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Terça-feira, 04/06/2019

EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes - 7ªCRE

Tags: 7ªcre ; projetos.

EDI FELIPE FAZ RELEITURA DA SEMANA DE ARTE MODERNA 

 

 

O EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes é um espaço público de ensino que atende diferentes grupos, étnicos, culturais e sociais, bem como pessoas provenientes de diversos estados brasileiros. 

Em conjunto com sua equipe, o EDI Felipe construiu um projeto visando possibilitar o conhecimento de diferentes costumes, que juntos formam a cultura brasileira. Este ano, a viagem é  pelas regiões brasileiras, exaltando seus aspectos locais, a partir de suas múltiplas linguagens ( arte, música, literatura, arquitetura, entre outras).

Ao iniciar a viagem pela região Sudeste, as crianças puderam conhecê-la a bordo do 14 BIS. Desse modo, os estudantes desvendaram as belezas e também conheceram um dos mais importantes inventores brasileiro: Alberto Santos Dumont.

Além disso, os pequenos assistiram uma dramatização muito especial, na qual o "próprio inventor" pôde contar um pouco de sua história e criações. A partir disso, os alunos da pré-escola produziram suas próprias invenções. 

 

Dramatização com a participação de "Santos Dumont".

 

Nessa viagem pelo Sudeste, após conhecer as belezas naturais e alguns pontos turísticos, as crianças puderam ter contato com a arte, a partir de um importante evento: A Semana da Arte Moderna.

Representação de pontos turísticos do Rio de Janeiro.

 

A Semana de Arte Moderna foi uma manifestação artístico-cultural que ocorreu no Theatro Municipal de São Paulo entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922. Dança, música, recitais de poesias e exposição de obras, como pintura e escultura, marcaram o evento.

 

Construindo os trabalhos para a exposição.

 

Os artistas que participaram da Semana buscavam uma nova visão de arte, com o objetivo de valorizar as  criações brasileiras, visando assim uma renovação social e artística no país. Anita Malfatti, Tarisila do Amaral, Di Cavalcanti, Oswald de Andrade, entre outros, tiveram papel relevante nesse movimento.

Neste contexto, as crianças tiveram contato com a arte sob diversas formas. Fizeram releitura de obras conhecidas, bem como foram autores de suas próprias criações. Receberam, ainda, a visita da professora de música Daís, que  trouxe um divertido teatro de fantoches, cujo tema era o Maestro Heitor Villa-Lobos. Dessa forma, as crianças conheceram composições importantes, por meio de divertidas dinâmicas, utilizando diversos instrumentos musicais.

 

Atividade de música com a professora convidada Daís.

 

No dia 16 de abril, com a "Releitura da Semana de Arte Moderna EDI Felipe",parte do EDI Felipe de Souza Gomes se transformou em uma galeria de arte!

 

Releitura de obras de arte moderna.

 

Exposição de trabalhos, durante a Releitura da Semana de  Arte Moderna.

 

Nesse dia, a sala Multiuso se transformou no espaço "Invenções e Inspirações". Lá foram exposta uma maquete do 14 Bis; protótipos de diversas invenções criadas pelos alunos do pré 2; trabalhos autorais dos  estudantes que recriaram obras renomadas; e  projeções de obras e de artistas que participaram da Semana de Arte Moderna de 1922. Tudo isso ao som de composições do Maestro Villa-Lobos.

 

 

Espaço criado na Sala Multiuso :Invenções e Inspirações.

 

Além de releituras, maquetes e trabalhos autorais a exposição contou com telas interativas, nas quais as crianças puderam fazer parte da obra, bem como seus responsáveis, ao longo da visita. Ao final, após apreciar e interagir com as produções, os convidados, puderam registar sua arte em uma grande tela de pintura, sendo assim também artistas especiais nesse grande evento!

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações;

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Para saber mais:

EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes:

Email:edimgomes@rioeduca.net

Telefone:2086-0656

 

 

 

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 21/05/2019

EDI Professora Maria Berenice Parente - 7ªCRE

Tags: 7ªcre ; projetos.

