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Sexta-feira, 21/09/2018

Construindo Valores por uma Escola de Excelência

Tags: cre10, 10ªcre.

 

A escola Nelson Romero promoveu ações com o intuito de proporcionar aos alunos o contato com eventos que tem como objetivo resgatar os valores fundamentais para que haja a mudança em nossa sociedade.

 

A E/CRE (10.19.026) Escola Municipal Nelson Romero está localizada à Rua José Baldino s/n°- Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 806 alunos, distribuídos em 26 turmas da Educação Infantil, modalidade Pré-Escola, ao 6º Experimental. Formando a equipe gestora temos a professora Carla Paiva de Mesquita, como diretora, a professora Margareth Matos de Queirós, como diretora adjunta e a professora Danielle Berrondo Cardoso Gomes, como coordenadora pedagógica.

 

De acordo com as vivências e acontecimentos, quanto às rotinas e convivência entre as crianças e professores, observados pela direção da Unidade Escolar, foi decidido, em conjunto, a realização de um projeto onde as regras de boa convivência, combinados e organização ganhassem um maior significado no cotidiano escolar. Sendo assim, foi necessário criar algumas estratégias, com o intuito de proporcionar sempre um ambiente atrativo e acolhedor, para que os alunos pudessem repensar atitudes, desenvolvendo afetividade, ética, cidadania, minando, aos poucos, as dificuldades encontradas quanto ao respeito com o próximo e consigo mesmo.

 

 

Mural sobre a Valorização Étnica

 

 

Durante o 1° semestre, os estudantes puderam constatar que valores familiares e cidadania precisam estar nas pequenas ações e nas escolhas diárias que fazem e que amizade e o brincar juntos requer cuidados, compreensão, amor e respeito.

 

A ideia da direção era proporcionar aos alunos condições para que, juntamente com os professores, refletissem sobre a necessidade de respeito entre todos através da aplicação dos direitos e deveres de cada um, formando valores éticos e morais para o exercício da cidadania. Dessa forma, favorecendo uma aprendizagem realmente significativa na formação de seres humanos mais conscientemente participativos e responsáveis no convívio social.

 

 

Alunos apresentando trabalho sobre a importância da família

 

 

— Construímos rotinas nas turmas para que as falas fossem diárias e que a reflexão dos temas de valorização ético e racial, respeito, igualdade permeassem os conteúdos didáticos. Junto nesse processo a oficina Caminhando com os Ciganos. — afirma a diretora Carla

 

A família e a escola são espaços socioculturais do cotidiano e tem históricos no processo de socialização, tornando-se berço de atitudes, bem como de mudanças, ou estagnação, da realidade na qual a sociedade a insere, pois delas partem os sujeitos sociais que irão manter, ou mudar, a si próprios e, consequentemente, a realidade onde estão inseridos.

 

— Um dos objetivos do trabalho era salientar a importância dos pais no processo educativo dos filhos, onde se pressupõe que trabalhando adequadamente com a educação e os valores familiares, conseguiremos nos transformar em uma sociedade mais justa e ética. Neste trabalho, relatamos que a contextualização do tema objeto e as questões abordadas são muito importantes, pois a mudança é necessária. É preciso que todo responsável saiba que o apoio da família é crucial no desempenho escolar. — declara a coordenadora Danielle

 

 

Projeto Receita da Felicidade

 

 

A honestidade é um dos valores mais importantes na formação da personalidade e do caráter das crianças. É base das suas relações com os demais. As crianças podem interiorizar exemplos de honestidade através da conversa e observação. Durante o projeto, houve uma palestra do Delegado Federal Victor Hugo Touvel, que falou sobre “Ser honesto é respeitar aos demais, é não se apropriar do alheio, é ser sincero na relação com o outro, é não mentir e sempre dizer a verdade por mais difícil que seja”.

 

Compreende-se que, o papel a ser exercido pela escola, ultrapassa o ensino pedagógico presencial da sala de aula, vai muito além de o simples passar conteúdos, é preciso construir valores.

 

 

Feira Cultural na quadra da Unidade Escolar

 

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.026) Escola Municipal Nelson Romero
E-mail: emnromero@rioeduca.net
Telefones: 3158-0848

 

Contato para publicações:


   
           



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Sexta-feira, 07/09/2018

Diversão e Aprendizagem no Contexto Escolar

Tags: cre10, 10ªcre, xadrez.

