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Sexta-feira, 26/04/2019

Escola Municipal Otelo de Souza Reis - 10ªCRE

Tags: 10cre, cre10, samba.

Alunos da Escola Municipal Otelo de Souza Reis conhecendo os gêneros musicais do Carnaval

 

A E/CRE (10.19.017) Escola Municipal Otelo de Souza Reis, está localizada na Avenida Antares, s/n° - Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A Unidade Escolar atende alunos do 1°ao 6° ano do Ensino Fundamental. Tem como diretora, a professora Rachel Santana, como diretora adjunta, a professora Adriana Santos e como Coordenadora Pedagógica, a professora Marcia Brandão.

As turmas do 4º ao 6º ano das professoras Carolina, Roselaine e Meirelaine conheceram os gêneros musicais utilizados na festa popular do carnaval. Isso porque, essa festa é um marco na nossa Cidade, desde a marchinha ao samba-enredo. Dessa forma, o trabalho pedagógico se deu a partir da necessidade de se conhecer um pouco mais sobre a maior festa cultural do nosso país.

 

Professor Luis com a turma 1401

 

O professor de música Luis Gabril, trabalhou com as crianças o samba e suas vertentes. Os alunos puderam conhecer os gêneros musicais: samba e marchinha. Tocaram os instrumentos, pesquisaram sobre compositores, analisaram as letras e compararam os sambas antigos com os novos. Além disso, colocaram em prática tudo o que estavam aprendendo.

 

— As turmas foram divididas em pequenos grupos para que realizassem  rodas de conversa a partir das letras de sambas e suas peculiaridades. Além de ter sido muito divertido, eles puderam compreender que as letras das músicas vinham de encontro ao momento politico da época. — afirma o professor Luis

 

 

Alunos em atividade

 

 

 

 

Ao longo das aulas, os alunos conheceram os instrumentos utilizados no samba e nas baterias das escolas de samba.

Depois de uma pesquisa dos sambas e marchinhas de carnaval, eles escolheram duas canções para que as turmas trabalhassem. Dessa forma, foram escolhidas as músicas: A banda de Chico Buarque e Todo menino é um rei de Roberto Ribeiro.

 

Com a ajuda do professor de música os alunos criaram arranjos musicais com instrumentos de percussão, voz e palmas. Os arranjos foram feitos e divididos em naipes de agogô, tamborim, pandeiro, reco-reco e chocalhos.

 

Alunos em atividade

 

 

— A sala de aula virou praticamente uma roda de samba. É bem melhor quando eles saem da teoria e conseguem experimentar todo o contexto da aula. — afirmou o professor Luis

 

Os alunos puderam mostrar o resultado da aula para toda a comunidade escolar, pois ao final do processo, desceram as escadas tocando, cantando e simulando um desfile de escola de samba.

 

Professor Luis com a turma 1601

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.081) E. M. Otelo de Souza Reis
Diretora: Rachel Santana
Diretora adjunta: Adriana Santos
E-mail: emoteloreis@rioeduca.net
Telefone: 3354-9090

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Sexta-feira, 12/04/2019

Escola Municipal Princesa Isabel - 10ª CRE

Tags: 10cre, cre10, games.

 

Professor de Geografia da Escola Municipal Princesa Isabel desenvolve projeto com jogos para estimular o raciocínio dos alunos e aproveita para trabalhar outros componentes curriculares como História, Língua Portuguesa e Artes Plásticas

 

A E/CRE (10.19.015) Escola Municipal Princesa Isabel está localizada na Rua do Matadouro, 44 – Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende a 12 turmas, com 450 alunos do 7º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Tem como diretora, a professora Cynthia Bulkool Gomes, como diretor adjunto, o professor Bruno Leonardo Gabriel Teixeira e, como coordenador pedagógico, o professor Luís Cláudio.

 

Desde o início do ano letivo, o professor de geografia Jorge Jacoh Ferreira vem desenvolvendo com os alunos do 9º ano diferentes maneiras de conhecer conteúdos diversificados utilizando o Card Game: Magic The Gathering. A ideia é tentar enriquecer e proporcionar outras atividades extracurriculares e, assim, desenvolver habilidades, conhecimentos e competências que visam o enriquecimento do aluno, alargando o seu currículo com experiências e vivências, juntamente com o desenvolvimento de valores como responsabilidade, organização, respeito e coletividade.

 

 

Alunos em ambiente do projeto disputando uma Liga intitulada Princesa do Infinito. 

