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Segunda-feira, 29/10/2018

Oficina de Poetas da Cyro: Vozes e Identidades através da Poesia

Tags: 6.ª cre, poesia na escola.

 

Durante os meses de maio e junho, o professor de Sala de Leitura, Stefanio Tomaz da Silva, da E.M. Cyro Monteiro realizou com os alunos do 6.º ao 9.º ano a Oficina de Poetas. Atividade esta que teve como objetivo principal possibilitar o contato dos estudantes com o texto literário, em especial, o poema.


Vamos acompanhar o trabalho desenvolvido na Unidade Escolar?

 

Alunos recebendo o certificado de participação na Oficina de Poetas

 

 

A Oficina de Poetas da Cyro: Vozes e Identidades através da Poesia foi desenvolvido com grupos de alunos das turmas de 6.º ao 9.º ano. A oficina faz parte das atividades planejadas para o projeto anual da SME/GLA: Poesia na Escola, do qual a Unidade Escolar faz questão de participar. Para a realização da oficina foram utilizados vários materiais, como: livros de poemas, livros teóricos sobre poesia, vídeos, Datashow, apostila de textos para os alunos, áudio de poemas recitados extraídos do material das Olimpíadas de Língua Portuguesa.

 

A ideia da oficina foi atender mais alguns pilares primordiais que articulam a sala de leitura a toda escola. São eles: o suporte pedagógico aos docentes em sala de aula no tratamento do texto literário e também a concretização do projeto político pedagógico da escola. No nosso caso, o projeto “Identidades em Construção: Vozes da Cyro Monteiro”. Com base nesses objetivos iniciais e nas diretrizes citadas, concebemos essa oficina.” – relatou o professor Stefanio

 

Para os alunos, tinha-se em vista organizar um trabalho que os permitisse não somente o simples contato com os poemas, mas também:

 

• o aprimoramento da técnica de leitura e de composição de poemas;

• o desenvolvimento da sensibilidade estética quanto à leitura de poemas;

• a compreensão dos aspectos temáticos, estruturais e linguísticos do gênero poema;

• a percepção da expressividade do poema com sua linguagem sugestiva, aberta a múltiplas interpretações.

 

Ezimar Lisboa, funcionária readaptada 

 

 

Trabalhando com os alunos o conceito de poesia e poeta

 

 

Motivados por esses objetivos específicos, o planejamento foi feito pautado em duas bases: a seleção de materiais e a estruturação dos encontros e sua respectiva dinamização.

 


No que diz respeito aos materiais, foram aproveitados o que havia na própria sala, tanto de livros literários, quanto de livros pedagógicos. No caso do primeiro, há uma rica gama de livros da sala de leitura que podem ser aproveitadas e adaptadas a qualquer contexto. Indicamos os livros e os autores, como “Isto ou aquilo”, de Cecilia Meireles; “Arca de Noé”, de Vinicius de Moraes; “Receitas de olhar”, de Roseane Murray, distribuído pelo FNDE; e o próprio “Poesia na escola”, material publicado pela SME com os poemas dos alunos e dos profissionais.” – explica o professor de Sala de Leitura

 

 

Dos pedagógicos, há na sala os livros “Poetas da Escola”, material distribuído pela Olímpiadas de Língua Portuguesa. Além disso, há também “A poesia vai à escola”, livro distribuído pelo MEC/FNDE – PNBE professor 2013. Ambos os livros apresentam e sugerem como trabalhar a teoria e a prática que envolvem o gênero poema. Nos dois livros, são sugeridos textos a serem lidos e até atividades que suscitam a produção do poema ou um aspecto importante da estrutura, da composição e do sentido.” – complementou o professor

 

Este trabalho foi realizado em três encontros na Sala de Leitura. Ao longo deles, os alunos trabalharam com áudios e vídeos de versões recitadas e dramatizadas de poemas consagrados, assim como encenações de outros poemas também consagrados.

 

“Além disso, queríamos que escrevessem, soltassem a voz através da palavra e da poesia. A cada encontro tentávamos sugerir uma prática, para que as oficinas tivessem sempre dinamizações e não fossem caracterizadas somente como exposição teórica. Queríamos uma oficina dinâmica e atrativa. Tudo isso para explorar o que há de riqueza no texto poético, como as imagens, a sonoridade e os sentidos.” – contou o professor Stefanio

 

 

Alunos expressando sua opinião sobre o termo poesia e poeta

 

 

Encenação dos poemas : “Quadrinha” de Carlos Drummond de Andrade e “Trem de Ferro”, de Manuel Bandeira

 

 

 

Elaboração de poemas concretos/visuais  dos alunos Felipe Santos, Lucas Avíncola e Gabriele Hilário

