A A A C
email
Retornando 247 resultados para a tag 'professor'

Terça-feira, 03/01/2012

Profª Ana Márcia, uma Eterna Apaixonada pela Alfabetização

Tags: 5ªcre, professores, alfabetização, entrevista.

 

Alfabetizar é ir além de ler e escrever, cabendo ao professor orientar o aluno ao uso da leitura e escrita de modo interpretativo, a fim de ser possível à criança não só ler e escrever, mas compreender o que foi lido e saber fazer uso da palavra.

 

 

O Rioeduca/5ªCRE começa o ano de 2012 com uma entrevista realizada no mês de dezembro de 2011 sobre a rotina de uma professora apaixonada pelo que faz, Ana Marcia da Silva Vieira.

 

 

 

 


Alfabetizadora das Escolas Municipais 05.15.001 Pará e 05.15.063 Olegário Mariano, Ana Marcia da Silva Vieira  tem como objetivo principal a formação de leitores, focando orientar o aluno a ler, compreender o conteúdo e interpretar para poder discutir o tema.


Conheci a prof ª Ana Márcia no mês de novembro na I Bienal da EMOM (EM Olegário Mariano), tendo recebido as melhores e maiores referências da Direção da escola sobre seu trabalho na área de alfabetização. Por isso, achei de extrema importância esta primeira publicação do ano voltada à LEITURA e ESCRITA _ um marco de referência para o bom desempenho dos alunos.

 


ENTREVISTA PARA O PORTAL RIOEDUCA/5ªCRE

 

Rioeduca/5ªCRE: Qual seu nome, quantos anos de idade, qual (quais) escola (as)trabalha e turma (as)?

Profª Ana Márcia: Meu nome é Ana Márcia da Silva Vieira. Tenho 47 anos. Trabalho pela manhã na E.M.Pará e à tarde na E.M.Olegário Mariano.

 

Rioeduca/5ªCRE: Quanto tempo de experiência na área?

Profª Ana Márcia: No Município 12 anos, mas antes trabalhei muitos anos em Escolas Particulares.
 

Rioeduca/5ªCRE: Quantos alunos você tem hoje nas suas turmas?

Profª Ana Márcia: Tenho 28 alunos em cada turma, na Pará T:1301 e na EMOM T:1206. As duas turmas foram minhas no ano anterior, geralmente continuo com as minhas turmas durante todo o período de alfabetização (3 primeiros anos). Este ano (2012) voltarei para o 1º ano na Pará e continuarei com a turma da EMOM no 3º ano.

 

 

Ana Márcia na Festa da Primavera com sua turma1206, da EM Olegário Marino

 

 

Rioeduca/5ªCRE: Qual a metodologia que você utiliza para alfabetizar seus alunos?

Profª Ana Márcia: Não gosto de nomear métodos. No início da Alfabetização (1º ano) costumo trabalhar partindo da Palavra, mas uma palavra contextualizada, sempre partindo do texto que geralmente pode ser uma música ou poesia.

 

Rioeduca/5ªCRE: Como é o cotidiano nas suas turmas?

Profª Ana Márcia: Este cotidiano varia muito dependendo do ano em que esteja trabalhando, mas uma coisa é fundamental, seja qual for o ano o Cantinho da Leitura tem destaque na nossa sala. Acredito que o Cantinho da Leitura tem que ser colorido e alegre para que a criança perceba que ler é uma coisa alegre e agradável.

 

 

Ana Márcia, 2010, com sua turma da EM Olegário Mariano no Cantinho da Leitura
 

 

Rioeduca/5ªCRE: Você trabalha com diferentes gêneros textuais?

Profª Ana Márcia: Claro. A alfabetização desde o 1º ano trabalha com várias tipologias textuais, músicas, poesias, receitas, HQ, dicionário , etc. No início lidas por mim e depois lidas por eles, estimuladas.
 

Rioeduca/5ªCRE: Você conta histórias para seus alunos? Quando e de que forma você as usam?

Profª Ana Márcia: Sim, é claro! No 1º ano eu separo diariamente uma história e conto para eles no início da aula, onde coloco um cartaz intitulado histórias da semana. Lá eu escrevo o nome das histórias que ouviremos durante aquela semana. É muito legal, pois eles ficam querendo ler para saber que histórias ouvirão naquela semana. No 2º e 3º anos já não faço a leitura diariamente, eles dividem este momento comigo, pois já se acostumaram a ouvir histórias todos os dias, daí eles utilizam o Cantinho automaticamente; passam a levar livros para casa...

