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Quinta-feira, 14/11/2013

Ler e Escrever: uma Janela para o Mundo...

Tags: família, protagonismoinfantil.


Alfabetizar significa ensinar a escrita e a leitura para quem já fala a língua materna – em nosso caso, o Português. Mas, para se apropriar desse aprendizado, a criança percorre um longo caminho, que não se limita ao que ela vê na escola.

 

Para aprender a ler e a escrever, a criança precisa dominar a linguagem oral. O primeiro contato com a língua materna se dá no ambiente familiar. É ali que a criança começa a falar com base no contato e nas trocas com os pais, irmãos e outros adultos e nas oportunidades que tem de participar de diversas conversas com outras pessoas.

 

 

 


Enquanto convive com esses falantes, ela vai se apropriando das características da linguagem oral, vai percebendo padrões de fala adequados a diferentes situações e procurando utilizá-los.

 

Quando os pais conversam com ela, a criança vai incorporando fragmentos do que ouve. Assim, muitas vezes surpreende os adultos com seus diálogos, maneiras de se expressar e frases de efeito.

 

Para facilitar o seu aprendizado, é importante que, desde cedo, a criança seja exposta a diversas linguagens – falada, escrita e outras manifestações, como arte e música – e observe como os adultos as utilizam.

 

O contato com os números e com as várias formas de escrita são intensificados em casa e na escola, onde esses conhecimentos são sistematizados.

 

 

 

Da mesma forma que a criança desenvolve sua capacidade de falar e domina a linguagem oral, a partir da conversa com pessoas mais experientes e das oportunidades que tem para participar de diálogos, ela vai construindo outros conhecimentos pelas experiências ou vivências que encontra no dia a dia.

 

No processo de alfabetização atual, apoiado pelo conceito de Letramento, a criança é entendida como um sujeito capaz de desenvolver a leitura e a escrita, do mesmo modo que aprendeu a falar. Ou seja, com base no que já sabe, ela vai incorporar mais essas habilidades.

 

Aprender a ler e a escrever, portanto, faz parte de um longo processo, que varia bastante de uma criança para outra. A construção desses conhecimentos vai depender da importância que a escrita tem no meio em que a criança vive e de sua participação em atividades de leitura e escrita.

 

A Família pode Ajudar...

 


Da mesma forma que a criança aprende a falar falando e desenhar desenhando, aprende a ler e a escrever lendo e escrevendo; e a partir dos contatos que tem com a linguagem. Por isso, os pais podem facilitar esse aprendizado proporcionando atividades relacionadas à escrita.


Crianças que vivem num ambiente em  que a linguagem escrita é valorizada e utilizada no dia a dia têm melhores chances de estabelecer um bom contato com a leitura e a escrita. Os pais podem desenvolver atividades que ajudem as crianças a refletir sobre as funções e possibilidades da escrita para a vida.

 

 

 


Pais, irmãos e adultos que leem jornais, revistas e livros na presença das crianças menores estimulam os pequenos a se interessar pela leitura.

 

Ao verem os familiares escrevendo cartas, e-mails, fazendo listas de compras, anotando seus compromissos numa agenda, etc., as crianças vão percebendo a utilidade dessa forma de comunicação para a vida social.

 

Os pais devem continuar auxiliando os filhos, mesmo depois que eles entram na escola. Pais e professores têm que trabalhar juntos, sem divergir, para que a aprendizagem das crianças seja bem-sucedida.

 

 

A leitura e a escrita são a janela para o mundo...


“Aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada, aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade.”

Paulo Freire

 

Maria Delfina é Professora da Rede Municipal

e responsável pelo Blog Família do Portal Rioeduca.

E-mail: mariadrodrigues@rioeduca.net

Twitter: @mariadelfina11



 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 07/11/2013

Dobrando e Criando com Origami

Tags: família, protagonismoinfantil.

O Origami é um grande e agradável passatempo. Além de proporcionar momentos de grande prazer, auxilia no desenvolvimento global das crianças, pois desenvolve a criatividade, coordenação motora e habilidades matemáticas.

 

A arte de dobrar papel é uma tradição japonesa: origami, que em japonês significa dobrar (ori) e papel (kami). De origem muito antiga, provavelmente da época em que o papel foi introduzido no Japão, no século 6, em contato com a China através da Coreia.

