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Sexta-feira, 16/09/2016

Eu Gosto de Ler!

Tags: 9ªcre, projeto, leitura.

 

 

 

A Sala de Leitura da Escola Municipal Rubens de Farias Neves estimulou o gosto pela leitura e o amor aos livros através do projeto “Eu Gosto de Ler!”.

 

 

O projeto “Eu Gosto de Ler!” foi Idealizado pela professora Valéria, da Sala de Leitura, em parceria com a professora Lilia, de Música, e a professora Shirley, Coordenadora Pedagógica. Contou ainda com o total apoio do Diretor, professor Victor Hugo, e da Diretora Adjunta, professora Marcia Vidal. O projeto teve como objetivo fazer com que os alunos escrevessem sobre o amor deles pelos livros e também de continuar estimulando nos alunos o hábito da Leitura.

 

A professora Valéria com as alunas Raíssa Sales e Mariana Balbino.

 

O aluno Alessandro Amado e seu textto.


O projeto foi desenvolvido com os alunos da Unidade, no período de julho a agosto de 2016. Durante as visitas dos alunos à Sala de Leitura, a professora os estimulava a escrever sobre o amor aos livros. Os depoimentos mais criativos foram escolhidos pelas Professoras Valéria, Lilia e Shirley. Os vencedores foram os alunos: Alessandro Amado (Turma 1705), Raissa Sales (Turma 1803) e Mariana Balbino (Turma: 1804). Cada aluno ganhou um kit com 3 livros.

 

 

“Eu gosto de ler, porque eu viajo pelo mundo nas palavras mais bonitas de um livro, me jogo vagarosamente sobre ele e leio lindas frases e palavras, quando acabo de ler eu sinto uma forte emoção que quase me arranca o coração, quero ler muito mais e viajar também, como eu adoro ler!”

Alessandro Amado – Turma 1705

“Eu adoro ler. É algo incrível, é renovador. Sabe aquele momento único, aquela paz que te abraça a partir do momento em que se abre o livro. Amo ler, porque é algo que me inspira a ler mais e mais. Amo ler, porque me faz o que eu sou sempre. Me faz ser eu mesma. Sempre amei ler, é algo que inspira a amar, a viver, a tudo! Então, por que amo ler? Porque ler é viver, é conhecer, é ser.”
Raíssa Sales – Turma 1803

“Eu amo ler, porque me faz viajar e imaginar mundos diferentes, mas é aquele mundo de imaginação que me fez refletir e sonhar. A leitura me fez ir além, além do que eu seria capaz de ir. Ler me trouxe uma das melhores coisas que uma criança pode ter, que é a imaginação e é aquela imaginação de viver em um mundo completamente diferente, aquele mundo perfeito que só você sabe.”
Mariana Balbino – Turma 1804

 

 

Contato com a escola pelo telefone 3394-1458 e 3364-7528, pelo e-mail emrneves@rioeduca.net ou pelo blog da U.E.

 

 

 


 

                               

 

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 02/09/2016

Educação Especial: A Importância da Parceria

Tags: 9ªcre, educação especial.

 

 

 

O relato de Cíntia Nazaré Oliveira Pires, mãe de Arielle Beatriz de Oliveira Pires, aluna da Escola Especial Municipal Maria Monterssori, destacando a parceria e o apoio da Coordenação Pedagógica e da Direção da Unidade no desenvolvimento de sua filha.

 

“Em 2017, Arielle completa 10 anos estudando na Escola Especial Municipal Maria Montessori. No início não aceitava minha filha numa escola especial e queria fazer a inclusão. Porém, pedagogicamente, naquele momento era inviável a inclusão da minha filha em classe regular devido o seu comportamento. E várias estratégias para facilitar a aprendizagem da Arielle foram feitas. Durante esses 10 anos muitas coisas aconteceram, me tornei mãe voluntária da escola, passei no concurso de Agente Auxiliar de Creche, e, ao tomar posse em 2011, surgiu a grande preocupação. Como minha filha ficaria sem a minha presença na escola, com a mudança de rotina. Tive ao meu lado a tia Sueli (professora Sueli Ramos, Coordenadora Pedagógica) que falou para que eu pudesse buscar ajuda na Casa Dia Pereirinha, pois já teve outros alunos atendidos pela Casa Dia que fazia um trabalho excepcional. Minha filha passou a ser assistida pela Casa Dia, recebendo um excelente atendimento.