 

 

— Quando eu era da rede pública do Rio de Janeiro queria que fossem apresentados conteúdos diferenciados e que eles envolvessem jogos com muita interatividade. Foi com esse pensamento em mente que hoje, como professor da rede pública do Rio de Janeiro, tento levar atividades diferenciadas para meus alunos. — afirma o professor Jorge

 

A característica instigante e desafiadora de raciocínio tem agregado um prestígio especial para o aluno que consegue ser indivíduo e agente de seu próprio esforço e de seu futuro. Além disso, a questão da competitividade estimula a necessidade do aprendizado, sobretudo ao aprendizado da derrota. Já que, dentro do jogo, é perceptível a necessidade de uma maior dedicação para se atingir resultados positivos nas partidas. 

 

— O jogo Magic: the gathering foi criado no ano de 1993 pelo matemático Richard Garfield. Foi o primeiro TCG (Trading Card Game) produzido e continuado até hoje, quando conta com aproximadamente 12 milhões de jogadores ao redor do mundo. Trata-se de um jogo baseado na mecânica de turnos, o qual se baseia no duelo entre dois personagens. Cada jogador possui seu livro de mágicas (representado por um deck composto geralmente de 60 cards) que é utilizado para derrotar seus oponentes. Cada card representa uma mágica ou um recurso. — afirma o professor Jorge

 

Por ser um jogo de fantasia, estimula-se múltiplas temáticas históricas e o desenvolvimento da imaginação literária através das artes temáticas dos cards. 

Dos alunos são exigidos a interpretação das regras dos cards. Ou seja, existe também um conteúdo pedagógico ligado a Língua Portuguesa no sentido que as regras do jogo estão constantemente “burladas” pelos textos dos cards que precisam ser interpretados. A facilidade com que os textos são formatados nos cards facilita ainda a sua interpretação em outras línguas (como a língua inglesa).

 

 

Alguns alunos do 9° ano que participam do projeto

 


A Matemática se faz presente dentro do jogo através da necessidade de cálculo e estratégias de ataque e defesa, os quais estão relacionados aos “pontos de vida” de cada jogador e também ao poder e resistência de cada criatura utilizada em combate.

 

As Artes Plásticas são abordadas nos artistas que ilustram os cards. Artistas profissionais que são influenciados pelos grandes mestres das artes históricas, ilustrando tanto a dinâmica do jogo como os recursos artísticos.

 

— Os cards foram adquiridos para o projeto através de doações de jogadores profissionais e semiprofissionais que apoiam o projeto desde o início, em 2015. São caixas e mais caixas com milhares de cards que foram oferecidos por esses jogadores de todo o Brasil, graças a influência e divulgação dos próprios jogadores e de uma mídia especializada no jogo, que divulga e estimula as doações e todo o suporte. — afirma o professor Jorge

 

 

Alunos durante o jogo

 

 

Para conseguir mais cards para o jogo é necessária aprovação de vários professores por meio de um documento intitulado “atestado do digno”. Para consegui-lo, os alunos precisam atingir, semanalmente, rendimentos mínimos comportamentais e acadêmicos com a aprovação de 7 professores e um agente educador, cujas assinaturas aparecem no documento.

 

— É perceptível o interesse dos discentes pelo jogo. A capacidade do jogo de agregar uma comunidade de jogadores tem sido utilizada como moeda de troca em prol de seu desenvolvimento cognitivo e comportamental. Associar interesse pelo jogo aos conteúdos tem despertado o envolvimento pelas disciplinas curriculares. Além disso, o próprio material do jogo tem diversas inserções de conteúdo curricular, inclusive algumas edições são inspiradas na Grécia Antiga, Egito, Idade Média europeia, entre outros períodos e temáticas de relevância Geo-Histórica. — afirma o professor Jorge

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.015) Escola Municipal Princesa Isabel
Diretora: Cyntia Bulkool Gomes
Diretor adjunto: Bruno Leonardo Gabriel Teixeira
E-mail: empisabel@rioeduca.net
Telefone: 3395-1613

 

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 29/03/2019

10ª CRE em Ação Contra o Mosquito Aedes Aegypti

Tags: 10cre, cre10, arboviroses.

 

Alunos da 10ª Coordenadoria Regional de Educação se dedicaram na campanha de combate ao mosquito transmissor das Arboviroses (Dengue, Zica, Chikungunya e Febre amarela)

 

Entre os dias 18 a 22 de fevereiro de 2019, as Unidades Escolares realizaram diversas atividades voltadas para a Semana de Combate às Arboviroses, o principal objetivo da campanha era conscientizar os alunos sobre a importância em eliminar e evitar criadouros do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre amarela.

