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Quinta-feira, 16/08/2018

Fica a Dica: Sala de Recursos na Educação Infantil

Tags: blogrioeducadores, educopédia, inclusão, sala de recursos, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

Fica a Dica:  Inclusão na Educação Infantil

 

 

Nossa Dica de hoje propõe um tema de sensibilidade, estudo, e paixão pela Educação. Falaremos sobre Sala de Recursos, parte da inclusão para Crianças com Necessidades Educativas Especiais.

 

Quem nos enviou a proposta da matéria de hoje foi a Professora Hozama Moura Tibúrcio, da Escola Pareto , 3ª Coordenadoria Regional de Educação.

 

A professora confessa estar apaixonada pelo trabalho, pois considera gratificante acompanhar o desenvolvimento de seus alunos, o que faz seu coração bater mais forte a cada novo passinho, cada gesto, olhar, toque, o segurar dos lápis, o encaixe dos blocos, a escrita das primeiras letras. 

 

Aluno da Sala de Recursos da Professora Hozama

 

Hozama revela a beleza que nem todos podem enxergar na simplicidade da construção de legos grandes e coloridos e a vibração dos pequenos ao compreender sua grande aprendizagem. Sim, estamos falando de crianças pequenas, da pré-escola, pouca idade, mas com um mundo de possibilidades.

 

Hozama além de pedagoga e pós graduada, também é mãe de duas crianças, as quais  acompanha o desenvolvimento.   

 

Trajetória de Sucesso

Um pouquinho de uma  história de transformações

 

 

“A EDUCAÇÃO MAIS EFICIENTE É AQUELA QUE PROPORCIONA ATIVIDADES,

AUTO EXPRESSÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL ÀS CRIANÇAS”.

(FROEBEL)

 

A Educação do Brasil está caminhando para a Inclusão Infantil cada vez mais qualificada. No entanto, quando cito essa caminhada, estamos falando de uma história que por inúmeros países do mundo iniciou de uma forma triste. Havia pouco conhecimento na medicina, e nas culturas desses países, a criança que não seguia os padrões das demais, era apontada como anormal.Graças a pesquisadores da educação e avanços na medicina, caminhamos cada vez mais para acessibilidade, respeito às diferenças e a uma Educação que não desagregue crianças, mas que as dê suporte em suas necessidades educativas. 
 

Fica a Dica: Você sabe o que é uma Sala de Recursos?


 

A Professora Hozama vivencia todos os dias este espaço e nos relata que o trabalho do Atendimento Educacional Especializado (AEE), na Sala de Recursos, tem como objetivo auxiliar o processo de inclusão do aluno especial matriculado em turma regular na rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, eliminando as barreiras na aprendizagem, superando as suas deficiências, para a plena participação na sociedade e pleno desenvolvimento.

 

O Programa disponibiliza às escolas públicas um conjunto de equipamentos de informática, mobiliários, materiais pedagógicos e de acessibilidade para a organização do espaço de atendimento educacional especializado.

 

Hozama relata que seu ofício na Sala de Recursos com os alunos da Educação Infantil visa investir em condições favoráveis de aprendizagem. É importante considerar que esta etapa escolar favorece o desenvolvimento das competências básicas para os aprendizados posteriores, usando a tecnologia, os jogos, materiais adaptados e materiais confeccionados na própria Sala de Recursos. A professora destaca que a interação dos alunos contribui muito para superação das dificuldades, pois a comunicação entre eles desenvolve a linguagem, a socialização e demais campos.

 

A caminhada Promissora de Nikolas

 

“QUALQUER JOGO EMPREGADO NA ESCOLA, DESDE QUE RESPEITE A NATUREZA DO ATO LÚDICO, APRESENTA CARÁTER EDUCATIVO E PODE RECEBER TAMBÉM A DENOMINAÇÃO GERAL DE JOGO EDUCATIVO”. (KISHIMOTO)

 

É com emoção que a Professora Hozama Moura Tibúrcio relata a história do seu aluno. Na verdade como não compartilhar do sentimento da professora, nós que somos da Educação Infantil e sabemos muito bem os desafios do dia a dia?