 

 

Com a prática em sala de aula, tive dificuldades, pois o concurso de Agente Auxiliar de Creche foi a nível fundamental, e ao entrar acreditei que só cuidaria da higiene e alimentação das crianças. Mas a realidade era outra. Tinha que se fazer um planejamento, e eu não sabia realizar, pois não tinha o médio normal. As outras agentes faziam o planejamento e me explicavam como aplicar em sala já que não tinha professor. Porém, isso me incomodava, tinha o desejo de realmente entender o que era a educação e a minha prática, pois meu desejo era contribuir para que meus alunos tivessem sempre o melhor de mim. Conversando sobre isto com Viviane (professora Viviane Alves, Diretora), ela me sugeriu uma instituição para cursar o ensino médio normal. Porém, as aulas eram todos os dias à noite, e eu não tinha com quem deixar Arielle nesse horário, sem contar que ficaria muito tempo ausente da vida da minha filha, já que nessa época não consegui de imediato a redução de carga horária, e trabalhava 8 horas diárias. Hoje aprendi que o educar e o cuidar são indissociáveis.

 

 

Em 2012, minha filha entrou numa crise psiquiátrica, foram os momentos mais difíceis da minha vida. Diversas idas ao Pinel (Instituto Philippe Pinel), trocas de remédios, noites sem dormir, precisei ficar licenciada para dar assistência a ela e fazer um acompanhamento mais de perto. E a Viviane, sempre preocupada. Primeiro perguntava sobre Arielle e em seguida como eu estava psicologicamente. E muitas vezes chorei nos braços de Viviane como criança, pois me questionava o porquê de minha filha só piorava, tomou diversos remédios e nenhum fazia efeito, cada vez mais agitada, agressiva. Como sou separada só tinha a ajuda dos meus pais (avós da Arielle) e da escola (Viviane e Sueli). E, mesmo com essa conturbação, em uma conversa falei do desejo de cursar Pedagogia à distância, já que estudar presencialmente era inviável e na mesma hora a tia Sueli e Viviane me falaram do CEDERJ. Eu não conhecia e elas me motivaram a fazer o vestibular. Então fiz, passei, fui a última classificada para a vaga, mas para mim naquele momento era como se tivesse sido a primeira classificada. Então a caloura precisava de tutoras, pois não tinha como ir às tutorias. A minha tutora oficial foi a Viviane e a minha ex-gestora Gisele Machado, hoje gestora do EDI Ataulfo Alves. Elas sempre tinham paciência para sanar minhas dúvidas em relação às disciplinas. Diante dos corredores da Montessori foram muitas aulas, enquanto Viviane resolvia questões administrativas ia me dando aula de sociologia, gestão, psicologia.

 

 

Um certo dia cheguei chateada, chorando, questionando Viviane por que não havia preparado meu psicológico sobre a educação especial. Pois, ao ler sobre a educação especial, descobri que as crianças que nasciam com deficiência eram jogadas ao precipício e ela simplesmente me disse: Isso é cultural, você já viu algum índio deficiente? Respondi: Não! E ela continuou a aula me fazendo entender o estilo de vida dos Romanos. Nessa rotina acadêmica fiz meu estágio de EJA na Montessori. Viviane e eu cursamos as mesmas disciplinas e fizemos provas juntas, pois Viviane também cursa Pedagogia pelo CEDERJ (UERJ) e no dia 6 de setembro irei colar grau e ela será minha madrinha de formatura. Além disso, a escola especial Maria Montessori tem desenvolvido acompanhamento de alguns alunos em seus atendimentos médicos. Considero muito importante, devido à contribuição do relato do comportamento dos alunos na escola junto ao médico. A tia Sueli acompanhou outro aluno no neurologista no Posto de Saúde Belisário Pena. Quando relatei que iria levar Arielle no psiquiatra no Memorial de Todos os Santos, no Cachambi, e que necessitava de um relatório para mostrar ao psiquiatra sobre o comportamento dela na escola, a mesma se prontificou em ir junto à consulta. Eu disse que iria de trem, ônibus, e ela não se intimidou e disse que iria comigo. Portanto, a consulta era na segunda e a mãe da tia Sueli veio falecer e mesmo assim não me deixou na mão, entrou em contato com a Viviane para fazer o acompanhamento na consulta e foi ótimo. Viviane me ajudou com Arielle e teve a oportunidade de conversar com o médico sobre o comportamento da Arielle na escola e como na verdade a Viviane conhece Arielle desde os 2 anos quando ainda era do Ciep Clementina de Jesus parecia que Arielle era filha de Viviane, pelo conhecimento e habilidade que ela tem em lidar com minha filha.