Na Escola Municipal Francisco Caldeira de Alvarenga, a equipe pedagógica organizou, com a colaboração e participação do corpo docente, um evento com exibição de vídeos, exposição de cartazes, palestras, elaboração de paródia, rodas de debates e inspeção no terreno escolar.

O objetivo era conscientizar os alunos sobre o perigo do contágio das Arboviroses e fornecer informações preventivas, a ideia era que os educandos fossem agentes transformadores da comunidade em que vivem, evitando a reprodução dos vetores.

 

Alunos da E. M. Francisco Caldeira de Alvarenga durante apresentação do vídeo “A turma do bairro em Sai fora Dengue”

 

 

O evento foi um sucesso, visto que houve total engajamento do corpo docente. Os alunos adoraram as atividades propostas, ficaram encantados com a aula no laboratório (observação das larvas do Aedes Aegypti). — afirma Renan Costa, professor de apoio à direção da E. M. Francisco Caldeira de Alvarenga

 

 

Alunos da E. M. Francisco Caldeira de Alvarenga durante observação no laboratório de Ciências

 

 

Na Creche Municipal Meriluce de Oliveira Muller, foi realizada a apresentação, aos alunos, da peça teatral “Dengue: Aqui não!”. Essa ação foi um dos elementos do projeto de conscientização contra o mosquito Aedes Aegypti.

 

Numa linguagem fácil e de forma dinâmica, a Agente de Educação Infantil Neisa Carla Teixeira, representando o mosquito, e a professora Gizelle Ferreira, representando a aluna, viraram atrizes para mostrar o que o mosquito pode causar. Também deram dicas de prevenção como, por exemplo, não deixar água parada em pneus e garrafas, colocar areia nos vasos de plantas e não acumular lixo.

 

 

Professora Gizelle e Agente Neisa com os alunos

 

 

O país inteiro está mobilizado contra o mosquito e essa educação deve começar pelas crianças, que também já são cidadãs. Por isso, resolvemos trabalhar esse tema aqui na creche. A diferença é que ensinamos através da brincadeira e dá certo. Eles aprendem mesmo. - Professora Gizelle

 

Na Escola Municipal Vivaldo Ramos de Vasconcelos foi realizado um projeto, no qual toda escola  trabalhou o tema.  Os assuntos foram divididos por ano, sendo: 1º e 2º anos Dengue; 3º ano Zika; 4º ano Chicungunya e 5º e 6º anos Febre Amarela. Cada professor desenvolveu o tema na sala de aula com produções textuais, desenho representativo, acrósticos, brincadeiras dirigidas, dobraduras, cartazes, sucatas e viseiras.

 

 Alunos dos 4º, 5º e 6º anos realizam uma passeata na comunidade com cartazes e distribuição de folhetos para consciêntização, prevenção e combate ao mosquito.afirma Jaqueline, diretora da E. M. Vivaldo Ramos de Vasconcelos.

 

Alunos da E. M. Vivaldo Ramos durante a passeata

 

 

No EDI Medalhista Olímpica Poliana Okimoto, a equipe destacou alguns tópicos que serviram como pontapé inicial para a construção do projeto de prevenção. As ações pedagógicas, administrativas e comunitárias foram pensadas de forma que contemplasse uma intervenção educativa na prevenção das doenças. Dessa forma, foram realizados encontros, palestras, apresentações e vídeos para comunidade escolar.

 

A primeira etapa foi um “circuito do mosquito”, o qual foi organizado a partir de produções plásticas de diversos elementos, como cartazes e esculturas. A interação com os diferentes materiais é sempre uma festa, produzimos mosquitos com rolo de papel higiênico e garrafa pet, móbiles com papel jornal e caixa d’água com papelão. Confeccionamos um túnel com bambolês e mosquitos de pregadores em que as crianças tinham que passar por eles sem encostar — afirma Glicia, diretora do EDI Poliana Okimoto

 

O circuito do mosquito da Dengue foi feito no pátio interno ao som da música “Mosquitinho tic-tic” e com a presença do “Mosquitão”. Em seguida, ocorreu uma dança ao som da música: “Zum, zum, zum, zum, o mosquito está voando e ele mira em qualquer um”. Os cartazes produzidos pelas crianças ficaram expostos no pátio para conscientização dos responsáveis e da comunidade.

 

Circuito do mosquito no EDI Poliana Okimoto

 

 

Quer saber mais sobre os trabalhos?