 

Projeto de xadrez desenvolvido com os alunos da Escola Municipal Nair da Fonseca ajuda na disciplina, concentração, tomada de decisão, respeito, ética e autoestima.

 

A E/CRE (10.19.025) Escola Municipal Nair da Fonseca está localizada à Rua Pirai do Sul, s/n°, Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 749 alunos com 19 turmas do primeiro segmento e 4 turmas de 6º Ano Experimental. Tem como diretora, a professora Vania Cristina Villas Boas Ferreira Marques, como diretora adjunta, a professora Angélica Henriques Camargo e como Coordenadora Pedagógica, a professora Veronica Cristina Vianna de Araújo.

 

Durante o ano letivo, pensando em provocar a concentração, a interação e o raciocínio dos alunos, o professor, Edson Paiva, construiu junto com a equipe gestora da escola o projeto de xadrez, um jogo milenar. O docente aproveita o projeto para desenvolver, também, atitudes de respeito, tolerância, paciência e harmonia entre os alunos, promovendo um clima saudável de disputa entre os jogadores.

 

Alunos que participaram do projeto e o professor Edson

 

O projeto é desenvolvido durante todo o ano letivo e culmina com um xadrez vivo, na quadra da escola, no final do ano letivo, com a participação da família dos participantes e da comunidade escolar, onde os jogadores são as próprias peças.

 

O professor Edson relata que tem inúmeros problemas e possibilidades pedagógicas diariamente. E, a partir da observação dos problemas, é possível usar a criatividade para sanar tal dificuldade no aluno, seja cognitiva, indisciplinar ou comportamental.

 

— Cada caso é um caso, não há receita mágica, claro. Porém, as tentativas devem ser incansáveis. Em 2107, atuando no 6° ano Experimental,numa turma bastante diversa, com grandes desafios, tentei incansavelmente com diversas tentativas e possibilidades reunir diversão e aprendizagem. É importante entender que, quanto mais atualizado o regente estiver, mais condição, mais possibilidades poderá utilizar em sua prática de ensino. — afirma o professor Edson

 

O professor começou esse trabalho em 2016, também com 6° ano experimental, e vem conseguindo bons resultados, os avanços são muito significantes. Tudo é muito bem planejado, desde o ensino do jogo, a história do xadrez, contos relacionados ao xadrez, vídeos sobre o valor e importância de saber jogar e os seus benefícios.

 

O xadrez utilizado como ferramenta pedagógica é arte, jogo da memória, disciplina, concentração, tomada de decisão, respeito, ética, autoestima e muito mais.

 

Xadrez Humano

 

Os alunos representando as peças do xadrez

 

O encerramento do projeto em 2017 aconteceu no dia 17 de novembro. Houve uma integração entre alunos do 4°, 5° e 6° anos, todos contribuindo para excelência do aprendizado e os mesmos articulando junto ao professor o processo de organização das ações. Dentro do andamento das atividades, tiveram alunos monitores, que monitoravam alunos de outras turmas.

 

— No Xadrez Humano, as peças eram os próprios alunos. Tinha um tabuleiro gigante e apresentação dos alunos foi incrível. Eles se apresentaram para a comunidade escolar e para os demais alunos da escola. O xadrez escolar interage com o meio externo, sai da teoria e se torna prática, ao mesmo tempo em que é possível aguçar a relação mediada por sistemas simbólicos. No xadrez há interdisciplinaridade, amadurecimento da percepção, atenção e memória. E tudo isto com muita diversão. — afirma a diretora Vânia

 

Alunos vencedores

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.025) Escola Municipal Nair da Fonseca
E-mail: emnairf@rioeduca.net
Telefones: 3317-7265

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Sexta-feira, 24/08/2018

Semana de Debates Sobre Africanidades

Tags: 10cre, cre10, áfrica.

 

O projeto foi pensado para que os alunos pudessem refletir sobre o tema. Afinal, são 130 anos de liberdade. Realidade ou Ilusão?

