A A A C
email
Retornando 7 resultados para a tag 'internet'

Quinta-feira, 03/09/2015

Segurança de Informação, Segurança na Internet e Outros Assuntos

Tags: 3ªcre, internet, marco civil.

 

 

 

 

    A professora Larissa Guimarães, em parceria com a Assessoria de Informática e Tecnologia da 3ª CRE, realizou uma reunião para representantes das escolas da 3ª CRE a fim de disseminar as importantes dicas e informações recebidas na oficina “Segurança, ética e cidadania na Internet: educando para boas escolhas on-line”, ministrada pelo Ministério Público Federal e SAFERNET

 

 

A Informática foi a área que mais evoluiu nos últimos anos, principalmente com o desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis. A facilidade de utilização desses aplicativos e a enorme quantidade de aparelhos gerou uma dependência de grande parte das pessoas.

Esses dispositivos informáticos são, via de regra, conectados à internet para armazenar dados e, muitas vezes, informações pessoais (contas e senhas bancárias, fotos, vídeos, arquivos de áudio, correspondências em geral etc.). A falta de cuidado com esses equipamentos fez aumentar o número de violações criminosas.

Para isso, além dos dispositivos de proteção que vêm sendo desenvolvidos para combater tais crimes, além das legislações específicas, é necessária a conscientização de um número cada vez maior de usuários para coibir a prática de tais violações.

Vamos conhecer três dos principais mecanismos de proteção:

  • VIOLAÇÃO DE DISPOSITIVOS INFORMÁTICOS - Lei Carolina Dieckman
  • MARCO CIVIL DA INTERNET
  • ATA NOTORIAL 
     

 

VIOLAÇÃO DE DISPOSITIVOS INFORMÁTICOS

A Lei 12.737, de 30 de novembro de 2012, publicada no DOU de 3 de dezembro do mesmo ano, tipificou um novo crime denominado Invasão de Dispositivo Informático, previsto no art. 154-A, do Código Penal que institui penas para quem cometer esses atos de invasão sejam eles em equipamentos conectados ou não à internet com intenção de destruir dados ou informações, ou instalar vulnerabilidades.

 


 

MARCO CIVIL DA INTERNET

É a “constituição” que rege o uso da web no Brasil, definindo direitos e deveres de usuários e provedores.

1. Neutralidade na rede - A internet deve ser igual para todos, sem diferença quanto ao tipo de uso.

2. Responsabilização pelo conteúdo - A empresa que fornece conexão nunca poderá ser responsabilizada pelo conteúdo postado por seus clientes. Quem oferece serviços como redes sociais corre o risco de ser culpado, caso não tire o material do ar depois de recebido aviso judicial.

3. Guarda de informações - Os registros de acesso a aplicações têm um prazo menor: seis meses.

4. Privacidade na web - O marco prevê a inviolabilidade e sigilo de suas comunicações. O texto determina, ainda, que as empresas desenvolvam mecanismos para garantir, por exemplo, que os e-mails só serão lidos pelos emissores e pelos destinatários da mensagem.
 

 

ATA NOTARIAL

Um post, um comentário, uma curtida. Parece simples, mas quando envolve ofensas de caráter moral, profissional e pessoal são considerados crimes.

Como agir, então, em casos nos quais em que se busca formalizar queixa quando se trata de conteúdos de sites, redes sociais ou até mesmo do WhatsApp?

A solução para esses problemas de produção de provas na seara cível é a chamada ata notarial. 

 

 

1. Preserve todas as provas

Imprima e salve o conteúdo das páginas ou "o diálogo" do(s) suspeito(s) em salas de bate-papo, mensagens de correio eletrônico (e-mail) ofensivas. É necessário guardar, também, os cabeçalhos das mensagens, preservando-as em algum tipo de mídia protegida contra alteração, como um CD-R ou DVD-R.

Todas essas provas ajudam como fonte de informação para a investigação da polícia.

No entanto, essas provas não valem em juízo, pois carece de fé pública. Uma alternativa é ir a um cartório e fazer uma declaração de fé pública de que o crime em questão existiu, ou lavrar uma ata notarial do conteúdo ilegal/ofensivo.