 

Trabalhando linguagem e relações étnico-raciais na Educação Infantil a partir da atividade Gabriella vai passear!

 

A turma EI-56 do Pré II do EDI Professora Maria Berenice Parente trabalhou a linguagem e as relações étnico-raciais, no mês de abril, através da atividade Gabriella vai passear.

 

 

A atividade trabalhou com o Campo de Experiência: O Eu, o outro e o nós, sugerido pela BNCC explorando, principalmente, os seguintes objetivos:

  • Desenvolver o sentimento de pertencimento de grupo por meio da valorização da linguagem.
  • Produzir suas próprias histórias orais com elementos da narrativa, como personagens, tempo e contexto.
  • Superar as limitações expressando ideias e sentimentos utilizando diversas linguagens e gêneros textuais.
  • Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir.
  • Construir representações positivas em relação às próprias características e às características do outro, possibilitando, desde cedo, o enfrentamento de práticas de racismo e outros tipos de preconceitos.

 

Brincando com a boneca Gabriella.

 

Veja o relato enviado pela professora Iolanda Nunes:

O que são os Campos de Experiências da Educação Infantil e como criar atividades lúdicas para trabalhar seus objetivos?

Aqui vai um exemplo!

Gabriella é uma boneca que passeia todo final de semana na casa de alguma criança da turma. Na segunda-feira, a criança traz a Gabriella para a escola e conta na rodinha como foi o final de semana com ela.

Ao contar como foi o final de semana, a criança está criando uma narrativa utilizando todos os elementos desse gênero textual.

Nesse final de semana, Gabriella foi passear na casa da Thaylla. Hoje a Thaylla nos contou como foi essa experiência:

"A gente foi passear no shopping, tomamos sorvete e brincamos. Gabriella chegou muito suada e minha vovó tirou a roupa dela pra lavar, deu banho nela e colocou no sol para secar. Gabriella ficou muito quente e eu achei que ela estava com febre. Dei remédio pra ela de mentirinha. Ela ficou chorando, porque queria a vovó Iolanda aí eu dei meu tablet pra ela brincar. Minha avó fez uma cordinha de fita para a chupeta dela não cair mais e ela parou de chorar."

Percebe-se claramente neste texto a presença dos elementos que compõem uma narrativa: os personagens, o tempo em que aconteceu, o contexto e a sequência lógica dos fatos.

Além de desenvolver essa competência linguística, muitos outros objetivos - relatados anteriormente- estão sendo trabalhados nessa simples atividade.

Tudo começou quando percebi que algumas  crianças sentiam dificuldade para se expressar e as que eram falantes acabavam por dominar as situações, deixando as demais sempre à margem das atividades. Também percebi dificuldade em algumas crianças aceitarem suas características físicas, como cor da pele e tipo de cabelo. Algumas crianças diziam que não achava bonito o cabelo crespo e algumas diziam ter cabelos lisos ou encaracolados, mesmo quando seus cabelos eram visivelmente crespos.

Na sala não havia uma boneca negra e as crianças também não conheciam histórias de príncipes negros e de princesas negras. Faltava, portanto, representações positivas com as quais as crianças pudessem se identificar. Diante desse contexto, resolvi trabalhar com a questão da construção do sentimento de pertencimento de grupo a partir da valorização da individualidade e construção da identidade por meio da linguagem, criando as tais representações positivas que estavam faltando.

 

Boneca sendo apresentada para a turma.

 

 

Boneca negra presente nas brincadeiras em sala.

 

Nesse contexto, a professora começou a ler  algumas histórias que revelavam a beleza e o encantamento de personagens negros (Ex: Menina bonita do laço de fita; Meu cabelo crespo é de rainha e outras) e trabalhou com algumas músicas que tratam da diversidade (Ex: Normal é ser diferente, dentre outras).

 

Livros utilizados pela professora da turma.