 

A E/CRE (10.19.054) Escola Municipal Adalgisa Nery está localizada à Rua Eduardo de Aguiar Filho, s/n - Conjunto São Fernando, Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 484 alunos do segundo segmento (6° ao 9° ano) e projeto Aceleração 8. Desde 2017, a Unidade Escolar tornou-se Ginásio Carioca, com atendimento em turno único. Tem como diretora, a professora Marcia Cristina Matos de Figueiredo, como diretora adjunta, a professora Cátia Simone Pereira de Sousa e como Coordenadora Pedagógica, a professora Danielle Maria da Silva Borisff.

 

Um dos projetos desenvolvidos pela Unidade Escolar em 2018 foi a Semana de Africanidades, a qual foi idealizada pelo professor de História e membro do Departamento Cultural do G.R.E.S. Portela, Ygor Lioi, e contou com apoio da equipe gestora e todo corpo docente.

 

 

Equipe gestores, professores e palestrantes

 

 

O projeto tinha como objetivo primeiro reafirmar o legado da África para a sociedade brasileira, em suas mais distintas vertentes, passando pela culinária, musicalidade, religiosidade, cultura popular entre outros. Além disso, buscou-se debater o papel do homem negro e da mulher negra na atual sociedade e entender a política do Estado com relação às populações negras e mais pobres. A ação vai de acordo com a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana do Ensino Fundamental até o Médio (decretada em 9 de janeiro de 2003).

 

Foram 5 dias de palestras, contemplando 4 turmas: 1901, 1902, 1903 e 1801, envolvendo ao todo quase 200 alunos. Participaram dos debates pessoas ligadas às Universidades Públicas, políticos, cineastas, membros de Escolas de Samba, delegado de polícia, entre outros.

 

Dia 1 - Palestra: Panorama da Sociedade Escravocrata do Século XIX - Mercado de Escravos e o Pós-abolição

O primeiro dia de palestras aconteceu com a participação de Thiago Mantuano, doutorando e mestre no curso de História Social da Universidade Federal Fluminense e Dr. Carlos Eduardo Costa, Professor Adjunto da UFRRJ. Nesse dia, os alunos puderam aprofundar seu conhecimento sobre o cotidiano e as relações existentes na época da Escravatura e, também, entender que o negro é agente de sua própria história. Mesmo sendo subjugado, ainda assim, tinha margem para negociações e desenvolvia atividades de alta complexidade dentro daquela sociedade.

 

Dia 2 - Palestra sobre: O legado da Cultura Africana na Cultura Popular

O segundo dia de palestras aconteceu com a participação de Nathalia Sarro, graduanda em História pela UFF, integrante do departamento cultural da Unidos de Vila Isabel, desde 2014, estudante da Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Nesse dia, os alunos da Unidade foram os primeiros da Rede Municipal a assistir o documentário Kizomba, 30 anos de um grito negro na Sapucaí, documentário de Nathalia Sarro. Após a exibição do filme, os convidados falaram sobre como foi a produção da obra, além, é claro, de explicitar características dentro das Escolas de Samba e no Carnaval Carioca que são legados da África para nossa sociedade. O desfile retratado no vídeo, ocorrido em 1988, marcou a comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura e deu o primeiro título da Unidos de Vila Isabel.

 

2° dia de palestras

 

 

Dia 3 - Palestra sobre: O legado da Cultura Africana na Musicalidade

O terceiro dia de palestras aconteceu com a participação de Ruan Lucena, Historiador/Professor formado pela UNIRIO em 2017, carnavalesco do G.R.E.S. Rosa de Ouro para o carnaval 2019, Caio Sérgio de Moraes, mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense, pesquisador atuante nas áreas de cultura e Religiosidade afro-brasileira nos períodos imperial e republicano brasileiro e Matheus Luciano, graduado em História pela Universidade Federal Fluminense. Nesse dia, os palestrantes focaram no gênero samba, para falar sobre o legado de África para o Brasil. Além disso, relacionaram a importância das mulheres para formação do gênero musical em questão; o papel do sambista na sociedade entre outros.

