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Terça-feira, 04/06/2019

Escola Municipal Presidente José Linhares - 2ª CRE

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura, cultura.

Faz parte do Projeto Anual da Escola Municipal Presidente José Linhares conhecer a identidade do povo brasileiro. E este projeto tão rico e diverso tem como título “Cidadão Brasileiro, que Reescreve a sua História."

 

 

A professora Michelli Guido, regente na Escola Municipal Presidente José Linhares, enviou ao portal Rioeduca um relato das atividades que estão sendo desenvolvidas no projeto anual da Unidade, que incentiva o conhecimento da cultura brasileira.

 

Crianças realizando atividades em sala sobre o projeto.

 


Construir a identidade implica em conhecer os próprios gostos e preferências e dominar habilidades, sempre levando em conta a cultura, a sociedade, o ambiente e as pessoas com quem se convive.


Este projeto tem por finalidade mostrar as crianças que a cultura popular brasileira é plural, que o povo brasileiro é resultado de uma diversidade de sons, cores e valores que, ao se misturarem, nos deram este Brasil. Um país, acima de tudo, sincrético, miscigenado, com seu tempo e sua história.


O projeto foi introduzido a partir do reconhecimento de si enquanto indivíduo inserido em um meio social (Brasil) e das diferenças entre "nós" e o "outro".

 

 

Rodas de conversa e contação de histórias.

 


Objetivos do projeto:


Apreciar a sua história de vida, assim como da sua escola, do seu bairro, da sua cidade e do seu país;


Resgatar a história da formação do povo brasileiro;


Perceber os diferentes modos de vida do cidadão brasileiro;


Destacar a importância e a necessidade de respeitar todas as culturas;


Conhecer os pontos turísticos das diferentes regiões do país, principalmente do Rio de Janeiro;


Valorizar o cidadão brasileiro, morador do Cantagalo;


Respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos.

 


As atividades que estão sendo desenvolvidas são:


Rodas de conversas;

Contação de histórias;

Trabalho com canções;

Execução do hino do seu país e da sua escola;

Pesquisa sobre a história da sua escola, do seu bairro e do seu país;

Localização do Brasil e do Rio de Janeiro no globo terrestre;

Apreciação de fotos e de imagens antigas sobre sua escola, seu bairro e seu país;

Trabalho com artes: pinturas, colagem, sucatas, desenhos etc;

Exibição de vídeos e clipes do Brasil e do Rio de Janeiro;

Apresentação de pratos típicos, danças e literatura dominante de cada região do Brasil, em especial do cidadão do Cantagalo.

 

Para iniciar este projeto os professores trabalharam com o autoconhecimento. Essa competência socioemocional é muito importante para desenvolver diversas habilidades nos educandos.

As crianças ouviram algumas histórias sobre identidade, puderam observar a comunidade onde moram deitadas no pátio, fizeram o autorretrato com pintura, descobriram e comunicaram suas preferências através de desenho, realizaram a técnica do Midfulness (prestar atenção no momento presente, sem julgamentos e distrações),além disso, exploraram e manusearam seu próprio corpo.

 

Observação da comunidade onde a escola está localizada.

 

 

As aprendizagens significativas não pararam por aí, pois a escola comemorou mais um ano de vida e por esse motivo aconteceram algumas comemorações com a presença das famílias e a realização de muitas atividades para conhecer melhor a escola.


Agradecemos a professora Michelli Guido por compartilhar conosco este projeto tão rico culturalmente e desejamos sucesso a toda comunidade escolar!

 

 

Quer saber mais? Entre em contato com a unidade escolar:

Escola Municipal Presidente José Linhares

Email:  emlinhares@rioeduca.net

Telefones: 2267-2649 / 2267-1062

 

 

 

 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

 

 


 


   
           



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Terça-feira, 21/05/2019

Escola Municipal Francisco Manuel - 2ª CRE

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, educaçãoespecial.

Trabalho da Sala de Recursos da Escola Municipal Francisco Manuel.

 

A professora de Atendimento Educacional Especializado, Ana Carolina da Rocha, regente na Sala de Recursos da Escola Municipal Francisco Manuel contou ao portal Rioeduca sobre como é realizado o atendimento aos alunos neste ambiente escolar.


