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Sexta-feira, 07/09/2018

Diversão e Aprendizagem no Contexto Escolar

Tags: cre10, 10ªcre, xadrez.

 

Projeto de xadrez desenvolvido com os alunos da Escola Municipal Nair da Fonseca ajuda na disciplina, concentração, tomada de decisão, respeito, ética e autoestima.

 

A E/CRE (10.19.025) Escola Municipal Nair da Fonseca está localizada à Rua Pirai do Sul, s/n°, Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 749 alunos com 19 turmas do primeiro segmento e 4 turmas de 6º Ano Experimental. Tem como diretora, a professora Vania Cristina Villas Boas Ferreira Marques, como diretora adjunta, a professora Angélica Henriques Camargo e como Coordenadora Pedagógica, a professora Veronica Cristina Vianna de Araújo.

 

Durante o ano letivo, pensando em provocar a concentração, a interação e o raciocínio dos alunos, o professor, Edson Paiva, construiu junto com a equipe gestora da escola o projeto de xadrez, um jogo milenar. O docente aproveita o projeto para desenvolver, também, atitudes de respeito, tolerância, paciência e harmonia entre os alunos, promovendo um clima saudável de disputa entre os jogadores.

 

Alunos que participaram do projeto e o professor Edson

 

O projeto é desenvolvido durante todo o ano letivo e culmina com um xadrez vivo, na quadra da escola, no final do ano letivo, com a participação da família dos participantes e da comunidade escolar, onde os jogadores são as próprias peças.

 

O professor Edson relata que tem inúmeros problemas e possibilidades pedagógicas diariamente. E, a partir da observação dos problemas, é possível usar a criatividade para sanar tal dificuldade no aluno, seja cognitiva, indisciplinar ou comportamental.

 

— Cada caso é um caso, não há receita mágica, claro. Porém, as tentativas devem ser incansáveis. Em 2107, atuando no 6° ano Experimental,numa turma bastante diversa, com grandes desafios, tentei incansavelmente com diversas tentativas e possibilidades reunir diversão e aprendizagem. É importante entender que, quanto mais atualizado o regente estiver, mais condição, mais possibilidades poderá utilizar em sua prática de ensino. — afirma o professor Edson

 

O professor começou esse trabalho em 2016, também com 6° ano experimental, e vem conseguindo bons resultados, os avanços são muito significantes. Tudo é muito bem planejado, desde o ensino do jogo, a história do xadrez, contos relacionados ao xadrez, vídeos sobre o valor e importância de saber jogar e os seus benefícios.

 

O xadrez utilizado como ferramenta pedagógica é arte, jogo da memória, disciplina, concentração, tomada de decisão, respeito, ética, autoestima e muito mais.

 

Xadrez Humano

 

Os alunos representando as peças do xadrez

 

O encerramento do projeto em 2017 aconteceu no dia 17 de novembro. Houve uma integração entre alunos do 4°, 5° e 6° anos, todos contribuindo para excelência do aprendizado e os mesmos articulando junto ao professor o processo de organização das ações. Dentro do andamento das atividades, tiveram alunos monitores, que monitoravam alunos de outras turmas.

 

— No Xadrez Humano, as peças eram os próprios alunos. Tinha um tabuleiro gigante e apresentação dos alunos foi incrível. Eles se apresentaram para a comunidade escolar e para os demais alunos da escola. O xadrez escolar interage com o meio externo, sai da teoria e se torna prática, ao mesmo tempo em que é possível aguçar a relação mediada por sistemas simbólicos. No xadrez há interdisciplinaridade, amadurecimento da percepção, atenção e memória. E tudo isto com muita diversão. — afirma a diretora Vânia

 

Alunos vencedores

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.025) Escola Municipal Nair da Fonseca
E-mail: emnairf@rioeduca.net
Telefones: 3317-7265

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Segunda-feira, 05/03/2018

Inovando na aula de Matemática com Xadrez

Tags: xadrez, inovação, matemática.

 

 

A Gerência de Inovação e Tecnologia Educacional acredita na Educação Pública de Qualidade!

 

 

#Inovação

#EuacreditonaEducaçãoPública

#EducaçãoPúblicadeQualidade

 

 

 

 

 

A professora de matemática Lucineia Alves convidou o professor de educação física Antonio Holanda do Ginásio Experimental Olímpico Juan Antonio Samaranch para ensinar Xadrez em suas aulas do 9º ano. Com o tema Xadrez e Potenciação, o professor utilizou inclusive música! Para dinamizar ainda mais a aula.

