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Segunda-feira, 30/10/2017

Programa Papo de Responsa

Tags: 6ªcre, aqui é um lugar de paz, papo de responsa.

 

No dia 06 de outubro alunos e professores do 2.º segmento do Ensino Fundamental da 6.ª CRE participaram do Papo de Responsa, um programa da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro em parceria com a Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção. Vamos conhecer um pouco do que aconteceu neste dia?

 

O Programa Papo de Responda será uma das ações de combate à violência utilizada pelas escolas da 6.ªCRE

 

O evento aconteceu na Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio, s/n. º - Pavuna - RJ). Contou com a participação de 297 alunos, 30 professores, 7 diretores e com a equipe da Coordenadoria Regional de Educação da 6.ª CRE. Este programa tem por objetivo principal promover e articular ações de prevenção à violência junto às Unidades Escolares, públicas e privadas, do Ensino Fundamental II e Médio. Através de um papo descontraído, os mediadores conversaram com os estudantes sobre temas essenciais para a construção de uma cultura de paz: prevenção às drogas, o papel do policial na sociedade e as causas e consequências da violência.

A aluna Pérola Santos fez um relato entusiasmado sobre a experiência que viveu. “Esse projeto é maravilhoso! Eu estive participando ontem (06/10/17), na Arena Jovelina Pérola Negra, e achei simplesmente perfeito! Achei a ideia de vocês incentivarem as águias a voarem atrás de seus sonhos e não ficarem só no poleiro como galinhas que eles pensam que são. Gostei muito que vocês mostraram que todos somos iguais. (....) Vocês conseguiram prender a atenção dos alunos para uma coisa séria, a discriminação social. Adorei os discursos do Luiz e do Beto. Como aluna, me senti muito bem estando ali no meio e participando desse papo de responsa de vocês. Continuem assim, mostrando para as águias que elas podem sim ser águias, independente de sua classe social e de qual realidade elas vivem.”

 

Palestra ministrada pelos policiais civis da programa Papo de Responsa

 

Mesa de discussão programa Papo de Responsa

 

Como vimos, o programa que hoje possui uma sede na Cidade da Polícia e está vinculado à Delegacia de Combate às Drogas – DCOD – já começou a estimular a reflexão e o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos. Esta parceria, Polícia Civil e Secretaria Municipal de Educação, com certeza, ajudará a reforçar ações já desenvolvidas nas Unidades Escolares e que são imprescindíveis para a construção de uma cultura de paz na sociedade em que vivemos: ser responsáveis por suas ações; fazer escolhas saudáveis; protagonismo juvenil e o desenvolvimento da autonomia.

 

Profissionais que participaram do evento Papo de Responsa

 

Participaram, também, deste evento a Dr. ª Helena Rezende (Subsecretária de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Estado e de Segurança); o Major Mazzurana (Superintendente de Educação); o Coronel Duarte (Superintendente de Valorização e Prevenção); Márcia Tocha e Anatália Cajuru (Assistentes) e os policiais civis Luiz Cláudio, Beto Chaves, Fernando, Érica e Nader. A Secretaria Municipal de Educação foi representada pelas professoras Talma Romero (Chefe de Gabinete); Sueli Pontes e Aura Liana (Assessoras).

 

E assim o Papo de Responsa tomou conta das cabeças e corações de alunos e professores cansados de guerra. Reacendeu a esperança de pessoas que acreditam que uma boa conversa, entre todos nós, vence qualquer batalha. Agora, é só deixar brotar a semente que foi plantada e contribuir para a construção de um mundo mais igual para esse provo brasileiro.

 

Quer saber um pouco mais sobre o programa Papo de Responsa na 6.ª CRE? Entre em contato!


6ª Coordenadoria Regional de Educação

E-mail: cre06@rioeduca.net

Telefone: 3017-6989

 


Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!

 


 


   
           



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Segunda-feira, 08/12/2014

Encontros do Bem

Tags: 6ªcre, professores, responsáveis.

