A A A C
email

Sábado, 28/07/2018

FLIP: FLUP Encontro das Festas Literárias

Tags: flip flup, gla, literatura.

 

 

Prezados Colegas

A FLIP: FLUP Encontro das Festas Literárias acontecerá em 30 de julho na Biblioteca Parque Estadual. Mistura quase heterodoxa de autoras como a alemã Nina Reusch, a paulista Djamila Ribeiro e a italiana Igiaba Scego nos quatro painéis programados para a segunda-feira imediatamente posterior à festa de Paraty, que debaterão temas como o feminismo, o racismo e a literatura pós-colonial.
Todas as atividades serão gratuitas. As 300 primeiras pessoas a chegar poderão levar, gratuitamente, o Dicionário da Escravidão e Liberdade, de Flávio Gomes e Lilia Schwarcz.

 

Inscrições para participar das mesas: 

 

CLIQUE AQUI E SE INSCREVA

 

Programação das mesas:

14h
A tragédia que jamais admitimos
Flávio Gomes, Jaime Lauriano e Lilia Schwarcz
Tão falaciosa quanto a tese de que somos uma generosa democracia racial é a lenda de que não podemos revirar nosso passado escravocrata por causa do incêndio com que Ruy Barbosa teria destruído todos os registros da tragédia que jamais admitimos. Só vamos interromper o extermínio de nossa juventude negra quando entendermos as conexões entre o maior porto escravagista da história e o assassinato da vereadora Marielle Franco.

16h
O eterno tabu
Djamila Ribeiro, Izabela Figueiredo e Nina Reusch
A sexualidade feminina tem sido reprimida desde tempos imemoriais. Apesar de todas as conquistas de 1968, o corpo das mulheres continua sendo perseguido e mutilado pelas teocracias obscurantistas do Oriente Médio. A ascensão da direita e os grandes ciclos migratórios tornaram-se uma ameaça para as conquistas do movimento feminista.

18h
A revolução como peça de museu
Lutz Taufer e Michael Goldfarb
Os 50 anos de Maio de 68 recolocaram a revolução na ordem do dia. No entanto, o desejo pelas grandes mudanças, que pulsava nas ruas, parece ter sido catalogado como reminiscências de uma geração excepcional nos sóbrios corredores do museus. Nunca se falou tanto de revolução e no entanto as multidões nunca estiveram tão sonolentas e apáticas.

20h
Nunca nos sonharam
Alain Mabanckou e Igeaba Scego
As grandes migrações pós-coloniais não estão apenas redesenhando demograficamente as megacidades ocidentais, como Nova York, Paris e Roma. Um inesperado ocidente menos branco, menos católico e menos cartesiano está se deslocando das caóticas ruas de Londres, Barcelona e Lisboa para as páginas dos melhores e mais pungentes romances da atualidade.

 

Enviado por:

Gerência de Leitura e Audiovisual


   
           



   
Comentário enviado com sucesso, aguardando moderação.














Sua indicação foi enviada com sucesso!









Saiba mais:

gla (2)
literatura (1)
flip flup (1)

Comentários
Não há comentários sobre este tópico.