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Segunda-feira, 27/06/2016

Fazendo Cinema nas Escolas da 10ª CRE

Tags: 10ªcre, cinema, artes.

 

 

 

Professor de artes cênicas da 10ª CRE desenvolve produções audiovisuais com alunos desde 2003 e conquista diversos prêmios.

 

Em 2003, o professor de artes cênicas, Claudio Garcia, mudou a estratégia de suas aulas, trocando o teatro pelas produções audiovisuais. Desde então, já produziu mais de 100 vídeos nas Escolas Municipais Monteiro Lobato e Narcisa Amália, ambas localizadas em Guaratiba.

No começo, sem muita experiência, produzia muitos filmes documentários e programas de tv em forma de debate. Com o tempo, começou a fazer filmes de ficção que logo conquistaram espaço em festivais e mostras audiovisuais. Em 2015, completou 10 anos consecutivos com filmes na Mostra Geração do Festival do Rio e comemora todo ano como se fosse a primeira vez.

— Fico feliz de poder levar alunos para verem seus filmes na tela grande. Alguns alunos pisaram pela primeira vez em um cinema para assistir ao próprio filme. — comenta o professor Claudio.

 

 

Professor Claudio Garcia com alunos da E. M. Monteiro Lobato, no Festival do Rio 2015.

 

Em suas aulas, os alunos são responsáveis por sugerir ideias e temas para os filmes. Depois de escolhida a melhor ideia pelo grupo, os alunos partem para a escrita do roteiro, escolha dos papéis e funções que cada um deve desempenhar. Na sequência, entram na fase de gravação, onde os próprios alunos são responsáveis pela filmagem, captação do áudio, direção, produção e atuação. A edição, geralmente fica a cargo do professor, mas alguns dos filmes foram editados pelos próprios alunos.

Claudio percebe que há uma melhora significativa na relação dos alunos envolvidos com suas atividades como estudantes. Fazer um filme é um trabalho coletivo, onde os alunos assumem suas funções e as desempenham com muita responsabilidade. Além disso, com a valorização de sua autoestima, o aluno se sente mais confiante e interage mais nas atividades de sala de aula nas outras disciplinas.

— Um dos objetivos deste trabalho é dar voz a esses jovens, potencializando o protagonismo juvenil. Fazer um filme sobre assuntos de seus interesses, cria um canal de comunicação direto com os outros alunos, que se veem representados e por consequência valorizam o trabalho dos alunos produtores. E todo mundo ganha. — destaca Claudio.

 

Alunas da E. M. Narcisa Amália e a diretora Maria José com os 3 prêmios que ganharam com o filme “Um Dia Quase Perfeito”.

 

Falando em ganhar, os filmes produzidos com a orientação do professor vem se destacando em diversos festivais de cinema no Brasil e até no exterior. Esse ano dois dos filmes realizados na E. M. Narcisa Amália conquistaram troféus de melhor filme em festivais nacionais: “Um Dia Quase Perfeito” (2014) - 1º Festival de Cinema Estudantil de Alvorada-RS, realizado em fevereiro e “Ai, Cadê Meu Cartão?” (2015) – 7º FestCine/Festival de Cinema Estudantil de Barra do Piraí/RJ, que aconteceu no dia 21 de maio.

Alguns festivais renderam tablets, netbooks, câmeras e computadores, para os alunos, para o professor e para a Unidade Escolar. É o caso dos prêmios conquistados em São Paulo, no Festival Literatura em Vídeo, onde disputaram com filmes de alunos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil. Em 2011, venceu com “Dona” (E. M. Narcisa Amália/2011) e em 2012, com “Vida em Manchetes” (E. M. Monteiro Lobato/2012) e os alunos viajaram para a festa de premiação acompanhados do professor Claudio.

 

O Professor e os alunos da E. M. Monteiro Lobato recebendo prêmio por “Vida em Manchetes”, na premiação que aconteceu em São Paulo, em 2012.
 

Também ganhou 2 anos seguidos o Concurso Tirando a Droga de Cena, promovido pela Prefeitura do Rio com dois filmes da E. M. Monteiro Lobato: “Viajando na Parada” (2010) e “Homem Que É Homem” (2011). 

