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Quarta-feira, 08/08/2018

Uma Escola Cheia de Poesia

Tags: 8ªcre, sala de leitura, literatura, poesia.

 

O projeto Poesia na Pires foi uma oportunidade para revelar talentos na E.M. Engenheiro Pires do Rio!

Preparando-se para o concurso Poesia na Escola, o projeto foi um grande sucesso de beleza e criatividade.

 

 

Alunos da E.M. Eng. Pires do Rio, finalistas no concurso Poesia na Pires 

 

 

“A poesia sensibiliza qualquer ser humano. É a fala da alma, do sentimento. E precisa ser cultivada.”

                                                                                                                            Afonso Romano de Sant’Ana

 

 

A Escola Municipal Engenheiro Pires do Rio desenvolveu um projeto com o objetivo de despertar em seus alunos o gosto pela poesia e pela escrita de textos poéticos.

O Concurso Poesia na Escola foi um dos caminhos para a realização desse projeto, que além da beleza literária, contribui para a diversificação pedagógica e engajamento da comunidade escolar.

A professora da Sala de Leitura em parceria com as professoras regentes das turmas do 4º e 5º anos fizeram oficinas para aproximar os alunos do gênero literário e propor atividades de escrita de versos.

 

 

Bancada de jurados analisando as poesias no concurso Poesia na Pires

 

 

O resultado da oficina de poesia foi tão surpreendente que a escola decidiu realizar um evento mais amplo para selecionar os textos que seriam encaminhados para o Concurso Poesia na Escola.

No dia 08 de junho, a escola preparou o evento que contou com a presença da professora e também poetiza Selma Barbosa Faleiro, que já foi diretora da E.M. Pires do Rio.

A professora Selma Faleiro declamou alguns poemas de sua autoria, carregando o ambiente de emoção! Os alunos também declamaram suas poesias e a reação não foi diferente, pois mostraram o quanto são talentosos e capazes de descrever suas emoções em versos e rimas.

A tarefa de selecionar as melhores poesias não foi fácil para os convidados que fizeram parte da mesa de jurados. Todas tiveram muito trabalho nessa missão, pois os alunos se empenharam e as poesias estavam realmente muito boas.

A escola contou com a parceria da Professora Sanydier Menezes da Sala de Leitura da Escola Municipal Antonio Bandeira, da Supervisora Administrativa da E/8ª CRE, Professora Adriana Miranda e da responsável Débora Figueiredo Bassut, para votarem nas melhores produções.

 

 

Partindo da esquerda:  Professora da Sala de Leitura, Regina Castanheira e professoras Cecília Barros, Rosa Brandão, Silvia Barbosa Faleiro, Mirian Kloss e Márcia Sevilha

 

Vale ressaltar que o envolvimento dos alunos com as atividades de leitura e escrita, o aumento da frequência na Sala de Leitura, a curiosidade dos alunos com os escritores poéticos e a valorização de suas produções no evento criado na escola, contribui para o melhor desempenho geral e para que o projeto Poesia na Pires fosse considerado um sucesso de emoção e aprendizagem!

 

"Nos sentimos realizadas com os frutos que colhemos, o que nos deixa um gostinho de queremos mais! Estamos estimuladas a repetir essa prática aumentando a participação dos alunos." 

                                                              Professora Regina Coeli Duarte Castanheira - Regente da Sala de Leitura

 

 

 

 

O Rioeduca parabeniza à Escola Municipal Engenheiro Pires do Rio pelo projeto Poesia na Pires!

 

 

Contatos da Escola:

Email: empiresdorio@rioeduca.net

 

Participe você também!

Entre em contato com o Rioeduca e compartilhe as ações da sua escola.

 

 


   
           



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Terça-feira, 07/08/2018

Quem sou eu? O Resgate das Minhas Memórias

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura, peja.

 

A professora Pâmmela Lôbo, regente do PEJA no CIEP Nação Rubro Negra, esteve entre os 50 finalistas do Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita.

 

 

O portal Rioeduca conversou com a professora Pâmmela Lôbo, que contou sobre seu trabalho no PEJA do CIEP Nação Rubro Negra e como se sente sendo finalista do Prêmio Educador Nota 10.