 

 

 

No segundo semestre, o CIEP Glauber Rocha realizou o projeto "Encontros do Bem" com os responsáveis e alunos da unidade escolar. Vamos conhecer um pouco mais esse trabalho?

 

O projeto Encontros do Bem tem por objetivo otimizar a participação dos responsáveis no dia a dia da escola e, assim, estimular e resgatar os vínculos afetivos entre os personagens que fazem a educação acontecer: professores, alunos, responsáveis e todos os outros elementos que compõem o universo escolar.

 

A equipe gestora organizou encontros mensais ou quinzenais com os responsáveis para incentivá-los a participar da vida escolar das crianças. A cada reunião, uma pesquisa era feita para verificar a disponibilidade de data e horário que atenderia melhor os pais.

 

De posse dos dados dessa pesquisa, era hora de dar o próximo passo: o sorteio dos responsáveis que seriam convidados a participar da reunião. Quando o encontro era para a escola toda, dois responsáveis eram sorteados de cada turma, totalizando quarenta pessoas. Se fosse para anos específicos, sorteava-se um grupo de pais, totalizando vinte e cinco pessoas.

 

O primeiro encontro foi realizado no mês de agosto e a unidade escolar aproveitou a oportunidade para estabelecer vínculos com os pais dos alunos, em função do Dia dos Pais. Nessa reunião, foram convidados quarenta responsáveis de alunos. Foi um momento de muito afeto, elogios, sugestões e de exposição do ponto de vista de cada um sobre a importância da parceria entre a família e a escola.

 

O projeto "Encontros do Bem" está fortalencendo a parceria entre a família e a escola.

 

O Diretor Geral do CIEP Glauber Rocha, professor Marcelo, deu as boas-vindas aos presentes. Em seguida, a professora Cristiane, da turma 1502, leu o texto “Faça a Diferença!”. Nele, ela procurou mostrar que a família pode fazer a diferença na vida de seus filhos, participando e contribuindo dos pequenos momentos.

 

A Agente Educadora Danuza realizou um momento de oração para agradecer a presença de todos e, em seguida, fez uma atividade para aproximar pais e filhos. De olhos vendados, os adultos receberam uma agradável massagem dos seus filhos, embalados pela música “Meu pai, meu amigo”, de Cristina Mel. Após a massagem, a venda foi tirada e todos foram tomados de emoção ao verem pais e filhos se abraçando. 

 

O último momento deste encontro foi marcado por muita agitação e alegria. A professora de Educação Física, Taís, e o Diretor do CIEP, professor Marcelo, organizaram várias brincadeiras entre pais e filhos. As atividades desenvolvidas ajudaram a estreitar ainda mais as relações afetivas e, principalmente, auxiliar no desenvolvimento educacional das crianças.

 

Brincadeiras entre pais e filhos ajudam e estreitar e fortalecer os vínculos afetivos.

 

É no aconchego da família e da escola que a criança vai construindo seu caráter, se socializando, se educando para enfrentar a realidade e as dificuldades na sociedade, tornando-se uma pessoa consciente e crítica. Tanto família, quanto escola influenciam nas atitudes das crianças. 

 

Elas buscam respeito como gente que pensa, age, ama e sofre. A educação torna-se a ligação da família e da escola, com a esperança de um presente e futuro menos doloroso, modificando a cultura e os costumes da sociedade com maior percepção de seus direitos, deveres e a liberdade como cidadãs.

 

Na família e na escola, onde existe o amor que dialoga, o amor que abraça, que perdoa, que ouve com os ouvidos do coração, que auxilia as crianças a aprender valorizar e a ter projetos de vida, lutar e procurar manter acesa a chama do amor em todos os seus atos e atitudes é possível construir uma consciência crítica, capaz de enfrentar as dificuldades e ir à busca de um mundo em que prevaleça a justiça.

 

Parabéns a toda equipe do CIEP Glauber Rocha e a todos os responsáveis! Vocês fazem a diferença na vida dessas crianças! É um orgulho tê-los na 6ª CRE!

