A A A C
email

Segunda-feira, 21/10/2013

Quem é o Diferente...

Tags: blogsderioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, inclusão.

Há algum tempo, a Educação de qualidade às crianças que necessitam de atenção especial por suas deficiências e/ou transtornos do desenvolvimento e/ou altas habilidades, que vislumbre sucesso em seu processo de aprendizagem, é foco de discussão, organização e fomento de políticas no cenário nacional e internacional.

 

 

Um dos pontos de destaque é que o diálogo acerca dessa temática necessita envolver culturas, políticas e práticas de inclusão, pois são dimensões fundamentais para analisar cenários educacionais e propor estratégias mais inclusivas. Perpassa desde conceitos inclusivos até mudanças atitudinais nas escolas, entendendo a escola instituição, como um espaço de constituição de sujeitos marcada pelas forças ambivalentes da sociedade contemporânea e das representações que suscitam do encontro dos indivíduos nos grupos sociais.

 

http://mundodesalienado.wordpress.com/2013/08/23/escolas-inclusao-social-e-a-crianca-com-deficiencia/.

 

A compreensão do papel que a pessoa com deficiência ocupa na relação com seus pares confere significado importante ao planejar a ação educativa. Ressignificando o papel da formação dos profissionais que se encontram no lócus da mediação deste processo - o professor -, baseando-se em estudos acerca da formação inicial e continuada deste. Não se trata da proposição de um “professor inclusivo”, mas da capacidade de pensar sobre o pensar, agir e sentir sua prática pedagógica.

 

http://www.inclusive.org.br/?p=19615

 

Será que um dia chegaremos a um consenso sobre quais características deveria ter o “educador inclusivo”? Um segundo questionamento decorre deste primeiro: se a resposta a esta indagação fosse afirmativa, conseguiríamos que tais características fossem devidamente adequadas a qualquer contexto educacional? Qual a importância de compartilharmos os sentidos e significados da inclusão em educação com os futuros professores e os que já se encontram na ativa?

 

http://www.sismmac.org.br/noticias.asp?id=2047&id_cat=1.

 

O “educador inclusivo” não deve ser encarado como um modelo ideal a ser seguido. É ter como padrão a atuação em prol de estratégias diversificadas e agindo na personalização do ensino. A inclusão se faz em processo e, como tal, seu entendimento deve ser compartilhado por todos os envolvidos que, por sua vez, assumirão o papel de atores nessa construção. Compreendendo a representatividade dos alunos com deficiência, mais um elemento significante à constituição do cenário escolar.
 

_____________________________________________________

Referências:

Texto completo pode ser visitado em:

http://www.faetec.rj.gov.br/desup/images/democratizar/v7-n1/democratizar-20131-luciane.pdf.

 

 

Luciane Porto Frazão de Sousa é Pedagoga, Psicopedagoga, Especialista em Educação Especial, Mestre em Educação e Doutoranda em Educação. Atuando na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Superior, articulando e promovendo processos de inclusão, docência, formação de equipe multidisciplinar, formação de educadores. Pesquisadora nas temáticas inerentes à diversidade, cotidiano escolar, educação e reabilitação de pessoas com deficiência. Docente e conteudista de cursos EAD; na Pós-graduação da Universidade Cândido Mendes. Educopedista formadora na SME/RJ.

 

 

                               

 

 

 


   
           



   
Comentário enviado com sucesso, aguardando moderação.














Sua indicação foi enviada com sucesso!









Saiba mais:

blogsderioeducadores (89)
especialistas (33)

Comentários
Há muito que se discutir sobre Educação Inclusiva e principalmente sobre a formação adequada dos profissionais que atuam nessa área. Tenho interesse em conhecer mais sobre esse assunto tão envolvente e deslumbrante! Quero elogiar e parabenizar a autora, Luciane Frazão, que utilizou palavras sábias e esclarecedoras acerca de um tema que necessita ser muito mais discutido.

Postado por Célia Fukuchi em 22/10/2013 20:42