 

 

A Viviane e a Sueli tem uma grande importância na minha vida e da Arielle. Se não fosse a força delas no momento mais difícil da minha vida, a motivação delas e o amor que tem pela minha filha eu só tenho a agradecer a Deus por elas existirem na minha vida.”

 

Parabéns para toda a Equipe da Escola Maria Montessori, em especial para as professoras Viviane e Sueli, pela sensibilidade e garra ao lidar com seus alunos e também com seus responsáveis.

 

 

Contato com a Unidade pelos telefones 3394-1470 e 3394-1376, ou pelo e-mail emmontessori@rioeduca.net.

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 19/08/2016

Família na Escola: Parceria Fundamental

Tags: 9ªcre, creche, educação infantil, projeto.

 

 

 

A equipe do EDI Bianca Rocha Tavares, na 9ª CRE, e os responsáveis pelos alunos se unem, através de encontros, para a valorização da infância e do brincar, assim como para o bom andamento do trabalho realizado durante o ano letivo.

 

A proposta para a ação “Família na Escola: Parceria Fundamental” é validar e potencializar as relações entre as instituições, pois ambas são de suma importância para o processo de desenvolvimento e formação do ser humano.

 

 

Nos encontros realizados no EDI ocorrem vários desdobramentos significativos:

  • A valorização da INFÂNCIA e do brincar, que permite aos familiares participantes vivenciar, através da brincadeira, o exercício da relação com o outro e consigo. Com isso, tanto a família quanto a criança, vão construindo a identidade e a subjetividade. Brincar no EDI Larissa Rocha Tavares é coisa séria;
  • Permite aos alunos perceberem a harmonia presente na relação Família e Escola;
  • Processos relacionais: ferramenta imprescindível para a construção da identidade individual e social, assim como para a aprendizagem e o conhecimento.

 

 

Os encontros procuram demonstrar aos familiares a importância do brincar na construção ativa da conduta, de valores e do comportamento. Permitem que os responsáveis compreendam e valorizem a Infância e o ato de brincar.

 

 

Nesses encontros há também a oportunidade dos familiares vivenciarem como as descobertas e as estratégias de conhecimentos são estimuladas e realizadas no ambiente escolar. Família na Escola, um encontro entre aqueles que querem bem, o melhor em prol do mesmo sujeito: aluno/filho.

 

 

Para ver mais trabalhos realizados pelo EDI, acesse o blog. Contato com a U. E. pelo telefone 2412-3187 ou pelo e-mail edibiancatavares@rioeduca.net.

 

 


 

                               

 

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 05/08/2016

Mais que Campeões Olímpicos, somos Campeões em Educação

Tags: 9ªcre, projeto, esporte.


 

 

 

O projeto “Mais que Campeões Olímpicos, somos Campeões em Educação”, desenvolvido na Escola Municipal Fernando Costa, na 9ª CRE, teve sua culminância com a participação de toda comunidade escolar – alunos, pais, professores e funcionários.

 

Sendo conhecedora da importância da celebração das Olimpíadas no Rio de Janeiro, a Equipe da E.M. Fernando Costa trabalhou o referido tema abordando os ideais olímpicos para desenvolver valores éticos e sociais que levam à formação de cidadãos criativos e participativos na comunidade a qual estão inseridos. O esporte foi fundamental nesse processo, fomentando o trabalho com regras, a relação com companheiros e adversários, desenvolvendo valores de cooperação e respeito às diferenças, aprendendo a conviver com conquistas e frustrações, conhecendo seus limites e suas potencialidades.

