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Sábado, 29/12/2018

Chá com Poesias na E.M. Santos Dumont

Tags: poesia, flirme, literária, 5ª cre.


No final do ano de 2018, a Escola Municipal Santos Dumont viu o dia do desabrochar das sementes da alfabetização plantadas desde a Educação Infantil e que começaram a florescer. Confira!

 

 


Na última semana de outubro, foi realizada a Primavera da Leitura nas turmas do 1º ano da Professora Luydmila Bastos, com o objetivo de proporcionar um Chá de Poesias para as famílias, envolvendo toda a comunidade escolar nesse projeto que foi um sucesso.


Nessa Segunda edição da Primavera da Leitura na E. M. Santos Dumont, trabalhamos poesias, onde os responsáveis puderam saborear a leitura de deliciosos poemas, realizada por nossos pequenos leitores do 1°ano. Momentos que ficarão guardados na memória!

 

 


Foram trabalhadas as poesias de Vinícius de Moraes e os alunos recitaram a poesia do Girassol, tema central do evento. Esse foi um projeto que teve participação na Festa Literária da Rede Municipal de Ensino – FLIRME/RJ.


A realização da FLIRME/RJ - Festa Literária da Rede Municipal de Ensino é um movimento ímpar na educação carioca. Pela primeira vez, escolas, creches, espaços de desenvolvimento infantil, bibliotecas escolares, Coordenadorias e Nível Central tiveram a oportunidade de vivenciar, de 16 de outubro a 08 de novembro, inúmeras experiências que tiveram a leitura e as artes como temas centrais. Como protagonistas das ações, destacamos os alunos de nossa cidade, que participaram de momentos bastante significativos, planejados e desenvolvidos pelos profissionais que, muito especialmente, fazem mediação de leitura literária: professores e bibliotecários. Os registros mostram envolvimento expressivo das comunidades escolares, que tiveram oportunidade de realizar atividades diferenciadas, comprovando que a educação é, realmente, o caminho para a transformação de uma sociedade.

 


Fonte: Gerência de Leitura e Audiovisual

 

 


A seguir, a poesia Girassol, uma das poesias trabalhadas no projeto:


O GIRASSOL

Sempre que o sol
Pinta de anil
Todo o céu
O girassol
Fica um gentil
Carrossel.

O girassol é o carrossel das abelhas.

Pretas e vermelhas
Ali ficam elas
Brincando, fedelhas
Nas pétalas amarelas.

— Vamos brincar de carrossel, pessoal?

— “Roda, roda, carrossel
Roda, roda, rodador
Vai rodando, dando mel
Vai rodando, dando flor.”

— Marimbondo não pode ir que é bicho mau!
— Besouro é muito pesado!
— Borboleta tem que fingir de borboleta na entrada!
— Dona Cigarra fica tocando seu realejo!

— “Roda, roda, carrossel
Gira, gira, girassol
Redondinho como o céu
Marelinho como o sol.”

E o girassol vai girando dia afora...

O girassol é o carrossel das abelhas.

 

 

Parabéns pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre a escola:

Escola Municipal Santos Dumont 

Diretora: Sirlea Mesquita Libonati

Diretora Adjunta: Patricia Tavares

Coordenadora: Viviane Pessanha

Telefone: 3018-2134 | 3018-2656

E-mail: emdumont@rioeduca.net 

 

 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 28/12/2018

Prática Pedagógica em Educação Patrimonial na E. M. Mendes Viana

Tags: educação patrimonial, 5ª cre.

 

 

Alunos da Escola Municipal Mendes Viana pedem a preservação de patrimônios culturais do bairro de Irajá através do Projeto Clube de História.

Confira!

 

 


Patrimônio Cultural é, em uma explicação bem simples, tudo aquilo que criamos, valorizamos e queremos preservar para as futuras gerações. São o conjunto das manifestações, realizações e representações de um povo. Em nosso país existem diversos patrimônios, tais como as obras de Aleijadinho em Minas, a arquitetura da cidade de Brasília, o acarajé baiano e tantos outros mais.