 

Você quer ver a sua história publicada no Portal Rioeduca? Entre em contato com a professora representante de sua CRE! Até a próxima semana!

 

Prof.ª Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª CRE
Facebook: patrícia_pff@yahoo.com.br
E-mail: pferreira@rioeduca.net

 


 

                        

 

 

      


   
           



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Quinta-feira, 29/11/2018

1º Concurso de Redação do Programa Papo de Responsa

Tags: responsa, redação, polícia civil.

 

Alunos de escolas municipais são premiados em concurso de redação da Polícia Civil

 

"Qual é o papo da minha vida?" Trinta e três alunos das escolas da Prefeitura do Rio responderam esta pergunta de forma criativa e foram premiados nesta quarta-feira (28/11) no 1º Concurso de Redação do Programa Papo de Responsa, uma parceria da Secretaria Municipal de Educação com a Secretaria de Segurança e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.

 

 

 


A premiação aconteceu na Cidade da Polícia e teve a participação da secretária municipal de Educação, a professora Talma Romero Suane; do secretário de Segurança Pública, general Richard Fernandez Nunes; do chefe da Polícia Civil, delegado Rivaldo Barbosa; e do assessor de Relações Institucionais da Polícia Civil, o delegado Gilbert Stivanello; entre outras autoridades.
 

Desenvolvido pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, o programa promoveu, nos anos de 2017 e 2018, dezenove encontros em escolas municipais, abrangendo 4.798 jovens e adolescentes do 9º ano do Ensino Fundamental, do Programa de Educação de Jovens e Adultos e do Aceleração 8. Nos encontros, policiais civis integrantes do Papo de Responsa conversaram sobre segurança pública, direitos humanos, cultura de paz, mediação de conflitos e cyberbullying.

Dos bate-papos surgiu o concurso de redação, o que reforçou ainda mais o bom entendimento sobre os temas e a camaradagem entre palestrantes e o jovem público estudantil. O desafio atingiu escolas de todas as 11 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) da SME.

Para a secretária Talma Romero Suane, o diálogo entre diferentes atores sociais e instituições é importante na formação dos jovens. "Acreditamos que conversando a gente se entende e podemos construir muito juntos. Com ações como o Papo de Responsa podemos mudar vidas e garantir que estes jovens também possam sonhar e alcançar seus objetivos", destacou.

Em nome da SME, a secretária homenageou a Polícia Civil com a entrega com uma placa de agradecimento ao assessor de Relações Institucionais da Polícia Civil, delegado Gilbert Stivanello.

À vontade entre a garotada, o secretário de Segurança Richard Fernandez Nunes disse que iniciativas como o Papo de Responsa ajudam na reflexão dos jovens. "Queremos que os nossos jovens entendam que um concurso desses é também um dos meios para que eles escrevam a sua própria história, promovendo o diálogo na sociedade".

Já o chefe da Polícia Civil lembrou os tempos escolares e pediu que os estudantes valorizem a sua formação. "Fui estudante, ainda sou e entendo os desafios da sala de aula. Temos que colocar o esclarecimento como prioridade. Essa deve ser a nossa missão de vida", afirmou o delegado.

 


Vencedores

A manhã foi de surpresa para os 33 campeões do concurso de redação da Polícia Civil. Somente na premiação o grupo conheceu os três primeiros colocados. Os 33 estudantes tiveram suas redações selecionadas na penúltima fase do concurso - foram selecionados três textos de cada uma das 11 CREs. Destes, a comissão do concurso escolheu as redações classificadas em primeiro, segundo e terceiro lugares. Seus autores ganharam bolsas de estudo para o Ensino Médio.

Feliz com a primeira colocação, Camile da Silva Agostinho, 14 anos, estudante do 9º ano da Escola Municipal Nilo Peçanha, em São Cristóvão, contou que sua inspiração veio de casa: "Eu me inspirei na minha história de vida e no que meu pai me ensinou sobre respeito ao próximo", disse.