 

Rioeduca/5ªCRE: Quais as ferramentas de avaliação que você utiliza?

Profª Ana Márcia: Não tenho como especificar uma ferramenta de avaliação, pois os instrumentos são muitos, principalmente no 2º e 3º ano, já no 1º ano faço avaliação diariamente, oralmente e individualmente, chamando a minha mesa 3 ou 4 alunos, de forma que todos sejam avaliados semanalmente para acompanhar os progressos.

 

 

Ana Márcia e a turma 1301 na Maré de Livros na Bienal

 

Rioeduca/5ªCRE: Como é trabalhada a oralidade nos alunos?

Profª Ana Márcia: Fica até difícil descrever todos estes momentos com palavras, pois eles variam de acordo com o ano de escolaridade. O 1º ano é o mais importante, porque estou formando neles este hábito, mas nos anos seguintes a oralidade já faz parte do nosso cotidiano, por isso o momento da história no início da aula torna-se fundamental, e o nosso Cantinho, onde tem um palquinho que vira “palco do nosso show de calouros”, já que a música está diariamente na nossa sala no 1º ano.
 

 
Rioeduca/5ªCRE: Como são as atividades de escrita na sala de aula?

Profª Ana Márcia: Depois de trabalhar a oralidade com a turma passamos, para a escrita que passa a ser um momento prazeroso, pois eles têm o que escrever. O professor não pode apenas pedir aos alunos que escrevam sem que dê a eles sobre o que escrever. Por isso é importante abrir a diversidade de textos desde o 1º ano.
 

Rioeduca/5ªCRE: Quanto a utilização de jogos na sala de aula, quais você utiliza?

Profª Ana Márcia: Acredito na importância do lúdico na sala de aula. Gosto muito do Bingo de letras, forca, quebra-cabeça, dominó de palavras, gosto do alfabeto móvel, etc. Gosto de trabalhar com cruzadinhas, caça-palavras...

 

 

Ana Márcia com sua turma da EM Pará na Bienal do Livro_Espaço Autor

 

 

Rioeduca/5ªCRE: Você gostaria de dizer algo sobre os projetos de   alfabetização que você trabalha?

Profª Ana Márcia: Sempre trabalhei com CA nas escolas particulares, quando cheguei ao Município do Rio só conhecia o trabalho “tradicional”, mas tive contato com o construtivismo de uma forma radical e partindo daí decidi ter a minha própria forma de alfabetizar. Então, peguei o que eu acreditava no tradicional e o que eu acreditava no construtivismo, e passei a trabalhar no que acredito. Creio que todo professor tem que trabalhar assim, não importa o método, ele tem que trabalhar no que acredita.

 

Rioeduca/5ªCRE: Qual a  sua visão sobre Alfabetização?

Profª Ana Márcia: Trabalhei 10 anos em uma escola no Morro da Pedreira em Costa Barros, uma área de alta periculosidade na 6ª CRE, onde aconteciam tiroteios constantes, o que acentuava a evasão escolar, e por isso saí do ano de 1999 pensando em conseguir uma forma de atrair as crianças para a Escola. Assistindo a uma reportagem em que se destacavam os benefícios de se levar animais aos hospitais infantis devido à relação afetiva que há das crianças com eles, encontrei o que eu precisava e decidi alfabetizar utilizando os animais e em 2000 comecei a colocar em prática este projeto. A cada semana trabalhava com um animal e assim introduzia a música, pois trabalhava uma letra de música para cada animal. Em 2002 voltei para turma de 1º ano e vendo uma edição da revista NÓS DA ESCOLA, onde aparecia um mural com umas garças de origami na capa, tive a ideia de criar um mural intitulado “Os animais na Natureza” e pesquisei e consegui montar o mural de origami, onde a cada semana retirávamos um animal do mural e o colocávamos num mural menor onde era trabalhado durante aquela semana.