 

Os alunos da E. M. Monteiro Lobato com seus netbooks conquistados no Concurso Tirando a Droga de Cena 2011.

 

No entanto, o professor gosta de frisar que os prêmios são resultados de muito esforço e dedicação dos alunos, mas não são o objetivo do trabalho.

— Não fazemos filmes pensando em prêmios. Buscamos fazer bons filmes para que os adolescentes curtam. Nem sempre conseguimos. Alguns filmes tem um excelente processo, mas o resultado final nem é tão bom. Mesmo assim inscrevemos alguns em festivais, porque acho importante poder trocar com outros jovens que estão produzindo conteúdo audiovisual em suas escolas. E se o prêmio vem, fico feliz porque sei que cada um deu o máximo de si e fez por merecer. — afirma Claudio.

 

O Professor e os alunos responsáveis pelos filmes da E. M. Monteiro Lobato e E. M. Narcisa Amália
ao final do debate na Cidade das Crianças.

 

Em 2015, a 10ª CRE convidou o professor Claudio a fazer uma mostra de seus filmes na Cidade das Crianças. Além dos alunos realizadores da E. M. Monteiro Lobato e da E. M. Narcisa Amália, mais seis escolas estiveram presentes, onde durante 1 hora assistiram a 10 filmes de curta metragem e participaram de um debate com os responsáveis pelos filmes.

Em 2016, Claudio está realizando 4 filmes na E. M. Monteiro Lobato e 5 na E. M. Narcisa Amália. Em junho, os roteiros - que já estão sendo escritos pelos alunos - serão concluídos e na sequência começam as gravações.

 

Alunos da E. M. Narcisa Amália gravando o filme “Um dia Quase Perfeito”

 

E paralelamente Claudio ainda consegue tempo de levar sua carreira de ator. No teatro, segue realizando apresentações da peça em que atua e, também, escreveu e dirigiu: “Valentim Mestre” que conta a história de Mestre Valentim, genial escultor brasileiro do século XVIII responsável por inúmeras intervenções artísticas e urbanísticas do Rio de Janeiro no período colonial. 

Na TV, participou de algumas novelas da Rede Globo, “Fina Estampa”, “Amor à Vida”, “Império” e a mais recente delas “Liberdade, Liberdade”, onde fazia um carcereiro.

 

Claudio em cena em Liberdade, Liberdade.

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com as Unidades Escolares.

E/SUBE/CRE (10.26.002) E. M. Monteiro Lobato
Telefone: 3407-6324
Email: emlobato@rioeduca.net

E/SUBE/CRE (10.26.005) E. M. Narcisa Amália
Telefone: 3377-1212
Email: emnamalia@rioeduca.net

Blog do professor Claudio Garcia: 
http://nvguaratiba.blogspot.com/

 

Rodrigo Abreu
é Professor da Rede Municipal
e Representante do Rioeduca da 10ª CRE
Contato: rodrigosantos@rioeduca.net
WhastApp: 98848-6724

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 15/10/2012

Cinema tem tudo a ver com Educação

Tags: 10ªcre, cinema.

 


O  Tela Brasil chegou à Santa Cruz,  mostrando que é possível aproximar a Educação do Cinema. Centenas de alunos e professores das escolas da 10ª CRE participaram das oficinas e da programação cinematográfica.

 

 

 

O bairro de Santa Cruz, contando também com Sepetiba, já possuiu cinco salas equipadas para projeções de filmes. Na parte central de Santa Cruz havia, até a década de 1970, dois grandes e luxuosos cinemas: o Cine Fátima, que ficava no subsolo da igreja matriz da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, e o Cine Palácio Santa Cruz, que deu lugar às atuais agências dos bancos do Brasil e Itaú, na Rua Felipe Cardoso.

 


 Atualmente, o cinéfilo que ama o cinema como arte ou forma de lazer precisa se deslocar até o West Shopping, no bairro de Campo Grande, ou seguir para o Recreio ou Barra da tijuca. Não há mais nenhum cinema em Santa Cruz.

