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Segunda-feira, 21/01/2013

Família, a Chave do Sucesso!

Tags: 6ªcre, família.

 

Não basta ser pai ou mãe, tem que participar! Esse slogan é verdadeiro e a cada dia se faz mais necessário. Destacaremos aqui a importância da força da família e  mostraremos que amar é participar ativamente.

 

 

Você está em casa, sentado no sofá, e seu filho faz a grande revelação: "Quero ser piloto de avião!". Depois, decide que, mais do que piloto, quer ser o comandante para usar um uniforme ainda mais bonito e falar ao microfone da aeronave. No outro dia, diz que, em vez de querer estar na cabine, o sonho mesmo é sentar em uma poltrona de passageiro e viajar pelo mundo.

 

 

E agora? Você dá corda a cada mudança de planos ou tenta ajustar o sonho dele ao que acredita ser bom e possível? Em seguida, você pensa no velho conceito: "o que é bom para mim, também é bom para ele?". A resposta vai chegar daqui a alguns anos. E, ao longo desses anos, o sonho vai mudar. O que todos os pais querem, na verdade, é que os filhos tenham sucesso na vida e, assim, sejam felizes. Então, cabe à família educá-los para realizarem seja qual for o  seu sonho.

 

 

 

A animação "Família e Escola" fala sobre a influência dos pais nas decisões dos filhos.

 

 

Essa jornada começa com o que chamamos ambiente empreendedor. Uma educação nesses moldes permite à criança, mais do que realizar sonhos, desenvolver valores como ética, autonomia, criatividade, colaboração, perseverança, sustentabilidade e capacidade de tolerar a incerteza e, também, de aprender com os erros. Esses valores são fundamentais para que eles tenham um sonho que realmente valha a pena.

 

 

 

Educação formal, transmissão de valores, experiência e paixão pelo que faz. A família pode, sim, ajudar seu filho a ter sucesso na vida.

 

 

Exemplo, Conversa e Brincadeira

 

 

Mas, afinal, como se cria um ambiente empreendedor? Primeiro, dando o exemplo. Não adianta falar sobre ética e respeito ao próximo e maltratar todos. E, quando falamos em ética, não estamos só nos referindo às relações interpessoais, mas, também, com o meio ambiente e com tudo o que nos cerca. O empreendedor não olha apenas para si, mas para toda sociedade.

 

 

Em segundo lugar, com muita conversa. Um canal de diálogo aberto com as crianças é fundamental. As conversas devem acontecer de forma natural, com base nas experiências trazidas pelas crianças. Se seu filho chega em casa contando que os meninos da classe estão tirando sarro de uma menina, pergunte como ele agiu. Ele fez coro com os amigos ou ficou quieto? É possível ter boas discussões sobre valores brincando. Afinal, essa é a  linguagem que as crianças entendem e, cá entre nós, a mais gostosa.

 

 

 

A família deve ser a principal responsável pela formação da criança, além de apoio importante no processo de adaptação para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais.

 

 

É Hora de fazer de Conta!

 

 

Parece óbvio que as crianças devam brincar, mas não é isso o que costuma acontecer. De olho no sucesso dos filhos no futuro, muitos pais incluem novos cursos ou experiências, mas deixam a brincadeira de lado.

 

 

O melhor da brincadeira é que ela diverte, permite a troca de afeto e, realmente, ensina. Ao brincar sozinha, a criança desenvolve criatividade e autonomia; ao se divertir com um amigo, aprende ética e colaboração. E, em cada brincadeira, outros valores vão sendo conquistados. Ao colocar as roupas do pai ou da mãe, ela desempenha papéis que poderá ter no futuro. É uma espécie de treino!

 

 

Muitas vezes, a correria do dia a dia limita os elementos da família, porque se pensa que o melhor está nas brincadeiras mais elaboradas. Segundo a educadora Maria Ângela Barbato, Coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), não precisa ser nenhuma brincadeira tradicional ou elaborada, que obrigue a família a planejar com antecedência.

 

 

Família e Escola, a Chave do Sucesso!

 

 

O dia a dia nos mostra que os amigos contam na formação da personalidade a partir de determinada idade, normalmente entre os 10 ou 12 anos. Entretanto, há que se  apostar na influência que os pais tiveram durante a primeira infância na criação de valores. "A partir de certa época, os filhos saem da família e vão ver o que há no mundo. É aí que os pais precisam acreditar na educação que deram às crianças. Os filhos buscam outro modelo, mas inspirados nos valores aprendidos em casa", afirma a psicóloga Sandra Leal Calais, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

 

 

Para ajudá-las a percorrer esse caminho, não podemos deixar de lado, naturalmente, a importância de uma educação de qualidade. Mas, pensando em um ambiente empreendedor, o que seria uma boa escola? Certamente a que, além do conteúdo, provoca na criança o desejo de buscar novos conhecimentos  nos mais diversos meios.