E/10ªCRE/GED
Telefone: 3395-1495
E-mail: gedcre10@rioeduca.net

 

 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 15/03/2019

Escola Municipal Walquir Pereira - 10ªCRE

Tags: 10cre, cre10, arbovirose.

 

A Escola Walquir Pereira faz caminhada na comunidade, roda de conversa e acompanhamento do ciclo de vida do mosquito para conscientizar os alunos no combate das Arboviroses.

 

A E/CRE (10.19.081) Escola Municipal Walquir Pereira está localizada a Estrada de Sepetiba, 13.501 – Nova Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende a 30 turmas, com 930 alunos do 1º ao 5º do Ensino Fundamental. Tem como diretora a professora Carolina Thiele Azeredo, como diretora adjunta a professora Tatiana Oliveira Agostinho e como coordenador pedagógico o professor Júlio Cesar Salino de Sousa.

A Unidade Escolar apresenta um grupo muito unido e participativo, que já começou o ano mobilizando todos os alunos na conscientização do cuidado com a saúde de toda a comunidade do entorno.

As turmas do 1º ano das professoras Ivana, Geiseane, Lorrayne e Mirtha, provaram que desde pequeno é que se aprende sobre o cuidado com a vida em família e com amigos vizinhos, pois a responsabilidade é de todos no combate às Arboviroses. O trabalho pedagógico de conscientização com os alunos se deu a partir da abordagem sobre a necessidade de não deixar o mosquito transmissor da Dengue nascer e crescer.

 

Alunos em atividade sobre Arbovirose

 

Foram realizadas rodas de conversas, nas quais os discentes contaram sobre o que já sabiam a respeito do tema, histórias de amigos e familiares que já foram contaminados pela doença e as consequências na saúde das pessoas, revelando assim, suas visões de mundo e a diversidade das suas vivencias. 

Aproveitando as fases iniciais do seu processo de alfabetização e letramento, eles puderam declamar versos temáticos para alertar as outras turmas sobre a relevância do assunto. Além disso, de modo lúdico e muito divertido, participaram da produção de fantasias que remetiam aos agentes de vigilância em saúde, fazendo menção ao seu importante trabalho na prevenção dos casos de Dengue.

 

Professora Gerlane Pessoa e seus alunos

 

— As ações do projeto de conscientização oportunizaram novas aprendizagens e ricas experiências, tão importantes na formação dos meus alunos. — declara a professora Ivana

 

As turmas do 2º e 3º anos enfatizaram o conhecimento a respeito do mosquito Aedes Aegypti e como ele se prolifera. Os alunos puderam observar o ciclo de vida do Aedes e entender como acontece a rápida proliferação.

 

— Como havia larvas na fase de pupa já presenciamos em nossa amostra a presença do mosquito. Abordamos onde ele se reproduz e como evitar sua proliferação. Pesquisamos as doenças transmitidas e seus sintomas. — afirma a professora Carla Renata

 

Os alunos dos 4°, 5° e 6° anos participaram de uma roda de conversa no pátio interno, onde foram levantadas várias questões. A partir do conhecimento prévio das crianças, novas informações foram inseridas no contexto, realizando, assim, um estudo de casos de doenças transmitidas pelo mosquito no cotidiano dos alunos. Os professores expuseram em sala de aula sugestões de pesquisas e as turmas se dividiram em  grupos e tópicos, tais como: O que é arbovirose?; Quais as principais doenças causadas?; Qual é o ciclo de vida do mosquito; Principais sintomas? e Como prevenir?

 

 

Professora Mirtha Iara e seus alunos

 

Finalizando esse grande evento, que foi realizado pela Unidade Escolar, os alunos fizeram uma caminhada no entorno da escola, conscientizando os moradores locais sobre o cuidado com o ambiente.

 

— Somos responsáveis pelo mundo em que vivemos, cuidar do ambiente é cuidar da nossa saúde. O empenho dos alunos foi emocionante, a vontade de aprender e compartilhar aquilo que sabiam fez toda a diferença. — afirma a professora Aniele

 

Os alunos criaram um grito de guerra para cantar durante a caminhada:
 

"Sem moleza, sem bobeira.
Sou aluno Walquir Pereira
Cuidado com esse mosquito
Ele pode fazer mal
Se você não se cuidar
Vai direto pro hospital
Não deixe água parada
Nem aqui e nem ali
Esse é o recado dos alunos da Walquir
."

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.081) E. M. Walquir Pereira
Diretora:
Carolina Thiele Azeredo
Diretora adjunta: Tatiana Oliveira Agostinho
E-mail: ediwpereira@rioeduca.net

 

Contato para publicações:

 


   
           



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