A cidade do Rio de Janeiro é rica em bens patrimoniais como o Cristo Redentor e prédios históricos do Centro da cidade e as paisagens da Zona Sul. Mas e os nossos subúrbios? O que gostaríamos de preservar neles? Com estas indagações, os alunos da turma 1802, 8º ano do ensino fundamental, da Escola Municipal Mendes Viana, foram às ruas fotografar aquilo que gostariam de ver preservado em seu bairro: Irajá. As fotos são um registro importante de como os alunos veem seu bairro nesse início de século XXI.

Essa proposta pedagógica surge do projeto do professor Fábio Carvalho, em parceria com o professor Vinck Vitório da sala de leitura da Mendes Viana, chamado Clube de História, em atividade desde o ano de 2016.

 

 

Exposição

 


Ao longo do segundo e do terceiro bimestre de 2018, os alunos e os professores discutiram aspectos da História do Rio de Janeiro e do bairro de Irajá. A partir daí construíram uma exposição de fotos e textos sobre o patrimônio local. A exposição foi dividida em temas:


SAGRADO: a parte da exposição em que retrataram aquilo que as pessoas do bairro veem como digno de veneração e respeito por ter ligação com o divino.


LAZER: o tempo de folga, passatempo, ócio. Representam espaços onde se pode descansar, brincar, encontrar pessoas ou, simplesmente, nada fazer. Apenas apreciar a vida.

 

 

 


MEU LUGAR: Espaço em que os jovens do grupo pensaram no que gostariam de preservar por acharem importante para o lugar onde vivem pois, de alguma maneira, ajudam a melhorar sua qualidade de vida.


CULTURA: Definir cultura é algo muito complexo. Uma definição possível é a do antropólogo Clifford Geertz de que esse conceito se refere a um "padrão de significados transmitidos historicamente, incorporado em símbolos, um sistema de concepções herdadas expressas em formas simbólicas por meio das quais os homens comunicam, perpetuam e desenvolvem seu conhecimento e suas atividades em relação a vida." A escola é um destes locais onde se transmite tais símbolos e concepções herdadas às gerações futuras. Os alunos decidiram, então, preservar em fotos as escolas que lhes eram queridas.

 

 


NATUREZA: Antigamente, pessoas vinham a esta enorme região, a Baixada de Irajá, e ficavam espantados com os rios limpos, a grande quantidade de árvores, frutos, flores. É o eixo que se refere aos elementos do mundo material (mares, montanhas, rios, árvores, animais). O bairro era bonito em determinada época por conta dos elementos naturais que tinha. Aqui, a preocupação é: onde foi parar essa natureza? Ela permanece? Ela se mantém de que maneira? Ou está destruída, acabada? Há um espaço de crítica. Em tempos onde a humanidade esgota recursos naturais e somos ameaçados pela falta de água, poluição do ar, por exemplo, este eixo da “natureza” foi utilizado para denunciar os efeitos nocivos que a falta do cuidado na preservação do elemento causou em nosso bairro.

 

 


REBOBINANDO: foram feitas releituras de fotos antigas da escola. Objetivo foi colocar em evidência o bem mais precioso da exposição, nossos alunos, e retratar as mudanças e permanências do tempo marcadas na Mendes Viana.


A exposição ficou em cartaz na Biblioteca Popular de Irajá – João do Rio, entre os dias 15 e 30 de setembro, em uma parceria entre a Mendes Viana e este é um aparelho cultural tão importante para o bairro e que serviu de referência para a pesquisa de parte dos alunos.

A exposição teve a visita da Escola Municipal Mato Grosso e seus alunos do 5° ano. A unidade estava trabalhando no período da exposição a História do Rio de Janeiro e resgatando aspectos da história do bairro de Irajá.

 

Parabéns pelo excelente trabalho!