 

 

Contam que no começo fazer origami era muito caro. Por isso só quando começaram a fabricar o papel no Japão é que o origami foi difundido. Naquela época, as mães das regiões mais frias quase não saiam de casa e distraiam as crianças brincando de fazer figuras de animais com papel.

 

O origami passou a ser difundido de geração para geração durante séculos. Os japoneses acreditam que a importância desta atividade está no fato de poder transformar um simples pedaço de papel nas mais variadas coisas. Desde animais até objetos, que podem ser utilizados como brinquedos, estimular a imaginação e a criatividade, além de ser um ótimo exercício para a tonicidade muscular dos dedos.

 

 

Os mais tradicionais acreditam que a tsuru - em japonês significa "cegonha" e representa prosperidade e saúde - poderia curar um amigo. Por isso, no Japão quando alguém querido adoece os amigos se reunem para confeccionar o senbazuru: mil cegonhas.

 

Veja abaixo um vídeo de como fazer um tsuru:

 

 

A arte é um grande e agradável passatempo. O origami, além de proporcionar momentos de grande prazer, pode também auxiliar na educação das crianças.

 

Os benefícios de se praticar e aprender o origami vão além do fato da criança estudar profundamente as formas geométricas e ver quantas possibilidades de símbolos podem ser formados em cada pedaço específico de papel, aprendendo as noções básicas de medidas.

 

 

Quem aprende origami consegue desenvolver as habilidades motoras das duas mãos, já que são necessárias o uso conjunto delas para se confeccionar alguns símbolos; desenvolve as habilidades intelectuais e a criatividade usando todos os hemisférios do cérebro; desenvolve a memória, paciência e a atenção, já que as regras precisam ser seguidas a risca.

 

Além de todos esses benefícios, desenvolve em quem pratica o orgulho próprio e o sentimento do sucesso em ter conseguido a proeza de formar um símbolo sozinho. Isso faz com que a criança queira se aperfeiçoar constantemente.

 

 

Ao participarem das atividades com as crianças, os pais devem deixar de lado a preocupação de fazer em seu lugar dobraduras ou exigir dobras perfeitas, folhas limpas e não amassadas. Com o tempo, as crianças vão se aperfeiçoando e as dobraduras vão se tornando mais perfeitas.

 

 

Segue como dica dois sites com alguns modelos e passos:

 

http://en.origami-club.com/animal/index.html

 

http://superorigami.com/passoapasso.html

 

Que tal aproveitar as dicas e confeccionar junto com seu filho lindas figuras de origami?

O tanoshi kudasai!

(Boa Diversão!)
 

 

Maria Delfina é Professora da Rede Municipal

e responsável pelo Blog Família do Portal Rioeduca.

E-mail: mariadrodrigues@rioeduca.net

Twitter: @mariadelfina11

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 24/10/2013

Pratinhos Charmosos

Tags: família, saúde.

Convencer algumas crianças a se alimentar pode ser um desafio e tanto. Para que um prato se torne atrativo à criança, o segredo pode estar em caprichar na decoração, usando um pouco de criatividade e investindo em pratos coloridos e lúdicos.

 

A alimentação das crianças nunca é uma tarefa fácil para os pais. Seja por conta das dúvidas de quando oferecer determinado alimento ou mesmo pelo desafio de criar hábitos saudáveis desde cedo.

 

 


Para que os legumes e vegetais não sejam deixados de lado, muitas mães precisam insistir com os filhos e as refeições podem virar um verdadeiro desafio.

 

O consumo de alimentos ricos em gorduras e açúcares, o baixo consumo de frutas, legumes e verduras e o sedentarismo são os principais fatores que contribuem para a formação de crianças obesas e de outras doenças. Ficar atento é indispensável.

 

A melhor maneira de garantir que o seu filho se torne um adulto saudável é fazer com que bons alimentos sejam apreciados desde cedo, já que a criança toma gosto do que conhece.

 

Ao introduzir os alimentos, são necessárias algumas regras:

 

- Disciplina e hora certa de comer;


- Evitar produtos industrializados;

 

- Não substituir, ou pular refeições;

 

- Fazer entre cinco e seis refeições diárias, de três em três horas - essa é a melhor forma de não ter fome exagerada.