Esses procedimentos são necessários porque, como a Internet é dinâmica, as informações podem ser tiradas do ar ou removidas para outro endereço a qualquer momento.

 

2. Procure a Delegacia de Polícia

De posse das provas, procure a Delegacia de Polícia Civil mais próxima do local de residência da vítima e registre a ocorrência. Você também pode ir a uma Delegacia Especializada em crimes cibernéticos.

Polícia Civil - Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)

 

3. Solicite a remoção do conteúdo ilegal e/ou ofensivo

Para fazer essa solicitação, envie uma carta registrada para o prestador do serviço de conteúdo na Internet.
 

 

Para maiores informações, consulte os sites abaixo:

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



Yammer Share

Quinta-feira, 16/05/2013

O Trabalho das Escolas no Mundo Virtual

Tags: 11ªcre, internet, divulgação, conhecimento.



A disponibilidade e fácil uso da tecnologia possibilitou o acesso de todos às informações. As redes sociais podem unir alunos, professores e escolas fora do ambiente escolar.

 


Hoje em dia, o mundo, incluindo nossos alunos, está sempre online, o que pode manter as pessoas em contato o tempo todo. Para aproveitar essa conjuntura, as escolas criaram blogs e grupos no Facebook, onde divulgam calendários, atividades, trabalhos que podem ser feitos com o auxílio da internet e informações que podem ajudar os alunos a estudar e, também, a ter uma maior cultura geral. É o caso de escolas como a E. M. Belmiro Medeiros e a E. M. Rodrigo Otávio (ambas da 11ª CRE). As duas escolas mantêm blogs muito interessantes.

 


A E. M. Belmiro Medeiros mantém um blog sobre sua Sala de Leitura (http://saladeleiturabelmiromedeiros.blogspot.com.br/), onde dá dicas de livros, explica termos literários, fala sobre projetos da escola e há um espaço para os professores da escola falarem para os alunos.

 


Página inicial do blog “Sala de Leitura”

 

No blog, há uma postagem muito interessante sobre a verdade dos contos de fada, onde conta as versões originais das nossas histórias preferidas.

 

 

A E. M. Rodrigo Otávio mantém um blog sobre a escola de modo geral (http://emrodrigootavio.blogspot.com.br/). Nesse blog está retratado o dia a dia da escola, mostrando para todos o que acontece com cada turma:  Os projetos dos professores, os eventos da escola, projetos futuros, como o Café Literário (evento sobre poesia), que escolherá os 5 poemas que serão enviados para participar do projeto Poesia na Escola, da SME.

 



Quem ainda não conhece o trabalho virtual dessas escolas, precisa conhecer. Trata-se de  um conteúdo extremamente interessante e inspirador para aplicar alguma das ideias em sua escola ou comunidade.

 

 

Renata Araujo de Souza,  lotada na E. M. Rodrigo Otávio,  é candidata à representante Rioeduca. Ela é da 11ª CRE.

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share


Sexta-feira, 24/04/2015

Na minha sala não pega internet, e agora?

Tags: saladeaula, internet.

 

 

Um dos dilemas enfrentados por professores que utilizam ou planejam utilizar novas tecnologias em sala de aula é a falta ou a baixa velocidade da conexão à internet. Aliás, esse é um problema que o país precisa enfrentar ferrenhamente. Segundo Relatório da Akamai, empresa de soluções para internet, o Brasil ocupa a 89ª posição do ranking de internet mais rápida do quarto trimestre de 2014, perdendo seis posições em relação a 2013 – apesar do aumento de 11% na velocidade. No continente americano, estamos em 10º lugar, atrás de países como Colômbia, Equador, Uruguai e Argentina.


É claro que o cenário ideal é uma internet com boa velocidade de conexão e chegando a todos os cantos do Brasil. Contudo, pensando nesse desafio, que é de todas as secretarias municipais de educação do país, a Educopédia disponibiliza algumas alternativas.