O trabalho do Atendimento Educacional Especializado (AEE), que ocorre nas Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), tem por objetivo proporcionar ao estudante com deficiência um atendimento complementar específico para que ele possa superar e/ou compensar as limitações causadas por seus comprometimentos sensoriais, físicos, intelectuais ou comportamentais, desenvolvendo e explorando ao máximo suas competências e habilidades. Segundo o Manual de Implementação das Salas de Recursos Multifuncionais (2010):


“O Atendimento Educacional Especializado, na perspectiva da Educação Inclusiva, assume um caráter exclusivamente de suporte e apoio à educação regular, por meio do atendimento à escola, ao professor da classe regular e ao aluno. Tem como objetivo oferecer aos alunos que frequentam a Sala de Recursos Multifuncional ensino de conteúdos específicos, estratégias e utilização de recursos pedagógicos e de tecnologia diferenciados, não existentes na classe regular, que são fundamentais para garantir a sua aprendizagem e acesso ao currículo comum”.(p.19)

 

 

Professora Ana Carolina e alunos.

 


O “Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais” integra o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE-2007) com o objetivo de atender o seguinte público:


• Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem ter obstruído sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade;


• Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo, síndromes do espectro do autismo, dentre outras síndromes.


• Alunos com altas habilidades ou superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas sejam ela intelectual, acadêmica, liderança, psicomotora, artes e criatividade. (MEC, 2010).

 

 

Alunos realizando atividades durante o atendimento na Sala de Recursos.

 


O professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem como função realizar esse atendimento de forma complementar ou suplementar à escolarização, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos com deficiência.


Uma das funções do professor de AEE é identificar as necessidades educacionais específicas dos educandos incluídos nas turmas regulares de ensino e através de um Plano de Educacional Individualizado (PEI) traçar objetivos de modo que seja proporcionada às devidas condições para a aprendizagem desses alunos.

 

 

Atividades na Sala de Recursos.

 


A professora Ana Carolina também contou sobre um projeto desenvolvido com os alunos no espaço da Sala de Recursos, que tem como título “Receita de Bolo da Família”. O objetivo central foi favorecer a autonomia do estudante diante de tarefas diárias de alfabetização e contagem.


O projeto "Receita de Bolo da Família" iniciou-se com muitas descobertas! O estudante Matheus Felipe Maia, por exemplo, elegeu o bolo de chocolate para aprender em família e fazer a deliciosa receita. Além de trabalhar com a alfabetização, leitura, escrita, a professora investiu no conceito de divisão de forma concreta e significativa ao fazer a receita. Além disso, foi possível ver a alegria da família diante da participação, pois após pesquisar a receita com a professora o bolo deveria ser feito em casa.

 

Os alunos escolheram sozinhos ou com suas famílias o bolo de sua preferência, pesquisaram com a professora a receita e os ingredientes necessários para a confecção do mesmo. Após esta pesquisa, professora e alunos foram às compras utilizando encartes de supermercados. Neste momento, foi possível trabalhar com os educandos os conceitos de sistema monetário, medidas de capacidade e massa.


Por acreditar que os conhecimentos estão conectados em perfeita harmonia, o objetivo do trabalho é utilizar vivências cotidianas fomentando a práxis pedagógica rumo à inclusão pela participação coletiva. Nesse desafio a família tem um papel fundamental de apoio na construção do conhecimento dos educandos.


Agradecemos a professora Ana Carolina por compartilhar conosco informações sobre seu trabalho  na Sala de Recurso e as atividades realizadas com seus alunos!

 

 

Quer saber mais? Entre em contato com a unidade escolar.

Escola Municipal Francisco Manuel

Email: emfmanuel@rioeduca.net          Telefone: 3238-4592  / 3238-4591

 

 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


   
           



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Segunda-feira, 20/05/2019

E.M. Artur Azevedo - 6.ª CRE

Tags: 6.ª cre, alfabetização.

 

 

“Nós estamos aqui para aprender e juntos descobriremos o mundo das letras”. Vamos conhecer um pouco do trabalho da professora Suellen Rocha e da E.M Artur Azevedo?

 

Suellen Rocha é escritora e professora alfabetizadora na Escola Municipal Artur Azedo, localizada em Pavuna. Durante seus anos como regente na Rede Municipal de ensino, vem realizando um trabalho de excelência voltado para a leitura, escrita e desenvolvimento de habilidades matemáticas. Com a frase “Nós estamos aqui para aprender e juntos descobriremos o mundo das letras”, a professora conduz seus alunos da turma 1101 pelo mundo do aprendizado com prazer.