Exposição e Música

Nos corredores da entrada principal do prédio da Cidade da Polícia finalistas e convidados para a cerimônia puderam conferir os textos que estavam disputando os três primeiros lugares na exposição "Fragmentos".

Karla Raquel, de 15 anos, Escola Municipal Affonso Penna, em Vila Isabel, não escondeu o orgulho de estar na premiação. "Fiquei muito feliz de ser selecionada. Após a palestra, produzi um texto que fala sobre ouvir todos os lados antes de emitir opiniões. A gente precisa refletir antes de falar", contou a estudante do programa Acelera 8.

Para embalar o evento, a Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca e o Coro da Polícia Civil tocaram e cantaram para a plateia de professores, diretores de escolas, coordenadores de CREs, responsáveis, autoridades e policiais. O grupo de instrumentistas formado por estudantes da Rede Municipal de Ensino entoou do hino nacional ao samba.


 

Fonte: ASCOM SME

Fotos: Hélio Melo


   
           



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Segunda-feira, 23/10/2017

Resolução SME - Reunião de Responsáveis

Tags: resolução, reunião, responsáveis.

 

RESOLUÇÃO SME Nº3223, DE 20 DE OUTUBRO DE 2017.

Dispõe sobre a competência decisória para as ações que menciona e dá outras providências.



O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor e

CONSIDERANDO que a gestão democrática e participativa, a transparência e a ética nas relações internas e externas e o comprometimento com a excelência dos serviços são requisitos que norteiam as ações da Secretaria Municipal de Educação;

CONSIDERANDO que nesse contexto a Secretaria Municipal de Educação atua de maneira descentralizada por intermédio das 11 (onze) Coordenadorias Regionais de Educação, distribuídas pela Cidade do Rio de Janeiro;

CONSIDERANDO a dimensão da Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino, que compreende mais de mil e quinhentas Unidades Escolares distribuídas por toda a área da Cidade do Rio de Janeiro;

CONSIDERANDO que a Educação pressupõe ações que devem estar em sintonia com o tempo em que se vive e se busca transformar;

CONSIDERANDO que o Coordenador Regional de Educação é conhecedor das peculiaridades e necessidades das Unidades Escolares de sua área e, nesse sentido, investe nas possibilidades de aperfeiçoamento contínuo das ações diretamente relacionadas com o público.

CONSIDERANDO que cada Unidade Escolar atende a uma Comunidade Escolar específica, em espaços geográficos distintos e, consequentemente, são impactadas de modo diferenciado por acontecimentos, eventos e ocorrências de nossa Cidade,

CONSIDERANDO o disposto no inciso IV do art. 324 da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro;

CONSIDERANDO as incumbências das Unidades de Ensino previstas no art. 12 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996;

CONSIDERANDO a necessidade de garantir aos educandos todas as oportunidades de aprendizagem, no que se inclui, quando necessário, a reposição de conteúdos curriculares,

RESOLVE:


Título I - Das Reuniões de Responsáveis


Art.1º As Reuniões de Responsáveis, programadas para 4 (quatro) sábados ao longo do ano letivo, assinaladas no Calendário Escolar publicado anualmente no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, poderão ter suas datas alteradas mediante avaliação realizada pelo Conselho Escola-Comunidade (CEC) da Unidade Escolar solicitante junto à Coordenadoria Regional de Educação (E/CRE), da respectiva área de abrangência, à qual caberá a decisão quanto à autorização da proposta.32

§ 1º A alteração da data deverá ter justificativa pertinente, contar com a ciência e concordância dos representantes eleitos no CEC, e com a autorização da CRE, mediante registro em Ata.

§ 2º Levando em conta que a presença à Reunião de Responsáveis é uma das condicionalidades da Educação para o recebimento de benefício de Programas de transferência de renda, a equipe de gestão da Unidade Escolar deverá garantir que a alteração da data não implique atraso no lançamento das informações nos sistemas pertinentes e consequente prejuízo aos beneficiários dos referidos programas.

