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Terça-feira, 04/09/2018

Psicomotricidade em Ação

Tags: 2ªcre, educaçãoinfantil, psicomotricidade.

 

Os alunos do Espaço de Desenvolvimento Infantil Igor Moraes da Silva participaram de atividades que possibilitaram a percepção da consciência corporal e a expressão com movimentos variados.

 

A professora Tamires Coutinho, Professora da Educação Infantil no EDI Igor Moraes da Silva, contou ao portal Rioeduca sobre as atividades de psicomotricidade realizadas com os alunos.


O projeto foi elaborado pela professora Tamires e realizado na turma do Maternal 2 com a ajuda das auxiliares Maria do Carmo e Viviane Belo.


Durante uma semana, os alunos participaram de atividades cujo objetivo foi criar consciência corporal e perceber as possibilidades de se expressar com movimentos variados, através de padrões como: velocidade, espaço, tempo e lateralidade. As crianças, além de se divertirem com as aulas, criaram, interpretaram e se relacionaram com o outro e com o mundo em que vivem.

 

 

Alunos realizando atividades com o  auxílio da professora.

 


“Na infância a Psicomotricidade vai potencializar o desenvolvimento da função simbólica. O desenvolvimento de habilidades corporais como o equilíbrio, coordenação, dissociação, orientação espacial e temporal – devendo-se, para tal, praticar uma ação pedagógica desinibidora, que proporcione situações receptivas, seguras e gratificantes. E a elaboração da noção corporal, uma vez que, com um maior entendimento sobre si mesma, a criança capacita-se para uma melhor compreensão em relação a si e ao mundo.” Diz a professora Tamires Coutinho

 

Vejamos abaixo como as atividades do projeto foram realizadas:


Criação de circuito dentro de sala que requer diferentes movimentos

Materiais: Colchão para cambalhota, cadeira para o pulo, túnel para passar por dentro, entre outros. 

Passo a passo: Explicar a atividade e criar um ambiente desafiador e estimulador; incentivar que as crianças torçam para os amigos falando o nome, batendo palmas e comemorando ao final do circuito completo; acompanhar a criança em cada movimento para ajudar, caso haja dificuldade na execução. 

 

É interessante ver como eles ganham confiança aos poucos vendo seus pares e com incentivos de encorajamento.

 

 

Atividade no circuito.

 

 

Atividade no circuito.

 

 

Atividade no circuito.

 


Elástico como uma “teia de aranha”

Material: Elástico

Passo a Passo: Prender o elástico grande de ponta a ponta fazendo um zig-zag em um corredor onde as crianças possam passar.

Esta atividade é muito simples e legal, porque cria um ambiente de brincadeira, no qual são obrigados a passar por cima ou por baixo, desafiando, assim, movimentos mais complexos para que consigam concluir a tarefa. É interessante colocar recursos visuais, sonoros ao longo dos fios, como tampinha de garrafas, para os pequenos explorarem.

 

Brincadeira com bambolê

Material: Bambolê

Passo a passo: Fazendo caminhos com os bambolês de modo que as crianças pulem com os dois pés, imitando um coelho para chegar ao final; deixar os bambolês livres para brincadeira e exploração pelos pequeninos, dessa maneira, surgem várias propostas legais e divertidas.

 

Separação de pecinhas por cores

Materiais: A atividade pode ser feita em grupos, com bambolês e pecinhas de encaixe coloridas.

Passo a passo:  Explicar que todos devem colocar as pecinhas dentro do bambolê de cor respectiva; separar por cor no “Já!”.

É muito legal observar o diálogo e como um corrige o outro, fazendo com que aprendam juntos.

 

Trabalho em equipes utilizando os bambolês.

 

 

Trabalho em equipes utilizando os bambolês.

 

A equipe pedagógica e os responsáveis deixaram seus depoimentos sobre o projeto:

 

Muito legal, parabéns professora Tamires pelo seu trabalho com as crianças” – Ana Paula Salvino (Mãe de aluno)

 

“Acho legal ver o desenvolvimento ao longo das atividades propostas e como eles gostam do lúdico”Viviane Belo (AEI)

 

“As atividades desenvolvidas são de grande importância para o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças, trabalham também a socialização e respeito as regras. São atividades lúdicas, mas ao mesmo tempo desafiadoras, onde as crianças participam com interesse e entusiasmo" - Maria Cláudia (Diretora Adjunta)

 

 

Agradecemos a professora Tamires Coutinho por compartilhar conosco os relatos deste projeto que fala sobre a importância da Psicomotricidade na Educação Infantil.