 

 

 

É impossível colocar à parte escola e família, pois, se o indivíduo é aluno e filho, ao mesmo tempo, a tarefa de ensinar não compete apenas à escola, porque o aluno aprende através da família, dos amigos, das pessoas que ele considera significativas, dos meios de comunicação, do cotidiano. Sendo assim, é preciso que professores, família e comunidade tenham claro que a escola precisa contar com o envolvimento de todos.

 

 

 

 

É necessário que família e escola interajam de forma responsável, como parceiras de caminhada, pois ambas são responsáveis pelo que produzem, podendo reforçar ou contrariar a influência uma da outra.

 

 

A família pode oferecer muito mais levando seus filhos a teatros, cinemas, shows, museus, parques, zoológicos, fazendo-a conhecer novos lugares. É assim que a criança conhece outras histórias, diferentes da sua. E, quanto mais exposto a atividades diversas, mais chances  a criança terá de encontrar algo que realmente lhe dê prazer, seja por hobby ou profissão.

 

 

Família e escola precisam criar, através da educação, uma força para superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e coletiva, atuando juntas como agentes facilitadores do desenvolvimento pleno do educando. É preciso, portanto, que a família (independentemente de sua composição) cumpra os seus deveres, assim como, a Escola faça valer sua proposta pedagógica como meta, para que ambos possam atingir seus objetivos na formação dessas crianças e jovens adolescentes.

 

 

Para tornar, portanto, a escola um ambiente empreendedor, o primeiro passo é estabelecer regras que fortalecerão essa parceria, permitindo que a aprendizagem dos filhos e alunos se efetive claramente através de seus desempenhos, tanto no lar quanto na escola.


 

 

 

 A Escola sozinha não conseguirá levar a diante a responsabilidade de educar e ensinar, já que a responsabilidade maior da escola está em ensinar e a da família está em educar. A especificidade da Escola não pode ser desviada para funções que não sejam suas e o ensino deve ser aplicado para o crescimento intelectual, social e econômico de cada aluno, individualmente.


 

 

 

 

 

É de suma importância o comparecimento dos pais  na escola dos filhos. Não basta apenas olhar cadernos e perguntar como estão, é preciso participar, fazer-se presente nesse acompanhamento. Através dessas ações, efetiva-se a parceria que a escola precisa para ensinar com qualidade.


 

 

 

 

De acordo com Içami Tiba, a educação é um projeto, que não pode ser simplesmente de qualquer forma. Deve ser muito elaborada, pois é o futuro do filho e da família que estão em jogo...”. Por isso, as ações de educar e ensinar devem ser compartilhadas entre as duas instituições: família e escola.

 

 

Sinal Vermelho!

 

 

Se por um lado há uma lista de coisas que a família pode fazer para ajudar as crianças, por outro lado, é bom tomar cuidado para não atrapalhar, mesmo com a melhor das intenções. As famílias precisam ficar atentas para não lotar a agenda de seus filhos de atividades ou impedir, aos poucos, seus filhos de sonhar.

 

 

Os responsáveis não precisam se assustar com as ideias malucas que as crianças têm sobre o próprio futuro. Deixe-os sonhar! E nada de  viver antecipando desejos, os quais a família julga que os filhos terão. Por exemplo, se a criança recebe presentes demais, nem consegue escolher o  que deseja ganhar de aniversário. Parece um detalhe, mas desejar é o primeiro passo para que, mais tarde, ela possa realizar seus sonhos e, em seguida, voltar a sonhar.

 

 

 

Cena do filme À Procura da Felicidade - Motivação

 

 

Como vimos acima, não basta ser pai ou mãe, tem que participar! Esse slogan é verdadeiro e a cada dia se faz mais necessário. Esta matéria destaca a importância da força da família e mostra que  amar não é fazer, mas sim participar ativamente. Atuando dessa forma, a família ajudará a tornar seu filho uma história de sucesso nos estudos e na vida!

 

 

Essa matéria é uma homenagem a todas as famílias dos alunos da 6ª Coordenadoria Regional de Educação. Famílias estas que asseguram a sobrevivência dos filhos e o seu crescimento saudável; acariciando e estimulando as crianças no sentido de  transformá-las  em seres capazes de se relacionar competentemente com o seu meio físico e social.

 

 

Desejamos a todas as famílias da 6ª CRE um 2013 de muito SUCESSO! Nós somos a seXta CRE!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na  6ªCRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



   
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Saiba mais:

6ªcre (346)

Comentários
A Família deve estar presente na Vida Escolar do aluno que é oriundo da sua responsabilidade,mesmo que distante deve acompanhar o andamento do aprendizado só assim a Educação estará sendo realizada com sucesso.

Postado por Helena (by troia) em 21/01/2013 22:45