 

 

A professora faz o registro diário de seu trabalho de alfabetização  / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

As atividades de roda de leitura fazem parte da rotina dos alunos do 1.º ano. O livro escolhido pela professora, para iniciar o contato com seus novos alunos, foi o “Quando nasce um monstro”, de Sean Taylor e Nick Sharratt.  Após a leitura do livro, chega o momento em que os  alunos soltam a imaginação e criam seus monstros de maneira bem divertida.

 


Assim já posso observar  alguns fatores importantes na construção da criança ao elaborar seu desenho, como proporção, forma, esquema corporal, delimitação de pintura, uso de cores etc. Ainda pedi que tentassem copiar a palavra monstro que escrevi no quando. Alguns conseguiram, outros trocaram a ordem das letras ou suprimiram algumas, mas demonstraram uma vontade de executar a atividade, o que me deixou muito feliz. Vamos prosseguir, pois temos um ano inteiro pela frente.” – relato da professora Suellen Rocha

 


Após as leituras, a professora realiza com os alunos o quadro síntese. Ela ressalta que as informações colocadas neste quadro são simples, mas muito significativas para iniciar a observação e organização mental das próprias crianças em relação a compreensão do texto. Este quadro é feito com a turma, de forma coletiva, e o registro é feito pela docente. O cartaz fica afixado na sala de modo permanente.

 

Professora Suellen e seus alunos do 1.º ano / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Registro do livro lido na roda de leitura  / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Modelo do quadro de síntese usado pela professora Suellen  / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Outra atividade destacada foi a construção do crachá realizada por cada aluno. Durante a realização deste trabalho, a professora conseguiu observar como cada aluno escreveu seu nome, analisando aspectos importantes como: omissões, desordem de letras ou acréscimo de grafemas. As intervenções foram feitas, depois que as crianças expressavam seu conhecimento. A docente destaca, com muita alegria, que esta foi uma atividade rica para trabalhar identidade e a função social da escrita, já que as crianças que não conheciam o crachá, aprenderam sobre seu uso e a importância do nome de cada um como maneira de identificação.

 


Ainda trabalhando com a leitura, a professora ressalta a importância da leitura incidental, aquela que é feita pela criança mesmo sem que esta domine o código de modo que reconheça logos, símbolos, rótulos, marcas e placas. Suellen explicou que utilizou o reconhecimento da posição da primeira e da última letra, bem como a quantidade de letras em determinada palavra. Para realizar essa atividade, a docente escolheu marcas que tivessem um apelo na realidade dos alunos. Segundo ela, o Whatsapp e o Youtube foram as palavras que tiveram maior índice de reconhecimento, ratificando o quanto os alunos estão envolvidos com as mídias sociais.

 

Atividade de construção de crachá  / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Leitura de marcas / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Outra atividade interessante e divertidas foi o banco de palavras para consulta, com apoio visual para as iniciais “P” e “T”. Suellen explicou que os alunos pesquisaram previamente com suas famílias as imagens e trouxeram para escola. Durante a aula, as crianças classificaram as palavras, de acordo com a letra inicial e foi dado foco à formação da palavra. 


O trabalho envolvendo o texto “O pato”, de Vinícius de Moraes também foi bastante proveitoso e construtivo. De acordo com a professora, os alunos trabalharam a identificação do título, palavra-chave e reconhecimento do espaço entre as palavras. As crianças conheceram o texto escrito e a versão animada através do vídeo disponível no Youtube, pintaram, recortaram e montaram um quebra-cabeça do pato, colando-o no caderno. Depois, dessas atividades realizadas criaram rimas a partir do texto, resultando um registro por meio de cartaz. 

 

Construção de banco de palavras / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Brincando de quebra-cabeça de imagens e palavras / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Trabalhando com a poesia de Vinícius de Moraes  / Fonte Foto: @professorasuellenrocha

 

Todo professor alfabetizador sabe que ensinar a ler e a escrever nos dias de hoje envolve muitos obstáculos e desafios. É um trabalho de muita responsabilidade e exige trabalho árduo. Apesar disso, a nossa querida professora Suellen Rocha não se deixa abater, pois alfabetizar é um processo maravilhoso! Poder acompanhar e contribuir no processo de aprendizagem das crianças, para ela, é um privilégio! No seu rosto, na sua fala, no seu trabalho dá para perceber o amor com que realiza esta tarefa.