 

Até então só trabalhava as histórias com objetivos didáticos. Em 2003 fiz uma capacitação na 6ª CRE onde a dinamizadora sugeriu que contássemos histórias diariamente para as crianças, não para trabalhar algo, mas ler por prazer, aquilo falou muito comigo, anotei na minha agenda, “No próximo ano contarei histórias todos os dias para meus alunos” e no ano seguinte relendo-a resolvi colocar em prática. A ideia de criar meu Cantinho da Leitura com palquinho partiu da leitura da Revista NOVA ESCOLA. Em 2004 e 2005 trabalhei assim, mas no início de 2006 comecei a me questionar se eu não estava andando sem rumo estava misturando muita coisa, não conseguia fazer a conexão entre estas ideias. Quando sentei em 2006 com as professoras do 1º ano para organizarmos nossa proposta de trabalho para aquele ano, uma delas, depois de me ouvir, conseguiu resumir de forma organizada todas as ideias que eu vinha trabalhando. Ela disse: “os animais são a fonte de estímulo e os resto serve de complemento”. E assim organizei o projeto chamado “Orquestra Legal”.

 
Quando terminei o curso Normal não quis fazer Faculdade por achar que eu já era o que queria ser professora. Mas eu tinha muitas ideias que não conseguia colocar no papel e por este motivo decidi ir para a Faculdade de LETRAS (Português/Literatura), para aprender a escrever, por isso fiz a Faculdade e depois decidi fazer pós-graduação de Psicopedagogia Clínica e Institucional para tentar encontrar uma forma de poder ajudar meus alunos que não conseguiam aprender. Quando terminei decidi fazer a pós de Psicomotricidade, porque já trabalhava a parte motora com a música e queria fazer isto de forma produtiva. Depois de trabalhar com o origami vi os benefícios de se trabalhar com a Arte e por isso estou cursando uma pós de Arte em Educação e Saúde.

Acredito na teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, acredito na Teoria do trabalho com Projetos Pedagógicos de Fernando Hernandez, gosto da Teoria de Wallon sobre trabalhar a parte motora dos alunos, mas como disse antes ninguém é 100%, por isso utilizo o que acredito em cada uma destas teorias.

 

Ana Márcia contando história para sua turma junto a Fernanda, aluna integrada da EM Olegário Mariano

 


Meu objetivo principal não é só alfabetizar, mas formar leitores, este é o meu maior ponto de afinidade com esta Secretaria atual. Saí da 6ª CRE em 2008 e estou na 5ª CRE desde então, pois agora estou mais perto de casa. Acredito que a data mais importante de uma Escola deveria ser o Dia do Livro, mas infelizmente é uma data que muitas vezes passa em “branco”. A Escola gira o tempo todo em torno do livro, seja ele didático, de história, dicionário etc. Logo, ele deveria ter um destaque dentro da Escola.

 

 

Foto de entrega dos certificados e medalhas no encerramento da Ciranda de Leitura realizada na turma. Quem leu 23 e 24 livros ganhou medalha de ouro, quem leu de 20 a 22 ganhou de prata, quem leu menos de 20 ganhou de bronze, além da apresentação da peça "Bom Dia Todas as Cores", de Ruth Rocha

 

Rioeduca/5ªCRE: O que você está achando da nova mentalidade e estrutura da SME, apostando tudo num ensino de melhor qualidade?

Profª Ana Márcia: Concordo com alguns pontos, discordo de outros, mas ninguém consegue ser 100%. Uma coisa é inegável, eu sinto que a Secretária Municipal de Educação, profª Claudia Costin, acredita no que faz, tem um desejo muito grande de acertar e está empenhada nisso.

 

Rioeduca/5ªCRE: Quais suas perspectivas para 2012?

Profª Ana Márcia: São muito boas, pois pretendo concluir o trabalho com a minha turma na EMOM no 3º ano e iniciar um novo trabalho no 1º ano na Pará. Soube pela Secretária Claudia Costin que haverá um projeto de estímulo a leitura no 1º ano e tenho boas expectativas, prefiro pensar positivo, sempre acredito que o ano seguinte será melhor.

 

 

 

Agradeço imensamente a profª Ana Márcia pela presteza de me enviar via e-mail os arquivos de fotos e por esta entrevista tão significativa concedida para o Portal Rioeduca.

 

 Se você professor e/ou sua escola desenvolveram algum projeto
ou atividade interessante; se você, sua escola ou se algum aluno tem blog,
escreva para nós clicando na imagem abaixo e obtenha o e-mail do representante do
Rioeduca na sua CRE.


  

Professora Regina Bizarro _ representante do Rioeduca/5ªCRE

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net

Twitter: @rebiza

 

                                                                           

 

Print Friendly and PDFPrintPrint Friendly and PDFPDF


 


   
           



Yammer Share

Sábado, 15/10/2011

Quem é?

Tags: professor, homenagem.



 

Quem é esse estranho personagem?