 

 

PARABÉNS AOS PROFESSORES!

 

 

 

Aula de Matemática???
- Sim!!! Aula do 9º Ano.
Assunto: o xadrez e a potenciação.

 


   
           



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Quarta-feira, 12/07/2017

Heróis do Tabuleiro oferecem xadrez como matéria eletiva aos alunos da rede

Tags: xadrez, alunos.

 

É comum que aulas de xadrez sejam direcionadas para os melhores alunos, com o objetivo de exercitar a capacidade de tornarem-se vencedores. Mas, para a professora de Educação Física, Fátima Bispo, aulas de xadrez devem ser dadas para os alunos com defasagem entre idade e a série em que estudam. Por isso, há 12 anos, recém-chegada à Escola Municipal Frederico Eyer, localizada na Cidade de Deus, Zona Oeste da cidade, a docente propôs ensinar xadrez durante as suas aulas de Educação Física.

A escolha por esse grupo de alunos surgiu após um estudo feito pela própria professora que mostrava que o xadrez ajudava na aquisição e no desenvolvimento da leitura, da escrita e dos cálculos matemáticos, através da potencialização das funções executivas e de funções cognitivas como atenção, concentração, abstração, entre outras; e no desenvolvimento da capacidade de argumentação, de administração de conflitos e de se colocar no lugar do outro.

O começo do "Xadrez Além Xeque", nome inicial do projeto, acontecia de forma improvisada, no chão do auditório da escola. "As crianças com defasagem são mais agitadas. No início queriam as aulas de Educação Física tradicionais. Foi uma grande conquista atraí-los para o xadrez" relembra a professora. O sucesso do projeto fez com que a escola, no ano seguinte, incluísse o xadrez como matéria eletiva. Outra novidade do projeto: todos os alunos da unidade, a partir do 3º ano, passaram a assistir às aulas.

Com o tempo professores de outras unidades começaram a se interessar pelo projeto. Foi então, que, em 2010, a professora Fátima passou a capacitar outros docentes de Educação Física da 7ª Coordenadoria Regional de Educação, responsável pelas unidades da região da Cidade de Deus, Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio e adjacências. No final do curso todos queriam um projeto na sua escola. "Nos reunimos e fizemos um projeto coletivo. A 7ª CRE acolheu o projeto e todos os professores que participaram do curso passaram a ter nas suas unidades o Heróis do Tabuleiro, como passou a chamar-se."

Atualmente são 20 escolas e cerca de seis mil alunos atendidos. Tem como público alvo turmas do 1º ao 9º ano, formada por alunos que apresentem indicativos de dificuldade ou transtornos de aprendizagem. A Escola Municipal Frederico Eyer tem uma sala específica para o xadrez. Nas outras 19 unidades, os professores colocam o material em um carrinho e vão percorrendo cada sala de aula.

O projeto tem uma metodologia própria. Quando o aluno chega à sala tem um roteiro a seguir. Em 10 minutos a sala é preparada para iniciar o jogo. À princípio, ensina-se a função de cada peça e a primeira batalha é apenas entre os peões. Aos poucos outras peças são incluídas no jogo até que o aluno tenha domínio completo do tabuleiro. "Muitas vezes o professor conhece o jogo, mas não sabe ensinar a jogar. Só pode atuar no projeto o professor que passa por nossa capacitação que é muito voltada para o olhar sobre a aprendizagem. O foco é com os alunos que tem dificuldade no aprendizado" conta Fátima.

Para a diretora Maria Emília Cunha, da Escola Frederico Eyer, o nome Heróis do Tabuleiro tem um significado de conquista muito maior que o "Xadrez Além Xeque". "A Fátima mostra que o xadrez é muito mais do que ganhar um jogo".

O Xadrez, como todo jogo, tem um vencedor. Porém, nos torneios realizados entre as escolas participantes do projeto Heróis do Tabuleiro todos os alunos são premiados.

Foi durante um desses torneios, realizado na quadra do Ciep Rubens Paiva, em Curicica, que o secretário municipal de Educação, César Benjamin, conheceu o projeto. Os alunos foram distribuídos em duplas por grau de conhecimento do jogo e por escolas diferentes. Ao final de cada partida eles eram novamente redistribuídos de modo a não repetirem o adversário.

Entusiasta do xadrez, César Benjamin, pretende ampliar o projeto na rede. "Quero espalhar de forma gradativa para as escolas. O xadrez é especial, permite a concentração, raciocínio lógico, respeito ao próximo. Com certeza é uma ferramenta pedagógica muito bonita e eficaz."