A educação de jovens e adultos tem como missão o resgate da cidadania de seus estudantes, através da sistematização dos conhecimentos já construídos e da ampliação do repertório cultural e acadêmico. Por se tratar do bloco 1, do PEJA 1, a primeira etapa da modalidade, a professora Pâmmela Lôbo costuma promover atividades de acolhimento direcionadas aos alunos, a fim de desenvolver a sensação de pertencimento ao espaço escolar e minimizar os sentimentos de medo e insegurança diante do novo desafio: o início da escolarização ou o retorno aos estudos formais, depois de anos afastados da instituição escolar.


Durante a diagnose no início do ano letivo, foi constatado que a maior parte do grupo era oriunda do sertão nordestino e que deixou sua terra natal, devido ao fenômeno da seca, a fome e a pobreza, para tentar uma vida melhor no Rio de Janeiro. A professora também observou que os estudantes apresentavam muita dificuldade em falar sobre si, suas perspectivas e seus desejos, já que por muito tempo suas opiniões, ideias e sonhos foram esmagados pelas desigualdades sociais presentes em nosso país.


Ao analisar a situação, concluiu que era necessário desenvolver ações para resgatar a história de cada um. A partir de então, o projeto de trabalho foi idealizado, buscando articular o processo de alfabetização às experiências dos alunos. A proposta foi embasada na concepção que traz a oralidade, a leitura e a escrita como práticas sociais, já que o sujeito participa de diversas situações comunicativas em seu cotidiano, como produtor de textos orais e escritos.

Dessa forma, a professora pensou que o primeiro passo para desenvolver a autoria dos seus alunos  seria cada um contar sua própria história, através de seu olhar e não pelo olhar do outro. Assim, além de buscar o resgate da memória e ampliar o repertório, o projeto ajudaria o estudante a entender seu contexto social, político e cultural. Afinal, não basta resgatar as lembranças, é preciso interrogá-las para mudar a realidade que nos cerca.

 

Os objetivos do projeto foram:


• Resgatar as memórias, a fim de fortalecer a subjetividade através da valorização de sua história pessoal;


• Contar sua própria história através de seu olhar e não pelo olhar do outro, desenvolvendo assim o processo de autoria;


• Compreender e refletir sobre o contexto social, político e cultural dos fatos e situações vividas;


• Apropriar-se da língua escrita e oral como meio de expressão, interação e comunicação;


• Desenvolver a expressão oral adequada aos diferentes contextos;


• Reconhecer e compreender a diversidade nas formas de falar;


• Reconhecer que textos não verbais são formas de expressão;


• Compreender diferentes discursos orais e escritos em diversas variantes e registros da Língua Portuguesa, incluindo a norma padrão (com identificação dos objetivos comunicativos);


• Valorizar a leitura como forma de conhecimento e fruição;


• Reconhecer a leitura como produção de significados;


• Reconhecer e utilizar diferentes gêneros discursivos/textuais;


• Ler e produzir diferentes gêneros discursivos, fazendo uso das estratégias de seleção, antecipação, verificação e inferências;


• Escrever textos curtos, tendo em vista as condições de produção (finalidade, gênero e interlocutor).

 

Desenvolvimento do Projeto:


O ponto de partida do projeto foi o trabalho de leitura, análise de imagem e produção de texto coletiva a partir do livro de Literatura “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”, de Mem Fox e Julie Vivas, Editora Brinque-Book. Durante a produção do texto, a professora como escriba e mediadora do processo de aprendizagem, aproveitou o ensejo para tratar de alguns aspectos sobre a língua escrita, tais como parágrafo, pontuação, coesão, coerência e escrita adequada das palavras.


Assim, como no livro, foi feito um levantamento de objetos que poderiam despertar nossas lembranças. Cada aluno fez o seu relato oral na roda de conversa, o passo seguinte foi a elaboração de um caderno individual para registro de memórias. Ao lançar a proposta para o grupo, ficou combinado entre todos que o registro ocorreria uma vez por semana, durante o ano letivo. A intenção pedagógica do caderno foi ajudar o estudante a perder o medo do escrever, a partir de suas experiências, desenvolvendo, assim, a prática de escrita.

A análise dos registros dos alunos forneceu a professora Pâmmela subsídios para o replanejamento das ações, ao longo do ano letivo e o caderno de registros tornou-se o portfólio individual das produções escritas.