Desejamos sucesso a toda comunidade escolar.

 

 

O contato do EDI Igor Moraes da Silva é: edisete@rioeduca.net

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



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Terça-feira, 21/08/2018

O Lúdico e o Pedagógico: a “moda” do Unicórnio e o Estudo das Formas Geométricas Espaciais

Tags: 2ªcre, matemática.

 

Acreditando que brincando também se aprende. A professora Viviane Lima, da Escola Municipal Albert Schweitzer, aproveitou a “moda” dos unicórnios e realizou uma atividade de Matemática com os alunos do terceiro ano.

 

Para trabalhar as formas geométricas espaciais, com a turma 1.301 da Escola Municipal Albert Schweitzer, a professora Viviane Lima utilizou como base um desenho de unicórnio, verdadeira “febre” entre as crianças, especialmente as meninas.


Para atingir o objetivo esperado que era reconhecer os sólidos geométricos, a professora, junto com a turma, relacionou as seguintes partes do desenho às suas formas correspondentes: o chifre: cone; o olho: esfera; a orelha: pirâmide; a pata: paralelepípedo; o brinquedo do unicórnio (tambor): cilindro. Logo após, entregou aos alunos, folhas com os sólidos geométricos, para que estes relacionassem às partes do unicórnio.

 

 

Alunos apresentando a atividade realizada.

 

 

Em casa, os alunos reproduziram, com material reciclável (escolhido por eles mesmos), as formas aprendidas durante a aula. Na aula seguinte, as criações foram expostas para fixação do conteúdo. 

 

 

 

 

 

Exposição dos trabalhos dos alunos.

 

 

A professora Viviane relata que, na opinião dos alunos, foi uma aula muito divertida, pois aprenderam de forma lúdica as formas geométricas espaciais. 

 

 

Alunos e suas produções durante a atividade.

 

 

Agradecemos a professora Viviane Lima por compartilhar conosco esta atividade que incetiva o aprendizado da Matemática, através de atividades lúdicas.

Desejamos sucesso a toda unidade escolar! 

 

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: Escola Municipal Albert Schweitzer

E-mail: emschweitzer@rioeduca.net 

Telefone: 2245-5572 / 2225-1692

 

 

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Terça-feira, 07/08/2018

Quem sou eu? O Resgate das Minhas Memórias

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura, peja.

 

A professora Pâmmela Lôbo, regente do PEJA no CIEP Nação Rubro Negra, esteve entre os 50 finalistas do Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita.

 

 

O portal Rioeduca conversou com a professora Pâmmela Lôbo, que contou sobre seu trabalho no PEJA do CIEP Nação Rubro Negra e como se sente sendo finalista do Prêmio Educador Nota 10.


A educação de jovens e adultos tem como missão o resgate da cidadania de seus estudantes, através da sistematização dos conhecimentos já construídos e da ampliação do repertório cultural e acadêmico. Por se tratar do bloco 1, do PEJA 1, a primeira etapa da modalidade, a professora Pâmmela Lôbo costuma promover atividades de acolhimento direcionadas aos alunos, a fim de desenvolver a sensação de pertencimento ao espaço escolar e minimizar os sentimentos de medo e insegurança diante do novo desafio: o início da escolarização ou o retorno aos estudos formais, depois de anos afastados da instituição escolar.


Durante a diagnose no início do ano letivo, foi constatado que a maior parte do grupo era oriunda do sertão nordestino e que deixou sua terra natal, devido ao fenômeno da seca, a fome e a pobreza, para tentar uma vida melhor no Rio de Janeiro. A professora também observou que os estudantes apresentavam muita dificuldade em falar sobre si, suas perspectivas e seus desejos, já que por muito tempo suas opiniões, ideias e sonhos foram esmagados pelas desigualdades sociais presentes em nosso país.


Ao analisar a situação, concluiu que era necessário desenvolver ações para resgatar a história de cada um. A partir de então, o projeto de trabalho foi idealizado, buscando articular o processo de alfabetização às experiências dos alunos. A proposta foi embasada na concepção que traz a oralidade, a leitura e a escrita como práticas sociais, já que o sujeito participa de diversas situações comunicativas em seu cotidiano, como produtor de textos orais e escritos.