 


Parabéns, professora Suellen Rocha por compreender que cada criança tem suas próprias ideias, opiniões, desejos e que isso faz parte do processo de alfabetização.

Parabéns por ser uma orientadora de caminhos e de sonhos! 

 


É um orgulho tê-la na 6.ª CRE! Nosso agradecimento e reconhecimento pelo seu trabalho!

 


Quer saber mais sobre o trabalho desenvolvido pela professora Suellen Rocha na EM Artur Azevedo?

Entre em contato!


Escola Municipal Artur Azevedo

Endereço: Rua Sargento Antônio Ernesto, S/N – Pavuna

Telefone: (21) 24507-2273

E-mail: emazevedo@rioeduca.net

Instagram: @professorasuellenrocha

 

Não esqueça de deixar o seu comentário!

Até a próxima semana!





 


   
           



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Terça-feira, 25/12/2018

Projeto "Vou Te Contar" de incentivo a leitura

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura.

 

Os alunos da Escola Municipal Conselheiro Mayrink participaram de um projeto de incentivo à leitura.

 

A professora Cristiane Joazeiro, Coordenadora Pedagógica, da Escola Municipal Conselheiro Mayrink entrou em contato com o portal Rioeduca e compartilhou o projeto de incentivo a leitura realizado na Unidade Escolar.

 

O projeto que recebeu o nome de “Vou Te Contar” foi realizado com as turmas da Educação Infantil, 4º e 5º anos, sob a orientação da professora Angela Ramos, regente da Sala de Leitura.

 

 

 


O projeto teve vários objetivos e dentre eles: desenvolver o hábito/prazer pela leitura como prática social; exercitar a habilidade da leitura; desenvolver a escuta atenta; ampliar a formação e visão de mundo; valorizar o livro físico.


Na primeira etapa da atividade, a professora Angela, responsável pela Sala de Leitura, conversou com os alunos de 4º e 5º anos, em suas respectivas aulas, sobre os livros que foram selecionados para a atividade. Os alunos foram convidados a escolher um livro cada um para treinar a leitura em casa, já que teriam que ler para os pequenos. Na segunda etapa, os alunos treinaram a leitura com seus próprios amigos de turma, nas aulas de Sala de Leitura.

 

 

 

 

Na última etapa, a professora marcou um dia com as turmas que estavam treinando a leitura e os alunos da Educação Infantil foram convidados a ouvir essas histórias, contadas pelos alunos maiores. Dessa maneira, a criança maior dividiu um colchonete com a criança menor para lhe contar a história.

 

 

 


A contação de histórias foi simultânea, quem acabava de contar, sinalizava para a professora e ela trocava os leitores. Cada criança da Educação Infantil ouviu aproximadamente de três a quatro histórias na mesma atividade. Os livros selecionados apresentavam textos curtos e simples para que a Educação Infantil conseguisse acompanhar e ouvir muitas histórias na mesma atividade. A preocupação com o tipo de texto também foi importante para que as turmas de 4º e 5º anos pudessem ler com segurança e tranquilidade.

 

 

 

 

A professora a turma da Educação Infantil e os alunos leitores deixaram seus depoimentos sobre o projeto:

 

“As crianças gostaram muito da atividade, além de ter propiciado a interação entre as crianças.” Michele Firmino – Professora da Ed. Infantil.

 

“As crianças gostaram de ouvir as histórias que a gente contou. É uma oportunidade para eles.” Matheus 1501.

 

“Gostei porque as crianças prestaram a atenção. A gente se sente feliz. Ler em voz alta para outra pessoa melhora a nossa leitura.”Giovanna 1501.


“Gostei porque eu nunca tinha feito isso. Foi uma experiência muito boa. Poder ler para uma criança pequena, estimula a gente a ler.” Maria Luíza 1501.

 

“Ótimo porque conheci mais e me senti feliz. Agora não tenho mais vergonha de ler na frente de ninguém.” Sophia Campos 1501.


“Gostei porque eu gaguejava muito na hora de ler e melhorei.”Thamires 1501.

 

 

Agradecemos a equipe pedagógica por compartilhar conosco relatos de uma atividade que incentivou o trabalho em equipe, a interação entre os alunos de diferentes turmas e o incentivo à leitura. Desejamos sucesso a toda comunidade escolar!

 

Quer saber mais?

O contato da Escola Municipal Conselheiro Mayrink é: emmayrink@rioeduca.net

Telefones: 2284-1627  ou 2264-6279

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

 

 

  


   
           



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