 

 

Cadernos de registros

 

A terceira etapa do projeto foi a apreciação de telas de Portinari e Ivan Cruz, que retratam as brincadeiras de crianças. É importante destacar que a biografia de ambos os artistas foi lida pela turma, antes da apresentação dos quadros. O trabalho teve como foco despertar o senso estético, aprofundar o olhar sobre os elementos visuais que compõem uma obra artística e sensibilizar o grupo a respeito da temática tratada - a infância. As telas selecionadas foram projetadas no datashow e os alunos foram convidados a falar sobre suas impressões, sentimentos e ideias que foram suscitados pelos quadros.

Em outro momento, cada estudante escolheu uma das telas exibidas para fazer uma releitura, a fim de expressar suas lembranças. Pâmmela Lôbo acredita que a releitura não é uma simples cópia de um produto artístico. O aluno se torna co-autor da tela, já que incorpora suas experiências ao produto já acabado.

 

 

Alunos fazendo a releitura da telas

 

 

Algumas releituras - Meninos soltando pipas

 

A quarta etapa foi o levantamento das brincadeiras preferidas da turma. Neste momento, notou-se que nem todos do grupo tiveram o direito de ter uma infância feliz. Este fato incomodou bastante a todos e vários questionamentos foram realizados pelos alunos. Nesse contexto, a professora organizou um debate e junto com os alunos registrou algumas hipóteses para responder as questões. Diante de tais respostas, para estimular a reflexão sobre a realidade tratada, foi exibido para o grupo o vídeo “Vida Maria”, de Marcio Ramos. A partir do vídeo, foi produzida, coletivamente, uma narrativa para contar a vida de Maria. 

Ainda tratando das indagações formuladas pela turma a respeito do direito de brincar, o próximo passo foi o debate a partir da leitura de algumas charges de jornal. Em seguida, o grupo pesquisou os direitos das crianças na internet. Também buscaram algumas respostas em notícias de jornal e no estudo da História do Brasil, procurando relacionar alguns fatos atuais com o passado.

 

 

Alunos escrevendo com o auxílio do alfabeto móvel

 

 

Atividade realizada em grupos.

 

 

A etapa seguinte do projeto foi a identificação dos Estados e regiões, onde cada aluno nasceu, no mapa do Brasil que foi projetado no datashow. As informações coletadas foram transformadas em um gráfico coletivo. Logo, foi possível trabalhar com a turma pontos pertinentes a leitura de mapas, tabelas e gráficos. Para ampliar o olhar sobre a região nordestina e não desenvolver ideias equivocadas sobre o local foram projetadas imagens de diversos mapas sobre a vegetação, clima etc e fotos que fizeram referência a cultura, vestuário, culinária, além de telas de diversos artistas que mostravam o cotidiano local, ressaltando aspectos positivos e negativos.

Em outro momento, a professora solicitou ao grupo a escolha de um dos quadros apresentados na atividade anterior para a elaboração de um texto narrativo. A tela escolhida foi “Os Retirantes”, de Portinari. A produção foi realizada em duplas para estimular a troca de conhecimentos.

Durante o processo de execução do projeto, a turma também fez alusão às lembranças a partir da culinária. Por tal motivo, o próximo passo foi registro de receitas de alguns pratos escolhidos pelo grupo. Neste momento, a docente foi escriba dos textos, visto que as receitas eram conhecidas oralmente. Isto é, o papel da professora foi sistematizar um conhecimento que era repassado através da oralidade. Logo, quando o tema foi abordado, se fez necessário tratar das nossas raízes negras, indígenas e portuguesas.


Para ampliar o repertório e trazer mais informações, a turma participou de duas aulas passeio: ao Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista e ao Museu Imperial, em Petrópolis. Foi elaborada uma notícia de jornal sobre a visita a Petrópolis para o jornal da escola. Com o objetivo de desenvolver a oralidade, os alunos foram convidados a brincar de repórter por um dia. Assim a mesma notícia que foi produzida no formato do “jornal de papel”, também foi elaborada na dinâmica do “jornal na tv”.

 

 

 

A notícia produzida coletivamente, após o passeio. As fotos foram retiradas pelos alunos.

 

Para finalizar o projeto, a partir do poema “Árvore da Vida”, de autor desconhecido, retirado da internet, foi produzido outro poema coletivo, também com o mesmo título. Inicialmente, o poema gerador da atividade foi lido individualmente e em seguida, coletivamente. Depois foi feita análise do contexto de produção e da estrutura do texto. Logo após, cada aluno escreveu uma palavra pertinente ao que foi discutido e o poema coletivo foi elaborado. Os alunos que precisaram de apoio para escrever as palavras do poema, utilizaram o alfabeto móvel.

