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Segunda-feira, 11/06/2018

Realidade Virtual

Tags: 1ªcre, eventos, projetos, tecnologia.

 

O uso da realidade virtual movimenta o Ensino de Ciências no Ginásio Olímpico de Santa Teresa.

 

A realidade virtual é uma tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema operacional. O objetivo dessa tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adotar essa interação como uma de suas realidades temporais (WIKIPEDIA, 2018).

 

 

Sempre associamos a realidade virtual com o entretenimento, visto que, esse tipo de tecnologia é usado em jogos eletrônicos e sempre marca presença em filmes de ficção científica. Entretanto,  a realidade virtual também está sendo cada vez mais empregada na Educação, pois o uso de tecnologias no processo de ensino-aprendizagem é de fundamental importância para a formação dos estudantes no mundo de hoje.


A realidade virtual está revolucionando a experiência de aprendizagem no Ensino de Ciências, possibilitando que os alunos aprendam de forma mais interativa e prazerosa.

 

Realidade virtual sendo usada no Ensino de Ciências no Geo Santa Teresa


“Usando essa tecnologia, os alunos puderam ver tridimensionalmente as células procarióticas, eucarióticas animais e vegetais. Puderam observar as organelas dessas últimas e comparar detalhes entre um tipo e outro. A aula ficou muito interessante, divertida e o processo de ensino-aprendizagem ficou realmente mais dinâmico.” - Comenta a Professora Lucineia Alves, professora de Ciências, idealizadora da implantação da realidade virtual na Escola Municipal Juan Antonio Samaranch, conhecida como Ginásio Olímpico (GEO) Santa Teresa.

 

 

O uso da realidade virtual no Ensino de Ciências, ainda que inicial no GEO Santa Teresa, tem se mostrado promissor em constituir-se uma poderosa ferramenta no processo de ensino-aprendizagem.

 

O entusiasmo contagiante dos alunos ao utilizarem os óculos 3D em sala.


Foi solicitado aos alunos que baixassem, em seus respectivos celulares, um aplicativo que possibilitou a observação de células através dos óculos 3D. O uso do telefone celular, em sala de aula, também foi motivo de muita alegria para os alunos, mostrando que o mesmo pode ser um ótimo aliado no processo de aprendizagem .

 

Aprendendo sobre as células com o uso da realidade virtual, através do telefone celular.
 

 

Ao final da aula, os alunos da Turma 1703, foram convidados a realizarem um pequeno relato com sua opinião sobre a experiência da utilização da realidade virtual em sala de aula. A partir dos relatos, pode-se constatar que os alunos gostaram muito do uso para aprenderem sobre as células. Seguem alguns relatos:

 

“Adorei essa experiência!”

“Eu gostei muito dessa atividade. Quero que aconteça mais vezes.”

“Eu gostei muito! Principalmente das células animais. Foi uma experiência incrível!”

“Legal, bonito e muito bom a experiência de usar os óculos com meus amigos em sala de aula!”

“Eu gostei de usar os óculos 3D! É muito realista ver as células através deles. É bem legal e gostaria de ver mais outras vezes!”

“Eu gostei muito de usar os óculos 3D! Essa experiência é muito boa porque facilita o nosso aprendizado.”

 

Nesse contexto, destacamos que França & Silva (2017) afirmam que tecnologias relacionadas à realidade virtual potencializarão a aprendizagem, indo de encontro às perspectivas dos alunos atuais que utilizam Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação de forma natural e totalmente imersiva.

 

“Desejo que a realidade virtual traga novas perspectivas ao ensino no GEO Santa Teresa, não somente no Ensino de Ciências, mas também a outras disciplinas. Inicialmente, já se pode observar que a adesão à tecnologia facilita a absorção dos conteúdos pelos alunos, torna o processo de aprendizagem mais atraente para os mesmos e oferece experiências prazerosas no processo de ensino – aprendizagem.” – afirma a Professora Lucineia Alves.

 

REFERÊNCIAS:


FRANÇA, C. R. & SILVA, T. 2017. A utilização da Realidade Virtual e Aumentada no Ensino de Ciências no Brasil. Disponível em: . Acesso em 30/abr/2018.


WIKIPEDIA. 2018. Realidade virtual. Disponível em:. Acesso em 30/abr/2018.