 

Depois de um tempo, achei que já era hora de levar uma boneca negra para a sala. Então, num belo dia, levei a boneca e fiquei observando a reação das crianças. Todas a receberam com muito carinho e logo perguntaram seu nome. Então, fizemos uma votação e o nome escolhido foi Gabriella.

A ideia de levar a boneca para casa foi das próprias crianças e eu aproveitei a ideia para trabalhar a questão da linguagem.

Com essa experiência, ficou evidente que é de extrema necessidade incorporar o discurso da diferença na Educação Infantil, a fim de enriquecer nossas práticas e as relações entre as crianças, desmistificando essa ideia de harmonia e de não racismo no ambiente escolar.

Muitas vezes o racismo está justamente no silêncio das crianças, que não se sentem confortáveis para falar de suas origens e de suas características físicas, por não se sentirem representadas na mídia, na literatura e até nos próprios brinquedos. O racismo também se revela no silêncio dos professores e professoras, que preferem tratar certas situações como “normais”, a fim de não incitar o racismo.

O problema, entretanto, é que ao ocultar as diferenças e não tratar dessa questão na escola é também uma forma de racismo, uma vez que silencia as vozes de quem já vive no anonimato e, consequentemente,  favorece ações preconceituosas e racistas.

São várias as metodologias para motivar a produção de textos na EI e de trabalhar com as relações étnico-raciais. Porém, quando a criança é estimulada a falar sobre algo que ela vivenciou, experimentou e se identificou tudo fica mais fácil, pois a criança consegue dar significado à atividade.

Atualmente, as crianças se sentem tão à vontade para falar de si mesmas e de criar suas histórias, que já produziram vários livros. Ano passado chegaram a lançar o livro Etnia.

 

Livro confeccionado por alunos do EDI Maria Berenice.

 

Sabemos que a aprendizagem é um processo complexo e que envolve uma gama de fatores. Porém, é inegável que a elevada autoestima é um dos fatores primordiais para que a ela ocorra. Tomar consciência de si e do outro é fundamental para que a criança construa representações positivas, se constitua enquanto sujeito e vença as desigualdades socialmente impostas pelas diferenças étnico-raciais, colaborando, consequentemente, para a construção de uma sociedade mais plural. Atualmente, nessa turma, é muito comum a criança dizer: “Eu quero falar! ”

 

Relato da professora Iolanda Nunes.

 

 

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato do EDI Maria Berenice Parente:

ediberenice@rioeduca.net

Telefone: 3342-4681

 

 

 

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 21/05/2019

EDI Tenente Pedro de Lima Mendes - 11ª CRE

Tags: 11ªcre, educação infantil, família, projetos.

EDI traz gincana para aproximar as famílias da Escola

 

Através do Projeto Gincana, o EDI Tenente Pedro de Lima Mendes (11.20.803), vem mostrar a importância da parceria FAMÍLIA e ESCOLA e trabalhar a troca de saberes e o respeito mútuo. A partir da ideia da Professora Articuladora Alexandra Paixão, a escola criou estratégias para estabelecer relações mais próximas junto aos responsáveis dos alunos:

 

"Desde sempre levanto a bandeira da importância de termos os responsáveis como nossos parceiros. Com a função de articuladora, não pensei duas vezes em continuar a fazer o que sempre fiz só que, agora, com todos os responsáveis da U.E." - diz a professora articuladora Alexandra Paixão
 

 

 

Integração entre escola e família

 

O EDI Tenente Pedro de Lima Mendes é carinhosamente chamado de Tijolinho por toda a comunidade há décadas. O apelido se deve as suas paredes de tijolo envernizado. A Unidade conta com 14 turmas, sete delas de PRÉ- 1 e outras sete de PRÉ- 2.
O Projeto Gincana iniciou em março e seu término está previsto para novembro, momento em que acontecerá a última etapa. A cada fase da gincana, as turmas que mais pontuam ganham 'Um dia especial na U.E.". O objetivo da escola é promover a solidariedade por meio de atividades que estimulem a integração, a amizade e a parceria. Além disso, o projeto tem como objetivo fazer com que as famílias participem mais ativamente da vida escolar das crianças, construindo com elas recursos que enriqueçam ainda mais o trabalho pedagógico.
 