 

 

 

Mural com o poema construído coletivamente

 

 

Cabe ressaltar que o projeto possibilitou que os eixos do processo de alfabetização (escrita, leitura, oralidade e análise linguística) fossem contemplados de forma significativa. O projeto teve como um dos objetivos colocar o aluno como protagonista de sua história e do processo ensino e aprendizagem e por isso, foi observada a redução do índice de faltas durante o período. O período de realização do projeto foi de março de 2017 a agosto de 2017.

 

• Processo de inscrição no Prêmio Educador Nota 10

 

“Resolvi me inscrever no último dia do prazo estabelecido. A maior incentivadora para que eu inscrevesse foi minha mãe. A partir de sua insistência dela, decidi sentar para fazer o relato da experiência. Com a correria do nosso cotidiano, em nenhum momento passou pela minha cabeça participar do concurso. Além disso, achamos que o que produzimos na escola para ser considerado como uma experiência exitosa requer algo grandioso. Durante o processo de elaboração do meu relato, ficou claro que a articulação da proposta com as vivências dos alunos foi o que possibilitou o sucesso do projeto.


Este exercício de registrar a minha prática foi valioso para aprimorar meu trabalho, pois foi um momento de análise e reflexão de todo o processo.” Relata a professora Pâmmela Lôbo

 

• Estar entre os finalistas:

 

“Eu fiquei muito feliz e me senti muito honrada. Tenho muito orgulho de ser professora alfabetizadora. Tenho 19 anos de carreira na Rede Municipal e alfabetizar sempre foi minha paixão. É importante dizer, que fui me constituindo professora alfabetizadora durante esse tempo através das formações que participei e das trocas de experiências com outros colegas de trabalho. Por isso, essa conquista não foi só minha, foi da Rede, de alunos e de professores, principalmente do PEJA. Mostrar as potencialidades dos docentes e estudantes do PEJA e o quanto a educação de jovens e adultos exerce um papel fundamental para uma sociedade mais justa e igualitária foi a maior vitória.


O carinho e apoio que recebi dos alunos, dos meus colegas da escola e de outros professores me deixou emocionada. Recebi muitas mensagens de incentivo. Eu só tenho a agradecer. Sou muita grata por estar onde estou, com os alunos e com meus colegas do CIEP Nação Rubro Negra.” Conta a professora Pâmmela Lôbo

 

 

Professora Pâmmela Lôbo e alunos

 

Agradecemos a professora Pâmmela Lôbo por compartilhar conosco esta experiência pedagógica de sucesso e desejamos sucesso sempre.

 

O email de contato da professora Pâmmela Lôbo é: pammelaoliveira@rioeduca.net

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 

 

 

 

 

 

 


   


   
           



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Terça-feira, 10/07/2018

Aprender a Ler de A a Z

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura.

 

Os alunos do terceiro ano da E.M. General Humberto de Souza Mello estão participando de um projeto de incentivo à leitura.

 

Em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil, a Professora Vera Nácia iniciou um projeto de incentivo à leitura com a turma 1.301 da E.M. General Humberto de Souza Mello, baseado na obra de Ademir Piedade “O Aniversário do Seu Alfabeto”.

 

 

Senhor Alfabeto

 


Tendo como objetivo principal despertar o letramento de forma lúdica,cada dia uma criança leva a mascote, Senhor Alfabeto, para passar um dia em sua casa e um livro para ser lido com a família.

Além disso, as crianças também levam um caderno para registrar como foi o seu dia em companhia do Senhor Alfabeto e desenhar ou colar fotografias de momentos vividos junto com a mascote. 

Para finalizar, antes de entregar o material para o próximo colega, a criança faz a leitura de seus registros para a classe.

 

 

Cada dia um aluno leva a mascote para casa.

 

Ao término do projeto está previsto o aniversário da mascote, por isso as crianças já fizeram uma lista de presentes, um com cada letra do alfabeto, uma lista de convidados, lista de comidas, bebidas e tudo que será necessário para montar a festa.

 

Lista de presentes do Senhor Alfabeto.