 

Para Saber Mais:

E.M. Juan Antônio Samaranch

Diretora: Ana Christina Quintella

Diretora-Adjunta: Vera Regina Pacheco

Coordenadora Pedagógica: Mariane Fernandes de Catanzano

Professora Responsável: Lucineia Alves

Telefone: 3972-0916

E-mail: geo@rioeduca.net

 


 


   
           



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Sexta-feira, 23/02/2018

Caça aos Desafios Utilizando QR CODES

Tags: qr code, desafio, projeto, inovação, tecnologia, 5ªcre.

 

 

A nossa rede municipal de ensino desenvolveu vários projetos nas unidades escolares no ano de 2017. Um deles foi o projeto "Caça aos Desafios Utilizando QR CODES", da Escola Municipal José do Patrocínio, com o professor Rafael Costa. Confira!!!

 

 

 

 

No 4º bimestre do ano de 2017, o professor de matemática Rafael Costa, desenvolveu um projeto com a sua turma de 8º ano que provocou uma grande motivação entre os os alunos. A 1802 vibrou com um desafio que envolvia o conteúdo de Equações do primeiro grau com distributivas, leitor de QR baixado pelo Playstore no celular de 5 alunos: QR CODE READER (1,5mb) e 2 tempos de 50 minutos para a execução da atividade.

Para fazer os QR CODES do Desafio, o professor utilizou o seguinte site: https://www.invertexto.com/qrcode

Saiba mais detalhes sobre o projeto a seguir:

 

Objetivo do projeto:


Fazer aulas diferenciadas onde os alunos participem da construção do conhecimento juntamente com seus companheiros, utilizando jogos matemáticos construídos através do uso de tecnologia, criando uma competição sadia entre eles, aumentando seu interesse e motivação para a participação nas atividades e resolução de tarefas.

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Desafios coletados pelos grupos

 


Desenvolvimento do projeto:


O trabalho busca não só a aprendizagem matemática, mas sim o bom relacionamento entre os alunos, a aceitação de opiniões divergentes, e a busca por um resultado comum entre eles.


Foram construídos e espalhados por toda a escola 8 QR CODES para serem encontrados pelos grupos de alunos. Cada QR CODE possuia um desafio envolvendo equações do primeiro grau com distribuíção. Os alunos sairam de uma base (sala de aula) em busca dos QR, anotando os desafios encontrados para possível resolução. O simples encontrar dos QR e fazer a leitura não garante a vitória do grupo, mas sim resolver corretamente os desafios e em menor tempo.
 

 


Produção dos QR CODES e criação das tarefas

Turma reunida para repasse das regras

 


Para isso, formamos 5 equipes de aproximadamente 5 alunos, que foram escolhidos de acordo com a afinidade dos próprios alunos e com a obrigatoriedade de um aluno ter um celular carregado com ou sem internet. Para os que tinham internet foi solicitado que baixassem pelo Playstore, o aplicativo super leve (1,5mb): QR CODE READER. O mesmo procedimento foi solicitado para os que não possuíam internet, porém foi feito o roteamento da internet do celular do professor.
 

 

Busca pelas pistas

Utilizando o QR CODE READER

 

 

Após espalhados os QRs pela escola foram liberados os grupos para a caça aos desafios. Os alunos mostraram total empenho em buscar os desafios, “suando a camisa” para procurar e capturar os códigos.

A medida que os grupos capturavam os 8 desafios, corriam até a base para tentar resolver. Foi um momento de treinamento do psicológico, pois os alunos foram tirados do conforto físico para realizar as atividades, logo tinham que mediar seu cansaço físico com os conflitos de resolução dentro dos grupos.

 



Resolvendo os desafios

 


A medida que os grupos acabavam as tarefas vinham até o professor para computar suas respostas. Sem o feedback ainda de que estavam certos ou errados. Isso gerou um conflito interessante: entregar rápido e correr o risco de errar questões, ou demorar um pouco mais na análise e ter certeza das respostas.

 


Repasse de resultados dos grupos

 


Após contabilizar a quantidade de acertos e erros dos grupos, foi divulgado a classificação e feita a correção para que não tivessem mais dúvidas.