 

Como cinema tem tudo a ver com educação e o filme, enquanto manifestação cultural, pode e deve estar presente nas atividades curriculares, foi muito feliz a iniciativa da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, de fazer parceria com o Programa Tela Brasil, trazendo para Santa Cruz os projetos “Cine Tela Brasil” e “Oficinas Itinerantes Cine Tela Brasil na Era Digital”.

 

Da esquerda para a direita: Eduardo Abad, coordenador da Oficina Tela Brasil para alunos; Luciana Coelho, produtora da Oficina e do Educativo Tela Brasil; Aneíze Borges, coordenadora do Projeto Tela Brasil na 10ª CRE; Érica Pinheiro, diretora do CIEP Papa João XXIII, onde foram realizadas as oficinas e projeções e Fabrício Borges, colaborador da Oficina para alunos.

 

 Aneíze Borges, Cristiane Ribeiro, produtora de campo e Rosa Raimundo, gerente da GED da 10ª CRE.

 

 

Rosa Raimundo, gerente de Educação da 10ªCRE (ao lado direito) com a diretora do CIEP Papa João XXIII, professora Érica Pinheiro, onde foram realizadas as oficinas e projeções do "Cine Tela Brasil".


A “sala” do cinema itinerante do “Cine Tela Brasil” foi instalada no CIEP Papa João XXIII, no conjunto habitacional do mesmo nome e vem contando com intensa programação desde o dia 17 de setembro, prolongando-se até o dia 5 de outubro.

 
A divulgação do projeto tem sido feita pelo correio eletrônico da Gerência de Educação da 10ª CRE e as escolas distantes do conjunto João XXIII contamcom ônibus para transporte dos professores e alunos inscritos nas oficinas ou apenas interessados na programação dos filmes.

 
Além do CIEP Papa João XXIII, inscreveram-se para os projetos do “Cine Tela Brasil”, as seguintes escolas e cieps: Sócrates Gâlveas. Manoel Porto Filho; Roberto Coelho, Zulmira Telles; Japão; Marinheiro João Cândido; Barão de Itararé; Dione Felisberto; Ismael Nery; Adalgisa Nery; Maria Helena Alves Portilho; Chico Mendes; Nelson Hungria; Joaquim da Silva Gomes; Eduardo Rabello e André Vidal de Negreiros.

 De acordo com a faixa etária dos alunos e o nível de ensino, foram relacionados os filmes mais adequados aos alunos.  A programação, também levando em conta tais critérios, pode ser definida no período das 8h:30 minutos da manhã até as 21 horas.

 Entre os filmes exibidos, constam: “Bicho de Sete Cabeças”, “Rio”, “A Turma da Mônica”, “Eu e meu guarda chuva”, “A máquina” e “As melhores Coisas do Mundo”.

 


De acordo com as informações do Portal Tela Brasil,  acessado pelo endereço http://www.telabr.com.br, o “Educativo”, que é um dos projetos do Tela Brasil, “fornece canais de aprendizado da linguagem audiovisual, contribuindo para que o professor utilize o cinema como ferramenta interdisciplinar e como meio para formar alunos mais criativos e atuantes, dentro e fora da escola.”
 

 Pelo Portal Tela Brasil, os professores também poderão obter materiais de apoio com sugestões de atividades para as disciplinas dos ensinos fundamental I, fundamental II e médio, além de inúmeros links com a História do Cinema no Brasil e no Mundo, Projetos, Oficinas, Notícias, informações sobre concursos e catálogo com contatos de produtoras, distribuidoras, salas de exibição, cinemas itinerantes, cineclubes, escolas de cinema e instituições ligadas ao universo audiovisual.

 

Nas duas fotos acima, professores e alunos aguardando a entrada no cinema e início da exibição do filme

 

Nossos agradecimentos às professoras Rosa Raimundo, Aneíze e Norma, da Gerência de Educação da 10ª CRE, pelo envio das fotos e parceria com o Rioeduca.