 

 

As famílias e as crianças construíram suas casas completando uma das etapas do projeto

 


Segundo a professora articuladora, no desenrolar do projeto, todos têm sua função:


• As crianças devem ter participação efetiva junto as famílias, já que uma das regras da gincana é que a criança participe de toda e qualquer construção a ser entregue;
• Os Professores devem divulgar e incentivar a participação das suas turmas;
• Direção junto a Articuladora dão o suporte, fazem a divulgação e acolhimento dos responsáveis.
 

No momento em que pais, professores e comunidade estreitam seus laços, eles tornam a educação um processo mais coletivo e democrático. Dessa forma, a participação da família vai além da preocupação com resultados e comportamento. A escola torna-se um espaço democrático ao estar aberta às falas dos pais e à participação deles na construção da educação dos alunos.

 

Alunos acompanham a exposição dos trabalhos elaborados pelas famílias


Quando pais e profissionais trabalham juntos os resultados têm impactos positivos no desenvolvimento da criança e na sua aprendizagem para vida. O desejo de aprender um com o outro e o respeito mútuo transformam-se numa verdadeira parceria, na qual o propósito comum é o sucesso do aluno.
 

 

Pais e alunos participaram da exposição dos trabalhos


No início do projeto, poucas famílias aderiram a ideia, mas os professores do EDI Tenente Pedro de Lima Mendes não desistiram. Continuaram a convocar os pais por meio de bilhetes, conversas e vídeos gravados pelos alunos. Segundo o artigo "A indisciplina no contexto escolar", os pais devem tomar consciência de que a escola não é uma entidade estranha, desconhecida e que sua participação ativa nela é a garantia da boa qualidade da educação escolar. E é nesse viés que o EDI vem tentando modificar e aprimorar suas práticas educativas.
 

 

A professora articuladora junto aos trabalhos desenvolvidos em parceria com as famílias. Ao todo foram 139 famílias participando ativamente.

 

 

Alguns dos trabalhos elaborados e o Dia Especial na U.E. com a turma vencedora.

 

 

Relato da escola com mensagem deixada para as famílias:

 

"E, mais uma vez, agradecemos a participação das famílias que se empenharam nos 3 dias de atividades. Foi tão bom ver nossas crianças entrando no nosso EDI orgulhosos de estarem levando algo construído com as famílias. Foi lindo de ver, sentir e, acima de tudo, fortalecer cada vez mais a parceria escola/família.
Com relação a todo material construído com as famílias e dando continuação ao subprojeto que está sendo realizado "NOME: FAMÍLIA, SOBRENOME: RESPEITO", a partir da próxima semana, estaremos pendurando todos os móbiles em nossos corredores, as casinhas ficarão a disposição de nossas professoras para que elas tenham um rico material para abordarem tipos de moradia existentes na nossa comunidade e, com as famílias de sucata, trabalharemos os diferentes contextos de família. Vale lembrar que, no encerramento do subprojeto, previsto para final de maio, todo material arrecadado irá fazer parte de uma exposição.

Contamos com todos vocês garantindo o sorriso de nossas crianças na próxima etapa da GINCANA! PARABÉNS, FAMÍLIAS! "
 

 

 

Quer saber mais? 

 

Artigo " A indisciplina no contexto escolar"

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2180-8.pdf

 

EDI Tenente Pedro de Lima Mendes 

Estrada das Canárias, 297 Galeão  CEP: 21941-480

emtmendes@rioeduca.net

Telefones: 2463-8957 3393-0052 

Diretora: Catia Plata Medeiros

Diretora Adjunta: Claudia Virgínia Pinto da Silva

Professora Articuladora: Alexandra Paixão

 

 


 


   
           



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Terça-feira, 07/05/2019

Escola Municipal Maria Clara Machado 7ª CRE

Tags: 7ªcre, projetos.