§ 3º A Unidade Escolar que optar pela alteração de que trata este artigo deverá promover ampla divulgação da nova data escolhida e, na impossibilidade de comparecimento do responsável na data agendada, garantir-lhe o acesso às informações veiculadas na ocasião, bem como o recebimento da documentação que eventualmente tenha sido distribuída na reunião.

§ 4º As alterações de datas poderão ser feitas:

I - Quando a Unidade Escolar solicitar a alteração de todas as reuniões de uma só vez;
II - Eventualmente, apenas na ocorrência de evento que, de acordo com a avaliação da equipe gestora, possa prejudicar o comparecimento de grande parte dos responsáveis.

§ 5º Todas as Reuniões de Responsáveis, na data prevista ou não no Calendário, devem ter registro em Ata, arquivada no Livro de Atas da Unidade Escolar, que estará disponível para consultas, sempre que necessárias.


 

Título II - Da Autorização de Uso de Prédios Escolares



Art. 2º Em consonância com o disposto no inciso IV do art. 324 da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro poderá ser autorizada a ocupação gratuita de espaços das unidades escolares que compõem a Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino nos dias em que não estejam funcionando com atividades do calendário letivo.

§ 1º Para os fins previstos no art. 2º, caberá ao Diretor da Unidade Escolar encaminhar a solicitação, com seu parecer, ao Coordenador Regional de Educação da E/CRE, da sua área de abrangência, que deliberará sobre a possibilidade de autorização do uso de espaços do prédio escolar nos períodos em que esse não esteja funcionando com atividades letivas.

§ 2º Todos os representantes do Conselho Escola-Comunidade participarão da avaliação do pedido, que deverá ser registrado em Livro de Atas da Unidade Escolar, com a emissão de parecer sobre a cessão do uso eventual.

§ 3º Na avaliação deverão ser considerados os seguintes aspectos:

I- A autorização do uso de espaços do prédio escolar, de caráter eventual, só poderá ser concedida a título gratuito para a realização de atividades educacionais, culturais e outras de interesse da comunidade;
II- Caberá à instituição requisitante total responsabilidade pela preservação do prédio e de seus equipamentos, arcando com os custos necessários à reparação de eventuais danos causados durante a realização do evento;
III- Os Espaços de Educação Infantil e outros equipamentos que atendam na modalidade Creche, pelas peculiaridades de sua destinação, não serão objeto da autorização do uso de que trata este artigo, ainda que em caráter eventual;
IV- Não será permitida a realização de festas de interesse particular;
V- Não serão liberados para utilização os espaços destinados ao funcionamento da cozinha, da despensa e do almoxarifado;
VI- Não será permitida a autorização do uso de espaços dos prédios escolares para a realização de eventos que tenham fins lucrativos;
VII- A autorização de uso não se destinará a eventos que requeiram a hospedagem de seus partícipes nas dependências do prédio escolar;
VIII- É de responsabilidade da instituição requisitante manter o prédio, após realização do evento, em perfeitas condições de uso, com vista ao implemento da atividades letivas;
IX- A solicitação expressa de uso de prédios escolares, contendo todos os detalhes do evento, deverá ser entregue pela instituição na Unidade Escolar, com a antecedência mínima de 15 dias, a contar da data prevista para a realização do evento;

§ 4º Nos casos em que a utilização do espaço for autorizada, será estabelecido Termo de Compromisso entre a Escola e a entidade, no sentido de que o patrimônio público seja preservado.

§ 5º O Termo de Compromisso a ser firmado seguirá modelo específico a ser fornecido pela E/SUBG/CGG.

§ 6º A Coordenadoria Regional de Educação manterá registro organizado, por Unidade Escolar, das autorizações concedidas, contendo a identificação do solicitante, a destinação pretendida, a data do evento e outras informações que julgar necessárias.