 

 

Contato: Professor Sinvaldo do Nascimento Souza, representante da 10ª Coordenadoria Regional de Educação da SME Rio
E-mail: sinvaldosouza@rioeduca.net
Twitter: @SinvaldoNSouza

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 28/12/2016

O Cinema visita a aula de Matemática

Tags: matemática, cinema.

 

 

As aulas de Matemática, em grande parte das escolas, tem um caráter mais formal, ou seja, os professores não arriscam muito em inovações. A técnica é bem parecida: exposição do conteúdo, listas de exercícios e provas. A questão é como unir a Matemática e o cinema? Temos alguns filmes famosos como por exemplo: Uma mente brilhante (2001), Gênio Indomável (1997), O jogo da imitação (2014) e Rain Man (1988), este último com ênfase no autismo e também o inesquecível desenho da Disney Donald no País da Matemágica. Outros filmes não biográficos tais como Matrix, Tron, Jurassic Park e outros em que a Matemática existente não está tão evidente, mas pode ser extraída mediante uma análise mais aprofundada. No entanto, a questão principal é verificar se eles se enquadram em nossa proposta didática.

Para poder escolher filmes adequados à proposta tem que se ter em foco quais as utilidades do filme. Conforme Cortês (2010, p.69) “[...] o critério essencial da escolha deste ou daquele filme é pautado pelas finalidades pedagógicas que balizam a organização de seu plano de ensino [...]”. No caso específico das aulas de Matemática nossos estudos indicam que os filmes podem ter um caráter contextualizador, servindo para introduzir ou desenvolver o conteúdo, apresentar um problema matemático em sua trama que necessite de conhecimentos específicos para sua resolução (que nesse caso teria ligação com o conteúdo em desenvolvimento) ou instigassem a curiosidade para fatos matemáticos e também podem ser úteis para uma revisão da matéria. Uma ajuda valiosa é encontrada em NAPOLITANO (2005, p.19): 

Algumas perguntas básicas ajudam a orientar a escolha e a abordagem dos filmes: a) Qual o objetivo didático-pedagógico geral da atividade? b) Qual o objetivo didático-pedagógico específico do filme? c) O filme é adequado a faixa etária e escolar do público-alvo? d) O filme pode e deve ser exibido na integra ou a atividade se desenvolverá em torno de algumas cenas? e) O público-alvo já assistiu a algum filme semelhante?

Para ilustrar as ideias e inspirar novas aplicações trazemos na sequência alguns exemplos que presenciamos durante a nossa pesquisa de mestrado desenvolvida junto ao grupo de professores em formação. 

 

Na prática

Estes estudantes tiveram que produzir propostas de aula com a utilização de filmes de ficção associados à resolução de problemas. Para embasar esse inicio foram realizadas duas palestras sobre o uso do cinema em sala de aula e resolução de problemas e cinco oficinas nas quais foram exibidos os filmes Matrix (1999), O Cubo (1997) e um episódio da série Numb3rs. Os licenciandos foram organizados em grupos, e então elaboraram suas propostas didáticas de utilização de filmes de ficção associados à Resolução de Problemas Matemáticos (Silva, 2014) . Os filmes escolhidos pelos futuros professores foram: “A corrente do bem” (2000), “Casino Royale” (2006), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005) e dois episódios da série Numb3rs. 

 

Sugestões para futuros projetos

Com o intuito de inspirar a criação de outras aulas deixamos algumas sugestões. Na relação abaixo, algumas exemplos de filmes que podem ser utilizados com exibição completa ou apenas um trecho que ilustre o que queremos, e algumas possíveis aplicações ao plano de aula. 

Filmes de ficção-científica: Star Wars (1977, 1980, 1983, 1999, 2002, 2005 e 2015), Star trek (2009,2013), Eu robô (2004). Discussão dos conceitos envolvidos no filme, problemas envolvendo conceitos de física, comparações com a realidade e também como tema de pesquisa em relação aos avanços da ciência. 

Filmes de ficção-fantástica: 2012 Terremoto: A Falha de San Andreas (2015), Everest (2015). Trabalhar com dados estatísticos, gráficos, probabilidades, uso do computador (planilhas eletrônicas). Filme como contextualizador. 

