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Sexta-feira, 24/04/2015

Na minha sala não pega internet, e agora?

Tags: saladeaula, internet.

 

 

Um dos dilemas enfrentados por professores que utilizam ou planejam utilizar novas tecnologias em sala de aula é a falta ou a baixa velocidade da conexão à internet. Aliás, esse é um problema que o país precisa enfrentar ferrenhamente. Segundo Relatório da Akamai, empresa de soluções para internet, o Brasil ocupa a 89ª posição do ranking de internet mais rápida do quarto trimestre de 2014, perdendo seis posições em relação a 2013 – apesar do aumento de 11% na velocidade. No continente americano, estamos em 10º lugar, atrás de países como Colômbia, Equador, Uruguai e Argentina.


É claro que o cenário ideal é uma internet com boa velocidade de conexão e chegando a todos os cantos do Brasil. Contudo, pensando nesse desafio, que é de todas as secretarias municipais de educação do país, a Educopédia disponibiliza algumas alternativas.


Especificamente para os 5º e 9º anos, todas as aulas de Língua Portuguesa e de Matemática estão disponíveis para download em Flash Player. Isso significa que, uma vez salvas na máquina ou em um pen drive, o professor poderá utilizá-las em sala como se estivesse conectado, com os mesmos vídeos, links e animações. É o que chamamos de conteúdo off-line. Além dessas aulas, os livros, minigames, vídeos e as aulas do Pé de Vento do 1º e 2º anos compõem o núcleo off-line.

 


 


Quanto às demais aulas digitais, todas possuem uma versão em Power Point, que o professor pode facilmente baixar e até customizar. A seguir o link com um tutorial para baixar os vídeos do YouTube, que são indicados nas aulas: http://migre.me/pvM5l

 


 


A Educopédia é um REA (Recurso Educacional Aberto) e está licenciada sob Creative Comons (CC BY 3.0 BR), assim, é possível compartilhar e adaptar as aulas à realidade de cada turma remixando, transformando e até criando a partir do material.


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 28/01/2014

O Carinho de uma Sala de Aula

Tags: protagonismoinfantil, saladeaula.

 

Uma sala de aula, principalmente nos anos iniciais, deve conter o que existe de mais precioso e inato no desenvolvimento do ser humano: a expressão da ludicidade. Nada melhor, portanto, que integrar a ludicidade, o desenvolvimento da leitura e os subsídios necessários ao letramento.

 

As dificuldades verificadas no processo de alfabetização de muitos alunos nas turmas podem ser minimizadas, e até mesmo superadas, mediante a convivência com um ambiente adequado.

 

Espantando a monotonia, esse ambiente deve oferecer, nos aspectos físicos da sala de aula, espaços a serem preenchidos por recursos como o alfabeto, o contato com seu próprio nome, já por extenso - afinal, o seu nome e sobrenome é algo próprio do aluno, sua própria e permanente identidade - e com a imagem da assinatura.

 

Além das letras, sílabas, palavras e diferentes tipos de textos, de estruturas que propiciem intimidade com os cálculos e a linguagem matemática, com a integração social e das ciências, concomitante e interdisciplinarmente.

 

E.M Láis Netto dos Reis, turma de 1º ano. Foto da professora Maria Delfina Rodrigues.

 

O objetivo, além de acolher o aluno, é oferecer possibilidades que invistam nas propriedades da leitura, na estrutura da palavra e dos textos, na diversidade textual e no estímulo aos desafios matemáticos cotidianos a partir de experiências dentro de sala. E, também, através de mecanismos simples e práticos, tais como, por exemplo, um mercadinho, onde, manuseando os “produtos”, já se começa concretamente a adquirir, de forma natural, a percepção do sistema monetário brasileiro, dentre outras habilidades necessárias ao cotidiano.

 

As sucatas que se transformam em jogos e em brinquedos, tudo o que se constrói na sala é através do mínimo de materiais disponíveis, enfatizando-se o desenvolvimento autossustentável, a expressão artística, além do senso estético e prático do alunado em questão.

 

Materiais simples e sucatas podem compor instrumentos para auxílio didático. Na foto, sala de 2º ano. Sucata para a janelinha do tempo e mercadinho, entre outros.

 

Deve se elaborar um acervo textual que englobe poesias, histórias sequenciadas e músicas com o objetivo de ressaltar exercícios de mnemônica, em prol do exercício da memória e da natureza de brincar e oportunizar a organização do espaço, a responsabilidade e estimular o senso estético.

 

É primoridial o cuidado com esse ambiente construído e cada dia mais enriquecido com novas informações e muito movimento entre os alunos na realização de diversas atividades. A rotina é importante, mas salpicada de ação e novas propostas. Assim, observa-se que uma metodologia de ensino pode estar relacionada à simples consonância do professor com sua sala de aula que, na realidade, junto aos seus pupilos, torna-se uma casa, um castelo, um mundo...

 

É uma grande recompensa vermos nossos pequenos vasculhando a sala em busca de um trabalho seu ou dos colegas, de uma nova fonte que o professor elaborou ou construiu com ele, ou apenas, como suporte para tirar alguma dúvida.

 

Enfim, a sala de aula pode e deve tornar-se a extensão de sua metodologia, professor. A sala de aula deve ser a expressão do carinho, no qual se firma o desenvolvimento, a autoconfiança e a aprendizagem. Com dedicação e compromisso, um recurso, por mais simples que seja, pode resultar em diferenças muito positivas.