 

Dia 4 - Palestra: A política antidrogas e o extermínio das populações negras

O quarto dia de palestras aconteceu com a participação do Delegado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, mestre em Ciências Penais (UCAM), doutor em Ciência Política (UFF), secretário geral da Leap Brasil (Agentes da Lei Contra a Proibição) e militante do Movimento Policiais Antifascismo. Nesse dia, o palestrante falou sobre sua experiência de vida no cotidiano da Polícia Civil e sobre os estudos que desenvolveu no Doutorado e no Mestrado, que resultaram na publicação de livros: Indignos de Vida, A forma jurídica da política de extermínio de inimigos na cidade do Rio de Janeiro e Acionistas do nada: Quem são os traficantes de drogas?

 

Dia 5 - Palestra: O Papel do homem negro na sociedade

O quinto dia de palestras aconteceu com a participação do Historiador Ramon Serra, formado na UFF, professor de História em cursos pré-vestibulares e youtuber no canal Lab Humanas, Edson Santos, ex-deputado federal e ex-ministro-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Ronald Sorriso, ex-presidente da UNE e atual secretário da Juventude do Partido dos Trabalhadores. Nesse dia, os palestrantes falaram sobre sua experiência de vida, tocaram em assuntos atuais como o racismo, o processo de racialização, entre outros.

 

 

Último dia de palestra

 

 

"As ações propostas pela semana de Africanidades foram quase que todas contempladas. O processo de reflexão proposto pelos convidados foi bem visto pelos alunos, gerando questionamentos dentro e fora da sala de aula. Sendo assim, o processo de ensino-aprendizagem, fugiu do lugar comum, sendo levado a um debate profundo sobre temas de ampla relevância social."afirma a diretora Marcia.

 

 

Parabéns ao professor Ygor Lioi e a toda  equipe pela iniciativa de sucesso

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.054) Escola Municipal Adalgisa Neri
E-mail: emaneri@rioeduca.net
Telefones: 3395-1845

 


 


   
           



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Sexta-feira, 10/08/2018

Resgatando e Valorizando o Hábito Pela Leitura

Tags: cre10, 10ªcre, fotografias, leitura.

 

Escola Municipal Professora Zélia Carolina da Silva Pinho promove atividades como Exposição de Fotografias e Leitura Lounge com o intuito de despertar nos alunos o interesse pela leitura através de propostas diferenciadas.

 

A Escola Municipal Professora Zélia Carolina da Silva Pinho está localizada a Rua Felipe Cardoso, n° 1536 – Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 20 turmas, com 657 alunos do 6° ao 9° ano. Tem como diretora, a professora Tânia Maria Gonçalves dos Santos, como diretor adjunto, o professor Eduardo do Amaral Santos e, como coordenadora pedagógica, a professora Luana Fortunato Costa.

 

A equipe gestora é formada por professores que acompanham a trajetória da Unidade. A diretora, professora Tânia Maria Gonçalves dos Santos, debuta junto a escola, que neste ano completou 15 anos, pautados no empenho em construir um espaço democrático e organizado, que valoriza o aluno como parte principal do processo ensino- aprendizagem.

 

Pelotão da Bandeira da Unidade Escolar

 

O estímulo à leitura é sempre um desafio para o professor de língua portuguesa, uma vez que o desinteresse pela prática é frequente entre adolescentes de hoje, tão imersos a uma realidade virtual que, muitas vezes, desestimula a concentração. Dessa forma, pensando em uma maneira de despertar nos aprendizes uma vivência agradável e estimulante de leitura, os professores realizaram uma atividade um pouco diferente das realizadas habitualmente no ambiente escolar. 

 

 O texto trabalhado com as minhas turmas no 1° bimestre foi o conto “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Teles. No entanto, eu gostaria de estar com a turma durante a leitura para perceber como era a postura de cada aluno. Dessa forma, não pedi para que lessem o texto em casa. A atividade deveria acontecer na escola. Como muitos alunos não têm o hábito de ler em casa, tentei encontrar alguma forma de proporcionar-lhes um ambiente que oferecesse o relaxamento e a descontração que o lar oferece. Verifiquei que havia na escola uma sala de instrumentos, onde não ocorriam aulas em meu horário com as turmas, e resolvi fazer a atividade por lá. Como havia poucas mesas e cadeiras, os alunos poderiam ficar como quisessem, inclusive deitados. O resultado superou as expectativas, pois os alunos ficaram 40 minutos em silêncio lendo o texto e ainda finalizaram a leitura bastante exaltados com um dos personagens.  afirma a professora Lygia Figueira

 

 

Alunos da 1801 em atividade de leitura

 

Como o resultado da atividade foi muito proveitoso, a direção da escola resolveu investir na sala, transformando-a em um espaço preparado para receber bem os alunos. Sendo assim, com as próximas turmas, o ambiente estava mais bonito, com paletes, colchonetes e flores.