 

Título III - Da Tomada de Decisão em Situações de Conflitos no Entorno Escolar

 

Art.3º Caberá à equipe gestora da Unidade Escolar, em situações de emergência que venham a ocorrer no entorno da Unidade Escolar, pondo em risco a segurança de alunos, professores e demais funcionários, a avaliação e respectiva decisão quanto à manutenção ou suspensão das aulas.

§ 1º A avaliação, a que se refere o caput deste artigo deverá ocorrer, se possível, com a participação da E/CRE pertinente.

§ 2º Na impossibilidade de análise conjunta, o Gabinete da E/CRE de abrangência da Unidade Escolar deverá ser comunicado imediatamente, vez que a decisão final será proferida pelo Coordenador Regional de Educação.

§ 3º Deverá ser observada, com o rigor que a questão exige, a orientação do responsável, expressa na Ficha Cadastral, quanto à possibilidade, ou não, da saída do aluno desacompanhado.

§ 4º A Unidade Escolar manterá, no Livro de Atas, registro da decisão tomada e de sua respectiva data.

§ 5º Nas decisões em que se configure situação de emergência, o registro a que se refere o parágrafo anterior poderá ser feito posteriormente, no primeiro dia útil de funcionamento, após a data da ocorrência.


 

Título IV – Da Alteração do Horário de Funcionamento da Escola


Art. 4º As propostas de alterações, apresentadas pelas Unidades Escolares, dos horários de funcionamento estabelecidos por atos normativos, deverão ser analisadas pela respectiva Coordenadoria Regional de Educação, observadas as orientações constantes dos parágrafos que acompanham este artigo.

§ 1º As propostas mencionadas no caput deste artigo referem-se aos horários de entrada e de saída dos alunos, nas Unidades Escolares situadas em áreas conflagradas da Cidade do Rio de Janeiro e/ou em áreas que, por ocorrências sazonais, impliquem risco temporário.

§ 2º As disposições contidas no caput aplicam-se, também, a situações específicas, cujas propostas de alterações de horário permitam um melhor atendimento aos educandos, bem como a minimização de risco no trajeto de ida e volta entre o espaço escolar e residência.

§ 3º Deverá ser resguardado o tempo de atendimento diário ao educando, estabelecido em Lei, o qual não poderá ser reduzido.

§ 4º As decisões a que se refere o caput deste artigo e respectivos parágrafos incidem exclusivamente sobre situações de extrema necessidade, de modo a minimizar aspectos que possam ter impacto negativo no desempenho escolar.

 

Título V – Da Reposição de Conteúdos Curriculares


Art. 5º Nas Unidades Escolares da Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino situadas em áreas sujeitas a conflitos armados que, por vezes, impedem seu pleno funcionamento, por força de interrupção das atividades letivas, deverá ser garantida aos discentes, que não poderão incorrer em prejuízo, a reposição dos conteúdos curriculares.

§ 1º A reposição a que se reporta este artigo dar-se-á por meio de exercícios elaborados pelos profissionais docentes, podendo ser executados pelos alunos em suas residências, ou, se necessário, na própria escola, mediante prévio planejamento.

§ 2º Nas hipóteses de não interrupção das atividades letivas em que, entretanto, se configure a situação de risco à segurança da comunidade escolar, aplicar-se-á o disposto neste artigo e em seu § 1º aos alunos que não tenham conseguido acessar a Unidade Escolar.

 

 

Título VI - Das Disposições Gerais

 

Art. 6º Os registros das solicitações e das respectivas decisões afetas às situações tratadas nesta Resolução deverão ser lançadas, pela32Coordenadoria Regional de Educação, em sistema específico para esse fim.

Art. 7º O descumprimento do disposto na presente Resolução implicará nas sanções administrativas previstas na Lei Nº 94/79.

Art. 8º Fica revogado o art. 5º da Resolução SME N.º 1.113, de 10 de novembro de 2010.

Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.



Rio de Janeiro, 20 de outubro de 2017.
CÉSAR BENJAMIN

 

FONTE: DO de 23/10/2017


   
           



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