 

 

No 1.º encontro houve a leitura e discussão com os alunos de autores e textos para conceituar o que é o poema, o que faz ou o que é ser poeta e as características gerais do poema. A funcionária readaptada, Ezimar Lisboa, participou do concurso Poesia na Escola, na categoria profissionais. Seu texto foi publicado no livro do ano de 2017. Ela participou deste primeiro momento recitando o seu poema “Ser Poeta”. Nesse encontro, foram trabalhados os seguintes textos e autores:

 

  • Ferreira Gullar (“Poeta e a Criança”);
  • José Paulo Paes (“Convite”);
  • Elias José (“Tem tudo a ver”);
  • Carlos Drummond de Andrade (“Quadrilha”);
  • Cecília Meireles (“Retrato”);
  • Ezimar Lisboa (“Ser poeta”).

 

Em um segundo momento, os alunos trabalharam com a composição do poema; observando a metrificação, ritmo, repetição e rima. Para isso, utilizaram os seguintes textos: Soneto da Fidelidade, de Vinícius de Moraes; Brasil, de Oswald de Andrade; Trem de Ferro (versão musicada em forma de rap), de Manuel Bandeira.

 

No terceiro e último encontro, o professor Stefanio trabalhou com os alunos o sentido do poema, isto é, a significação das palavras, figuras de linguagem e imagem através dos seguintes poemas: Livros e Flores, de Machado de Assis; A Onda, de Manuel Bandeira; Lunar, de Mário Quintana e Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles. Ao final desta atividade, os estudantes receberam um certificado de participação. Posteriormente, esse e outros trabalhos estarão expostos na FLIRME – Festa Literária da Rede Municipal de Ensino – RJ, tanto da escola, quanto da 6ª CRE.

 

Elaboração de poemas coletivos

 

 

Poemas coletivos elaborados a partir das imagens - manhã e tarde

 

 

De tudo que foi desenvolvido ao longo dos nossos encontros, saímos com a sensação de dever cumprido, uma vez que os depoimentos dos nossos alunos foram favoráveis e refletiram diretamente o que tínhamos como objetivos na concepção da oficina. Acima de tudo, possibilitar o trabalho com o gênero poema, não somente na perspectiva expositiva, mas também na perspectiva da produção, agrega muito mais do que um conhecimento formal, agrega a sensibilização e a humanização, somente possíveis no contato com a Literatura. Acreditamos também nessas duas ideias como o papel da sala de leitura nas escolas.” – relatou emocionado o professor Stefanio

 

 

Alguns alunos participantes da Oficina de Poetas fizeram questão de deixar o seu relato sobre o trabalho desenvolvido durantes estes dois meses pelo professor Stefanio Tomaz. A fala deles mostra o sucesso das atividades, tanto para a vida acadêmica, quanto para a vida pessoal de cada um. Vamos apreciar as impressões dos alunos sobre a Oficina de Poetas!

 

 

Luana dos Santos Saboia – 1603:


“Eu achei muito legal, porque se um dia eu quiser ser poeta, já aprendi o básico. Também gostei muito porque quem deu as aulas foi um dos melhores professores da Cyro”.

 

Fernando Santos – 1604:


“Eu achei a oficina poetas da Cyro muito legal e interessante, porque ela fez eu aprender mais sobre as poesias e desenvolver mais conhecimento (...) Agora minhas poesias melhoraram bastante, estou muito satisfeito com isso”. 

 

Felipe Santos – 1604: 


“A oficina foi bem legal, pois fizemos atividades que desenvolveram o nosso pensamento poético. Ela nos ajudou a ver a poesia de uma forma melhor, de maneira em que aprendemos a melhorar nossas poesias”. 

 

Gabrielle Hilário – 1803: 


“Meu nome é Gabrielle Hilário. Eu achei interessante nas aulas, além dos próprios objetivos que foi de nos ensinar a mergulhar mais a fundo no mundo de poesia, a maneira como aprendemos. Foi muito divertida, eficiente e precisa. Não foi apenas uma aula de poesia. Nós conseguimos não só escrever nossos sentimentos através de palavras, mas também expressá-los de forma inusitadamente bonita”. 

 

Trabalhar com poesia na escola é uma forma de desenvolver a capacidade linguística dos nossos jovens, fazendo uma ligação entre o indivíduo e a vida. Parabéns ao professor Stefanio por fazer de sua sala de aula um território de inventividade e de diversas possibilidades de criação e inovação. É um orgulho tê-lo na 6.ª CRE!


 

Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pelo professor Stefanio Tomaz?

Entre em contato com ele!

 

E.M. Cyro Monteiro

E-mail: emcyro@rioeduca.net

Telefone: 3358-0168

 


Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!