 

Sobre a escola:

Escola Municipal Mendes Viana
Diretor: CARLOS EDUARDO HERMSDORFF
Endereço: Estrada do Colégio 940, Colégio
Telefone: 3373-3204
E-mail: emviana@rioeduca.net 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 30/11/2018

Projeto "Um milhão de amigos" da E.M. Waldemiro Potsch

Tags: inclusão, projeto, 5ª cre.

 

No Dia I da Inclusão, a Escola Municipal Waldemiro Potsch desenvolveu um projeto chamado "Um milhão de amigos" e, desde esse dia, são muitas as atividades realizadas diariamente na escola. Confira!

 

 

 

A Escola Municipal Waldemiro Potsch, junto com a Coordenadora Daniele Cardoso, se engajaram na questão da inclusão nesse ano de 2018 e desenvolveram o projeto "Um milhão de amigos", com o objetivo de trabalhar a solidariedade, a empatia e a diversidade, além de despertar nas crianças, o respeito pelas diferenças e pela inclusão em todos os seus aspectos.

 

O primeiro movimento do nosso projeto foi a criação dos mascotes. Cada um deles representando uma deficiência.Temos o Jeff, com deficiência física, Davi, o autista e Lucas, com deficiência visual. Além deles, temos também o mascote do Roberto Carlos, pois é dele a música geradora do projeto (Eu quero apenas). 

 

 

 


Durante a semana, cada criança leva um boneco para casa e registra no caderno que acompanha o boneco, todas as atividades que o boneco "participou", sempre com a preocupação de suas limitações. Conversamos com as crianças a questão da acessibilidade para o boneco com deficiência física, a questão das necessidades do autista e do com deficiência visual e as crianças descrevem no caderno como foi sua experiência. Essa parte do projeto estimula a escrita, o registro espontâneo e os cuidados que devemos ter com o próximo, uma vez que o boneco deve ser "cuidado" pelo aluno.

 

 

 


Durante o período do projeto (setembro a novembro),a música "Eu quero apenas..." será trabalhada em todos os seus versos ( violência, solidariedade, desejos, amor ao próximo) . Além disso, cada professor está "linkando" a música ao seu trabalho, produzindo textos, interpretando a música, destacando sua mensagem que diz respeito à liberdade de expressão, ao direito de ir e vir, ao direito de viver em liberdade e o desejo de se viver em um ambiente de paz, temas atuais e constantes em nossas vidas . Novas versões surgiram a partir do que cada um "quer apenas" e , a cada semana, um novo trabalho fica exposto no pátio da escola. 

 

 

 


Essa semana, recebemos a visita do Professor Vanderlei Vazelesk , doutor em História, organizador do livro "Agrarismos" e que possui deficiência visual desde que nasceu. Sua palestra foi um verdadeiro show de superação e esforço. As crianças adoraram conhecer e interagir com o professor que foi muito solícito em responder sobre toda a limitação que a cegueira impôs em sua vida e como ultrapassou seus limites, inclusive publicando seu livro em outra língua. 

 

 

 


A professora Iracema é a nossa contadora de histórias e está percorrendo as salas contando histórias dirigidas ao tema ou histórias em braile, dando oportunidade às crianças de sentir nos dedos como é feita a leitura por uma pessoa com deficiência visual. 

 

 

 


A professora Kátia de Educação Física desenvolveu atividades onde o aluno é privado de algum movimento, simulando os jogos paralímpicos. Na atividade desta semana, os alunos só podiam utilizar os braços para jogar a bola para o outro campo sem deixá-la cair. 

 

 

 


O projeto foi um sucesso!!! Na Waldemiro Potsch, a inclusão acontece!

 

 

 

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Waldemiro Potsch 
Diretor: MONICA DE SOUZA LEITE
Endereço: Rua Riacho Doce s/n, Osvaldo Cruz
Telefone: 3017-3977 | 3015-9829
E-mail: empotsch@rioeduca.net 

 


 


   
           



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