Especificamente para os 5º e 9º anos, todas as aulas de Língua Portuguesa e de Matemática estão disponíveis para download em Flash Player. Isso significa que, uma vez salvas na máquina ou em um pen drive, o professor poderá utilizá-las em sala como se estivesse conectado, com os mesmos vídeos, links e animações. É o que chamamos de conteúdo off-line. Além dessas aulas, os livros, minigames, vídeos e as aulas do Pé de Vento do 1º e 2º anos compõem o núcleo off-line.

 


 


Quanto às demais aulas digitais, todas possuem uma versão em Power Point, que o professor pode facilmente baixar e até customizar. A seguir o link com um tutorial para baixar os vídeos do YouTube, que são indicados nas aulas: http://migre.me/pvM5l

 


 


A Educopédia é um REA (Recurso Educacional Aberto) e está licenciada sob Creative Comons (CC BY 3.0 BR), assim, é possível compartilhar e adaptar as aulas à realidade de cada turma remixando, transformando e até criando a partir do material.


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share


Sexta-feira, 25/09/2015

Segurança na Internet para os Nossos Alunos

Tags: segurança, internet, educação, alunos.

 

 

 

 

Quando falamos de segurança de crianças e jovens na internet, ficamos muito preocupados. Afinal, a internet é feita de pessoas, e pessoas que podem postar coisas boas ou ruins.

 

Vamos ver um pouco, com o Rodrigo da SafeNet, o que podemos fazer para ajudar essa garotada!

 

Rioeduca: Como a escola pode identificar indícios de que um de seus alunos ou de suas alunas está se relacionando com pedófilos pela internet? O que fazer em caso de suspeita?

Rodrigo: Antes mesmo de identificar sinais específicos, é fundamental que as escolas possam tratar amplamente do tema segurança na internet, não apenas em relação à violência sexual, mas como uma questão de cidadania mais geral. A internet, como rede de redes, reflete, em boa medida, questões sociais mais gerais, sendo palco para as mais variadas experiências humanas. Assim como há incontáveis oportunidades de relacionamento, de lazer, de estudo, de trabalho e participação na vida democrática, na rede, também há situações de violência e conteúdos impróprios para crianças e adolescentes. Uma forma de compreender essa complexidade é tratar a rede como uma grande praça pública na qual crianças e adolescentes precisam de acompanhamento e mediação para frequentar com segurança e liberdade. É importante manter diálogo constante com as crianças até 10 anos, e ensinar que não podem compartilhar detalhes sobre sua vida (endereço, telefone, detalhes de onde frequenta), nem compartilhar on-line fotos e vídeos com pessoas que não conhece sem autorização do pais. Os pais precisam ensinar que, na rede, assim como na rua, há pessoas mal intencionadas e que podem cometer violências. Assim como precisamos evitar presentes, carona e conversas particulares com estranhos na rua, na rede, também, as crianças precisam saber evitar contatos impróprios, e sempre contar com um adulto de confiança por perto quando estiver navegando. No caso de pré-adolescentes e adolescentes, a situação é mais complexa pois eles precisam (e é saudável) ter mais espaços privados e relações privadas, no entanto, os pais não podem deixar de dialogar sobre os cuidados necessários com todo e qualquer conteúdo íntimo a ser compartilhado na rede. Os criminosos podem fingir uma grande amizade on-line até conquistar a confiança da vítima, e solicitar material íntimo com fins de exploração, ameaça e chantagem.

Uma vez identificada uma situação suspeita, a escola precisa, antes de tudo, acolher o/a aluno(a) sem julgamento e mostrar apoio para enfrentar a situação.

É importante que a vítima tenha registro de todas as mensagens, ligações e/ou postagens ameaçadoras ou violentas que recebeu.

A escola precisa comunicar as autoridades para denunciar os casos, seja através do Conselho Tutelar, do Disque 100, do Ministério Público ou da delegacia de polícia, contando sempre com os responsáveis legais das vítimas, salvo se estes forem os agressores.

No caso de dúvidas, a SafeNet pode orientar a escola.

Rioeduca: As escolas estão preparadas para debater sobre assuntos como ciberbullying, sexting e pedofilia pela internet?