 

A comida mais saudável é sempre aquela feita em casa, em que há uma atenção maior à quantidade de sal e gordura. Além disso, a mãe que prepara o alimento tem uma dose de amor, escolhe os melhores ingredientes e isso tem um sabor especial para as crianças. Elas vão se lembrar dessa experiência por toda a vida.

 

Não se esqueça de colocar ingredientes saudáveis! O propósito de fazer pratinhos charmosos e divertidos é também o de propiciar uma alimentação saudável.

 


Fazer com que a criança participe do preparo da comida em casa, sair com ela para comprar os ingredientes faz com que fique mais interessada e empolgada.

 

Para que um prato se torne atrativo para uma criança, a proposta é caprichar na decoração. A comida pode ser a mesma que será servida para o resto da família, não precisa ser especial, basta arrumá-la de um jeito especial no prato.


Vamos ver alguma dicas de comidas divertidas:
 

- Para o café da manhã ou lanche:

 

A apresentação dos pratos deve levar em consideração cores e variedade de ingredientes.

 

- Para Almoço ou Jantar:

 

 

A hora da refeição pode ser muito divertida, basta apenas um pouco de criatividade e paciência. Bom Apetite e divirtam-se!

 

Maria Delfina é Professora da Rede Municipal

e responsável pelo Blog Família do Portal Rioeduca.

E-mail: mariadrodrigues@rioeduca.net

Twitter: @mariadelfina11


 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 17/10/2013

Brincar é Coisa Séria!

Tags: família, protagonismoinfantil.

Brincar é a atividade mais importante da vida de uma criança. As brincadeiras servem para aprender, para descobrir o mundo, para crescer. Elas desenvolvem a coordenação motora, a criatividade e a percepção.

 

Para a criança, qualquer hora é hora de brincar. É brincando que ela aprende, pouco a pouco, como é o mundo – o que é seco, o que é molhado; como são as formas, as texturas, as cores...

 

Alunas da Creche Municipal Amalia Fernandez Conde.

 

Se para os adultos os brinquedos não passam de objetos que proporcionam distração e entretenimento, para a criança eles são muito mais. Representam uma via de comunicação importante e contribuem para desenvolvimento da força e da resistência física, da coordenação motora e da percepção.

 

Além disso, as brincadeiras ajudam a extravasar tensões e a desenvolver a inteligência.
Algumas crianças destroem ou esmurram seus brinquedos. É uma forma de exteriorizar a agressividade. Outras, curiosas, desmontam tudo. Querem saber como são os objetos por dentro. Isso demonstra que a criança está estimulada, querendo sempre mais. Não se trata de destruir, se trata de investigar.

 

 


As crianças não têm necessidade de brinquedos específicos. Uma panela ou uma bacia pode virar um chapéu engraçado; uma lata ou uma caixinha de papelão e seu barbante viram facilmente um carrinho de puxar. Criatividade não falta!

 

Os brinquedos feitos com sucata também agradam a garotada. Carrinhos de papelão ou feitos com garrafas plásticas, como as de refrigerante, ou bonequinhos e bolas de meia, todos despertam o interesse das crianças pequenas, dão noções de ecologia e ainda ensinam que é possível brincar com muito pouco.

 

 


Essa transformação de objeto em brinquedo acrescenta encanto à brincadeira e estimula a criatividade da criança. Ela descobre o prazer de utilizar a imaginação numa atividade inventiva e compensadora.

 

Para criança, brincar é coisa séria, constituindo um incentivo para seu desenvolvimento. É por meio dela que consegue comunicar suas emoções e seus conflitos.

 

O vídeo abaixo, "Amigo do Sol, amigo da Lua", de Benito Di Paula, mostra o quanto  brincar é uma atividade importante para as crianças:

 

 


É importante incentivar e compartilhar as brincadeiras com os filhos. Eles têm grande prazer em brincar com seus pais. Nessa diversão, o relacionamento é enriquecido, permitindo que pais e filhos se conheçam melhor e estabeleçam uma cumplicidade essencial para o desenvolvimento infantil.

 

Então, o que está esperando? Vamos proporcionar às crianças momentos prazerosos de plena brincadeira!

 

 

Maria Delfina é Professora da Rede Municipal

e responsável pelo Blog Família do Portal Rioeduca.

E-mail: mariadrodrigues@rioeduca.net

Twitter: @mariadelfina11

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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