Dessa forma, a professora pensou que o primeiro passo para desenvolver a autoria dos seus alunos  seria cada um contar sua própria história, através de seu olhar e não pelo olhar do outro. Assim, além de buscar o resgate da memória e ampliar o repertório, o projeto ajudaria o estudante a entender seu contexto social, político e cultural. Afinal, não basta resgatar as lembranças, é preciso interrogá-las para mudar a realidade que nos cerca.

 

Os objetivos do projeto foram:


• Resgatar as memórias, a fim de fortalecer a subjetividade através da valorização de sua história pessoal;


• Contar sua própria história através de seu olhar e não pelo olhar do outro, desenvolvendo assim o processo de autoria;


• Compreender e refletir sobre o contexto social, político e cultural dos fatos e situações vividas;


• Apropriar-se da língua escrita e oral como meio de expressão, interação e comunicação;


• Desenvolver a expressão oral adequada aos diferentes contextos;


• Reconhecer e compreender a diversidade nas formas de falar;


• Reconhecer que textos não verbais são formas de expressão;


• Compreender diferentes discursos orais e escritos em diversas variantes e registros da Língua Portuguesa, incluindo a norma padrão (com identificação dos objetivos comunicativos);


• Valorizar a leitura como forma de conhecimento e fruição;


• Reconhecer a leitura como produção de significados;


• Reconhecer e utilizar diferentes gêneros discursivos/textuais;


• Ler e produzir diferentes gêneros discursivos, fazendo uso das estratégias de seleção, antecipação, verificação e inferências;


• Escrever textos curtos, tendo em vista as condições de produção (finalidade, gênero e interlocutor).

 

Desenvolvimento do Projeto:


O ponto de partida do projeto foi o trabalho de leitura, análise de imagem e produção de texto coletiva a partir do livro de Literatura “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”, de Mem Fox e Julie Vivas, Editora Brinque-Book. Durante a produção do texto, a professora como escriba e mediadora do processo de aprendizagem, aproveitou o ensejo para tratar de alguns aspectos sobre a língua escrita, tais como parágrafo, pontuação, coesão, coerência e escrita adequada das palavras.


Assim, como no livro, foi feito um levantamento de objetos que poderiam despertar nossas lembranças. Cada aluno fez o seu relato oral na roda de conversa, o passo seguinte foi a elaboração de um caderno individual para registro de memórias. Ao lançar a proposta para o grupo, ficou combinado entre todos que o registro ocorreria uma vez por semana, durante o ano letivo. A intenção pedagógica do caderno foi ajudar o estudante a perder o medo do escrever, a partir de suas experiências, desenvolvendo, assim, a prática de escrita.

A análise dos registros dos alunos forneceu a professora Pâmmela subsídios para o replanejamento das ações, ao longo do ano letivo e o caderno de registros tornou-se o portfólio individual das produções escritas.

 

 

Cadernos de registros

 

A terceira etapa do projeto foi a apreciação de telas de Portinari e Ivan Cruz, que retratam as brincadeiras de crianças. É importante destacar que a biografia de ambos os artistas foi lida pela turma, antes da apresentação dos quadros. O trabalho teve como foco despertar o senso estético, aprofundar o olhar sobre os elementos visuais que compõem uma obra artística e sensibilizar o grupo a respeito da temática tratada - a infância. As telas selecionadas foram projetadas no datashow e os alunos foram convidados a falar sobre suas impressões, sentimentos e ideias que foram suscitados pelos quadros.

Em outro momento, cada estudante escolheu uma das telas exibidas para fazer uma releitura, a fim de expressar suas lembranças. Pâmmela Lôbo acredita que a releitura não é uma simples cópia de um produto artístico. O aluno se torna co-autor da tela, já que incorpora suas experiências ao produto já acabado.

 

 

Alunos fazendo a releitura da telas

 

 

Algumas releituras - Meninos soltando pipas

 

A quarta etapa foi o levantamento das brincadeiras preferidas da turma. Neste momento, notou-se que nem todos do grupo tiveram o direito de ter uma infância feliz. Este fato incomodou bastante a todos e vários questionamentos foram realizados pelos alunos. Nesse contexto, a professora organizou um debate e junto com os alunos registrou algumas hipóteses para responder as questões. Diante de tais respostas, para estimular a reflexão sobre a realidade tratada, foi exibido para o grupo o vídeo “Vida Maria”, de Marcio Ramos. A partir do vídeo, foi produzida, coletivamente, uma narrativa para contar a vida de Maria. 