Homem ou mulher, velho ou moço, que em sua ação é ao mesmo tempo músico e regente?


Quem é essa estranha figura que em seu trabalho chora e ri, fala e escuta, conta e encanta?


Quem é esse ator que precisa entusiasmar o grupo e ao mesmo tempo atender o apelo individual?


Precisa manter a ordem sem perder a serenidade; falar a todos, ouvindo a cada um?


Quem é esse estranho personagem?


Quem possui a indômita magia para ajudar que todos desabrochem e se expressem, aprendam e se transformem, construam e sonhem?


Quem é esse estranho malabarista que necessita se equilibrar entre conteúdos e competências, limitando excessos, favorecendo autonomia, acordando inteligências, provocando pensamentos?


Quem é esse anjo que empresta a filho dos outros, o tempo que para os seus não tem e que cobrado pelos desafios da vida sempre dura, não consegue apagar a emoção que a rotina propicia?


Quem é esse estranho personagem?


Que necessita sempre resolver, saber, decidir, propor, desafiar sem oportunidade de perder o instante, sem o recurso de deixar para depois?


Quem possui essa aura para esgotado, renovar esforços; combalido encontrar energia? Quem pode, ao entrar em cada classe, refazer-se novo como se aquela fosse a única?


Quem é esse estranho personagem?


Que aprende a empatia que ensina, pratica a solidariedade que prega, administra a progressão do currículo que deseja, avalia com olhar abrangente, vibra com sucessos que não são seus.


Quem é esse distribuidor de sementes que não colhe para uso próprio os frutos que plantou?


Quem é esse estranho personagem?


Quem é esse teimoso otimista que confia no aluno, que acredita no amanhã, que espera sempre pelo sonho?


Quem é esse estranho personagem?


Se ignorar a resposta, busque no espelho, prezado professor...


(Celso Antunes)

  

                                          

 

Print Friendly and PDFPrintPrint Friendly and PDFPDF


   
           



Yammer Share

Sexta-feira, 13/05/2011

Professores Brilhantes que Vencem Desafios

Tags: professoresbrilhantes, bullying.

"Os professores não são valorizados socialmente como merecem, não estão nos noticiários da TV,

vivem no anonimato da sala de aula, mas são os únicos que têm o poder de causar uma revolução social.

Com uma das mãos, eles escrevem na lousa; com a outra, movem o mundo,

pois trabalham com a maior riqueza da sociedade: a juventude.

Cada aluno é um diamante que, bem lapidado, brilhará para sempre.

(Augusto Cury)


Sabemos que apesar de enfrentarem situações extremamente desafiadores, que provocam muita frustração e cansaço: alunos difíceis, pais ausentes ou superprotetores, uma inversão de valores que atinge principalmente as novas gerações – justamente as que estão em nossas mãos, muitos professores e professoras compreendem seu enorme compromisso para com este país e continuam lutando e acreditando em uma sala de aula diferente pela esperança de um futuro igualmente diferente.


Por isso,  o Rioeduca.net criou mais esta campanha:

 

“Professores Brilhantes que Vencem Desafios”

 

Queremos premiar a sua atitude!


A cada mês, uma nova situação problema será lançada e para cada uma delas, sabemos que teremos muitas “soluções” relatadas... Histórias de sucesso!


Avaliados pela equipe do Rioeduca.net, os cinco melhores relatos serão publicados e submetidos à votação pública. Será premiado o(a) autor(a), ou a equipe autora vencedora.


Os relatos devem ser enviados em arquivo anexo para contato@rioeduca.net. No corpo do arquivo, deve constar o nome dos profissionais envolvidos e da escola da rede Municipal do Rio de Janeiro onde seu relato aconteceu.

Durante o I Encontro de Rioeducadores do Twitter, cujo tema foi Bullying e Cyberbullying, decidimos continuar recebendo trabalhos até o mês de novembro. 


Assista ao vídeo que nossa equipe preparou !
 

Campanha antibullying por rioeducanet no Videolog.tv.

 

                              

 

 

 

 


   
           



Yammer Share


Sexta-feira, 19/02/2016

O Uso da Educopédia em Sala de Aula

Tags: educopédia, professor, aula.

 

 

 

 

 

 

“A tecnologia não transformará um professor ruim em um professor bom. Mas tornará um bom professor em um professor ainda melhor. E pode ajudar a fazer com que esses grandes mestres sejam lembrados por seus alunos para o resto de suas vidas.” 