 

O aluno Nickolas do Pré 2 tem seis anos e frequenta a sala de Recursos da Escola Municipal Pareto, desde do ano de 2017. Na época em que ele  entrou para rede, chegou a escola e sentiu diferença no ambiente. Ele não conhecia a rotina, os colegas, as professoras e só desejava brincar - normal para a idade de um pequeno em um espaço com tantas oportunidades. Aos poucos ele foi sendo inserido na rotina e com a ajuda dos amiguinhos, que o acolheram com respeito e carinho, Nickolas começou a entender o funcionamento da  escola.

 

Aluno Nickolas descobrindo seu nome

 

Nickolas era agarradinho à sua mochila, onde ele sentava ou andava  a carregava. O que é considerado comum na Educação Infantil . Aos pouquinhos, foi percebendo como era interessante os trabalhos realizados com massinha, blocos de encaixe, jogos no computador, atividades de pareamento. Os “brinquedos” foram se tornando conhecidos do Nickolas e colaborando pouco a pouco em seu aprendizado. Os colegas também ficaram mais perto do pequeno, e essa interação foi de grande importância.

 

Para alegria da Professora e da família de Nickolas, ele já  alçou grandes vôos: Ele reconhece seu nome, as vogais e até mesmo os números! Quanta superação e esforço do pequeno e da professora. Ele já consegue participar de toda a rotina da escola e está aprendendo a gostar de explorar as diversas cores. Ama pintar com as mãos, dedinhos e pincéis! Sabia que ele não apreciava as cores quando chegou? A Professora Hozama Moura do AEE também se une à professora regente na troca de ideias de como trabalhar com ele, de maneira lúdica e interessante, sempre focando no aprendizado.

 

Em 2019, o aluno Nickolas irá para o 1° ano e continuará com seus atendimentos na Sala de Recursos, com foco na alfabetização e na inclusão.

 

As Salas de Recursos Multifuncionais são muito importantes para o desenvolvimento do aluno incluído e um direito também. Caso tenha um aluno ou filho que precise desse apoio, peça ao responsável  para procurar a equipe  gestora que o encaminhará à Educação especial da sua CRE (Coordenadoria Regional de Educação) mais próxima que assim irá encaminhá-lo para a Sala de Recursos mais próxima da sua escola/casa.

 

 Fica a #Dica:

Quais as modalidades  para  uma criança portadora de necessidades educativas especiais na Rede Municipal de Ensino do Rio?

 

Classes Hospitalares - São abertas em hospitais conveniados com a Prefeitura para atender a crianças e adolescentes internados em enfermarias, a fim de proporcionar-lhes aprendizado. Há 11 unidades conveniadas, entre elas os Hospitais do Câncer, Jesus e Hemorio.

Classes Especiais - Funcionam em escolas regulares, sendo uma das alternativas de educação inclusiva, em que portadores de necessidades educacionais especiais compartilham com os demais colegas atividades comuns a todos na escola.

Salas de Recursos - Prestam atendimento a alunos portadores de necessidades educacionais especiais, matriculados nas classes regulares. Nestes espaços, são utilizados recursos específicos que sirvam às necessidades deles e auxiliem o incremento do aprendizado. A freqüência à sala de recursos é em horário diferente ao da classe regular.

Professor Itinerante - Assessora o trabalho desenvolvido com o aluno portador de necessidades educacionais especiais  já integrado em turma regular. Acompanha e dá suporte à escola que recebe este aluno, ao professor e ao responsável.

Professor Itinerante Domiciliar - Atende a alunos portadores de necessidades educacionais especiais em suas residências. Atualmente, há 21 alunos beneficiados por este tipo de atendimento.

Pólos de Educação Infantil: São 27 pólos destinados ao trabalho educacional com alunos portadores de necessidades educacionais especiais, na faixa etária de 0 a 3 anos e 11 meses.

 

Fonte:
http://www.rio.rj.gov.br/web/sme/exibeconteudo?article-id=96318

 

Fica a Dica:

Faça como a Professora Hozama Moura e compartilhe com toda a rede

o sucesso de seus alunos. 

Envie #Dicas, relatos e postagens para ruteferreira@rioeduca.net

 


   
           



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Quinta-feira, 02/08/2018

Fica a Dica: A Importância da Psicomotricidade na Educação Infantil

Tags: educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

 

 A Importância da Psicomotricidade na Educação Infantil

 

 

 

Hoje,  o Professor Flávio Conceição do Nascimento presenteia os leitores que atuam na Educação Infantil com a #Dica que irá provocar um movimento importante nos grandes e pequenos das Creches, Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDIs) e Instituições que atendem a Primeira Infância.