 

A proposta da atividade foi oferecer aos alunos a leitura de um bom texto de maneira relaxada e concentrada. Alguns trabalhos surgiram em decorrência da atividade, mas se deram de maneira natural, a pedido de alunos ou devido a uma reflexão ocorrida após debate. A turma 1801, por exemplo, decidiu adaptar a história para uma peça. Selecionaram atores, diretores, pensaram no cenário e no figurino. Na turma 1902, o texto gerou reflexão sobre os temas feminicídio e independência da mulher. A professor propos que se expressassem sobre as reflexões que fizeram a partir do texto. Foram feitos desenhos, maquetes, poesias, vídeos, cartazes e músicas. Na 1901, os alunos se dividiram para um seminário sobre mulheres. Um dos grupos pesquisou e apresentou sobre a autora Lygia Fagundes Teles.

 

Diante da necessidade de se trabalhar valores, dentre os quais o cuidado e o respeito com o próximo e, ainda, no anseio de resgatar o gosto pela leitura, a professora Andréia pensou em uma proposta que pudesse englobar as prioridades mencionadas. Contudo, havia a necessidade de encontrar uma proposta que possibilitasse uma leitura única para toda turma 1606, tendo em vista a inviabilidade de se dar conta de várias leituras ao mesmo tempo e que essa fosse realizada no ambiente, pois somente assim se teria a certeza de que todos de fato iriam ler o livro. Em consulta a sala de Leitura, ela encontrou o livro “O Pequeno Príncipe” com 11 exemplares. Como a direção havia criado o espaço Leitura Lounge, o projeto pode ser realizado de maneira que os alunos pudessem ter um espaço diferenciado para realizar a leitura.

 

 Alunos sem nenhuma concentração em sala de aula se silenciaram diante da encantadora leitura do livro “O Pequeno Príncipe” e a todo instante demonstravam curiosidade em saber sobre o final da história. Em determinados momentos, fazia intervenções com a preocupação de que todos estivessem no mesmo momento da leitura ou próximos e, ainda, buscando neles o entendimento sobre a importância de uma simples florzinha para o Pequeno Príncipe e o que ele foi capaz de fazer para cuidar dela. Desta forma, trabalhamos valores no sentido de como cuidar um do outro, do que devemos fazer para cativar as pessoas, que todos são importantes independente de quem seja. Foi um momento mágico, finalizado com um lindo musical cantado por toda turma.  afirma a professora Andréia Souza

 

 

Alunos da 1606 no espaço Leitura Lounge

 

 

Outra projeto de grande sucesso na Unidade Escolar foi a exposição de fotografias organizada pela professora de Artes, Fernanda Miguel. As fotografias foram produzidas pelos alunos do 9º ano após estudo resumido e adaptado a faixa etária da história da fotografia.

 

As fotografias feitas com aparelhos celulares e filtros artesanais, que vão de papéis coloridos, cd, descartáveis, espirais de cadernos e diversos outros materiais.

 

 

 Um processo que começa no escuro de uma caixa, onde a luz se transforma poeticamente em imagem. A câmara escura é nosso primeiro objeto de transformação do olhar, treinando a observação da paisagem, enquadramento, luz e sombra, plantando a semente da fotografia na alma de nossos alunos. A intenção maior do trabalho não estava apenas nas imagens que resultaram dele, mas em desenvolver nos alunos um olhar crítico de mundo, uma observação maior, não só de pequenos detalhes e novas belezas, como de tudo que os rodeiam.  afirma a professora Fernanda Miguel.

 

 

Fotografia de aluna do 9° ano

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.062) E. M. Professora Zélia Carolina da Silva Pinho.
E-mail: emzpinho@rioeduca.net

 

 


 


   
           



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