Ainda tratando das indagações formuladas pela turma a respeito do direito de brincar, o próximo passo foi o debate a partir da leitura de algumas charges de jornal. Em seguida, o grupo pesquisou os direitos das crianças na internet. Também buscaram algumas respostas em notícias de jornal e no estudo da História do Brasil, procurando relacionar alguns fatos atuais com o passado.

 

 

Alunos escrevendo com o auxílio do alfabeto móvel

 

 

Atividade realizada em grupos.

 

 

A etapa seguinte do projeto foi a identificação dos Estados e regiões, onde cada aluno nasceu, no mapa do Brasil que foi projetado no datashow. As informações coletadas foram transformadas em um gráfico coletivo. Logo, foi possível trabalhar com a turma pontos pertinentes a leitura de mapas, tabelas e gráficos. Para ampliar o olhar sobre a região nordestina e não desenvolver ideias equivocadas sobre o local foram projetadas imagens de diversos mapas sobre a vegetação, clima etc e fotos que fizeram referência a cultura, vestuário, culinária, além de telas de diversos artistas que mostravam o cotidiano local, ressaltando aspectos positivos e negativos.

Em outro momento, a professora solicitou ao grupo a escolha de um dos quadros apresentados na atividade anterior para a elaboração de um texto narrativo. A tela escolhida foi “Os Retirantes”, de Portinari. A produção foi realizada em duplas para estimular a troca de conhecimentos.

Durante o processo de execução do projeto, a turma também fez alusão às lembranças a partir da culinária. Por tal motivo, o próximo passo foi registro de receitas de alguns pratos escolhidos pelo grupo. Neste momento, a docente foi escriba dos textos, visto que as receitas eram conhecidas oralmente. Isto é, o papel da professora foi sistematizar um conhecimento que era repassado através da oralidade. Logo, quando o tema foi abordado, se fez necessário tratar das nossas raízes negras, indígenas e portuguesas.


Para ampliar o repertório e trazer mais informações, a turma participou de duas aulas passeio: ao Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista e ao Museu Imperial, em Petrópolis. Foi elaborada uma notícia de jornal sobre a visita a Petrópolis para o jornal da escola. Com o objetivo de desenvolver a oralidade, os alunos foram convidados a brincar de repórter por um dia. Assim a mesma notícia que foi produzida no formato do “jornal de papel”, também foi elaborada na dinâmica do “jornal na tv”.

 

 

 

A notícia produzida coletivamente, após o passeio. As fotos foram retiradas pelos alunos.

 

Para finalizar o projeto, a partir do poema “Árvore da Vida”, de autor desconhecido, retirado da internet, foi produzido outro poema coletivo, também com o mesmo título. Inicialmente, o poema gerador da atividade foi lido individualmente e em seguida, coletivamente. Depois foi feita análise do contexto de produção e da estrutura do texto. Logo após, cada aluno escreveu uma palavra pertinente ao que foi discutido e o poema coletivo foi elaborado. Os alunos que precisaram de apoio para escrever as palavras do poema, utilizaram o alfabeto móvel.

 

 

 

Mural com o poema construído coletivamente

 

 

Cabe ressaltar que o projeto possibilitou que os eixos do processo de alfabetização (escrita, leitura, oralidade e análise linguística) fossem contemplados de forma significativa. O projeto teve como um dos objetivos colocar o aluno como protagonista de sua história e do processo ensino e aprendizagem e por isso, foi observada a redução do índice de faltas durante o período. O período de realização do projeto foi de março de 2017 a agosto de 2017.

 

• Processo de inscrição no Prêmio Educador Nota 10

 

“Resolvi me inscrever no último dia do prazo estabelecido. A maior incentivadora para que eu inscrevesse foi minha mãe. A partir de sua insistência dela, decidi sentar para fazer o relato da experiência. Com a correria do nosso cotidiano, em nenhum momento passou pela minha cabeça participar do concurso. Além disso, achamos que o que produzimos na escola para ser considerado como uma experiência exitosa requer algo grandioso. Durante o processo de elaboração do meu relato, ficou claro que a articulação da proposta com as vivências dos alunos foi o que possibilitou o sucesso do projeto.


