar o tecido para deslocar a bola.
 

Variação: colocar um aluno dentro do gol, assim, o aluno da equipe A estará no gol da equipe B e vice-versa. Nesse caso, o objetivo de jogo consiste em fazer com que a bola chegue ao seu colega de equipe.

 

 

Futepar:


Materiais: bola de futebol.
Desenvolvimento: a turma foi dividida em 4 times, em seguida foi solicitado que os alunos de cada time formassem duplas, preferencialmente meninos com meninas, para que as questões referentes à cooperação, trabalho em grupo, respeito às diversidades, dentre outras, pudessem aflorar no decorrer do jogo, possibilitando um debate sobre esses temas.

O jogo foi realizado em meia quadra, permitindo a participação dos 4 times simultaneamente, sendo os gols representados por dois cones posicionados nas laterais da quadra. O principal objetivo do jogo consiste em marcar o maior número de gols sem soltar a mão do colega. As regras iniciais seguiram as do golzinho, contudo no decorrer da vivência os alunos solicitavam alguns ajustes de modo a atender as demandas dos grupos.

 


 

O principal objetivo desse projeto foi mostrar aos alunos que participar de atividades físicas tendo como foco a diversão e o bem-estar é mais importante do que qualquer vitória esportiva.

 

Parabéns a toda a escola e a todos os participantes pelo excelente trabalho!!!

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Alfredo de Paula Freitas
Diretor: RITA DE CASSIA BRAGA DE SOUZA
Endereço: Rua Gustavo de Andrade 290, Irajá
Telefone: 3372-5009 | 3372-5139
E-mail: empfreitas@rioeduca.net


 


   
           



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