Filmes épicos: Êxodo: Deuses e Reis (2014), Gladiador (2000), Alexandria (2009). Conceitos de geometria, história da Matemática, traçar linha do tempo para fazer um paralelo do que estava ocorrendo no mundo nesse período, pesquisa sobre a construção dos efeitos do filme. 

Filmes relativos a esportes: Invictus (2009), O Homem que Mudou o Jogo (2012), Rush - No Limite da Emoção (2013). Probabilidades, gráficos (construção, leitura e análise), tabelas. Pesquisa sobre a Matemática envolvida nos esportes, quais e como são feitos os cálculos realizados nos esportes retratados nas produções. 

Filmes de ação: Velozes e furiosos (vários filmes, 2003), Missão impossível (vários filmes, 1996), Corações de ferro (2014). Explorar o uso de tabela, gráficos, comparações entre veículos (velocidade, dimensões, conversões de unidades), pesquisa sobre o uso do GPS, baseado nos países visitados nos filmes e com ajuda de programas como Google Earth, ângulos de lançamento de projéteis, estudo da balística. 

 

Algumas considerações (não finais)

A lista acima não esgota as possibilidades, novas produções surgem a todo o momento, devemos continuar assistindo e verificando quais são passiveis de serem utilizadas na escola. Dessa maneira podemos construir um catálogo com as obras que iremos utilizar. Outro cuidado importante é a dosagem, não devemos incluir mais que um filme completo por ano para que a atividade não se torne repetitiva.

Algumas mudanças precisam de tempo para ocorrer, tanto para os alunos como para os professores. Obviamente que as propostas não são fáceis de executar, no entanto o retorno que podemos ter em sala de aula nos convida à tentativa. 

 

Referências

CÔRTES, Helena Sporleder. O uso pedagógico do cinema: estratégias para explorar e avaliar filmes em sala de aula. In: GRILLO, Marlene Correro; GESSINGER,Rosana Maria ; FREITAS, Ana Lúcia Souza de ... [et al.] organizadoras. Por que falar ainda em avaliação? [recurso eletrônico] – Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. Disponível em: http://www.pucrs.br/orgaos/edipucrs/

NAPOLITANO, M. (2005). Como usar o cinema na sala de aula. 2 ed. São Paulo: Contexto.

SILVA, Leandro Millis da. A FICÇÃO E O ENSINO DA MATEMÁTICA: análise do interesse de estudantes em resolver problemas. Dissertação de Mestrado. 2014. 207 f. Dissertação (Mestrado em ensino de Ciências e Matemática) – Faculdade de Física, PUCRS, Porto Alegre, 2014.

 

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Nome: Leandro Millis da Silva

Formação acadêmica: Mestre em Educação em Ciências e Matemática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS (2014), Especialista em Educação Matemática (2006) e Licenciatura em Ciências - habilitação: Matemática (2004) pela Universidade Luterana do Brasil ULBRA.

Tel. (051) 8588 2719 / 9854 09 12/ WhatsApp 9843 2121
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Quinta-feira, 23/08/2018

Seminário do Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bulbul

Tags: áfrica, audiovisual, cinema.

 

Seminário do Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bulbul - 11 anos.

 

Estão abertas as inscrições para o Seminário do Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bulbul - 11 anos.

 

 

O Seminário acontece entre os dias 30/AGO e 01/SET no Cine Odeon Net Claro – Cinelândia, entre 10h e 13h.

Nomes como Haïlé Gerima, Manthia Diwara, Claire Diao, Heitor Augusto e Juliano Gomes apresentando diferentes panoramas do cinema negro nacional e internacional. Uma oportunidade de acesso a conhecimento acerca de nossas produções.

 

Haverá certificado para os participantes que comparecerem pelo menos a duas aulas.

 

Esta inscrição se refere às aulas masters com Haïlé Gerima (30/8), Manthia Diwara (31/8) e Claire Diao, Heitor Augusto e Juliano Gomes (01/9).

 

Faça sua inscrição aqui:

https://goo.gl/forms/MBbChngbIV41lBCu1
 

 

Heveny Mattos
Gerência de Leitura e Audiovisual
E/SUBE/GLA


   
           



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