Hoje, projeto "Heróis do Tabuleiro" é oferecido nas seguintes unidades: CIEP Rubens Paiva; Frederico Eyer; Lincoln Bicalho Roque; Luiz Camillo; Madre Tereza Calcutá; Mano Décio da Viola; Marechal Thaumaturgo de Azevedo; Maria Florinda Paiva da Cruz; Pedro Américo; Professor Augusto Cony; Professor Carlos Delgado de Carvalho; Professor Jurandir Paes Leme; Professoranda Leila Barcelos de Carvalho; Silveira Sampaio; Virgílio Várzea; Joaquim Fontes. Pedro Aleixo; Pérola Byington; Almeida Garré; Maria Claro Machado.
 

 

FONTE: http://prefeitura.rio/web/sme


   
           



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Quinta-feira, 29/11/2018

VIII Encontro Anual de Alunos de Xadrez do Heróis do Tabuleiro/SME

Tags: xadrez, heróis do tabuleiro.

 

Xadrez: Pura magia... Puro encantamento...

 

O VIII Encontro Anual de Alunos de Xadrez do Heróis do Tabuleiro/SME realizado no dia 22 de novembro de 2018 na Arena Carioca I do Parque Olímpico da Barra da Tijuca impactou alunos, professores, responsáveis presentes e o público em geral não só pela grandiosidade - em números: 2000 alunos, 220 professores, 2000 cadeiras, 1000 mesas, 50 ônibus, 4000 lanches, 2 ½ toneladas de lixo reciclável recolhidos em uma Arena de 3200m2 - mas também, pela concentração de emoções.

 

 

O Encontro marcou, celebrou e jogou luz sobre o trabalho invisível do cotidiano das salas de aula de xadrez em cada uma das 96 escolas participantes e sobre a intervenção/mediação pedagógica diária junto a mais de 25000 alunos abrangidos.

 

Alí juntos estavam alunos autistas, do PEJA, com dificuldades de aprendizagem, alunos regulares, pequenos, grandes ... ali estavam os alunos da Rede Municipal de Ensino da cidade do Rio de Janeiro.

 

Depoimentos de professores expressam outra dimensão grandiosa do evento:

 

“Essa aluna, (...), viu no xadrez um meio de mudar, de ter perspectiva de vida. A escola toda fala que era horrível, sem modos, batia pra caramba, e agora mudou muito. A aluna até pede para ficar comigo quando eu vou dar aula pro 1º ano. (...) A mãe não via mais luz. A mãe foi ontem no torneio ver a filha e os sobrinhos. A mãe tá vendo luz agora. (...) Um mundo está se abrindo. Uma vida com vida agora.”

 

Para os alunos muitas novidades: o acesso a Arena, palco dos Jogos Olímpicos, a participação em um evento de xadrez, que para a grande maioria o primeiro, compor um evento escolar dessa magnitude.

 

O Encontro está tão introjetado na cultura do Projeto Heróis do Tabuleiro que os professores protagonizam várias iniciativas, como é o exemplo da Profa. Simone Domingues que fez, de forma artesanal, os banneres que serviram de fundo para a premiação.

 

 

Ao final tivemos a parceria do Projeto Planetário “O astrônomo vai a escola” com a exibição do filme “Planetário vai a escola” além da preciosa interação entre o astrônomo Alexandre Shermann e os alunos presentes.

 

A GPEC/SME não teria condições de realizar um evento dessa monta sozinha. Contamos com parcerias fundamentais para garantir o sucesso do Encontro. A Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO) gentilmente nos cedeu o espaço e a estrutura de ponta da Arena I. A ASSIM SAÙDE nos proveu o posto médico, sem o qual o evento não seria autorizado pelo Corpo de Bombeiros. Tivemos também a colaboração do DJ Macarrão que gentilmente operou o som e uniu forças com a Multirio para a sonorização do evento. E por fim, mas não menos importante, a COMLURB que nos ajudou na gestão do lixo gerado, assim como a destinação dos recicláveis para um local adequado, manutenção e limpeza do local. 

 

A todos o nosso muito obrigado!

 

A projeção para 2019 é reunir 10.000 alunos e entrar para o Guinness Book como maior evento de xadrez escolar do mundo.

 

Parabéns a todas as escolas participantes:

 

 

 

Enviado por:

Fátima Bispo - Projeto Heróis do Tabuleiro


   
           



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