 


Para festa, a turma vai confeccionar os convites e no dia do aniversário, cada aluno deverá levar um presentinho com a letra que será sorteada. A Marianny, por exemplo, disse que levará um quadro com um desenho feito por ela. Os alunos estão muito envolvidos e empolgados, além de estarem aprendendo se divertindo!

 

 

Alunos envolvidos nas atividades do projeto.

 


Em classe, já foram feiras várias atividades de leitura, escrita e interpretação, assim como problemas envolvendo situações relacionadas ao livro.


Segundo a professora, a participação das famílias está sendo muito importante para a continuidade e o sucesso do projeto. As crianças estão tendo a responsabilidade de realizar as atividades e cuidar do material para que todos possam participar.


Agradecemos a professora Vera Nácia por compartilhar conosco este projeto de alfabetização e incentivo à leitura. Desejamos sucesso!

 

O contato da professora Vera Nácia é: veranacia@hotmail.com

 

 

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Quarta-feira, 27/06/2018

Teatro, Canções e Leituras: Festival Literário na E.M. Tasso Fragoso

Tags: 8ªcre, sala de leitura, literatura.

 

A Escola Municipal General Tasso Fragoso realiza seu Primeiro Festival Literário homenageando os grandes autores: Machado de Assis, Ana Maria Machado e Ariano Suassuna.

 

 

Incentivar a leitura e promover o diálogo entre a literatura e outras expressões artísticas, foi o objetivo da professora Eliane Mentzingen, regente da Sala de Leitura da Escola Municipal General Tasso Fragoso e a equipe pedagógica da Unidade.

O primeiro Festival Literário da escola aconteceu no dia 11 de junho: o FesLiTasso 2018, como o evento passou a ser chamado pelos alunos.

O tema do Festival Literário foi "Um passeio pela Academia com Machado, Ariano e Ana Maria!

Os alunos trabalharam esse tema desde o mês de abril. Os autores foram divididos entre os grupamentos e o ponto inicial foi a pesquisa da biografia de todos eles. Em seguida, as maiores ou mais conhecidas obras dos autores foram apresentadas, incentivando a pesquisa e a interpretação do livro escolhido.

 

 

Professora Eliane Mentzingen coordenando os alunos no jogral

 

A organização do evento foi feita da seguinte maneira:

7º ano:  Obra de Ana Maria Machado

8º ano:  Obra de Ariano Suassuna

9º ano: Obra de Machado de Assis

 

 

Alunos que apresentaram o show de variedades

 

As atividades para o evento aconteceram tanto na Sala de Leitura, como nas aulas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e nas oficinas.

A professora Isanete Rocha entrou em contato com a assessoria da autora Ana Maria Machado na Academia Brasileira de Letras e conseguiu que ela gravasse um áudio para os alunos das turmas de 7º ano. Os alunos ficaram surpresos e muito animados com o gesto da autora.

Outro momento muito especial para os alunos foi a oportunidade de estar no espaço da Escola Municipal Clementino Fraga para fazer contação de histórias aos alunos do 1º segmento. Essa foi uma etapa do projeto Contadores de Histórias.

Todo o trabalho desenvolvido resultou em apresentações de teatro, jograis, teatro de fantoches e dança, tornando o 1º FesLiTasso um evento de muitas trocas de experiências e aprendizado.

 

Alunos recitando poesias dos diferentes autores

 

Para aproximar os alunos da obra dos autores e da proposta do evento, um grupo produziu vídeos que foram apresentados durante o Festival Literário.

Com muitos sons, movimento e leituras, o 1º Festival Literário na Escola Municipal General Tasso Fragoso foi um grande sucesso!

Todo mérito pelo êxito do projeto vem da participação dos alunos em todas as etapas e da parceria entre os professores das diferentes disciplinas.

 

Partindo da esquerda:, professores: Isanete Rocha, Raquel Marinho, Telma Cristina e Luiz  Valentim

 

 

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Alunas da E.M. Tasso Fragoso dançaram o samba Machado de Assis, de Martinho da Vila

 

 

O Rioeduca parabeniza à toda a equipe da E.M. General Tasso Fragoso pela realização do seu Primeiro Festival Literário!

 

 

E.M. General Tasso Fragoso

Direção: Rosemeire do Couto

Direção Adjunta: Iris Maria

Coordenação Pedagógica: Shirley Alves

Para entrar em contato com a escola: emgfragoso@rioeduca.net

 

 

Compartilhe conosco as ações da sua escola!

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