Rodrigo: Estes temas são novas manifestações de velhas questões relacionadas à intolerância e discriminação (cyberbullying) e ao desenvolvimento biopsicossocial da sexualidade na infância e adolescência. A internet tem, sim, dado escala e visibilidade às questões, mas acreditamos que, antes de tudo, o desafio é de educar para cidadania, para o respeito à diversidade e para o desfrute responsável das liberdades conquistadas. O desafio é de incluir também a internet e novas tecnologias nos debates sobre socialização e educação em direitos humanos desde os primeiros ciclos do ensino formal, em complemento com esta educação difusa que precisa acontecer nos mais diferentes espaços sociais, incluindo as família, meios de comunicação e demais instituições. Nos preocupa ver que, muitas vezes, essas questões de cidadania, como temas transversais, acabam ficando em segundo plano dos projetos pedagógicos com tamanha pressão de carga horária e conteúdos do currículo. Mesmo sendo fundamental uma estrutura mínima de acesso e uso das TIC nas escolas, acreditamos que estas questões de ciberbullying e sexting exigem, antes de tudo, o desenvolvimento de uma capacidade crítica, de um discernimento e de uma postura de responsabilidade que está muito além da questão técnica ou tecnológica. Com uma boa base de educação em direitos humanos, que inclua as relações sociais nos ambientes digitais, acreditamos que estas questões podem ser encaradas de forma muito tranquila, sem precisar de nenhuma parafernália tecnológica ou conhecimento específico de informática por parte dos educadores. Desmistificar esta noção de que os atuais alunos são "nativos digitais" é urgente para evitar que supervalorizemos algumas supostas habilidades que não são "automáticas" e que exigem justamente um diálogo geracional. Aprender a usar os aparelhos e serviços as novas gerações aprendem até sozinhas, mas a capacidade crítica e a responsabilidade para fazer um uso ético e seguro, isso exige processos educacionais e intergeracionais.

 

Rioeduca: Em tempos de redes sociais, Whatsapp, Snapchat e intensa exposição, como a escola pode abordar o tema sobre segurança na internet com seus alunos?

Rodrigo: Uma alternativa mais imediata é trazer este tema para a sala. Mesmo que não seja usando estes aplicativos e redes, é importante debater o uso que os alunos/as estão fazendo destes ambientes. Mais importante até do que simplesmente usar estas ferramentas nas ações pedagógicas, consideramos urgente refletir sobre o uso destas ferramentas na vida em geral. Um olhar crítico e uma pequena pausa de reflexão não apenas sobre o uso que fazemos destas tecnologias, mas também sobre o que estas tecnologias tem feito com nossas vidas. O que muda, o que mais incomoda, o que mais fascina? Quais situações desconfortáveis podem acontecer? Quais regras e critérios temos para usar isso tudo? E as leis valem nestes espaços? Como posso pedir ajuda se for vítima de uma violência na rede? E se for violento com alguém, o que pode acontecer comigo? 

Questões como esta podem disparar ótimos debates em sala e gerar muitos conteúdos. Mais do que listar o que pode ou não pode ser feito, a abordagem que usamos na SaferNet é estimular que os educadores ouçam os próprios alunos, provoquem neles momentos de reflexão e auto-avaliação sobre suas pró?ias experiências de uso. Isso pode ser feito com enquetes e pesquisas na própria escola (aproveitando os conteúdos de uma aula de matemática, por exemplo), através de um desafio como o detox digital (um dia sem celular nem internet) para ser descrito em uma redação ou texto formato reportagem (aproveitando avaliações e exercícios de linguagens), em projetos interdisciplinares que contemplem questões de cidadania em geral ou ainda estimulando a participação em campanhas como a do #InternetSemVacilo que apoiamos com o Unicef Brasil e trata dos temas de forma leve, engraçada com vídeos e memes na prória rede (Internet sem Vacilo). Nossa proposta é que o próprio tema segurança seja trabalhado de forma crítica, para que possamos perceber a necessidade de limites como etapas do desenvolvimento que vislumbra mais liberdades. Crianças e adolescentes precisam dos limites para poderem desfrutar gradativamente das liberdades de forma responsável e segura, mas tendo sempre a liberdade como alvo e não apenas a segurança. Segurança a qualquer preço, dentro ou fora das redes, não é uma alternativa saudável e tampouco pedagógica quando pensamos num projeto de sociedade mais justa e que efetivamente respeite os direitos humanos.  