 

Flávio, trabalha no CIEP Procópio Ferreira, da 3ª Coordenadoria Regional de Educação. Ele é um daqueles professores apaixonados pela profissão e não descansa até que converta seus planos educacionais em ação! Ele considera que  criança em movimento é assunto sério e significativo, por isso, compartilharemos com  você a experiência que ele vivencia.

 

Flávio pesquisa constantemente sobre o tema Psicomotricidade e  busca aperfeiçoar o desempenho dos pequenos aprendizes por identificar  que  este possa abranger diversas áreas do conhecimento. O professor  constatou  que havia a necessidade de  aprofundar os estudos  e  convidou os demais educadores a agregar forças para que o projeto saísse do papel.

 

Compartilhar saberes, experiências permite a todos nós, professores, nos tornar ainda mais capacitados para atender as primordialidades das crianças. Portanto, chegou a hora de saber mais sobre o projeto que incentivou e movimentou o CIEP Procópio Ferreira.

 

O que é  Psicomotricidade?

 


 

Psicomotricidade é uma ferramenta também utilizada na disciplina de  Educação Física. Esta possui como objetivo contribuir com o desenvolvimento da criança nos aspectos motores, cognitivos e sociais. As atividades psicomotoras auxiliam no processo de aprendizagem. Segundo estudos realizados pelo Professor e equipe,  a aprendizagem e o desenvolvimento estão interrelacionadas, pois colaboram para o esquema corporal, organização espacial, lateralidade, desenvolvimento motor, cognitivo e até mesmo o emocional dos alunos.

 

Conclui-se  que a Educação Psicomotora, aplicada na Educação Infantil é relevante para o sucesso dos pequenos em toda sua vida,  tanto na escola quanto  fora dela. Os EDIs, Creches e Escolas podem oportunizar às crianças condições de desenvolverem capacidades básicas. Assim, seu potencial motor será mais estimulado, utilizando o movimento do corpo  para previnir ou ajudar  nas fragilidades expressadas pelos alunos .

 

Vivências e Significados 

 

 

 

Com a colaboração das equipes das salas de atividades, da Comunidade Escolar e Parcerias foi replanejado um espaço , no qual as crianças amam comparecer! As doações de materiais auxiliaram o sonho se tornar real. Logo no início das atividades identificou-se mais  interesse das crianças na aquisição de novos conhecimentos. O projeto repercutiu inclusive no processo de letramento e alfabetização.

 

Em 2017, quatrocentos e oitenta e cinco alunos entre quatro e seis anos participaram das atividades. Em 2018, cento e noventa e oito alunos dos que eram matriculados em turmas de Pré I deram prosseguimento às atividades no espaço, reforçando a longitudinalidade do aprendizado.

 

Pela ludicidade das ações propostas, a criançada gosta das aulas, para elas a brincadeira, os movimentos são uma alegria! Enquanto isso o professor está atento a cada uma deles. Para Flávio, a brincadeira dos pequenos é assunto sério! Um dos objetivos é que o trabalho com a alfabetização seja facilitado, que se ativem os esquemas mentais dos alunos levando-os a ter equilíbrio, força, resistência

 

Fica a Dica de Atividades que podem ser utilizadas:


>Jogo do alinhavo;

> Circuitos em forma de círculos ou outras formas geométricas, marcados com fita crepe ou giz branco no chão, para as crianças perceberem a delimitação do espaço;

> Circuitos mais complexos, utilizando pneus, bastões, caixas, escadas, cordas, garrafas;

> Desenho de linhas curvas no chão para testar  rapidez; delimitando caminhos com fita crepe, por onde precisam  passar sem sair da linha e posteriormente, passar em cima sem escorregar;

> Brincadeira da "Batata quente", na qual a criança passa o objeto que tem  nas mãos, utilizando não apenas a lateralidade, mas também  a atenção, através da musicalização;

> Cantar músicas que falem sobre as partes do corpo;

> Reunir os pequenos para brincadeiras cantadas, nas quais possam andar com passos diferentes: Andar depressa, correr, andar em trave de equilíbrio, andar para o lado direito, esquerdo, para frente e para trás, subir, descer, pular, equilibrar-se, etc.

 

    Fica a Dica de materiais que podem ser utilizados:

 > Blocos de espuma;

> Cordas;

> Colchonetes;

> Brinquedos com materiais recicláveis;

> Materiais para pintura;

> Quebra- cabeças de várias formas e tamanhos;

> Brinquedos variados,

> Sucatas

> Garrafas;

> Pneus;

> caixas e muito mais!