Brincadeiras e Brinquedos – Conhecendo o passado, refletindo o presente e projetando o futuro.

 

Na Escola Municipal Maria Clara Machado, os alunos da turma 1302, da professora Luciana Januário, desenvolveram o projeto Brincadeiras e Brinquedos com o objetivo de comparar e refletir sobre como as crianças brincavam antigamente e como brincam nos dias atuais.

 

 

 

A presente pesquisa sobre as brincadeiras e os brinquedos antigos x atuais faz parte do Projeto da E.M. Maria Clara Machado: “O Homem, o espaço, o tempo (interações e mudanças)”, que tem como um dos objetivos construir conhecimentos através da observação sobre o comportamento, estilo de vida e projeção de futuro. O trabalho é realizado a partir das histórias contadas, relacionando e/ou comparando o tempo de ontem, hoje e amanhã, possibilitando, assim, análise crítica sobre os diferentes modelos de sociedade.

 

Objetivo: Promover uma pesquisa de campo sobre as brincadeiras e os brinquedos da época dos pais e avós das nossas crianças e relacioná-los com as brincadeiras e os brinquedos atuais, estendendo a reflexão sobre os jogos eletrônicos e a importância e cuidados que devemos ter no cotidiano ao utilizar a tecnologia.

 

Metodologia: As crianças ficaram responsáveis pela busca de informações, em seu meio familiar, sobre os brinquedos e as brincadeiras do tempo passado e pela construção de listas comparativas entre o passado e a atualidade.

 

Aproveitou-se o momento para desenvolver as habilidades de escrita, por meio da descrição das diferentes brincadeiras e do uso dos brinquedos antigos.

 

A leitura, por sua vez, foi trabalhada a partir de textos e reportagens sobre a importância do brincar para a construção dos relacionamentos e das habilidades individuais das crianças.

 

 

               Mural com pesquisa de brincadeiras e brinquedos do passado.

 

 

 Mural com textos lidos sobre o uso da tecnologia.

 

 

Conclusões do trabalho a partir dos relatos da professora regente da turma 1302:

 

"Refletimos o nosso presente, pensando nas brincadeiras atuais e no uso dos jogos eletrônicos que, por sua vez, são preferência entre os nossos alunos. Nesse movimento de criar e de recriar novas brincadeiras que nos possibilitassem uma melhor relação com o meio ambiente, na construção e fortalecimento dos relacionamentos."

 

"Projetamos o futuro, através do olhar para os jogos eletrônicos e na importância do uso tecnológico para o desenvolvimento intelectual e dos relacionamentos virtuais, que se estendem além do nosso ciclo de relacionamentos pessoais. Ainda pontuamos sobre a importância do equilíbrio ao utilizar as ferramentas tecnológicas e a sobre a necessidade de brincar utilizando brinquedos e brincadeiras capazes de contribuir para o desenvolvimento e o crescimento pessoal de cada um."

 

Mural com brincadeiras e brinquedos projetados para o futuro.

 

 

 Produções da turma:

· Escrita da lista de brinquedos e brincadeiras;

· Escrita sobre como utilizar os brinquedos;

· Escrita das regras das brincadeiras antigas;

· Escrita de como utilizar os jogos eletrônicos;

· Escrita de cantigas de roda;

· Produção de texto coletiva como trabalho de conclusão.

 

     Alunas da turma 1302 com a professora Luciana.

 

 

A experiência perpassou os limites e vivências pessoais e auxiliou na compreensão da mudança do tempo cronológico e do tempo histórico. O trabalho da turma 1302 está exposto no mural da Escola Maria Clara Machado, com fotos, desenhos e escrita desenvolvida por nossos alunos.

 

Informações enviadas pela professora Luciana Ramos Januário.

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da unidade escolar:

Escola Maria Clara Machado

email:emcmachado@rioeduca.net

telefone: 2494-9803

 

 

 

 

 

 

 


   
           



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