 

 


   
           



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Sexta-feira, 21/12/2018

Poesia na Escola 2018

Tags: gla, poesia na escola, coletânea.

Poesia na Escola 2018

 

 

No dia 30 de novembro, a Gerência de Leitura e Audiovisual promoveu a cerimônia de premiação dos autores dos textos das coletâneas do projeto Poesia na Escola 2018, no Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian.


O projeto Poesia na Escola tem como objetivo difundir a leitura literária e a formação de leitores a partir do estímulo à produção de textos poéticos pelos membros das comunidades escolares da Rede, entre estudantes, seus responsáveis e profissionais da educação de diferentes funções.

 

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Após as etapas locais, realizadas nas unidades escolares, e regionais, no âmbito das CREs, a equipe da GLA reuniu os poemas mais bem avaliados para comporem uma coletânea, a ser distribuída no formato digital aos autores e um exemplar impresso para cada autor, Gerências de Educação das Regionais e Bibliotecas Municipais Escolares.


Foi um momento lindo de celebração poética, com a leitura de poemas por alunos e professores, entrega de certificados e livros de presente aos premiados. Além disso, a arte-educadora Beth Araújo apresentou um número literomusical com algumas professoras da Rede que fazem parte do grupo Mulheres do Cordel, e a professora Fátima França nos levou belas palavras sobre a presença da poesia em nossas vidas.
 

 


 


A cerimônia contou também com a presença de representantes das Gerências de Educação das CREs e do chefe de gabinete da SME, professor Cláudio Maia, representando a professora Talma Suane, secretária municipal de educação. Vários participantes da ação elogiaram o projeto e falaram da importância de valorização da escrita poética dos estudantes, profissionais e responsáveis.

 

 "A coletânea Poesia na Escola 2018 exemplifica como esse encontro com a poesia no espaço escolar vale a pena. O contato com a poesia não deve se encerrar apenas com essa descoberta, é preciso dar continuidade à experiência da leitura, em outros contextos", diz a Gerente de Leitura e Audiovisual Heveny Mattos.

 

Apresentamos as coletâneas do projeto Poesia na Escola 2018, que reúnem os textos premiados de autoria de alunos e profissionais da Rede, além de responsáveis. Há duas coletâneas: a categoria I reúne os trabalhos de estudantes; já a II, os poemas dos profissionais e responsáveis.


Poesia na Escola Coletânea Alunos

 

Poesia na Escola Coletânea Profissionais e Responsáveis

 

Mais uma vez, as diferentes vozes de nossas unidades escolares, incluindo os profissionais do Nível Central e Coordenadorias, puderam exercer sua representatividade. Parabéns, poetas da Rede! 

 

Gerência de Leitura e Audiovisual

E/SUBE/GLA


   
           



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Terça-feira, 06/11/2018

Resultado do concurso Poesia na Escola 2018

Tags: gla, poesia na escola, manoel de barros.

Resultado Poesia na Escola 2018

 

 

É com imensa alegria que a Gerência de Leitura e Audiovisual, na semana de encerramento da 1ª FLIRME – Festa Literária da Rede Municipal de Ensino, torna público o resultado do projeto Poesia na Escola 2018.

Desde abril, nossa imensa Rede, que envolve estudantes, responsáveis, professores, funcionários de apoio, bibliotecários e demais membros das comunidades escolares, bem como funcionários lotados nas Coordenadorias Regionais de Educação e Nível Central, foram sensibilizados pela arte da palavra, em diferentes atividades que tematizaram o fazer poético, como rodas de poesia, oficinas de leitura e saraus.

Da leitura, partiu o convite para a escrita, que no dizer de Manoel de Barros, homenageado da FLIRME, é um exercício constante de “carregar água na peneira”, em que podemos ser “noviça, monge ou mendigo ao mesmo tempo”, fazendo “peraltagens” e valorizando “despropósitos”. Assim, o trabalho envolveu preparação prévia, escrita, revisão, seleção nas escolas, envio de material à coordenadoria para posterior seleção pelas Gerências de Educação das CREs e, por fim, pela Gerência de Leitura e Audiovisual.

Acreditamos na importância de trabalhar desde a mais tenra idade o universo da poesia, sensibilizando nossas crianças, jovens e adultos para a riqueza que a leitura e produção literária podem proporcionar, envolvendo também toda comunidade escolar nesse processo.

As coletâneas dos poemas selecionados serão publicadas em formato digital no Portal Rioeduca e distribuídas em CD aos autores, bem como às Salas de Leitura Polo, Bibliotecas e GED.

 

Seguem os resultados:

 

Categoria 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Categoria 2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gerência de Leitura e Audiovisual

E/SUBE/GLA


   
           



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