 

   Fica a Dica para os Professores:

 

> As aulas devem ser planejadas com auxilio de estudos e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), de tal forma que os participantes as realize com segurança e eficiência.

> A continuidade das atividades fazem com que os objetivos sejam alcançados.

> O sucesso do projeto é mais proveitoso quando toda a Comunidade Escolar está envolvida. Desde a gestão até responsáveis e possíveis parceiros.

 

 Com o relato de sucesso do Professor Flávio e com as dicas sugeridas,

agora é aproveitar os espaços e convidar os pequenos a se movimentarem!

 

Fica a Dica!

Gostou da #Dica do Professor Flávio do CIEP Procópio Ferreira?

Faça como o Flávio e compartilhe seu projeto  ou atividade!

Venha deixar a sua dica!

 


  


   
           



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Quinta-feira, 19/07/2018

Fica a Dica: O Brasil que a Creche Municipal Vovó Benta Quer

Tags: blogrioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

Fica a Dica: O Brasil que a Creche Municipal Vovó Benta Quer

 

A Creche Municipal Vovó Benta está localizada em Nova Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A palavra Creche já é um nome doce, agora quando falamos Vovó Benta aí então que a doçura toma conta! Assim, você pode imaginar que as #DICAS que a equipe enviou para a #GITE (Gerência de Inovação e Tecnologia Educacional) irão tornar esses breves minutos de leitura uma delícia!

 

O meses de junho e julho foram aquecidos pelo tema Copa do Mundo. Os pequenos das turmas dos maternais também torciam para ver a rede balançar com as bolas dos nossos artilheiros. Deste modo, a equipe não perdeu tempo e aproveitou o interesse da criançada para emplacar uma goleada, no entanto, fazendo o gol muito mais valioso: O Cuidado com o Meio Ambiente.

 

O Brasil que Eu Quero
Goleada de Valores

 

 

A turma do maternal EI-31 participou de rodas de conversas, ouviu histórias interessantes e realizaram atividades que incentivaram os pequenos a refletirem acerca da construção de um mundo melhor para viverem. Em entrevista com a equipe da creche, foi pontuado que o território no entorno da instituição, ainda precisa de um olhar mais cuidadoso, e ninguém melhor que as crianças para se tornarem multiplicadoras do que aprendem. Segundo a gestora Cristiane, o momento da Copa foi a ocasião perfeita para conversar sobre o que seria um Gol de Placa para a Comunidade! 

 

  O Brasil que Eu Quero
 Um por todos e todos pelo planeta!

 

 

 


Os Educadores das turmas EI-32 e EI-33 observaram o comportamento da turma e concluíram que  apresentar às crianças experiências que provam que o meio ambiente é vivo, precisa de carinho, proteção e cuidados seria uma vivência significativa. As crianças arregalaram os olhinhos quando souberam que até mesmo cada um deles era responsável pelo cuidado com o planeta.

 

A Creche acredita que as crianças, mesmo com pouca idade, são capazes de compreender a Educação Ambiental se esta for ensinada de forma lúdica e criativa. Muito mais do que conscientizar sobre o lixo, reciclagem e datas comemorativas, é necessário provocar situações que possibilitem a Comunidade Escolar analisar mais profundamente o planeta que habitamos, afinal, somos seres integrados e integrantes da natureza.

 

Cada atividade teve seus objetivos baseados nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (DCNEI, Resolução CNE/CEB nº 5/2009): “a criança como sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura” (BRASIL, 2009).

 

Os objetivos da Creche com o projeto foram : Propiciar o desenvolvimento de virtudes indispensáveis à formação humana e atividades relacionais; favorecer o cuidado com o outro e regras de convivência; resgatar os valores e virtudes de cada aluno, ensinando-os através do teatro e da ludicidade lições valiosas para a vida; explorar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos, dramatizações e demais situações de interação; demonstrar atitudes de respeito para com o colega, utilizando sempre as palavrinhas mágicas;

 

   Fica a Dica:

 

A equipe da Creche deixa algumas #DICAS para os professores que desejarem desenvolver o tema com suas turmas:

• Sensibilizar os alunos sobre a importância da preservação do Meio Ambiente, identificando as situações que causam danos, como: poluição sonora, poluição, desmatamento, queimadas extinção de animais e outros;
• Solicitar aos pequenos colaboração no cuidado com a creche (não jogar lixo no chão, evitar barulho excessivo);
• Realizar atividades ao ar livre, de observação sobre a importância do ar e das árvores para todos os seres vivos;
• Realizar atividades lúdicas que façam os alunos reconhecerem os elementos prejudiciais a natureza.
 • Criar com as crianças atividades que envolvam as cinco cores básicas aos lixos correspondentes. (Verde= vidro, Amarelo=metal; Azul= papel; Vermelho= plástico; Marrom= orgânico).
• Utilizar os brinquedos confeccionados com material reciclado em sala de aula nos momentos lúdicos a eles proporcionado;


A Creche Vovó Benta mostrou que criança brinca, mas também pode aprender sobre os cuidados com nosso planeta.

 

Agora, é a sua vez de enviar o projeto de sua unidade e compartilhar #DICAS que serão postadas e multiplicadas nas redes sociais.

 

 

   Envie também sua #DICA sobre suas atividades e projetos

 

 







 


   
           



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Segunda-feira, 18/06/2018

Fica a Dica: Uma Semana Show de Bola no EDI Escultora Lygia Clark

Tags: blogrioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

 

Uma Semana Show de Bola no EDI Escultora Lygia Clark

 

 

Primeiro Tempo

 

A Copa do Mundo acontece de quatro em quatro anos. Embora para os adultos, isso já seja uma tradição que mobiliza a maioria das pessoas, para os pequenos da Educação Infantil, a Copa é uma novidade e tanto! Há pequeninos que estão vivendo sua primeira Copa do Mundo e isso é pra lá de divertido e bem curioso!

Para começar toda criança já nasce gostando de bola. A bola que rola pra lá, que volta pra cá, quica pro alto e pra baixo. Os olhinhos sempre estão voltados para a novidade e se encantam com essa diversão!

Em casa, os pequenos escutam as conversas sobre a Copa do mundo, assim como na televisão. Os pais, tios e amigos preparam e combinam onde irão assistir aos jogos, enfeitam varandas, ruas e lojas. Camisas em verde e amarelo são vistas para todos os lados, até mesmo a criança já ganhou uma de presente, mas ainda não pode usar!

Nesse clima, o EDI Escultora Lygia Clark elaborou o seu diálogo com o campeonato. Afinal, não tem como deixar os pequenos fora desse evento? De jeito nenhum!

Tudo foi preparado com antecedência, a partir do Projeto Pedagógico do EDI. A equipe toda se mobilizou e hoje, daremos a dica de como foi uma das semanas da Professora Ana Paula Torres  e da equipe formada por Adriana, Bruna e Lorrana. As quatro educadoras arregaçaram as mangas, prepararam o campo e partiram para o ataque! Era hora da bola, opa! do projeto rolar!

Imagine você, cerca de 25 crianças de 2 anos participando do clima da Copa? A alegria foi constante assim como a aprendizagem, durante toda a semana.

 

A bola que rola e encanta: Conhecendo culturas diferentes.

 

A professora Paula, muito orgulhosa do seu time, os caracteriza como imaginativos, curiosos, questionadores, ativos, observadores. Segundo o relato, ela quer vê-los aprender, descobrir , explorar. Dessa forma, ela deseja proporcionar a cada um, sem distinção, atividades de ação, experiências diversas, além de instigar ainda mais a curiosidade dos miúdos.

A professora manifestou a importância de construir as atividades segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) cujo tem como objetivo “ampliar o universo de experiências, conhecimento e habilidades dessas crianças diversificando e consolidando novas aprendizagens”, assim como, “organizar atividades que permitam às crianças conhecer a si, a cultura, na experimentação com materiais variados”.

Os eixos em que se baseiam a Educação Infantil são a Interação e a Brincadeira. A partir desse binômio a professora Paula não deixou nada faltar nesse campo: Ela narrou a história “Ora Bolas” do livro Palavra Cantada, com dramatização. A cada linha recitada, a professora mostrava aos pequenos figuras dos objetos que constavam na obra. Ao final, abriu-se o Mapa do Mundo, que despertou inúmeras questões.