Este exercício de registrar a minha prática foi valioso para aprimorar meu trabalho, pois foi um momento de análise e reflexão de todo o processo.” Relata a professora Pâmmela Lôbo

 

• Estar entre os finalistas:

 

“Eu fiquei muito feliz e me senti muito honrada. Tenho muito orgulho de ser professora alfabetizadora. Tenho 19 anos de carreira na Rede Municipal e alfabetizar sempre foi minha paixão. É importante dizer, que fui me constituindo professora alfabetizadora durante esse tempo através das formações que participei e das trocas de experiências com outros colegas de trabalho. Por isso, essa conquista não foi só minha, foi da Rede, de alunos e de professores, principalmente do PEJA. Mostrar as potencialidades dos docentes e estudantes do PEJA e o quanto a educação de jovens e adultos exerce um papel fundamental para uma sociedade mais justa e igualitária foi a maior vitória.


O carinho e apoio que recebi dos alunos, dos meus colegas da escola e de outros professores me deixou emocionada. Recebi muitas mensagens de incentivo. Eu só tenho a agradecer. Sou muita grata por estar onde estou, com os alunos e com meus colegas do CIEP Nação Rubro Negra.” Conta a professora Pâmmela Lôbo

 

 

Professora Pâmmela Lôbo e alunos

 

Agradecemos a professora Pâmmela Lôbo por compartilhar conosco esta experiência pedagógica de sucesso e desejamos sucesso sempre.

 

O email de contato da professora Pâmmela Lôbo é: pammelaoliveira@rioeduca.net

 

 

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Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 

 

 

 

 

 

 


   


   
           



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Terça-feira, 24/07/2018

Sistema Solar em 3 D

Tags: 2ªcre, ciências.

 

Atividades práticas colaboram com aprendizagem nas aulas de Ciências dos alunos do sexto ano da Escola Municipal Francisco Manuel


Durante o primeiro bimestre do ano letivo de 2018, os alunos do sexto ano da Escola Municipal Francisco Manuel, localizada em Vila Isabel realizaram com a professora de Ciências, Deborah Senra, a confecção de um sistema solar em 3D. Tornando o sistema solar mais perto e real.

 

 

Aula prática de Ciências incentiva os alunos a pesquisarem.

 

 

O objetivo da atividade foi explorar trabalhos manuais contextualizando com conhecimentos de astrologia e corpos celestes. Além de facilitar a memorização em relação a ordem dos planetas, tamanho, distância do sol, diâmetro e outras informações importantes.

 

 

Atividade realizada em grupos.

 

 

A atividade foi complementada por pesquisas em sites da internet, onde os alunos colheram dados importantes para a pesquisa. Durante as aulas, os educandos pintaram as bolinhas de isopor, colocando os nomes dos planetas, em seguida amarraram um barbante prendendo a bolinha na cartolina preta na ordem que aparecem no sistema solar.

 

Durante a pesquisa os alunos visitaram o portal SmartKids e pesquisaram informações que agregaram conhecimento e foram muito úteis na confecção do sistema solar como: nome na mitologia, distância média até o sol, diâmetro e temperatura.

 

Os alunos gostaram da atividade, que foi realizada em grupos durante as aulas de Ciências. Principalmente a parte de pintar e amarrar os planetas na cartolina. Eles dividiram-se em grupos e cada integrante do grupo realizou uma atividade para o acabamento do cartaz como nomes, desenho das estrelas e corpos celestes no espaço.

 

 

Alunos reunidos em grupos para montar o sistema solar.




O aluno Jean Carlos da Silva comentou sobre a atividade:


Eu achei muito legal. Trabalhamos todos juntos e conseguimos fazer um trabalho bem legal! Sofremos um pouco para fazermos no tempo certo, mas conseguimos com a ajuda de todos.

 

Para o aluno Richard Bruno Rodrigues a experiência com o trabalho foi ótima e divertida. Ele aprendeu mais sobre a ordem dos planetas e a trabalhar em equipe, com seus colegas e amigos.

 

A aluna Maria Luiza Miranda escreveu:

 

Foi legal sentir a emoção de posicionar os planetas. E divertido compartilhar com os amigos essas tarefas.”

 

“Outros alunos relataram gostar de aprender mais sobre os planetas, pintar e posicioná-los nos lugares corretos”. Disse a professora Deborah Senra.

 

 

Mural com a exposição dos trabalhos realizados pelos alunos.

 

Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco experiências de atividades práticas que incentivam a busca pelo conhecimento. Desejamos sucesso a toda equipe da Escola Municipal Francisco Manuel.

 

O contato da professora Deborah Senra é: deborah.senra@gmail.com

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 


 


   
           



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