 

 

Vilma Barbareto

Professora da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro

Colaboradora do Rioeduca.net

E-mail: vilmabarbareto@rioeduca.net

Twitter: @VilmaBarbareto

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 30/10/2013

Monitoria em Sala de Aula

Tags: professor, saladeaula.

O trabalho de monitoria desenvolvido pelo professor em sala de aula em parceria com os alunos tem como principal objetivo facilitar o processo de ensino-aprendizagem, auxiliando a relação professor-aluno e desenvolvendo atitudes cooperativas.

 

Buscando o atendimento dos alunos dentro das suas diversidades em sala de aula, o trabalho de monitoria visa desenvolver e estimular tanto os alunos monitores quanto aqueles que são atendidos pela monitoria paralelamente ao trabalho do professor.

 

Independentemente da disciplina que se propõe à prática da monitoria, é fundamental levar em consideração o planejamento e o estabelecimento de objetivos claros e específicos, que devem ser discutidos com a turma. Para a escolha dos monitores, vários aspectos devem ser considerados, dentre eles: maturidade, conhecimento do conteúdo e abordagem clara para com os colegas.

 

 

Atividade de monitoria em Matemática realizada pela aluna com a supervisão da professora.

 

As atividades de monitoria devem ser gradativamente introduzidas na rotina escolar, pois, se mal planejadas e mal orientadas, podem trazer resultados inesperados e aquém das expectativas e dos objetivos propostos.

 

A escolha de monitores precisa ser feita com cautela, pois, além de dominar o conteúdo, os alunos precisam desenvolver certa maturidade para a compreensão de que o trabalho deles é ajudar e orientar, e nunca fazer o trabalho para o colega!

 

 

Alunos da E. M. Vice-Almirante Paulo de Castro envolvidos em atividades colaborativas.

 

Não existe “receita pronta”, regras a serem seguidas pontualmente para que esse tipo de prática funcione.

 

O professor tem que levar em conta a realidade de sua turma e em que momento a monitoria o auxiliará.

 

Cuidados para que se tenha sucesso:

  • maturidade; 
  • prontidão;
  • definição de quais conteúdos necessitam de reforço e se os alunos escolhidos estão aptos;
  • criação de grupos pequenos para serem monitorados rendem mais;
  • orientação e “monitoramento” dos monitores;
  • rodízio entre os monitores, procurando contemplar as diversas áreas do conhecimento;
  • uma vez introduzida a prática, que se torne uma constante;
  • feedback à equipe pedagógica sobre as atividades desenvolvidas, os resultados, apresentando os aspectos positivos e os negativos que deverão ser analisados com propostas de mudanças.

 

As atividades de monitoria favorecem a interação, criam vínculos, estabelecem confiança entre professor e alunos e, principalmente, entre os próprios alunos.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 07/05/2013

A Indisciplina em Sala de Aula

Tags: indisciplina, professores, saladeaula.

Os professores são assombrados todos os dias com a indisciplina, mas o que é indisciplina?

 

Muitas pessoas quando questionadas sobre indisciplina, remetem-se à conversa ou à desatenção dos alunos, mas o conceito é muito maior e envolve diversos atores do processo educativo: os pais, os professores, os alunos e a escola.

 


“Indisciplina é quando a ação do aluno impede a escola de concretizar os objetivos de sua existência.” (Celso Antunes)


A indisciplina é a transgressão de dois tipos de regras:


  • As morais, que visam o bem comum em qualquer convivência social.
  • As convencionais, que são criadas em grupo específico e conforme o momento.


O que acontece é que professores deveriam se preocupar somente com as regras convencionais, mas o que infelizmente não acontece. Por isso é preciso esforço, paciência e principalmente persistência para que haja uma transformação no aluno e na família para se chegar a escola.


Segundo a Universia Brasil, podemos amenizar essa questão com a utilização de algumas dicas.


1- Use sua voz normal e natural, os alunos podem se espelhar no seu tom de voz;


2 - Tente falar apenas quando houver silêncio. Lute contra a tentação de falar e chamar atenção. Faça-os perceber sua presença;


3 - Estipule regras (combinados) com o grupo ouvindo o que eles têm a dizer e remetendo-se a elas sempre que descumpridas;


4 - Pontue problemas de forma rápida e sábia. Chamar atenção separada do resto da turma e com abordagens positivas, pois a reação esperada é uma bronca. Use “Como posso te ajudar?”, “Percebo que está com dúvidas”...

 

 

 

Será que isso mudará?

“Impossível ter certeza, mas ainda sem ela fica a convicção de que se a comunidade não fizer a sala de aula o seu espelho, ao menos os alunos e os mestres desta sala a transformarão em um abrigo sereno...” Celso Antunes.

 

Fontes:

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/03/15/917590/4-dicas-disciplina-em-sala-aula-novos-professores.html

http://www.youtube.com/watch?v=Gfa3XlA7mUI
 

Elidia Correia é Professora da Rede Municipal

e colaboradora do Blog Professores do Portal Rioeduca.

E-mail: elidiacorreia@rioeduca.net

Twitter: @ElidiaCorreia
 

                               

 

 

 


   
           



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