 

 

 

Rioeduca: Quais são os bons resultados que o Marco Civil da Internet, em especial o artigo 26, podem nos trazer?

Rodrigo: Além ser um ótimo exemplo de participação direta dos cidadãos na elaboração e debate de projetos de lei a partir da Internet, o MC permitiu chegar a um consenso possível em temas tão complexos e críticos. O fato de os direitos humanos serem os pilares fundamentais desta lei, com destaque para a liberdade de expressão, já é uma grande conquista. Especialmente quando vemos que outros países, inclusive democracias bem mais antigas que a nossa, optaram por abordagens muito mais conservadoras e até violadoras de direitos fundamentais. O fato de tratar diretamente da educação para uso seguro, responsável e consciente da Internet como ferramenta para o exercício da cidadania é uma grande conquista que pode ajudar aos gestores públicos da educação a criarem e defenderem ações e programas concretos sobre este tema em seus Projetos Pedagógicos. Sabemos que há sempre um abismo entre o que está previsto nas leis e o que efetivamente as instituições conseguem implementar, mas neste sentido a SaferNet Brasil tem buscado contribuir oferecendo recursos educacionais abertos e formações às secretarias de educação para que o tema possa ser integrado às práticas já existentes e ações cotidianas, conteúdos que são flexíveis para serem adaptados de acordo com os limites de cada escola e de cada educador/a.

 

Rioeduca: Quais as ações que a Safernet desenvolve para a prevenção de crimes na internet em especial na educação formal das redes públicas?

Rodrigo: Como dito, a SaferNet realiza formação de multipicadores, em especial dos grupos relacionados à tecnologia educacional e também coordenadores pedagógicos que possam replicar e implementar as ações em suas redes. Os materiais produzidos pela equipe da SafeNet ficam disponíveis gratuitamente no nosso portal. 

Além disso, a SaferNet disponibiliza um canal online gratuito para orientar tanto os/as alunos(as) quanto os educadores que tenham dúvidas ou foram vítimas de algum violência deste tipo online. O canal funciona por Chat e email no Canal de Ajuda.

Outro serviço disponibilizado pela SaferNet é o Canal de Denúncias através do qual qualquer internauta pode sinalizar de forma totalmente anônima e em 3 cliques uma página suspeita de racismo, homofobia, intolerância religiosa, pornografia infantil ou outras violações aos direitos humanos.

Por fim, temos um conjunto de ações de educação e conscientização, com o objetivo de promover um uso seguro com liberdades, estimulando que as pessoas pensem no auto-cuidado e no respeito aos outros, fazendo boas escolhas online. Neste ano estamos realizando um ciclo de formação de educadores em 10 capitais do país com o Ministério Público Federal, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, e apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A proposta é contemplar todas as capitais do país até o fim do próximo ano, estimulando novas ações locais inspiradas pelas oficinas e amparadas pelo Art. 26 do MC. Ficamos muito contentes com a ampla participação e motivação dos educadores do Rio de janeiro nesta atividade e continuamos à disposição para apoiar as ações que se desdobrarem. 

Os educadores interessados em receber material impresso para atividades de multiplicação em suas escolas podem solicitar através do formulários:Materiais

 

 


Rodrigo Nejm - Psicólogo, diretor de educação e atendimento da SafeNet Brasil, coordena as ações de educação em Direitos Humanos na Internet que englobam pesquisas, campanhas, materiais pedagógicos e formações de multiplicadores (educadores, jovens, pais e autoridades). Coordenada o Safer Internet Day no Brasil desde sua primeira edição nacional em 2009. Mestre em gestão e desenvolvimento social e doutorando em psicologia social na Universidade Federal da Bahia - UFBA, pesquisando interações sociais e privacidade de adolescentes nos ambientes digitais, com estágio doutoral na Universidade de Paris V. Pesquisador do Grupo de pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociabilidade - GITS/UFBA e membro do Grupo de especialistas das pesquisas TIC Kids Online e TIC Educação do CETIC.br desde 2010.  

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share