 

Feedback dos alunos:

Os alunos mostraram muito interesse em participar da atividade, por ser algo que traz uma motivação de competição sadia e por ter envolvimento com algo que eles costumam gostar muito que é o envolvimento com recursos tecnológicos. Os grupos mostraram muita união e comprometimento na resolução dos exercícios tentando alcançar a vitória. As outras turmas já estão reivindicando a atividade nas suas turmas, visto o sucesso que a atividade fez, repercutindo pelos próprios alunos das turmas participantes.
 

 

Feedback dos alunos

 



 

Finalização da atividade

 

 

Assista ao vídeo abaixo com a gravação da atividade:
 

 

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: E/CRE(05.14.020) - Escola Municipal José do Patrocínio
Diretor(a): HELANE TAVARES SIAS MARTINS
Endereço: Rua Gustavo de Andrade 270 - Irajá
Cep: 21235-500
Telefone: 3455-8524
E-mail: empatrocinio@rioeduca.net   


   
           



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Segunda-feira, 25/09/2017

Tech Aula:Robótica em Sala

Tags: 1ªcre, projetos, eventos, inovação, tecnologia, ginásiocarioca.

 

Disciplina Eletiva de Robótica promove Valorização do Espaço Escolar.


Formado em matemática pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o professor Thiago Fortunato, que atua no Ginásio Carioca Celestino da Silva, no Centro da Cidade Maravilhosa, implementou na unidade a disciplina eletiva denominada Tech Aula , para alunos do 7º e 8º ano do Ensino Fundamental.


Tendo como um dos objetivos desenvolver o raciocínio lógico a partir da programação aliada à robótica, a ideia da disciplina TECH AULA surgiu a partir de uma formação que foi realizada na escola, promovida pela RECODE, parceria com a GITE, a Gerência de Inovação e Tecnologia, da Secretaria Municipal de Educação. O projeto chamado TEC ESCOLA levou para os professores do ginásio informações valiosas sobre como eles poderiam utilizar a tecnologia para engajar os alunos.


A partir dessa formação, professor Thiago começou a pesquisar maneiras de engajar os alunos em um projeto tecnológico e ao mesmo tempo promover melhora acadêmica. E ele nos conta um pouco do processo de criação da eletiva: “Nesse contexto a programação se encaixa perfeitamente pois trabalha o raciocínio, atenção e conceitos matemáticos básicos. Porém ainda faltava algo que os trouxesse para o projeto. Programação apenas por programação parecia pouco. Foi nesse momento que conheci o microcontrolador Arduino, que já vinha sendo consolidado como um recurso competente por aliar de maneira objetiva, concreta e relativamente barata a programação com robótica.Essa pesquisa iniciou-se em Fevereiro deste ano e começou a ser implementada em sala em Abril”.

 

Professor Thiago ao lado de colegas, Equipe Gestora do Ginásio e alunos: apoio e integração

 

Além de trabalhar o raciocínio lógico, outros objetivos foram traçados pelo professor na implementação da disciplina, entre eles propiciar o contato dos alunos com a robótica e eletrônica básica, trabalhar pesquisa otimizada de informações na internet , criar um espaço de trocas e livre criação, além de criar equipamentos que tenham impacto na vida escolar.

E os benefícios do projeto de robótica não tardaram em aparecer. Thiago nos conta que o principal e mais importante é a valorização do espaço escolar. “Acredito que quando o aluno valoriza esse espaço ele cuida melhor dele e entende sua importância, bem como das pessoas que trabalham por esse lugar e por eles. Também percebi uma melhora no desenvolvimento do raciocínio lógico. Conseguimos fazer como que os mais curiosos se tornassem monitores dos demais. Acredito que seja cedo para cravar o quanto isso representou em notas, mas com a continuidade do trabalho isso será um resultado natural”, relata Thiago.

Professor e alunos analisando informações

 

São atendidos alunos dos grupamentos de 7º e 8ºano com um envolvimento muito grande por parte deles. Eles conseguem perceber como fazer um produto tecnológico é desafiador e trabalhoso. Thiago acredita que ter como produto final algo que todos da escola verão é crucial para que eles permaneçam engajados.