Pensa que acabou? Claro que não! Tem muita bola pra rolar, e estamos apenas na metade do primeiro tempo! As crianças dançaram a música da Palavra Cantada, e aprenderam novas palavras! Uma das descobertas dos estudantes foi reparar que o "B" do amiguinho Bryan, era o "B" de Bola, assim como o "B" do Brasil também! Essas descobertas deixam o professor sentindo a emoção de um artilheiro!

Ainda nesse processo, os pequenos tiveram a oportunidade de conhecer a história do livro: Crianças do mundo, da coleção Criança curiosa – editora Salamandra. Após a leitura e seus desdobramentos, a equipe novamente abriu o mapa para os pequenos jogadores. Nesse momento, a conversa girou em torno da diversidade discutindo, principalmente, que em todo país do mundo há crianças, entretanto com características diferentes umas das outras.

 

Segundo Tempo

 

Em seguida, e sem nenhum impedimento, a turma  apontou no mapa o Brasil e  as crianças foram aguçadas a refletir sobre quais eram as cores que compunham a bandeira brasileira. Sabe como é criança, né? Todo mundo falou ao mesmo tempo, levantou, disse que sabia! Um gritou, verde, outro amarelo, outros já diziam que era azul e branco. Era possível sentir a aprendizagem acontecendo logo ali, enquanto todos falavam. Tudo isso sem deixar a bola sair de campo.

Acontece que na Primeira Infância, tudo tem encanto, e apresentar as cores é também um acontecimento mágico! As cores foram apresentadas através de misturas, amarelo + azul = verde, e deste modo, misturando aqui e ali, as cores ganharam vida! Cada mãozinha foi pintada de uma cor e assim foram descobertas diferentes cores, texturas e formas.  

Ainda pintando o sete, as crianças experimentaram as cores utilizando outra técnica: encheram de água garrafas pets limpas, depois, picaram papel crepom e repetiram a experiência de combinação de cores. Para finalizar utilizaram lantejoulas, purpurina e finalizaram com cola e durex.

Não podemos esquecer de citar que um colega da turma quase leva um cartão amarelo, quando disse que menina não podia jogar bola, mas a “juíza”, também conhecida como professora naquele espaço, entendeu que o time precisava se concentrar e ter uma roda de conversa. Dessa forma foi se explicou que menina também joga bola, futebol ou qualquer outro esporte, basta ela gostar! Brincar, correr, chutar faz bem para o corpo e para a saúde.  A professora aproveitou para conversar questões importantes como as questões acerca dos valores, igualdade, inclusão,assim como, o conceito de perder e/ou ganhar. Com essas reflexões houve  um show de gols de aprendizagem! No placar ficou registrado a foto oficial do time e o melhor detalhe : Eles mesmos que construíram sua foto!

O time da Professora Ana ainda está em fase de classificação, mas vem se esforçando e ganhando os jogos. No entanto, tem muita bola para rolar e muita emoção para acontecer até julho, quando termina a Copa, digo, projeto! Mas a vitória é certa!

A Professora narrou que os objetivos daquela semana foram alcançados, segundo ela, houve empatia nas atividades e nos assuntos abordados; as crianças participaram ativamente das atividades propostas; foram desenvolvidas diferentes linguagens; se explorou cores, gestos, sons, texturas e transformações; os pequenos puderam conhecer um pouco mais de sua identidade social e cultural.

Destaca -se ainda que durante o projeto é possível: Conversar sobre a nossa cidade, estado e país;apresentar o hino Nacional e a bandeira nacional;apresentar mapas; localizar a nossa cidade,estado e país no mapa; apresentar diversas culturas (culinária, músicas, artes, danças, dialeto, vestimentas, brincadeiras) de várias regiões do Brasil; dialogar sobre a “Copa do Mundo”;apresentar imagens, reportagens, vídeos, músicas sobre a Copa do Mundo de 2018 e das anteriores; pesquisar sobre futebol; trabalhar com a tabela dos jogos (quantos gols, quem fez mais, quem fez menos, quantos no total); construir jogos e brinquedos com material reciclado (bolas de meia e/ou jornal, futebol de caixa de sapato).

 

Depois desse lindo projeto e dessas super dicas é só partir para o abraço!

 

Fica a dica do EDI Escultora Lygia Clark, da Professora Ana Paula e Equipe sobre o tema:

 

EDIs, Creches, e Pré-escolas enviem  suas dicas sobre Educação Infantil

Vamos compartilhar ideias e aperfeiçoar ainda mais as nossas aulas!

 

Fica a dica! 

 

 

 


 


   
           



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