 

 

O projeto, que faz parte do Projeto Político-Pedagógico da escola, teve os seguintes objetivos:

  • reconhecer a importância dos valores olímpicos na melhoria da qualidade de vida e do relacionamento com o outro;
  • desenvolver espírito esportivo e gosto pelo esporte;
     
  • reconhecer o direito de participação sem discriminação de todos os povos e raças;
     
  • aprofundar o conhecimento sobre os países participantes das olimpíadas, pesquisando sua cultura e curiosidades;
     
  • valorizar a solidariedade como elemento fundamental no espírito.

 

 

Todas as turmas foram divididas entre os continentes e elegeram neles um país de referência. Muito pesquisaram acerca da cultura, linguagem artística, localização geográfica dentre outros. O resultado dessa riqueza foi exposto e vivenciado na culminância do projeto.

 

 

No dia 28/06 (terça-feira) aconteceu o desfile de abertura, apresentação da banda da escola, apresentação da capoeira, revezamento da tocha olímpica e torneio de basquete e judô. Ao som da “Banda da Fernando Costa”, as turmas desfilaram apresentando o país que pesquisaram e levaram cartazes relativos aos mesmos.

 

 

No 1º turno houve revezamento da tocha olímpica. Já no 2º turno a abertura foi dos jogos paralímpicos. A linda apresentação da capoeira emocionou a comunidade. O monitor Sérgio Fabrício trouxe outros capoeiristas. O 1º turno contou com um torneio 3x3 de basquete, já entre os menores o torneio foi lance livre. Os vencedores foram contemplados com medalhas.

 

 

No 2º turno houve uma apresentação de judô. Os alunos demonstraram um pouquinho do que aprenderam no Programa Mais Educação. O monitor Márcio também trouxe convidados especiais, alunos de outras Unidades Escolares, ex-alunos e outros profissionais.

 

 

O segundo dia também foi marcante. Todos puderam constatar o ótimo trabalho realizado tanto pelos professores como pelos alunos. Cada turma apresentou uma dança típica do país pesquisado. No pátio da escola ficaram os estandes, onde os alunos apresentaram suas pesquisas e também provas de comidas típicas.

 

 

Toda a Equipe da E.M. Fernando Costa, representada pelas professoras Viviane Madaleny (Diretora), Viviane Moura (Diretora adjunta) e Elizabeth Garcia (Coordenadora Pedagógica), está muito agradecida às mães dos alunos, que sempre estão prontas para apoiarem os projetos desenvolvidos na escola. Com a ajuda dos responsáveis, tudo fica mais fácil!

 

 

“Com muita alegria nos propusemos a participar desse projeto, onde trabalhamos valores olímpicos: respeito, determinação, coragem, inspiração, amizade, excelência e igualdade. O 6º ano ficou incumbido do continente africano, berço da humanidade. Pesquisas foram feitas, conhecimentos adquiridos, contato com a embaixada africana em São Paulo a qual recebemos folders, mapas, gravuras, que abrilhantaram nosso projeto. Toda escola envolveu-se no projeto. O respeito pelo trabalho de cada turma coroou-se na culminância do projeto, onde cada turma mostrou o que tinha feito: danças e comidas típicas de cada país. Esse projeto mostrou o nível de excelência que a Unidade Escolar atingiu, parabéns para nós!” Professora Vera Lucia Matias, do 6º ano experimental.

“O projeto nos fez vivenciar e contextualizar a diversidade cultural, entendendo a importância do respeito mútuo e do esporte em nossas vidas. Tivemos a oportunidade de romper limites e alcançar os objetivos pedagógicos relevantes para nosso contexto escolar.” Professora Jocilene Roza, do 2º e 4º anos.

 

 

Para ver mais trabalhos realizados pela escola, acesse o blog. Contato com a U.E. pelos telefones 3394-6825 ou pelo e-mail emfcosta@rioeduca.net.

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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