Os alunos conseguiram concluir produtos importantes: Um robô controlado pelo celular que consegue medir a temperatura e a humidade do ar, que deram o nome de SILVA. Ele é o pioneiro e será a base para os outros projetos. Ele está numa versão ainda simplificada, mas que será melhorada pelos próximos alunos que entrarão na eletiva. Com SILVA,  professor Thiago e alunos estão realizando um projeto com a professora de Geografia Paula Pitombeira, para mapear ilhas de calor ao redor da escola. O robô contribuirá dessa forma para a reflexão dos problemas ambientais.

 

Processo criativo: Robô Silva em Ação

 

Outro dado interessante é que esse robô se alimenta de baterias de celular que foram descartadas. Isso levou a uma discussão sobre lixo eletrônico, como descartar e como esse lixo pode degradar o meio ambiente.

Um outro produto importante criado pelos alunos nos encontors da Tech Aula foi um dispositivo robótico que tocará o sinal automaticamente no horário correto.

São projetos que deixarão um legado da eletiva para a escola.

A Diretora Alice Pereira nos fala um pouco do trabalho do professor Thiago: “O professor Thiago Fortunato é muito dedicado em tudo que faz. Durante o trabalho com robótica, não mediu esforços para que os alunos compreendessem a dinâmica. Os encontros foram devidamente planejados, no intuito de atender a especificidade de cada aluno. Sendo assim, os alunos aproveitaram cada instante de informação, desenvolvendo projetos, analisando situações, entendendo, assim, robótica , afinal, aprender fazendo, colocando a " mão na massa" desperta habilidades. Agradeço ao professor por ter despertado nos alunos suas habilidades. Aprender com prazer, faz toda diferença !”

 

Alunos pesquisadores: protagonismo juvenil

 

E você, ficou curioso em conhecer um pouco mais acerca do trabalho e da eletiva do professor Thiago Fortunato?

Para Saber Mais:

Ginásio Carioca Celestino da Silva

Rua do Lavradio,56 - Centro

Direção: Alice Cardoso Pereira

Cordenador Pedagógico: Vera Espasandin Constancio

Professor Responsável: Thiago Fortunato

Telefone:2224-2688

E-mail: emcsilva@rioeduca.net


   
           



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Quarta-feira, 13/04/2016

Novas Tecnologias e Criatividade

Tags: realidade virtual, professores, tecnologia.

                                                                                                                                            

                                                              

O mundo está em constante transformação. A sala de aula é um lugar privilegiado onde as relações podem ser pensadas e novas hipóteses podem e devem ser levantadas. Oferecer aos alunos uma visão diferenciada sobre o universo da Arte é o principal objetivo que norteia o planejamento de nossas aulas.

 

 

 

Em um desses momentos a conversa foi sobre a necessidade humana de criar. Ser criativo é mais que uma questão de aptidão, é uma questão de sobrevivência da espécie. O ser humano é criativo porque precisa adaptar o mundo em que vive às suas necessidades. A Arte é o espaço que permite ao indivíduo ultrapassar a barreira da convenção; é possível criar mundos paralelos, simular realidades e viver nova vida.

Ao introduzir os óculos de realidade virtual (VR) tive o prazer de observar a descoberta de um tipo de realidade diferente daquela que eles estão acostumados e eles, em um misto de curiosidade e insegurança, pareciam não acreditar naquilo que estava diante de seus olhos. Para quem olhava de fora era muito engraçado, mãos tremiam, o corpo girava, por vezes se abaixavam ou desviavam do espaço vazio.

Era nítido que a ansiedade crescia na expectativa de chegar a sua vez e, ao colocar os óculos no rosto, experimentavam um mundo novo, virtual, onde os vídeos possuem 360 graus e três dimensões. Concluímos essa aula listando os aspectos artísticos envolvidos naquele objeto icônico: a pessoa que idealizou o formato e a cor dos óculos, o material empregado na sua confecção, o uso das lentes para criar aquela realidade em três dimensões, o software desenvolvido e a filmagem e criação dos vídeos no computador.


Professor Eduardo do Nascimento Borba dos Santos Alualmente lecionando em turmas do primeiro ao nono ano do ensino fundamental na Escola Municipal Conjunto Praia da Bandeira e no CIEP Olga Benário Prestes. Formado em educação artística pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro

                                                              

                                                                                                             

                                                              

                                                                              

                                                              
                                                                                
                                                              
                                                                              
                                                              

                                                                                

                                                              

                                                                                

                                                              

                                                                                

                                              

   
           



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