                                                                                                                          Doug Johnson

 


Desde 2010 tenho participado intensamente do projeto Educopédia, da rede municipal do Rio de Janeiro, como produtora e coordenadora de Inglês, por ter a certeza de que o conteúdo digital permite que o aluno participe mais ativamente do processo de construção do seu próprio saber. Certamente, os livros em papel não serão nunca abandonados, e continuo usando-os normalmente em minha prática diária. No entanto, a apresentação inicial do conteúdo por meio dos recursos visuais e auditivos da Educopédia facilita a compreensão mais imediata da matéria a ser transmitida. Além disso, por ser um ambiente de aprendizagem mais dinâmico, o aluno tem mais autonomia para interagir com os colegas da turma, tendo as atividades e jogos dessa rica ferramenta digital como aliados para a execução de um trabalho mais colaborativo e inter/multidisciplinar.


Os jogos e as atividades presentes na Educopédia tornam as aulas mais atraentes ao incitar a curiosidade do aluno. Com sua curiosidade estimulada, os alunos não percebam que estão ‘estudando’. A ideia fundamental é deixar a turma brincar e se divertir ao mesmo tempo em que aprende.

 


 

Os jogos e atividades sinestésicas são importantes em toda aula de inglês ministrada para crianças e adolescentes. Ambos criam situações nas quais os alunos podem utilizar o novo idioma na forma de brincadeiras, sejam elas por meio de joguinhos, músicas ou vídeos.


O computador, e, por conseguinte, a Educopedia, veio proporcionar novas abordagens aos conteúdos curriculares de inglês como língua estrangeira no ensino fundamental das escolas municipais, e, consequentemente, o professor de inglês começou a repensar a sua prática, com a finalidade de integrar essa plataforma como uma ferramenta pedagógica fundamental para uma aprendizagem significativa. O aluno do ensino fundamental tornou-se mais ativo e mais motivado, e, portanto, mais autônomo, para desenvolver as habilidades necessárias para o aprendizado de um idioma estrangeiro.


Com a utilização inicial da Educopédia na aula, os alunos ficam mais preparados para o conteúdo novo que é apresentado mesclando-se a tecnologia digital, o livro didático e outros meios lúdicos e midiáticos, tais como vídeos, pôsteres, flashcards e músicas. Vários vídeos e músicas estão presentes nas atividades de cada unidade da Educopédia, e são ‘divertidos’ e ‘muito legais’, segundo as palavras dos próprios alunos.


Os jogos e as atividades da Educopédia apresentam oportunidades de uso da língua inglesa repetidamente, desenvolvendo no aluno um hábito natural a partir das estruturas linguísticas fornecidas. As aulas de inglês começam com uma atividade chamada de “warm-up” (aquecimento) para auxiliar o aluno a relembrar estruturas ensinadas em aulas anteriores, assim como para deixá-los mais preparados para o aprendizado de novas estruturas. Essa atividade inicial pode ser um jogo presente na plataforma Educopédia, que dinamizará a aula tornando-a atraente ao incitar a curiosidade do aluno. Dessa forma, com sua curiosidade estimulada através das atividades dinâmicas, os pequenos alunos revisam o conteúdo lexical e gramatical apresentados em aulas anteriores, sem que percebam que estão ‘estudando’. A ideia fundamental é deixar a turma brincar, rir e se divertir logo no começo da aula.
 

Para registrar esses e outros momentos, mantenho uma página no facebook, através da qual os alunos e seus responsáveis acompanham o trabalho desenvolvido na escola. Nela, várias das atividades realizadas com a utilização da educopédia estão registradas. Visite-nos e curta-nos em http://www.facebook.com/inglesnaprudente

 


 

Dayse Alves Barbosa é graduada em Inglês e Respectivas Literaturas pela UERJ, pós-graduada em Psicopedagogia e pós graduanda em EAD. Atuou como professora e coordenadora pedagógica de Inglês no Centro de Cultura Anglo Americana, como professora do IBEU e como professora e mentora da Cultura Inglesa no Rio de Janeiro. Atualmente é professora de inglês da SME-RJ e do Curso de Inglês Red Balloon. Tem experiência na área de Educação, Tecnologia Educacional e Mídias na Educação. Atualmente coordena a equipe de inglês dos Projetos Educopédia. Também ministra aulas para adultos que atuam nos setores financeiros e bancário, engenharia, petróleo e gás, segurança do trabalho, turismo, negócios, medicina e TI em empresas. É também tradutora de Inglês

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



Yammer Share